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    Comprar ou alugar casa: qual é a melhor opção?

    Posted by Rodobens on Junho 2017

    Diante dos principais momentos de decisão da vida, é comum ficarmos em dúvida se estamos mesmo fazendo a escolha certa. E a verdade é que, por mais que comparemos pontos positivos e negativos de cada caso, a insegurança tende a tomar conta. Pois um dos momentos em que esse dilema se mostra mais evidente é na hora de pensar em ter seu próprio lugar para morar.

    Afinal de contas, comprar ou alugar casa: como saber qual é a melhor opção? Como tudo na vida, é claro a resposta para essa pergunta não é assim tão simples. Cada pessoa é diferente e sua realidade, cheia de peculiaridades. Assim, se para alguém é mais aconselhável decidir pela compra do imóvel, para outra pessoa, pelo contrário, pode ser melhor esperar mais um pouco, permanecendo no aluguel.

    Pensando nas questões mais comuns envolvendo o assunto é que resolvemos preparar este post especial. Pronto para pesar pontos positivos e negativos e fazer a melhor escolha para sua vida? Então acompanhe os próximos tópicos!

    O momento ideal para comprar uma casa

    Ter um imóvel próprio, começando a formar um patrimônio, é sempre uma decisão positiva. Assim, comprar uma casa é bom a qualquer momento da vida, certo? Não necessariamente. A verdade é que nem sempre estamos prontos para dar esse passo. Acredite: se não existe um preparo, o tiro pode sair pela culatra. Mas vamos por partes, pois esse preparo envolve diversos fatores. Confira agora os principais!

    Seus hábitos atuais

    Você gosta de se mudar? Pretende viajar por um tempo mais longo? Seu trabalho pode exigir que você se mude? Tudo isso (e muito mais) influencia nessa decisão. A escolha da compra (ou não) da casa não envolve apenas a formação de patrimônio. Há mais pontos a analisar.

    Pessoas que servem às forças armadas, por exemplo, muitas vezes têm que se mudar com uma frequência média de 2 anos. Da mesma forma, muitas outras empresas e colocações profissionais exigem uma vida de mudanças. Há ainda quem goste muito de viajar e passar meses em outros países, por exemplo. É, basicamente, uma questão de prioridades.

    Na prática, comprar um imóvel pode ser financeiramente incompatível com essa rotina. Você se enquadra nesse perfil? Então, a não ser que queira investir, não há motivo para comprar uma casa especificamente nesse momento da vida! Antes de se decidir, portanto, o ideal é confrontar seus hábitos e suas necessidades atuais com o desejo de ter seu imóvel próprio.

    Suas perspectivas para o futuro

    Seguindo a mesma lógica do tópico anterior, é preciso analisar o que exatamente você quer para os próximos anos da sua vida. Você sabe onde deseja morar ou que padrão de vida quer ter? Tudo bem sonhar com altos padrões, mas sua rotina e sua capacidade financeira estão compatíveis com esses sonhos? Pense: não adianta buscar um imóvel de alto padrão que você não poderá manter. Afinal, isso impactará em vários outros pontos, como:

    • sua qualidade de vida, fazendo com que se aproxime ou afaste de seus locais de lazer e trabalho, bem como das pessoas com quem convive atualmente;
    • seu custo de vida, uma vez que cada bairro pratica uma faixa de valores diferente, condizente com o estilo de vida das pessoas dali.

    Diante disso, antes de escolher um imóvel que encha seus olhos ou que pareça uma excelente oportunidade, você precisa avaliar se essa opção condiz com suas perspectivas de vida.

    Suas condições financeiras

    Sua escolha também precisa casar com suas condições financeiras, pois de nada adianta se decidir por um imóvel que vai pesar mais que seu bolso pode suportar. Acredite: esse é um dos principais pontos para transformar uma boa decisão em uma péssima escolha. Se financiar um imóvel com parcelas muito altas para sua capacidade de pagamento, você pode até perder seu bem e todo o dinheiro pago.

    Então entenda desde já: é essencial avaliar bem suas condições, se planejar, pagar possíveis dívidas e até juntar algum dinheiro antes de bater o martelo para comprar sua casa própria.

    Sua visão sobre o uso do imóvel

    Dissemos que você precisa pensar se vai viajar ou ter que se mudar em breve, certo? Mas o cenário muda caso você queira comprar um imóvel para investir! Há muitas pessoas que compram uma casa só para alugar em seguida, complementando a renda. E a boa notícia é que o mercado imobiliário dá inúmeras possibilidades de investimento.

