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    7 dicas de planejamento financeiro para iniciantes

    Posted by Rodobens on Julho 2016

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    O planejamento financeiro é uma ótima ferramenta para controlar gastos, poupar dinheiro e se preparar para um futuro tranquilo. Com uma gestão mais eficiente das finanças pessoais, ainda é possível realizar sonhos sem comprometer a harmonia do lar. Afinal, dívidas atrasadas muitas vezes se transformam em conflitos familiares, não é mesmo? Mas se você ainda tem pouca (ou nenhuma) noção sobre planejamento financeiro, não se preocupe. O post de hoje apresentará 7 ótimas dicas para quem quer começar a organizar o orçamento. Então confira! 

    Registre sua movimentação financeira

    Você sabe exatamente quais são suas receitas e suas despesas mensais? Se a resposta foi não, procure obter essas informações o quanto antes, pois elas são essenciais para um planejamento financeiro eficiente. Guarde o seguinte: da mesma forma que o fluxo de caixa é importante para as empresas, o registro da movimentação financeira é primordial para as pessoas!

    Para tanto, busque anotar em um caderno, em uma planilha eletrônica ou em um aplicativo tudo o que você ganha e tudo o que você gasta, de preferência diariamente — afinal, ao estender o prazo das anotações você pode correr o risco de se esquecer algum item. A partir desse registro, você terá uma visão mais abrangente de suas finanças e, com isso, poderá redimensionar os gastos.

    Está gastando demais com restaurantes? Que tal cozinhar mais em casa? As despesas com gasolina estão acima do ideal? Talvez seja a hora de apostar no transporte público. O importante é ter em mente que sempre há alternativas mais em conta e estar disposto a fazer certas concessões.

    Monte um orçamento familiar

    Quem nunca viu no noticiário as intermináveis discussões do governo para decidir as porcentagens de gastos no orçamento público, não é mesmo? Obviamente em menor escala, saiba que essas decisões também devem ser feitos na elaboração do orçamento doméstico!

    Para que o planejamento financeiro não vire uma confusão, é importante dividir as contas em gastos fixos (que têm o mesmo valor todos os meses) e variáveis (que oscilam, por exemplo, conforme o consumo). A partir dessa divisão básica, estabeleça percentuais máximos para diferentes grupos de gastos — como moradia, educação, transporte, alimentação, lazer e assim por diante. Além disso, é recomendável incluir no orçamento um percentual de poupança para se garantir caso surja uma emergência.

    Cheque a execução do planejamento financeiro

    Na gestão de finanças empresariais é comum haver a comparação entre o que foi orçado e o que de fato foi realizado. E você também pode usar essa técnica na avaliação do seu planejamento financeiro! Afinal, de nada adianta destinar uma porcentagem da renda para certa despesa se, na prática, o valor previsto é sempre ultrapassado, não concorda?

    Ao avaliar a execução do orçamento doméstico, você conseguirá distribuir sua renda de modo mais eficaz, conforme suas reais despesas. Poderá fazer cortes de itens supérfluos e, com os valores economizados, complementar as quantias necessárias para aquisições mais úteis. Além disso, se perceber que suas receitas são insuficientes para os compromissos, uma alternativa para fechar o orçamento é buscar novas fontes de renda.

    Você pode fazer trabalhos de consultoria autônoma em sua área, procurar trabalhos freelancer, investir em um negócio caseiro com a ajuda da família ou dar aulas particulares sobre suas especialidades. Além do mais, aproveitar as plataformas de comércio eletrônico para se desfazer de itens que não usa mais também é uma maneira de aumentar a renda.

    Conte com o apoio dos familiares

    Fazer o planejamento financeiro para o orçamento pessoal pode até ser fácil, já que as prioridades são definidas por um só indivíduo. Porém, quando se trata da organização do orçamento doméstico, a situação pode ficar um tanto complicada — afinal, vários interesses devem ser atendidos.

    Para evitar conflitos é recomendável conversar com todos os membros da família antes mesmo da elaboração do orçamento. Nesse sentido, pode ser importante que crianças e adolescentes saibam o porquê das decisões dos pais. Dessa maneira, também poderão participar da organização das finanças da casa, desde a economia de contas domésticas (como água, luz e telefone) até o melhor aproveitamento da mesada que recebem.

    Diferencie desejos de efetivas necessidades

    Assim como no resto das esferas da vida, na economia as pessoas também precisam constantemente fazer escolhas. Afinal, o dinheiro que elas possuem quase nunca é suficiente para comprar todos os itens que querem, certo? Para otimizar a relação entre uso da renda e consumo em seu planejamento financeiro, você precisa distinguir desejos de necessidades.

    Provavelmente, para a maior parte das pessoas, os desejos vão muito além da renda. Por isso, é recomendável se fazer uma escala de prioridade de consumo, a começar pelos itens essenciais para a sobrevivência (como comida, vestuário, moradia, transporte e saúde, por exemplo). Ao contrário, quando prioriza a compra de itens supérfluos, apenas para demonstrar um maior status social, corre-se o risco de abrir as portas para o endividamento.

    Negocie contas atrasadas

    E por falarmos em dívidas, elas devem ser bem pensadas no planejamento financeiro. O ideal é que, antes de fazer uma compra a prazo, você compare o valor total da dívida com sua renda. Isso é importante porque muitas pessoas se endividam por só pensarem nos valores das parcelas. Com isso, comprometem-se com várias prestações que inicialmente cabem no orçamento de cada mês, não percebendo que, quando os valores totais de todas as compras se somam, superam bastante a renda.

    Em um caso assim, qualquer imprevisto pode ser o gatilho para o atraso de uma conta e, consequentemente, para a cobrança de juros e o efeito bola de neve. Se você chegou a esse estágio, é indispensável procurar os credores para negociar suas dívidas. Explique a situação e busque novas condições de pagamento, com redução de juros ou com aumento de prazo, por exemplo, nem que seja apenas para as parcelas dos próximos meses, até que reencontre o equilíbrio do seu orçamento.

    Estabeleça objetivos financeiros

    Você pode estar pensando: mas com tantos sacrifícios, como comprar o que eu quero? Sem dúvida, realizar sonhos faz parte da vida de qualquer pessoa. Porém, para atingir seus propósitos sem impactar seu orçamento de forma negativa, é recomendável que estabeleça uma lista de objetivos financeiros de curto, médio e longo prazos. Defina, de preferência, um cronograma para a realização desses itens, com datas para o cumprimento das metas.

    A partir dessa definição, você incluirá ações no seu planejamento financeiro para cumprir o que foi estabelecido. Se você quer fazer um consórcio para a compra de um veículo, por exemplo, poderá se programar para adquirir esse bem com a reserva de uma quantia por mês. O que você não deve fazer é querer assumir várias dívidas grandes ao mesmo tempo, comprometendo sua renda e sua capacidade de honrar os compromissos.

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