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    6 maneiras de evitar gastos supérfluos e começar a economizar

    Posted by Rodobens on Dezembro 2016

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    Uma pesquisa da Serasa Experian revelou que o Brasil começou 2016 com quase 60 milhões de endividados — contingente maior que toda a população da Colômbia, por exemplo. Ao saber disso, você automaticamente culpou a alta taxa de desemprego, a inflação e a queda no poder de compra dos cidadãos? Aí é que vem a surpresa: boa parte desses brasileiros enrolados com as contas se afundou em dívidas simplesmente porque não consegue administrar seu orçamento! O ideal é salvar um percentual do salário para construir a vida, adquirir bens, fazer aquela viagem dos sonhos ou comprar um carro novo. Afinal, é impossível crescer se seu saldo no fim do mês é sempre zero ou mesmo negativo, não concorda?

    Está iniciando agora sua vida profissional, mas não sabe como fazer seu salário render? Então acompanhe, a partir de agora, 6 valiosíssimas dicas para evitar gastos supérfluos e fazer as melhores escolhas financeiras possíveis! Preparado para multiplicar o valor dos seus rendimentos sem necessariamente contar com um aumento? Pois confira como!

    Pare de culpar seus rendimentos mensais

    Vamos começar já quebrando um mito: é bem comum ouvirmos o discurso de que alguém só está endividado porque ganha pouco. Se ganhasse mais, conseguiria fazer poupança, construir patrimônio e conquistar tudo o que sempre desejou. Mas essa premissa está errada! Quem não sabe economizar com pouco, também não saberá com muito. Prova disso é a infinidade de brasileiros contemplados na loteria que, em geral, volta à pobreza em menos de 3 anos. Administrar adequadamente as finanças pessoais envolve disciplina, demanda escolhas e execução de técnicas de aplicação de recursos que independem do montante disponível.

    Obviamente, quanto maior é o rendimento, mais amplas se tornam as possibilidades. Mas acredite: simplesmente ganhar mais não resolverá magicamente todos os seus problemas. Multiplicar seu salário sem receber um centavo a mais começa com uma mudança de visão sobre sua relação com o dinheiro, deixando de jogar a responsabilidade no mundo externo e a colocando sobre suas próprias decisões. Esse senso de responsabilidade ajudará no direcionamento das melhores escolhas financeiras. Por acaso já ouviu aquele ditado popular que aconselha a mudar seu mundo pela mudança de seus pensamentos? Nesse caso, ele cai como uma luva!

    Faça um orçamento formal

    Nada de confiar unicamente na sua memória. Grandes poupadores não abrem mão de materializar seu orçamento pessoal por meio de planilhas ou aplicativos de finanças pessoais que ajudam (e muito) a entender suas despesas e visualizar gastos supérfluos, encurtando e facilitando o caminho rumo ao domínio da difícil arte da priorização.

    É trabalhoso, mas ao mesmo tempo extremamente simples: procure detalhar todas as suas receitas (ganhos) e despesas (gastos), sem subestimar valores nem desprezar quaisquer pequenos gastos. Lembre-se: o quadro deve ser fiel à realidade. Em seguida, faça um mapeamento minucioso dos gastos supérfluos, aquelas despesas não essenciais que podem ser adiadas para a formação de uma poupança. Já pensou que essa economia pode ser usada para pagar as parcelas de um consórcio, forma atualmente mais vantajosa de aquisição de bens, por exemplo? Nesse momento, todos os financiamentos devem ser revistos, no intuito de buscar renegociações que reduzam o prazo ou o valor total da dívida.

    Avalie criteriosamente o motivo da compra

    Um estudo divulgado em 2015 pela Revista Exame mostrou que 53% dos brasileiros avaliados haviam comprado por impulso nos últimos 6 meses. Roupas em promoção, reluzentes em lojas de departamentos, eletroeletrônicos não essenciais e compras diversas em lojas virtuais, facilitadas pela vantagem da aquisição em poucos cliques, são alguns dos maiores vilões dos consumidores impetuosos, que acabam gerando dívidas desnecessárias e comprometendo o orçamento por longos meses. Só que esse comportamento não combina com economia!