    Nesse caso, você pode sim conciliar a compra do imóvel com seu estilo de vida viajante, só precisando ter maior atenção com as questões financeiras. Isso porque manter uma vida quase nômade e o compromisso de uma prestação podem ser questões incompatíveis. Assim, dependendo da junção desses fatores (condições financeiras, hábitos e expectativas para o imóvel), você pode ter uma boa ideia do que fazer.

    A realização do sonho da casa própria

    De toda forma, para a maioria dos brasileiros, a compra de um imóvel representa a realização de um dos maiores sonhos da vida: ter sua casa própria. Afinal, ter uma casa é sinônimo não só de estabilidade financeira, mas de porto seguro. Imagine se você fica sem emprego por um tempo ou passa por dificuldades. Desde que tenha seu cantinho, não corre o risco de não ter onde morar!

    Para dar esse passo, porém, você deve colocar na ponta do lápis suas despesas, suas receitas (seu salário somado a qualquer outra fonte de renda) e todas as demais informações que considera importantes para essa escolha. Com esses dados em mãos, comece analisando sua situação financeira atual, avaliando com clareza seu potencial de compra da sua casa própria. Siga nosso passo a passo!

    Anote todas as suas receitas e despesas

    Faça uma planilha com uma espécie de linha do tempo. Na primeira coluna, coloque o nome de suas despesas, como:

    • aluguel;
    • água;
    • energia;
    • telefone;
    • internet;
    • parcela de empréstimo;
    • compras parceladas no cartão.

    Finalize com uma última coluna para contabilizar o total. Nas linhas, anote os meses que estão por vir — junho, julho, agosto e assim por diante. Vá anotando as despesas de um período de 6 meses a um ano para frente, parando no mês em que terminam. Nas linhas correspondentes à última coluna, com o total das despesas, some os valores apurados.

    Avalie sua disponibilidade financeira

    Ao comparar suas receitas com o valor total, fica fácil ver seu grau de comprometimento. Sabendo que a parcela do imóvel deve contemplar até 30% da sua renda, veja se tem esse valor disponível ao final de cada mês para saber se seu orçamento está pronto para receber a nova prestação. Caso não seja possível no momento, você ao menos terá uma visão, mês a mês, de quando conseguirá se comprometer com um financiamento ou consórcio.

    Prepare-se para os gastos de entrada

    Você pode até não saber, mas é verdade: comprar uma casa envolve gastos iniciais que vão além do pagamento de uma entrada. Para começo de conversa, também é necessário pensar na documentação envolvida na formalização da compra do bem. É preciso levar em conta, entre outros documentos:

    • o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), para transferir a propriedade;
    • o registro da compra em cartório;
    • a escrituração do imóvel;
    • a taxa de vistoria para financiamentos, se for o caso;
    • o jogo de certidões, que inclui certidão de propriedade, certidões negativas de protesto dos cartórios e comprovantes de IPTU.

    Por tudo isso e muito mais, é primordial contar com um saldo reserva para dar início ao processo de compra.

    Avalie as diferentes opções de pagamento

    Como dinheiro não cai do céu, economia é palavra-chave também nessa decisão. Você precisa avaliar com calma todas as suas opções, considerando o que é mais viável para seu bolso. Não adianta se agarrar à primeira oportunidade achando que é um excelente negócio. Tenha paciência e cuidado! Não se esqueça que a compra de um imóvel é uma decisão muito grande e, justamente por isso, exige cautela máxima.

    As diferentes formas de pagamento

    Até mencionamos anteriormente, mas como esse é um assunto importantíssimo, merece um tópico especial. Então saiba: é absolutamente crucial comparar suas opções de pagamento na hora de comprar um imóvel. Basicamente, você pode comprar à vista, tomar um financiamento ou fazer um consórcio. Cada alternativa tem gastos específicos que precisam ser avaliados.

    Financiando um imóvel junto ao banco

    Por sua popularidade construída ao longo dos anos, o financiamento de imóveis geralmente é visto com bons olhos no Brasil. Mas a verdade é que, na prática, esse é um processo bastante burocrático e repleto de exigências. Um financiamento:

    • analisa todas as despesas da família;
    • permite um comprometimento máximo de 25% da renda familiar;
    • limita o financiamento ao valor especificado na vistoria — se o vendedor pede um preço mais alto que o admitido pelo banco, é o comprador que arca com a diferença;
    • financia no máximo 90% dos imóveis novos e entre 50% e 70% dos imóveis usados;
    • exige que o tomador do financiamento não tenha outros imóveis em seu nome ou não tenha tomado nenhum empréstimo anterior pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

    De toda forma, portanto, você ainda terá que arcar com parte do valor do imóvel e, caso já tenha uma casa e queira financiar outra para formar patrimônio, alugar ou investir, isso não será possível.

