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    Comprando o primeiro imóvel: 6 dicas para acertar na escolha

    Posted by Rodobens on Abril 2017

    Joana de Assis mora de aluguel, realizou um esforço descomunal para quitar seu carro, mas a iminência do casamento a faz pensar em estratégias inteligentes para comprar o primeiro imóvel e garantir maior tranquilidade à sua futura família.

    Roberta Albuquerque e seu companheiro, após anos enrolados com financiamento de imóvel, conseguiram quitar seu primeiro apartamento com a ajuda dos pais, mas a notícia de que a família vai aumentar traz consigo a necessidade de mudança para um apartamento maior e, enfim, a compra de um apartamento com fruto unicamente do esforço do casal. Seu primeiro imóvel verdadeiramente seu.

    Situações como essas são comuns nas famílias brasileiras. Novas necessidades surgem e adequações na vida financeira e patrimonial se tornam imprescindíveis (basta lembrar que, segundo dados de inteligência de mercado da URBS-RT Lançamentos Imobiliários, os brasileiros mudam de casa, em média, quase duas vezes no decorrer da vida).

    Mas o que considerar na compra de um imóvel para não errar na escolha e não ter que trocar de novo no futuro? Estamos falando da maior aquisição da vida de uma pessoa e que, portanto, não deixa margem para erros, concorda?

    Pensando nessa problemática, decidimos listar aqui seis dicas imprescindíveis para você não errar na escolha do seu primeiro imóvel! Confira!

    1. Investir apenas no que for necessário à família

    O imóvel deve preencher com perfeição as necessidades da família. E isso envolve planejamento.

    Por exemplo, se o casal trabalha em casa, não faz muita diferença se o imóvel possui vias de acesso rápido ao centro. Se o comprador é mais reservado e sem filhos, o ideal é buscar um apartamento sem salão de festas e itens de lazer, uma vez que isso vai baratear o valor do condomínio.

    2. Avaliar com cautela o tipo de imóvel que a sua renda permite adquirir

    Um levantamento recente da agência de classificação de riscos Fitch revelou que, em 2015, de cada 100 imóveis vendidos, 41 sofreram distratos no Brasil (devolução à construtora).

    A impressionante taxa de 41% de distratos em um setor que considera o máximo de 10% como aceitável mostra que muitos brasileiros ainda compram imóveis por impulso, sem planejar adequadamente a relação entre sua renda familiar disponível e o valor do imóvel.

    Dessa forma, antes de assinar um instrumento de promessa de compra e venda (imóvel na planta) ou um contrato de compra (pagamento à vista), avalie cautelosamente:

    • quanto você (ou o casal) terá de sobra orçamentária no médio/longo prazo;
    • qual o nível de estabilidade de seus empregos;
    • o fluxo de pagamento de um imóvel na planta, por exemplo, prevê parcelas anuais e semestrais (que se sobrepõem aos pagamentos corriqueiros), além da parcela das chaves. Sua renda permite dar conta desse tipo de despesa superveniente?

    Enfim, deve ser feito um mapeamento minucioso de suas etapas de pagamento.

    Para ser mais preciso, participar de um consórcio de imóveis é muito mais vantajoso a quem quer adquirir o seu primeiro imóvel do que se lançar ao risco do financiamento ou da compra na planta direto com a construtora. Vamos comentar mais sobre isso logo adiante.

    3. Escolher um bairro com bom custo-benefício

    O imóvel é um dos investimentos preferidos do brasileiro porque a margem de lucro na venda pode ultrapassar facilmente os 100%, desde que a compra do primeiro imóvel seja feita com planejamento, de olho no futuro.

    Por exemplo, se o governo do estado já tem um projeto para levar uma linha de metrô ao bairro do seu interesse, pode ter certeza de que, após a entrega, a nova estação será responsável por uma valorização relevante no valor do seu imóvel.

    Construção de shoppings, presença de parques e infraestrutura bem montada (com escolas, supermercados e hospitais) também tornam o seu patrimônio imobiliário um bom ativo em caso de venda futura.

    4. Optar por um consórcio de imóveis como forma de pagamento

    Segundo pesquisas, o custo de um imóvel adquirido por meio de consórcio é, em média, 10% menor do que um financiado. Em 2015, o portal UOL fez um levantamento interessante que comprova essa afirmação. Como os juros aumentaram bastante nos últimos anos, essa diferença certamente é ainda maior nos dias de hoje.

    Quando alguém passa a fazer parte de um consórcio de imóveis, ele se torna membro de um grupo específico com outras pessoas envolvidas na mesma meta (compra de imóvel). Cada um contribui mensalmente com uma mensalidade (que não está sujeita à agressividade dos juros bancários), formando uma espécie de poupança.

    Tanto as prestações quanto a carta de crédito são, em geral, corrigidas pelo Índice Nacional da Construção Civil (INCC).

    A mensalidade será definida de acordo com o valor do crédito contratado, somando a taxa de administração e, em alguns casos, o fundo de reserva (a Rodobens Consórcio, por exemplo, não cobra este último).

    Os participantes podem obter a carta de crédito muito antes da data final do contrato, tanto por meio de sorteios quanto por meio de lances que você pode ofertar nas assembleias (quem der o maior valor, é contemplado com a liberação de sua carta de crédito).

    Com o tempo, os sucessivos sorteios e contemplações por meio de lances vão reduzindo o grupo e tornando mais fácil a liberação de sua carta. É por essas vantagens que a procura pelos consórcios de imóveis disparou nos últimos anos. Em 2015, houve aumento de 41,5% nos contratos e, em 2016, 15,4% em relação ao aumento do ano anterior.

    5. Não esquecer dos custos totais

    Materializar o sonho da casa própria envolve ter noção exata de todos os custos envolvidos. Na compra à vista, existem despesas com escritura e com o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI — na compra à vista equivale a 3% do valor do negócio).

    Já nos financiamentos, além dos registros cartorários de alienação fiduciária e ITBI, há uma “tarifa de assinatura de financiamento”, que os bancos cobram para consolidar a transação (e que pode chegar a incríveis R$ 7.500,00). Mais uma razão que explica por que o brasileiro tem optado pelo consórcio imobiliário.

    É importante destacar que, embora pouco conhecida dos brasileiros, a Lei 6.015/73 (Lei de Registros Públicos) prevê que os adquirentes do primeiro imóvel residencial (quando realizado por meio do Sistema Financeiro de Habitação — SFH) têm direito a desconto de 50% no pagamento de emolumentos de registro e escritura.

    6. Usar o seu FGTS

    É possível utilizar o FGTS para quitar ou amortizar um consórcio imobiliário? Sim, e essa é, inclusive, uma excelente estratégia!

    Desde 2009, é possível usar o FGTS para liquidar saldo de dívidas (pagamento de prestações em atraso, respeitando o limite de três parcelas), amortizar parcelas em aberto na compra de imóveis ou facilitar a contemplação da carta de crédito por meio de lance.

    Mas, atenção: não é possível utilizar o FGTS para adquirir terreno, reformar imóveis ou comprar imóvel comercial.

    Fim de papo por hoje! Agora que você já entendeu o quanto tem que estar atenta na aquisição do seu primeiro imóvel, continue conosco, descobrindo agora como funciona a contemplação em consórcios! Até breve!

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