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    4 erros comuns de administração financeira que você precisa evitar

    Posted by Rodobens on Novembro 2016

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    Muita gente até toma certos cuidados em relação ao orçamento doméstico, mas acaba deixando a desejar em alguns quesitos. Pois é aí que deve entrar a administração financeira, englobando um conjunto de estratégias, atitudes e comportamentos que contribui significativamente para a adequada gestão das finanças. E para já quebrarmos um tabu, adiantamos: engana-se quem pensa que a administração financeira requer cálculos muito sofisticados! Na verdade, conhecendo as 4 operações matemáticas básicas e tendo ao menos uma noção de porcentagem, é possível se virar bem.

    Ainda assim, para não correr o risco de cometer grandes deslizes, vale ficar de olho nos 4 erros que listamos a seguir sobre a administração do seu dinheiro. Pronto para aprender a evitá-los? Então acompanhe!

    Não levar em conta a previsão de gastos

    Quem nunca parou em frente a uma loja, viu uma promoção e fez os cálculos de cabeça para saber se poderia ou não levar determinada oferta? Mas aí é que mora o perigo: fazendo a chamadacontabilidade mental, é mais que provável se esquecer de algum gasto obrigatório. Dessa forma, ao comprar um bem que não estava inicialmente previsto no orçamento, você terá que, de alguma forma, compensar essa quantia no final do mês.

    Outro risco das contas de cabeça na administração financeira é fazer cálculos com base no salário bruto ou na expectativa de recebimento de determinado valor — que pode ou não se concretizar. Pense bem: quando você só analisa a renda bruta, acaba se esquecendo dos descontos da Previdência Social, do Imposto de Renda, do plano de saúde e muito mais. Assim, as chances de o previsto não bater com a realidade são enormes!

    Para evitar que tudo isso aconteça com você e bagunce seu planejamento, o ideal é que inclua gastos previstos no seu orçamento doméstico. Dessa forma, você primeiramente planeja para só depois saber se, em determinado mês, terá ou não dinheiro de sobra para aproveitar uma oferta.

    Não comparar taxas, descontos e juros

    Um conhecimento básico de porcentagem pode ajudá-lo a ter uma postura mais saudável de consumo e, consequentemente, fazer seu dinheiro render mais. Deixar de verificar e comparar as porcentagens de certas transações (como pedidos de empréstimo, pagamento antecipado e multas por atrasos, por exemplo) pode resultar em prejuízos significativos.

    Vamos a um exemplo para facilitar o entendimento? Imagine que você tem 100 reais e pode antecipar em um mês a quitação de uma parcela desse mesmo valor, conseguindo assim um desconto de 10%. Se fizesse isso, pagaria 90 reais e teria 10 de sobra. Já se deixasse essa mesma quantia na poupança, a uma taxa de ganho de 0,65% ao mês, passados 30 dias, você ganharia apenas 65 centavos de rendimento. Assim, entre pagar à vista e ter um desconto vantajoso e deixar o dinheiro aplicado, a opção pela quitação antecipada valeria mais a pena.

    No seu dia a dia, você pode usar a remuneração da poupança (em torno de 0,65% ao mês) como base para comparação de outras taxas. Dessa forma, perceberá que descontos podem ser bem interessantes para sua administração financeira. E na hora de comprar um bem de valor maior, como uma casa ou um carro, fique atento! Afinal, os juros de um financiamento podem representar o dobro ou até o triplo do preço real do bem. Em casos assim, a aquisição programada por meio de um consórcio pode ser bem mais benéfica para seu bolso.

    Não anotar gastos pequenos

    O estacionamento do carro, um lanche antes do expediente, um pacote de balas depois do almoço, um presente para o sobrinho que faz aniversário: em um dia comum, uma pessoa pode ter diversos pequenos gastos sem perceber qual é seu real impacto no orçamento doméstico. Acredite: no final do mês, esses detalhes podem pesar bastante no fechamento das contas.

    Para não perder o controle financeiro, é importante que você crie o hábito de anotar tudo, incluindo aí os pequenos gastos. Guarde os cupons fiscais e registre os valores em um bloquinho de anotações ou no smartphone, para posterior anotação no seu controle financeiro — seja em uma planilha ou em aplicativo próprio.

    Não formar uma reserva de emergência

    O risco de se deparar com alguma emergência está presente na vida de qualquer pessoa. Afinal de contas, são diversas as variáveis que não conseguimos controlar, que não dependem da nossa vontade. Um pneu furado, uma enfermidade, a necessidade de receber uma visita de última hora: várias podem ser as causas para você precisar de um dinheiro extra a fim de honrar determinados compromissos.

    Para não ter que pedir empréstimos, o mais recomendável é que você tenha uma espécie de fundo de reserva. Para formá-lo, você pode reservar um percentual do seu salário para imprevistos. Nesse caso, 10% já costumam ser suficientes. O ideal é que você tenha ao menos 6 meses de renda habitual guardados nessa reserva. Dessa maneira, em caso de desemprego, você teria um semestre com suas contas em dia, o que proporcionaria bastante tranquilidade para encontrar uma saída.

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