    Adquirindo um consórcio

    Um consórcio, por outro lado, não tem essas limitações. A quantidade de imóveis que você já tem em seu nome não faz diferença: você sempre pode adquirir uma nova cota. Além disso, quem analisa suas despesas, define sua capacidade financeira e o máximo de prestação que vai pagar é quem mais entende das suas finanças: você mesmo!

    Isso sem contar que, quando simula um consórcio, o valor da carta de crédito que você escolhe é exatamente o que terá disponível para comprar sua casa, sem surpresas e sem ter que dar quaisquer valores de entrada.

    É preciso ressaltar, porém, que um consórcio também tem custos. Afinal, a administradora é uma empresa que também precisa se manter e arcar com suas atividades! Mesmo sendo bem mais baixo que o montante pago em um financiamento bancário, o gasto que você terá em um consórcio deve sim ser analisado — especialmente porque, dependendo da administradora, os valores podem variar.

    No fim das contas, um consórcio pode ter os seguintes custos para sua manutenção:

    • fundo comum, que é o saldo principal, formado pelo pagamento das parcelas dos consorciados;
    • taxa de administração, que remunera a administradora e pode variar bastante;
    • taxa de adesão, cobrada uma única vez, seja no ato da contratação ou na primeira parcela;
    • fundo de reserva, que serve para cobrir eventuais problemas de falta de caixa, provocados por desistência ou inadimplência entre os membros de um grupo;
    • seguro de vida para os consorciados;
    • seguro por quebra de garantia, que cobre a falta do bem ou do consorciado.

    Mas atenção: nem todos esses custos são obrigatórios. Para tornar o investimento mais atrativo, algumas administradoras podem atuar sem fundo de reserva e taxa de adesão ou não praticar a contratação de seguros, por exemplo. Por isso, é importante avaliar o custo-benefício de cada opção de consórcio que você considerar, limitando-se às administradoras mais conhecidas do mercado, aquelas que trazem mais segurança de que receberá sua carta de crédito sem problemas.

    Por falar nisso, tenha total atenção na hora de escolher a administradora, ok? Caso se depare com algum negócio da China, procure todos os meios para se certificar se está entrando em um consórcio seguro. Pesquise no site do Banco Central, que normatiza e fiscaliza o setor, pelo índice de reclamação das administradoras, além de também consultar a lista daquelas que estão autorizadas a funcionar no país.

    Comprando um imóvel à vista

    Fora os gastos iniciais com taxas e impostos, que valem para todas as opções de compra, você pode pensar que, pagando à vista, não vai ter gastos extras. Pois sentimos dizer que você pode estar enganado. Para pagar seu novo imóvel à vista, você obrigatoriamente usará um dinheiro que tem guardado, correto? Mas em que ele estava aplicado? Poupança, fundos de investimento, CDB? Cada opção tem uma rentabilidade específica. E é aí que você pode sair perdendo.

    Nesse cenário, os juros que vai deixar de receber precisam ser comparados ao que você vai efetivamente pagar. No caso do consórcio, estamos falando de taxa de administração, seguro de vida e assim por diante, enquanto o financiamento inclui todos os gastos embutidos, além da taxa de juros mensal. Vamos supor que você tenha:

    • um custo anual médio de 10% em um financiamento bancário (-10%);
    • um custo anual médio de 3% em um consórcio (-3%);
    • um rendimento anual médio de 12% em um CDB, investimento seguro e de rentabilidade garantida (+12%).

    Se você pensava que pouparia dinheiro comprando à vista, chegou a hora de rever seus conceitos. Na verdade, você deixa de ganhar! Afinal, perde os 12% ao ano que poderia receber tranquilamente em um investimento como o que citamos. Nessa modalidade de pagamento, então, você acaba pagando mais caro que nas outras já citadas!

    A construção de um patrimônio pessoal

    A essa altura, você já deve ter percebido que todos os detalhes levam a um único ponto: seu equilíbrio financeiro. Ter fontes de renda alternativas para não depender exclusivamente de um salário mensal é uma questão que traz segurança financeira para construir um futuro. Assim, o primeiro passo para a formação do seu patrimônio é comprar a primeira casa. A partir daí, um segundo imóvel pode dar a segurança de ter um aluguel como renda extra.

    Agora imagine que você comprou sua casa, quitou as parcelas e está adquirindo uma nova cota de consórcio para outro imóvel. Quando for contemplado, poderá dispor dele para aluguel! A renda recebida ajuda a pagar as próprias parcelas do consórcio, permitindo até que você já pense na compra de um terceiro. O único cuidado que deve ter é em relação à quantidade de investimentos, que não pode ultrapassar sua capacidade financeira.

