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    Avaliação de carros: o que é considerado para estimar o valor?

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    Chegou a hora de trocar de carro. Você entra na Internet, escolhe o modelo que melhor atende às suas necessidades e parte para a pesquisa de preços. É nessa hora que a maioria das pessoas se surpreende: afinal, como um mesmo modelo pode ter tantos valores diferentes no mercado?

    A resposta está na avaliação de carros que é feita tanto para a compra, quanto para a venda de veículos usados. Carros usados não têm preços tabelados: o valor definido para a negociação varia de acordo com inúmeros fatores, que fazem muita diferença na hora de fechar ou não o negócio.

    Se você ainda não conseguiu entender a forma de precificação do mercado — tanto para vender o seu usado quanto para comprar um seminovo — nós vamos te ajudar. Neste post você vai conhecer quais são os fatores considerados na avaliação de carros e como cada um deles pesa no preço final.

    Confira!

    Tabela FIPE

    Na hora de comprar ou vender um carro usado, a primeira coisa que você faz é verificar o preço dele na tabela FIPE, não é mesmo? Essa é uma atitude correta, mas você deve saber como interpretar os números apresentados.

    Em primeiro lugar, cabe esclarecer que ninguém é obrigado a vender o seu automóvel pelo preço indicado na tabela. Não existe uma lei que regulamente esse tipo de negociação nesse sentido e, portanto, o preço do carro é definido pelo seu proprietário.

    No entanto, a tabela pode — e deve — ser usada como referência. A tabela FIPE é construída com base na média das negociações de carros usados em todo o Brasil. Para se chegar ao valor sugerido, a Fundação de Institutos e Pesquisas Econômicas exclui valores anormais.

    Uma negociação entre pai e filho, por exemplo, no qual o carro pode ser vendido por preço muito abaixo do usual, não é considerada. Dessa forma, a tabela apresenta uma realidade muito fiel em relação à depreciação dos veículos no Brasil.

    Por isso ela é utilizada como base para o cálculo do IPVA e do seguro do seu carro. Mesmo assim, além da tabela, você deve considerar os outros fatores abaixo para saber se o preço cobrado pelo seminovo que você quer comprar está compatível com o mercado.

    Ano de Fabricação x Ano do Modelo

    Nos últimos anos tem se tornado prática cada vez comum o lançamento de modelos com um ano de antecedência. Ou seja, nesse momento, no início de 2017, as montadoras estão começando a lançar suas linhas 2018.

    A prática serve para valorizar a venda de carros zero-quilômetro, mas cria um problema no mercado de usados. Isso porque, na maioria das vezes, esses lançamentos antecipados apresentam poucas alterações em relação aos modelos anteriores. E aí quem compra fica com um carro de um ano e modelo do ano seguinte.

    O ideal é que você leve em consideração o ano de fabricação do carro — e não do modelo. Itens como conservação, quilometragem e revisões são sensibilizados pelo uso do veículo, que se dá a partir do momento em que ele sai da concessionária.

    Portanto, na hora de comprar um usado, não aceite o argumento de que o ano do modelo valoriza o veículo. Isso não vai fazer nenhuma diferença quando você for vendê-lo.

    Estado de conservação

    O estado de conservação é um dos itens que mais conta na definição de preço de um carro. Afinal, você não vai querer comprar um carro com aspecto de velho e que apresenta problemas mecânicos, não é mesmo?

    Isso quer dizer que, quanto menos o carro estiver bem cuidado, mais dificuldade o proprietário terá para vendê-lo — o que pode fazer com que o seu preço caia. A conservação do veículo é algo que você já pode verificar em uma rápida olhada.

    Veja algumas técnicas para identificar um carro mal cuidado:

    • pintura: dê uma olhada na lataria do carro, sob a luz do sol. Veja se a pintura está brilhante e se não há ondulações. Caso você detecte a ocorrência dessas alterações, o carro pode ter sido batido e o serviço de funilaria mal feito;
    • motor: nunca compre um carro seminovo sem dar uma volta antes. Ouça com atenção o som do motor, veja se você consegue identificar barulhos estranhos. Correias desgastadas costumam produzir um assobio agudo;
    • bancos: sujeira nos bancos costuma denunciar a falta de cuidado do dono. Procure também por marcas de queimaduras de cigarro. Se o proprietário é fumante, você provavelmente vai encontrá-las.

    Quilometragem rodada

    As pessoas costumam dar muito valor à quilometragem do veículo seminovo. No entanto, cuidado: nem sempre um carro pouco rodado é sinônimo de tranquilidade. Entre um carro com muita quilometragem mas com revisões feitas na concessionária e outro que rodou pouco, mas não tem nenhum carimbo de revisões no seu manual, prefira o primeiro.

    De qualquer maneira, a quilometragem é usada para definir o preço final do carro. Como um carro que rodou poucos quilômetros vale mais no mercado, é importante identificar se a quilometragem mostrada no painel é real ou se foi adulterada.

    Para saber isso, verifique os seguintes itens:

    • pneus: bem cuidado, um jogo pode durar até 50 mil km. Portanto, se a borracha estiver muito desgastada e o hodômetro estiver marcando uma quilometragem de cerca de 20 mil km, desconfie;
    • volante e manopla do câmbio: com o uso, essas peças podem se desgastar, em alguns casos ficando lisas e em outros, esfarelando. No entanto, esse é um processo demorado. Portanto, se o volante e o câmbio do carro estiverem muito gastos, isso é um sinal de que o carro já rodou bastante;
    • placa dianteira: a placa dianteira costuma sofrer mais do que a traseira, já que recebe o vento que chega na frente do carro. Se ela estiver muito desgastada, com números se apagando e pontos de ferrugem, certamente o veículo tem uma quilometragem alta.

    Acessórios

    Carros populares costumam ter seus preços bastante influenciados pelos acessórios. Itens como ar-condicionado e direção hidráulica elevam o valor final que é cobrado do potencial comprador.

    Em modelos de categorias superiores contam os acessórios mais luxuosos — como sensores de acendimento de farol e acionamento de limpadores de para-brisa, assistentes de estabilidade, câmera de ré e outros.

    Como vimos, além da tabela FIPE, itens como conservação do veículo, acessórios e quilometragem influenciam muito na avaliação de carros. Para não ter problemas na compra do seu automóvel seminovo, procure uma empresa com tradição no mercado e garanta a sua tranquilidade!

    Agora que você já sabe como avaliar a melhor opção na hora de adquirir um seminovo, que tal entender melhor sobre como funciona o seguro para carros usados