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    Como organizar as contas para o nascimento de um bebê?

    Posted by Rodobens on Março 2017

    A notícia de que a família vai aumentar é sempre recebida com muita festa, não é verdade? Afinal, a chegada de um bebê marca o início de uma nova caminhada, com muitas alegrias e expectativas. E a verdade é que, nesse contexto, tudo na vida de um casal muda, desde as rotinas até os objetivos. E por mais que os recebimentos permaneçam os mesmos, as despesas, os custos e o planejamento financeiro sofrem uma reviravolta completa.

    Para que a família consiga manter o orçamento saudável e continue caminhando sem passar aperto, precisa se preparar desde quando o bebê ainda é apenas um grãozinho na barriga da mãe. Quer descobrir como organizar as contas para essa nova etapa? Então continue lendo!

    Conheça em detalhes o orçamento atual

    Antes de planejar os próximos passos, é essencial descobrir como anda o orçamento do casal hoje. Para isso, some as rendas com salário e outros ganhos para, em seguida, descrever cada despesa com a qual o casal precisa lidar. Aqui entram as contas básicas, como água, luz e gasolina, além das despesas mais complexas ou longas, como o financiamento de uma casa, o pagamento de empréstimos e a quitação de dívidas. Também não se esqueça das despesas com plano de saúde, previdência privada e até a academia!

    Com esse diagnóstico em mãos, os futuros pais conseguirão visualizar com maior clareza quais custos podem ser cortados e quanto da renda conjunta pode ser investido exclusivamente para receber o bebê.

    Preveja as despesas durante a gravidez

    Já durante o pré-natal, a família terá que lidar com uma porção de novas despesas. Por isso, organizar as contas nessa etapa é fundamental para evitar grandes dores de cabeça. Faça uma lista simples dos gastos esperados nessa etapa da gestação, como o próprio plano de saúde para o acompanhamento da gravidez, a compra de mobiliário, enxoval, roupas e fraldas para o bebê e até uma eventual reforma da casa para preparar o cantinho do pequeno.

    Também não se esqueça de considerar os gastos indiretos, como o aumento das despesas com gasolina para os deslocamentos nos dias de consulta e até uma possível queda nos rendimentos do casal — especialmente se a gestante não se enquadra no regime CLT e precisar se afastar das atividades profissionais durante um período.

    Prepare o orçamento para os primeiros meses

    Com a chegada do bebê, é preciso ter tranquilidade para conseguir prover tudo que o mais novo membro da família precisa. Comece garantindo um bom plano de saúde para o pequeno, que pode ou não estar ligado ao serviço oferecido aos pais. Para tomar uma decisão nesse sentido, procure entender como funciona a autorização de dependentes no seu plano e verifique as tarifas aplicadas.

    Não se esqueça de considerar a alimentação do bebê, que é sempre diferenciada da rotina dos adultos. Faça um planejamento por fases, desde a primeiríssima infância, levando em conta as necessidades específicas de cada etapa, como a mudança de tipos de fralda, a troca constante de roupas e calçados e, ainda, as vacinas necessárias.

    Cogite uma mudança de casa e de automóvel

    Pode ser que a residência atual do casal esteja servindo para todas as suas necessidades com tranquilidade. Mas e com a chegada de um bebê? Como essa novidade altera as estruturas necessárias para que o imóvel se transforme no lar de toda família? É preciso levar em conta, por exemplo, o cômodo que será usado como quarto do bebê: será que o ambiente poderá acompanhar seu filho até sua chegada à vida adulta? A necessidade de comprar um apartamento maior ou a casa própria, portanto, faz mais sentido do que nunca.

    É claro que esse investimento não é pequeno, mas você pode pensar em alternativas de pagamento controlado para não estourar o orçamento. Faça pesquisas sobre o popular financiamento de imóveis e o consórcio, opção sem juros que tem parcelas mais previsíveis, facilitando o controle financeiro da família.

    Adquirir um novo carro, que supra as necessidades dos pais e da criança também é uma ação importante. Agora é preciso estar mais focado em requisitos como espaço, conforto e segurança. Lembre-se de que o novo modelo precisa estar apto a receber as cadeirinhas por longos anos! E aqui também vale a dica do consórcio, viu? Nessa modalidade, o casal faz o pagamento de pequenas parcelas mensais e pode ser contemplado em qualquer período do contrato. O caminho até a carta de crédito também pode ser encurtado por meio de lances, antecipando pagamentos de mensalidades para aumentar as chances de contemplação.

    Esteja preparado para a mudança de rotina

    E não são só os hábitos financeiros do casal que vão mudar! A rotina social também costuma sofrer grandes alterações. Portanto, é preciso estar ciente da possibilidade de alguns gastos diminuírem de forma espontânea. É o caso do dinheiro antigamente destinado a festas e shows, por exemplo. Enquanto isso, outras necessidades surgirão, exigindo o direcionamento de recursos para a compra de material escolar e o pagamento de mensalidade na creche, por exemplo. A realidade da família passa a ser outra!

    Por mais que organizar as contas nesse momento possa não ser uma tarefa tão evidente, não se descuide! Procure acompanhar e anotar os gastos do casal (agora, na verdade, um trio ou mesmo um quarteto!) mês após mês. Assim você conseguirá traçar uma curva de tendência: os gastos aumentaram ou diminuíram? A partir dessa análise ficará mais fácil tomar as ações necessárias para manter o orçamento no azul!

    Considere não só poupar, mas efetivamente investir

    Com a chegada do bebê, a conscientização deve tomar conta: é preciso fazer um planejamento financeiro que atenda tanto às necessidades atuais da família quanto às suas demandas de longo prazo. Reservar dinheiro para pagar os futuros estudos da criança que ainda nem chegou, por exemplo, é uma atitude mais do que bem-vinda.

    O ideal é, assim, guardar uma porcentagem da renda do casal para garantir a qualidade de vida da família no futuro. Mas atenção: nada de se contentar em poupar o dinheiro quando você pode fazê-lo render de forma segura, ok? Para isso, procure opções de investimento estáveis, que vão desde a caderneta de poupança, passando pelos investimentos em créditos bancários e créditos do governo até chegar ao investimento em imóveis agora para ter uma renda com aluguéis ou com a revenda no futuro.

    Agora que você já sabe como organizar as contas do casal para receber um bebê, continue se informando sobre a gestão financeira da família! Siga nossos perfis no Facebook, no Instagram e no Twitter para receber mais conteúdos de qualidade sobre o tema!

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