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    À vista ou parcelado: saiba quando usar cada opção

    Posted by Rodobens on Maio 2017

    Com a crise, cada brasileiro passou a avaliar de forma muito mais rigorosa seus hábitos de consumo. Assim, aquela velha questão sobre comprar à vista ou parcelado está mais viva do que nunca. Mas você ainda tem dúvidas a esse respeito? Afinal, pagar tudo no momento da compra é sempre a melhor opção ou existem ocasiões em que vale mais a pena para o bolso e para a comodidade dividir uma compra em várias parcelas? A seguir, vamos mostrar quais são as vantagens de comprar à vista ou parcelado, quais fatores você deve avaliar antes de tomar uma decisão e como a forma de pagamento impacta o seu bolso. Ficou interessado? Então continue lendo!

    Fazendo as compras do dia a dia

    A visita mensal ao supermercado é quase uma tradição para a maioria das famílias brasileiras, não é mesmo? E é fato: garantir as compras do mês de uma única vez é importante para controlar os gastos. Afinal, assim você não dispersa as despesas em pequenas e constantes compras, além de concentrar esforços para fazer uma pesquisa de preços mais completa, conseguindo encontrar as melhores ofertas em diferentes varejistas.

    Contudo, mesmo pesquisando muito e conseguindo uma boa economia no valor final da compra, o preço pago no caixa do supermercado não costuma sair muito barato. Nessa hora é que surge a tentação de sacar o cartão de crédito da carteira e dividir a comprinha em 2 ou 3 meses. Nesse caso, porém, o melhor é devolver o dinheiro de plástico para o bolso e pagar à vista.

    Antes de mais nada, é preciso levar em conta os juros do cartão de crédito. Sabia que, em 2016, a média da taxa do crédito rotativo foi de 484,6% ao ano? Tomando esse número como base, uma compra de 100 reais poderia virar uma bola de neve, chegando a quase 500 reais no final do ano caso não fosse quitada no tempo certo.

    A verdade é que parcelar compras de subsistência (que também incluem gastos como gasolina) é sempre uma má escolha para o controle financeiro. Afinal, essas despesas são relativamente fixas, podendo ser previstas no seu orçamento mensal para serem pagas à vista, sem taxas juros e, às vezes, até com descontos. Caso contrário, você transforma uma despesa corriqueira em dívida. E, como você sabe, dívidas devem ser sempre evitadas.

    Lidando com dívidas e impostos

    Já que falamos em dívidas, vamos direto ao assunto: quite-as o quanto antes! Por mais que financiar os débitos do cartão de crédito, do cheque especial e de empréstimos pessoais deem um alívio financeiro momentâneo, é preciso enxergar além. Graças aos juros nada inofensivos que incidem sobre o crédito tomado, essa prática corrói seu orçamento de uma forma bem agressiva.

    Já está um pouco enrolado nesse quesito? Então você precisa saber que as instituições financeiras costumam fazer saldões de dívidas, oferecendo descontos significativos para quem deseja quitar todo seu débito de uma vez. Essa opção é interessante porque, além de aliviar as contas, limpa seu nome em instituições como SPC e Serasa, ainda gerando a possibilidade de abertura de novo crédito para compras realmente importantes — como falaremos mais adiante.

    No caso de impostos, a lógica é a mesma. Nesse contexto, as situações mais comuns que levam à dúvida entre o pagamento à vista ou parcelado envolvem impostos municipais, IPTU e IPVA. Em geral, as prefeituras oferecem a opção de realizar os pagamentos à vista com um desconto médio de 10% ou de parcelar o montante em até 6 mensalidades. E um desconto de 10% não pode simplesmente ser ignorado. Com esse abatimento, um IPTU de 500 reais sai a 450! Já parcelando em 5 vezes de 100 reais, esse desconto desaparece. Isso sem falar em questões como inflação e desvalorização monetária, que fazem com que, daqui a 5 meses, 500 reais valham menos que 500 reais hoje.

    Adquirindo bens de consumo

    Na prática, a dúvida sobre se vale mais a pena fazer um pagamento à vista ou parcelado é mais presente quando falamos na compra de bens de consumo — um celular ou um computador novo, roupas ou mesmo uma passagem de avião. E a questão fica um pouco mais complicada quando surgem as famigeradas promoções de parcelamento sem juros.

    Para que isso fique claro, vamos a um exemplo? Está lá na vitrine da loja: dividimos seu celular novo em 10 vezes sem juros! Ora, pagar 10 parcelas de 100 reais parece mais tentador que desembolsar mil reais de uma única vez, certo? O problema é que, ao perguntar se há um desconto para pagamento à vista, a resposta é quase sempre sim. Vamos supor que, em um único pagamento, você consegue um desconto de 10%, comprando seu smartphone por 900 reais. Uma bela economia, não é? Aí está a prova de que todo parcelamento de compras tem juros embutidos.

    Está aí pensando no que fazer caso não tenha dinheiro para pagar à vista? Pois aí o ideal seria esperar um pouco enquanto poupa o valor necessário para fazer a compra sem parcelar. Se a compra for urgente, para sanar uma necessidade real, considere avaliar as linhas de crédito do seu banco, analisando se existe a possibilidade de pegar um empréstimo com juros inferiores a 10% em 10 meses.

    Construindo seu patrimônio

    Até aqui, deu pra perceber que pagar à vista é quase sempre a escolha mais acertada para garantir seu equilíbrio financeiro, correto? Afinal, com isso é possível conseguir descontos, evitar dívidas e planejar melhor o orçamento financeiro. Mas há algumas situações em que pagar à vista é uma opção praticamente impossível, especialmente quando falamos em compras de alto valor.

    Pagar o preço total de um carro, um imóvel ou mesmo de determinados serviços mais caros simplesmente não se encaixa nas contas da maioria dos brasileiros. Pois bem, se é preciso parcelar, parcele com inteligência. Você pode ainda não saber, mas está procurando por um consórcio!

    Ao contrário dos financiamentos e empréstimos, os consórcios não sofrem reajustes mensais por conta de taxas de juros. Seu valor só é reajustado anualmente, de acordo com o contrato, tendo como base índices econômicos que ficam bem abaixo do valor dos juros convencionais. Além disso, o montante total é diluído em vários meses, fazendo com que as parcelas realmente caibam no seu bolso. No fim das contas, essa modalidade de pagamento é como uma poupança controlada: você consegue prever com exatidão os gastos e se preparar financeiramente para lidar com eles.

    Pronto para tomar melhores decisões a respeito de pagar à vista ou parcelado? E se quer aprender mais para melhorar seu planejamento econômico e fugir de dívidas, aproveite para curtir nossa página no Facebook!

     

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