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    Afinal, é possível viver de renda? Saiba como!

    Posted by Rodobens on Julho 2016

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    Viver de renda é o sonho (ou até mesmo o objetivo) de muita gente. E não é de se espantar! Afinal, imagine se você pudesse receber dinheiro de forma regular sem necessariamente ter que trabalhar! Com uma renda recorrente, é possível planejar as finanças pessoais com mais segurança e, claro, ter muito mais tranquilidade. Isso sem contar que a previsibilidade dos recursos permite que se aproveite melhor as oportunidades de consumo e de investimento. Gostou da ideia e também quer viver dessa forma? Então confira o post de hoje e saiba como!

    Mas é mesmo possível viver de renda?

    Já podemos adiantar que a resposta é sim! Hoje em dia, não são poucas as pessoas que pagam as próprias contas com o dinheiro vindo de fontes alternativas ao salário convencional, como aluguéis e lucros de aplicações financeiras. E se você pensa que viver de renda é apenas um destino natural de quem já nasce rico, pode repensar. Com um controle financeiro eficaz, até mesmo um assalariado pode construir as condições necessárias para usufruir da comodidade de viver de renda. Nesse caso, a avaliação das finanças pessoais e o estabelecimento de objetivos de curto, médio e longo prazos são os melhores caminhos.

    Como se planejar para ter uma renda recorrente?

    A formação de patrimônio é requisito essencial para se viver de renda. No caso, quem já tem capital acumulado só precisa procurar investimentos que ofereçam a rentabilidade desejada. Mas se você ainda não tem um patrimônio formado, deve primeiramente se preocupar com a construção dessa riqueza para então poder viver de renda. Nessa tarefa, o ideal é combinar 3 fatores: patrimônio formado, valor recorrente que quer receber e data a partir da qual pretende usufruir dessa quantia mensal. Com tal análise feita, você já saberá de quanto precisa juntar para obter determinado percentual de rentabilidade por mês.

    Realmente não tem um patrimônio formado? Então terá que economizar, formando uma poupança, para só depois poder viver de renda. É preciso ter consciência, portanto, de que alguns sacrifícios temporários podem valer muito a pena no longo prazo. O segredo está em aproveitar o tempo em que está em plena atividade no mercado de trabalho para garantir um futuro tranquilo. Assim, se em vez de poupar você decide antecipar o consumo e a realização de desejos, pagará de fato o preço dessa atitude. No final das contas, terá que fazer sacrifícios da mesma forma. Melhor economizar para formar um patrimônio sólido que eventualmente poderá se transformar em renda passiva mensal, não acha?

    Dá para viver da renda de aluguéis?

    Um dos investimentos mais tradicionais tanto no Brasil como no mundo é a compra de imóveis e o posterior aluguel desses bens. Pelo fato de os imóveis serem ativos reais (ou seja, concretos), o investidor tem a segurança de não perder seu patrimônio em épocas de crises econômicas. Por isso é que a locação de imóveis é uma das principais maneiras de se viver de renda.

    Mesmo com o grande número de pessoas adquirindo imóveis próprios pelo Brasil afora, ainda há quem opte pelo aluguel para atender a algumas necessidades específicas — como morar temporariamente em uma cidade, ter liberdade ao deixar a casa dos pais, não imobilizar capital com essa compra para poder investir em um negócio e muito mais. E como grande parte dos aluguéis é feita por meio de contratos, o locatário possui certa previsibilidade de ganhos com o imóvel. Além disso, vale lembrar que as locações são corrigidas pela inflação, protegendo o proprietário de perdas reais. Dessa forma, o patrimônio acumulado trabalha para gerar renda para quem o juntou!

    O mercado financeiro pode ser uma opção?

    Desde que sejam de renda fixa, aplicações financeiras também podem oferecer lucros recorrentes aos investidores. Para isso, é preciso checar o risco da aplicação e a rentabilidade oferecida. Quando a inflação está muito alta, o rendimento da caderneta de poupança sequer compensa as perdas causadas pelo aumento geral de preços, por exemplo. O investimento em títulos públicos do governo federal até pode oferecer rentabilidade acima da inflação, mas a tributação é maior no curto prazo, o que pode diminuir a renda recorrente.

    A propósito, a incidência de Imposto de Renda sobre grande parte das aplicações de renda fixa ocorre por meio de uma tabela regressiva, que começa em 22,5% e vai até 15%. Como viver de renda geralmente significa receber valores mensais, o investidor terá que esperar para fazer retiradas no longo prazo — o que, no caso da tabela do IR, deve ser maior que 720 dias. Ainda assim, se a opção do investidor for por títulos públicos com juros semestrais, a alíquota do IR será a maior, já que o aplicador recebe os ganhos a cada 6 meses.

    Também existe a possibilidade de apostar no mercado de renda variável, mas o risco é muito maior. De toda forma, quando o investidor escolhe ações de empresas que pagam dividendos (participação nos lucros), é sim possível viver de renda. O problema é se as cotações das ações caírem por algum motivo — como em tempos de crise econômica. Conforme a oscilação do mercado, portanto, o investidor pode ter perdas significativas no patrimônio total. Além disso, é preciso acompanhar o andamento da bolsa de valores e as situações de cada empresa em que se investiu.

    Existem outras formas para se viver de renda?

    Até aqui mencionamos os modos mais tradicionais de se ter renda recorrente. Mas ainda existem outras maneiras! Há, por exemplo, quem ganhe dinheiro com patentes ou com direitos autorais. Mas, para isso, é preciso efetivamente desenvolver algo — como escrever um livro, compor músicas ou registrar uma técnica.

    Nessa mesma linha, há quem viva de renda com o licenciamento de algum software ou, ainda, com a venda de produtos digitais. A pessoa pode, por exemplo, gravar um curso na internet e comercializar o acesso. Nesse caso, como a transmissão do conteúdo pode ser feita inúmeras vezes, não só a versão original como as demais exibições podem gerar renda. É claro que, se a venda for feita uma só vez, o empreendedor não terá a previsibilidade das receitas. Já se o serviço for comercializado sob a forma de assinatura, aí sim é possível ter renda recorrente com as mensalidades!

    Como você pôde perceber ao longo deste post, viver de renda requer um bom planejamento, bem como uma série de ações para atingir tal objetivo. E então, já sabe o que fará com seu tempo livre? Quer receber mais dicas para aprimorar a gestão de suas finanças pessoais? Então assine agora mesmo a nossa newsletter!

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