    Para não cair nessas armadilhas cotidianas, você deve adquirir o hábito de avaliar com extremo critério por que precisa comprar determinado produto e se essa aquisição pode ser adiada. Não se esqueça que ao menos 30% da sua renda líquida deve ser reservada para subsidiar seu crescimento pessoal e a realização dos seus sonhos, ok?

    Procure reduzir desperdícios

    A verdade é que muitos custos variáveis podem ser reduzidos apenas com um pouco de atenção e disciplina. Você deixa diversas lâmpadas acesas em casa até durante o dia? Essa falta de cuidado pode chegar a custar milhares de reais ao ano. O mesmo se aplica ao desperdício de água, ao desconhecimento de suas necessidades mensais nas compras do supermercado e às sucessivas recargas de celular, que poderiam ser substituídas por algum plano mensal com ligações grátis para seus números mais frequentes. É fato: quem quer economizar não pode ceder ao comodismo do gasto fácil.

    Com isso em mente e considerando que seu orçamento já está feito, você deve agora passar para a busca do máximo de redução nos valores do maior número de contas possível. Com pouco tempo de esforço você vai ver como, em alguns casos, é possível conseguir mais de 50% de economia!

    Reserve o cartão para pagamentos à vista

    Hoje, a taxa de juros do cartão de crédito bate recordes, sendo considerada a maior desde 1995 — chegou a incríveis 419% ao ano, em fevereiro de 2016. Deixando-se levar pelos pagamentos mínimos, portanto, você perde completamente o controle de seus débitos. E essa é uma falha absolutamente imperdoável na administração das finanças pessoais que pode empobrecer qualquer um rapidamente. Veja que, no caso dos muitos milhões de brasileiros endividados com cartão de crédito, a inadimplência nada tem a ver com salário. O problema está na falta de conhecimento do que é um cartão de crédito e como usá-lo a seu favor.

    A grande vantagem de um cartão de crédito é conseguir uma espécie de empréstimo sem juros dentro de um prazo de 30 dias. Assim, a cada ciclo mensal, o valor devido deve ser integralmente pago, a fim de não cair nos juros exorbitantes que elevarão o valor de sua fatura. Em outras palavras: todas as compras no cartão devem ser anotadas na sua planilha orçamentária e feitas até o limite da sua disponibilidade financeira mensal. O problema é que a maioria dos brasileiros enxerga o cartão como uma espécie de bônus, um dinheiro extra gratuito para cobrir gastos supérfluos ou débitos inesperados. Chegou a hora de mudar esse pensamento.

    Dê preferência aos consórcios

    Em épocas de juros altos, os financiamentos se tornam as piores opções para a aquisição de bens. Além disso, a necessidade de dar grandes montantes como entrada e toda a burocracia envolvida retardam o sonho de muitos brasileiros em ter sua casa própria ou um bom carro. Isso explica por que os consórcios vêm registrando aumentos robustos de participantes: só em 2015, a procura dessa modalidade de compra aumentou 13,5% em relação a 2014. E, como você vai ver, as razões são fáceis de explicar!

    Primeiramente, quem entra em um consórcio não paga juros. O consórcio se baseia na formação de grupos de pessoas com interesses em comum, que contribuem mensalmente para arrecadar o valor das contemplações, sem que haja pagamento de juros nas prestações. Em geral, há apenas seguro e taxa de administração. O objetivo é receber a carta de crédito com o valor proposto no contrato, meta que pode ser alcançada tanto por sorteios periódicos quanto por lances.

    Viu como definitivamente vale a pena transformar gastos supérfluos em caixa disponível para aproveitar as oportunidades do mercado e realizar seus sonhos? Caso queira se aprofundar ainda mais em finanças pessoais, confira nosso guia do investidor iniciante e veja como construir seu patrimônio investindo pouco por mês!

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