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    Como escolher um carro com o melhor custo-benefício do mercado?

    Posted by Rodobens on Fevereiro 2017

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    Está cansado de depender do transporte coletivo para tudo? Então anote aí: a melhor solução é adquirir um carro! Contudo, lembrando que gastos com documentação, manutenção, seguro e estacionamento, bem como com as próprias prestações do automóvel e a natural depreciação do bem podem custar caro, como não sobrecarregar o orçamento com essa compra? Simples: apostando no poder da proporção ideal entre custo e benefício!

    Pronto para entender como adquirir um carro com melhor custo-benefício? Então confira, no post de hoje, as dicas que preparamos especialmente para você conseguir escolher o veículo popular ideal!

    Priorize os modelos de entrada

    Você já deve estar cansado de saber que um mesmo tipo de produto tem diversas categorias, não é mesmo? E o mercado automotivo não é diferente. Afinal de contas, as montadoras de carros oferecem veículos para consumidores com necessidades de preço e de conforto bastante distintas. É como se as versões de cada modelo fossem degraus dentro de uma mesma linha.

    Nessa escala, por serem os mais baratos do mercado e, geralmente, os primeiros modelos adquiridos por quem quer finalmente conquistar sua independência locomotiva, os carros populares são considerados como veículos de entrada. Cada montadora possui seus próprios veículos de entrada, como você pode observar na lista a seguir:

    • Ford: Ka;

    • Fiat: Palio, Uno e Mobi;

    • Volkswagen: Gol e Up;

    • Toyota: Etios;

    • Renault: Clio;

    • Chevrolet: Celta.

    Os 9 carros dessa lista foram os mais emplacados em 2006, no acumulado até o mês de agosto — conforme dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Como você pode ver, algumas fabricantes têm até mais de um veículo de entrada, o que geralmente acontece durante a fase de transição entre um modelo antigo e um novo.

    Além dos veículos de entrada, a Fenabrave também classifica alguns automóveis na categoria de hatch pequenos, que também figuram entre os preferidos pelos consumidores na hora de comprar seu primeiro carro. Veja a lista dos mais vendidos nessa categoria até agosto de 2016:

    • Onix, da Chevrolet;

    • HB20, da Hyundai;

    • Sandero, da Renault;

    • Fox ou Cross Fox, da Volkswagen;

    • March, da Nissan;

    • Fiesta, da Ford;

    • C3, da Citroën;

    • 208, da Peugeot;

    • 500, da Fiat;

    • Mini Cooper, da BMW;

    • Celer, da Chery.

    Escolha uma versão que caiba no seu bolso

    Vale lembrar que tanto os veículos de entrada quanto os hatchs compactos apresentam diferentes versões. De modo geral, os carros populares de entrada com motor 1.0 possuem preços que não chegam a ultrapassar os 50 mil reais no primeiro degrau do modelo. Contudo, quanto mais aprimorada for a versão, maior é o valor cobrado. Já os hatchs pequenos podem ir de 45 a 75 mil reais (ou até mais), conforme a versão e o modelo.

    Na hora de escolher um carro com melhor custo-benefício, mensure até que ponto alguns acessórios são essenciais para seu conforto. Hoje em dia, os veículos novos de entrada já vêm de série com airbag e freio ABS por determinação da lei. Mas se o motorista quer mais comodidade, como direção hidráulica ou elétrica, som automotivo, ar-condicionado, assistente de partida em rampa e câmera de ré, por exemplo, certamente terá que pagar mais por isso.

    Com tantos modelos à disposição no mercado, o ideal é elencar alguns itens prioritários para seu conforto, comparando as configurações oferecidas por cada montadora. Sabia que alguns fabricantes até oferecem certos componentes de série? Além do mais, já podemos adiantar que o número de portas e até a cor geram impacto no preço final! Por isso, pesquise bem antes de fazer sua escolha.

    Considere o preço total

    Ao adquirir um veículo, é claro que você não poderá fugir desse quesito que talvez seja o mais decisivo na hora de bater o martelo da compra: preço. De toda forma, é bem verdade que os valores para automóveis de entrada têm sido um tanto semelhantes entre as marcas. O que varia mesmo, em alguns casos, é a quantidade de itens de série incluídos.

    Vale frisar que os preços são parecidos quando se pensa na compra à vista. Porém, se você pretende financiar a aquisição do veículo, o automóvel pode sair muito mais caro — até mesmo o dobro do preço original! Com isso em mente, uma ótima opção para a compra de um carro com melhor custo-benefício é o consórcio. Assim você consegue programar a conquista desse objetivo, pagando um valor total menor do que se pagasse os altíssimos juros de um financiamento.

    Leve em conta o consumo e a manutenção

    Ninguém quer ter um carro beberrão, não é mesmo? Por isso, a não ser que você pretenda ser sócio de um posto de combustível, busque adquirir um veículo econômico! Sabia que o Inmetro faz testes de consumo de combustível com diferentes modelos disponíveis no mercado? Por isso, assim como os eletrodomésticos têm etiquetas de eficiência energética, os automóveis também recebem selos referentes ao desempenho de rodagem de quilômetros por litro.

    O quesito manutenção também deve ser considerado antes da compra. Nesse sentido, como as primeiras revisões são feitas na concessionária para não perder a garantia, vale checar previamente os valores desses serviços. Além disso, pesquise na internet a respeito de problemas comuns na mecânica do carro que você pretende comprar ou converse com conhecidos que tenham um modelo semelhante.

    Lembre-se do seguro e da revenda

    Para evitar riscos de perda do bem, uma maneira de se proteger é contratando um seguro. Faça uma pesquisa com um corretor de sua confiança para analisar se há muita diferença de preço entre os modelos de carros populares. Como as seguradoras trabalham com estatísticas sobre ocorrências com os automóveis, sabe se determinado modelo é mais visado pelos criminosos no caso de roubos, por exemplo, o que pode elevar o valor do seguro.

    Além disso, na hora de escolher um carro com melhor custo-benefício, você deve sim pensar em uma possível revenda. Em geral, os automóveis sofrem depreciação só pelo fato de saírem da concessionária. A porcentagem de queda do valor varia conforme o modelo. Você pode consultar a tabela FIPE para acompanhar as reduções nos modelos que deseja adquirir.

    Lembre-se também de que, se o carro está quase saindo de linha, o valor de revenda mais para frente pode ser bem mais baixo. E anote aí: outro fator que interfere na negociação futura do carro é a cor. Tonalidades tradicionais, como preto e cinza, sofrem menos depreciação que cores da moda ou chamativas demais, como amarelo, verde e laranja. Já tem uma tonalidade preferida?

    Por fim, se quer ajudar seus amigos na escolha de um carro com melhor custo-benefício, não se esqueça de compartilhar este post em suas redes sociais!

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