    Com essa estratégia, você consegue estabelecer um fluxo contínuo de aquisição para, em alguns anos, ter um número de imóveis considerável e um patrimônio pessoal pra lá de sólido. E é claro que isso garantirá tanto seu equilíbrio financeiro no presente como segurança para o futuro!

    A possibilidade de optar pelo aluguel

    Se, por outro lado, você ainda tem receio de dar um passo tão importante, avalie se vale a pena permanecer no aluguel. Essa pode sim ser uma opção a considerar em diversas situações, como quando:

    • você viaja constantemente a trabalho ou a lazer, como já falamos;
    • você ainda não está seguro sobre qual padrão de vida deseja manter;
    • sua capacidade financeira não permite adquirir um imóvel compatível com suas decisões;
    • seu grau de endividamento mensal é alto e você precisa pensar em reduzir suas dívidas primeiro para só depois se comprometer com um consórcio ou financiamento.

    Fora essas circunstâncias, há também outras que mostram que ficar no aluguel pode ser um bom negócio. Imagine que você compra um imóvel novo em um consórcio e paga uma parcela mensal de mil reais. Então você é contemplado e recebe sua carta de crédito, comprando uma casa e a colocando para locação. O aluguel mensal recebido é de 1.500 reais e você mora em uma casa pela qual paga mensalmente 1.100 reais. Aí você tem:

    • mil reais disponíveis para pagar a parcela do consórcio;
    • um saldo de 500 reais que pode abater do seu aluguel, pagando só 600 reais.

    Nesse caso, vale mais a pena alugar o novo imóvel do que sair do aluguel, percebe? Por mais que essa seja uma análise bem pessoal, você precisa fazê-la para decidir se vale ou não a pena sair do aluguel.

    A situação financeira do consumidor

    Por falar em análise, o primeiro passo consiste em fazer sua própria avaliação financeira, avaliando o que realmente cabe no orçamento. Se não estiver seguro de que pode arcar com uma prestação de um financiamento ou com uma parcela de consórcio, não o faça. Dar um passo maior que as pernas pode comprometer seu futuro e adiar bastante a conquista do sonho da casa própria.

    O ideal é tomar as rédeas do seu planejamento mensal e se certificar de que consegue pagar todas as suas despesas, incluindo uma prestação, sem prejudicar sua qualidade de vida. No final das contas, estude cautelosamente as opções, fazendo os cálculos para ver quanto vai pagar em cada caso, o peso que as parcelas terão em seu orçamento e o valor final, tudo comparado ao valor efetivo do bem. Lembre-se: decisões precipitadas geralmente não são boas escolhas.

    Se tiver dificuldades em fazer seu planejamento financeiro, use recursos da tecnologia! Experimente:

    • fazer seu controle financeiro em planilhas eletrônicas, como no Excel;
    • buscar a ajuda de softwares de planejamento financeiro;
    • usar apps para smartphones — alguns deles têm até um recurso de comunicação com seu banco, facilitando a atualização de saldos.

    O importante é tomar uma decisão calculada em detalhes para garantir o sucesso de todo seu planejamento e a construção do seu patrimônio.

    A possibilidade de flexibilidade e mudança constante

    Há quem goste ou mesmo se veja obrigado, por razões profissionais, a manter uma vida de viagens ou mudanças constantes. Nesse caso, você deve realmente se perguntar se vale a pena comprar um imóvel. A resposta? Sim, se você:

    • tem uma família que necessite de mais estabilidade e tranquilidade, com filhos ainda em idade escolar;
    • pensa em adquirir imóveis para alugar e obter uma fonte de renda auxiliar;
    • planeja mudar de vida em breve, fixando-se de forma mais definitiva em algum lugar.

    Já se você não tem condições de manter uma prestação ou tem outras prioridades com as quais precisa gastar seu dinheiro, talvez seja realmente a hora de focar em sua vida de mudanças e viagens, aproveitando para formar uma reserva que eventualmente o ajudará a comprar sua casa — quando o momento certo chegar, claro.

    As pessoas são diferentes e suas prioridades também. Cada realidade é única. Portanto, não adianta se basear nas escolhas dos outros. Você precisa sempre olhar para si, para suas necessidades e condições financeiras, a fim de escolher o que melhor se encaixa na sua realidade. Pensando nisso, para tomar qualquer decisão na vida, inclusive se vai comprar ou alugar casa ou apartamento, pesquise e se informe. Se for preciso, busque ajuda de quem tem experiência e confiabilidade! Assim, você pode sempre ir pelo caminho mais seguro.

    Que tal conhecer mais algumas dicas para tomar essa decisão importante? Então baixe agora mesmo nosso guia de finanças pessoais que vai ajudá-lo a sair do aluguel!

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