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    Como a inflação interfere no poder de compra do consumidor?

    Posted by Rodobens on Fevereiro 2017

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    Se é você quem periodicamente faz as compras da casa, certamente percebeu como o preço dos produtos vem subindo ao longo dos últimos anos. E não há o que escape dessa regra: desde o pãozinho francês até um veículo ou um imóvel, tudo fica cada vez mais caro. E o grande responsável por essa perda de poder de compra do consumidor é a temida inflação.

    Tecnicamente falando, a inflação é resultado do aumento da quantidade de dinheiro produzido, fato que consequentemente diminui seu valor. Na prática, ela é percebida pelo aumento dos preços, inevitavelmente afetando desde as pessoas de menor renda até os mais endinheirados. Quer entender como a inflação interfere no poder de compra do consumidor? Então veja só:

    A história da inflação no Brasil

    Embora muitos preços tenham subido bastante nos últimos anos, podemos considerar que quem tem menos de 25 anos de idade sempre viveu durante tempos de inflação controlada. Contudo, os mais velhos certamente se lembrarão dos efeitos da inflação no Brasil no início dos anos 90. Nessa época, a inflação estava fora de controle. Os preços subiam do dia para a noite, o que fazia com que as pessoas comprassem o maior número que produtos que pudessem em um momento de baixa, pois nos dias seguintes eles poderiam encarecer.

    As causas apontadas para essa inflação descontrolada eram o aumento dos gastos públicos promovidos pelo governo militar e a elevação da dívida externa. A situação só foi normalizada em 1994, com a implantação do Plano Real.

    O que realmente é a inflação

    É comum interpretarmos a inflação apenas como o aumento no preço dos produtos, afinal, é esse o impacto que sentimos como consumidores. Contudo, esse fenômeno está ligado a diversas questões econômicas, como o nível de atividade da indústria, a dívida pública e o mercado externo.

    Em situações adversas, a economia passa a produzir mais dinheiro para poder arcar com suas obrigações. Com isso, o valor da moeda cai, fazendo o preço dos produtos subir. Não é considerado como inflação quando algum produto específico aumenta de valor devido a causas naturais e sazonais, como variação climática, por exemplo.

    A superação da reposição salarial

    Todo trabalhador registrado tem direito à correção anual do seu salário — o chamado dissídio. O objetivo é repor o poder de compra que foi perdido no ano anterior devido à inflação. Contudo, essa reposição nem sempre consegue cobrir o aumento dos custos cotidianos, como as despesas domésticas.

    Além disso, enquanto a variação da inflação pode ser aplicada nos valores dos produtos diariamente, o dissídio acontece apenas uma vez por ano. Assim, todos os aumentos que vão ocorrendo durante o ano precisam ser administrados pelos trabalhadores. Aos poucos, o poder de compra vai descendo por água abaixo.

    As dificuldades na obtenção de crédito

    Um dos grandes efeitos da inflação é a alta nas taxas de juros, fazendo com que as instituições financeiras dificultem o acesso ao crédito. Afinal de contas, com a inflação nas alturas, os bancos sabem que muitos clientes poderão encontrar dificuldades em honrar seus compromissos. Por isso, as regras para concessão de crédito ficam mais rígidas.

    O baixo rendimento dos investimentos

    Você já notou como o rendimento da poupança vem caindo? Pois é justamente a inflação umas das grandes responsáveis por esse cenário. E não é só com a poupança que isso acontece! Para que um investimento gere retorno para o investidor, é necessário que seus ganhos ultrapassem os números da inflação. Caso contrário, o dinheiro investido se desvaloriza.

    E aí, entendeu um pouco mais sobre a inflação e como ela interfere no seu poder de compra? Se curtiu este post e não quer perder nossas próximas publicações, aproveite e siga nossa página no Facebook!

     

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