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    6 dicas de planejamento financeiro familiar para recém-casados

    Posted by Rodobens on Setembro 2016

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    Para ter uma vida financeira segura e equilibrada, investir em planejamento familiar é simplesmente essencial. E a verdade é que recém-casados devem ter cuidado redobrado nesse quesito, transformando o planejamento financeiro em um grande aliado. Afinal de contas, com o uso dessa ferramenta, é possível não só definir objetivos de vida como traçar metas para conseguir de fato atingi-los.

    Algumas iniciativas não podem ficar de fora do planejamento. É preciso, por exemplo, manter-se dentro do orçamento familiar, estipular como será a divisão de gastos, dar atenção às despesas supérfluas e contar com uma reserva de emergência para imprevistos. Quer entender melhor cada um desses pontos? Então confira agora mesmo nossas 6 dicas de planejamento financeiro para recém-casados!

    1. Monte um orçamento familiar

    O primeiro passo para montar um planejamento financeiro familiar é criar um orçamento para o casal. Para isso, é importante registrar todas as receitas e despesas de ambos. Não deixe de fora nem mesmo valores considerados pequenos, uma vez que, somados, eles podem fazer toda a diferença no orçamento geral do fim do mês.

    E atenção: além de anotar valores de entradas e saídas, é essencial separá-los em categorias. Assim fica mais fácil definir em que áreas do orçamento é preciso cortar gastos e em quais setores existe potencial de economia. São algumas opções de categorias:

    Para isso, você pode tanto criar uma planilha de Excel como usar um dos diversos gerenciadores financeiros disponíveis atualmente no mercado. Depois de terminar o orçamento, é fundamental avaliar se as receitas superaram as despesas, ainda prevendo a reserva de uma quantia para investimentos.

    2. Controle as receitas e as despesas do casal

    Na prática, porém, para alcançar uma vida financeira tranquila e saudável, não basta criar um orçamento financeiro familiar. É preciso manter receitas e despesas sob controle. Isso significa estipular metas de gastos para cada categoria do orçamento, impondo limites que estejam de acordo com a realidade financeira do casal.

    Se você percebe, por exemplo, que há muitos gastos desnecessários com saídas e passeios, pode deixar para jantar fora e se divertir somente uma vez na semana. Caso tenha percebido que muitos dos gastos estão voltados para o deslocamento, pode buscar formas alternativas para ir ao trabalho. O importante é gerar economia tanto para seus projetos a 2 como para fechar o mês com todas as contas pagas.

    Portanto, durante o decorrer do mês, certifique-se de que vocês estão conseguindo se manter dentro da meta. Caso os gastos em uma categoria ultrapassem o limite, tente compensar em outra área para não ficarem sem dinheiro no final do mês.

    3. Defina como será a divisão de gastos

    Sem o máximo de transparência e bastante conversa, o dinheiro pode acabar se transformando em um problema no início da vida de casado. Para não correr esse risco, é importante sentar com seu parceiro para definir, desde o início, como será a divisão de gastos da casa.

    Para organizar melhor esse aspecto, há casais que criam uma conta-corrente conjunta para os gastos familiares e investimentos em comum, mantendo outras separadas para despesas pessoais. Também há, por outro lado, quem prefira dividir, despesa por despesa, o que cada um paga por mês. Assim, enquanto um fica responsável pelas contas da casa, outro cuida do aluguel e do condomínio, por exemplo.

    Independentemente do modelo adotado, é importante manter a clareza em relação aos gastos e não deixar de conversar com o parceiro, caso tenha algum problema. Tudo precisa ser feito de forma que seja agradável para ambos, sempre de comum acordo. Se os compromissos pesarem mais sobre um dos cônjuges e ele não tiver tempo nem recursos para si, isso pode gerar uma insatisfação que, crescendo, pode virar um problema maior no futuro.

    4. Estipule objetivos em comum

    Uma etapa extremamente importante na criação de um planejamento financeiro familiar é a definição de objetivos de vida do casal. Lembre-se de que o casamento une 2 pessoas que têm universos diferentes, que cresceram com diferentes perspectivas de mundo e têm suas próprias aspirações. Portanto, para conseguir transformar essas 2 visões, dando a elas um horizonte comum, o melhor a fazer é conversar.

    Desde o início, o ideal é trocar ideias sobre o que cada um deseja alcançar e realizar individualmente. Assim, esses sonhos podem se alinhar e gerar metas que definirão quanto é preciso efetivamente poupar para realizá-los.

    Definam, juntos, objetivos de curto, médio e longo prazos, estipulando o limite de tempo em que gostariam de realizá-los e quanto deve ser economizado por mês para alcançar esses sonhos. Entre os objetivos possíveis estão opções como:

    Como definir o valor ideal para poupar?

