<img height="1" width="1" alt="" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=408815549258573&amp;ev=PixelInitialized">

    5 erros que as pessoas cometem ao contratar um consórcio

    consorcio, o que é consorcio, Banco Central, dicas, avaliar imóvel, dicas-seguro, dicas-para-poupar, educacao-financeira, veiculos, trocar-carro, consorcio-veiculos, dicas-consorcio, conquista-sonhos, dicas-para-investir, consorcio-imovel

    Foi no início da década de 60 que surgiu no Brasil o consórcio, modalidade para aquisição de bens responsável, hoje, por 12% dos veículos vendidos em todo o país. A época viu nascer as primeiras montadoras automobilísticas em território nacional.

    Por ouro lado, a falta de crédito para o consumidor impedia muitos de ter o tão sonhado carro. A ideia era construir um fundo que contava com a participação de várias pessoas pagando parcelas, que somadas, permitiam a aquisição, democraticamente definida por sorteio.

    Atualmente, quase cinco milhões de brasileiros estão em algum tipo de consórcio. Mas nestes dados, há também algumas ciladas que podem ser evitadas antes da contratação.

    Portanto, separamos neste post pra você 5 erros ao contratar um consórcio que podem ser evitados. Confira para se precaver!

    1. Não procurar instituições autorizadas
    2. Acreditar em sorteio garantido
    3. Ignorar a existência de taxas
    4. Envividar-se além do que pode
    5. Não acompanhar as movimentações

     

    Não procurar instituições autorizadas

    Não basta juntar um grupo de pessoas interessadas em adquirir um consórcio e vender cotas (até porque esta prática é ilegal). É preciso procurar instituições idôneas e autorizadas pelo Banco Central para atuar com consórcio.

    Há muitos casos de consórcios que não têm autorização de funcionamento. Verifique no site do Banco Central tal permissão. As administradoras são acompanhadas de perto pela instituição quando divulgam seus balanços.

     

    Acreditar em sorteio garantido

    Cotas com contemplação garantida simplesmente não existem. Isso porque não há como garantir a carta de crédito em prazo determinado, pois isso depende do prazo máximo da existência do grupo, o que pode levar meses até que haja sorteios suficientes para todos.

     

    Ignorar a existência de taxas

    Nem só de taxas administrativas vivem os consórcios. Alguns deles trabalham com custos extras como a existência de um fundo de reserva para cobrir eventuais perdas com inadimplência e garantir que todos os participantes sejam contemplados. Todas as taxas devem ser informadas no momento da contratação.

     

    Endividar-se além do que pode

    Muita gente se empolga com as linhas de crédito e esquece que a tendência é que o valor das parcelas vá aumentando com o passar do tempo, principalmente entre para a modalidade voltada aos imóveis.

    Se o consorciado não tiver um aumento proporcional na renda, pode ter problemas com isso. O bom é que dá para diminuir o valor da parcela e pegar uma carta de crédito com menor valor.

     

    Não acompanhar as movimentações

    Participar de um consórcio é mais do que pagar as parcelas. É preciso participar das assembleias gerais para estar por dentro das contemplações e de toda a movimentação financeira do grupo.

    Vale lembrar que qualquer inconsistência verificada é passível de averiguação por parte do Banco Central e até mesmo um processo administrativo.

    O consórcio segue sendo um dos métodos mais vantajosos para aquisição de bens. Há a possibilidade, inclusive, de entrar em grupos já em andamento. É só sinalizar o desejo para a administradora, que se encarrega de indicar um. Os lances costumam até ser mais baixos do que grupos que se iniciam.

    Para participar de um consórcio é preciso estar com o nome limpo na maioria dos casos, pois a administradora tem o direito de negar a liberação da carta de crédito nesses casos, fato legalmente incluso em contrato.

    Você ainda tem alguma dúvida? Deixe seu comentário pra gente e participe da conversa!

    Nova chamada à ação