    Para determinar quanto deve ser poupado, é importante verificar os gastos envolvidos em cada escolha. Para a chegada do primeiro filho, por exemplo, o casal vai precisar ter um plano de saúde. Se esse ponto já está incluso no orçamento ou no pacote de benefícios no emprego de um dos 2 (ou de ambos), ótimo! Caso contrário, deve ser priorizado.

    A seguir, vêm as mudanças necessárias, como:

    • a troca do carro por um modelo maior, que comporte confortavelmente um bebê conforto;
    • a reforma do quarto e a compra dos móveis para o bebê;
    • a aquisição de todo o enxoval para a criança.

    Para cada uma dessas questões, é preciso pesquisar o custo médio e, depois, definir o total de gastos previstos. Em seguida, você deve pensar: quando queremos tentar a gravidez? Divida esse valor pelo prazo e você terá a meta mensal para cada etapa do seu planejamento!

    Qual a melhor forma de poupar?

    Muitas pessoas têm dificuldades em manter a regularidade de uma poupança. No início da vida a 2, com a empolgação dos primeiros tempos, isso pode ser um problema. É bastante tentador sair juntos com frequência, aproveitando o tempo livre para momentos românticos e acabar gastando demais. Para evitar isso, é importante pensar em guardar dinheiro como um compromisso, em que não haja a possibilidade de deixar de pagar todo mês.

    Fazer um consórcio de acordo com a finalidade (comprar um carro, uma casa ou fazer uma reforma, por exemplo) é uma ótima forma de se comprometer com suas metas. É preciso lembrar que compromissos já assumidos devem, obrigatoriamente, ser priorizados. Se, por exemplo, o casal está pagando as parcelas da sua lua de mel, tem sempre que incluí-las em suas obrigações principais.

    Vocês têm que fazer o exercício de olhar para trás, arcando com suas despesas e, ao mesmo tempo, mirar no futuro, planejando-se para os projetos ainda a conquistar. Vale ter em mente que, para realizar esses objetivos, alguns sacrifícios terão que ser feitos. Que tal já começar a abrir mão de gastos supérfluos?

    5. Crie uma reserva para emergências

    Não tem jeito: imprevistos acontecem a todo o momento. E com a finanças também é assim. É o encanamento que precisa ser reparado, o carro que tem que ir para o conserto, uma doença inesperada que exige gastos com remédios e assim por diante. Para lidar com essas emergências sem ter que recorrer a empréstimos com juros altíssimos, é preciso criar um fundo de reserva.

    O ideal é, aos poucos, conseguir poupar um montante equivalente a, no mínimo, 6 meses de despesas mensais do casal. Esse valor é suficiente para cobrir períodos longos de perda de emprego, enquanto as economias domésticas são reorganizadas e um novo projeto se inicia. Essa quantia deve ser aplicada em um investimento com alta liquidez — como a poupança ou algumas aplicações de renda fixa. Afinal de contas, vocês podem ter que sacar essa reserva a qualquer momento!

    6. Corte as despesas mais supérfluas

    Um planejamento financeiro familiar de sucesso não tem espaço para gastos supérfluos. Assim, a fim de conseguir manter as finanças do casal em dia, é essencial controlar as despesas e, se necessário, reduzir aqueles gastos que não são estritamente necessários. Só dessa forma será possível realizar os objetivos de vida do casal.

    Analise o orçamento financeiro familiar mês a mês, identificando em que pontos é possível gastar menos. Comece com despesas relacionadas ao estilo de vida, como aquelas voltadas a:

    • lazer;
    • cuidados pessoais;
    • bares;
    • restaurantes;
    • viagens.

    E não precisa se preocupar, porque, para manter as despesas sob controle, não é preciso cortar de vez o lazer da rotina! Você pode substituir atividades mais caras, como jantar fora todo final de semana, por opções mais em conta, como preparar uma pizza em casa. Defina o quanto antes o que é prioridade para o casal e o que pode ser negociado.

    Como você pode ver, criar e manter um planejamento financeiro familiar é um passo importantíssimo para começar a vida a 2 com o pé direito. Aposte na transparência e no diálogo, faça os sacrifícios necessários, controle os gastos, defina objetivos e escolha as melhores aplicações financeiras para investir. Depois de tudo isso, pode ter certeza que valerá a pena!

    E então, pronto para encarar essa empreitada? Qual dessas etapas pareceu ser mais difícil para os recém-casados? Comente aqui e divida suas impressões, seus medos e suas experiências conosco! E já que gostou deste conteúdo, aproveite para assinar a nossa newsletter e ter acesso em primeira mão a outros posts sobre o assunto!

     

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