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    Consórcio de carros: tire suas dúvidas com essas 9 perguntas respondidas

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    Seguro e descomplicado, o consórcio é uma forma de investimento na medida para os brasileiros. Com ele, é possível adquirir uma variedade imensa de bens, que vão desde uma simples motocicleta até o mais luxuoso dos imóveis. E sabia que a popularidade desse investimento veio com o consórcio de carros, que continua sendo um dos grandes destaques do setor em número de adesões? Mas a verdade é que, mesmo sendo tão popular, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre suas regras e seu funcionamento. Justamente para esclarecê-las é que resolvemos produzir este post. Então confira agora mesmo!

    Como funciona o consórcio de carros?

    De maneira simplificada, podemos dizer que um consórcio é a reunião de pessoas que têm o mesmo interesse de compra e que resolvem criar uma espécie de poupança programada. Assim, cada um paga, mês a mês, uma determinada quantia, chamada de parcela . Todos os meses, o saldo desse caixa conjunto servirá para a aquisição de um determinado número de carros.

    Posso reunir um grupo de amigos e formar um consórcio?

    Pelo ponto de vista legal, essa possibilidade simplesmente não existe. De acordo com as regras do Banco Central, órgão brasileiro encarregado de gerir essa modalidade de investimento, apenas empresas credenciadas e especializadas na administração de consórcios podem formar os grupos. Como garantia de funcionamento seguro dessas empresas, o BC faz uma série de exigências e fiscaliza permanentemente todas as ações das administradoras. Para entrar em um grupo, portanto, basta procurar uma dessas empresas credenciadas e adquirir uma cota de participação.

    É preciso comprovar renda?

    As administradoras não exigem comprovação de renda para a aquisição de cotas. Na prática, você só precisa apresentar seus documentos pessoais (RG e CPF) e indicar um endereço para onde deverão ser enviadas as correspondências. Mas atenção: é importante fazer um planejamento financeiro e ter consciência para adquirir uma cota que realmente caiba no seu orçamento. Afinal, como veremos mais à frente, a pontualidade no pagamento é essencial para ser contemplado. Depois da contemplação, porém, você precisará comprovar renda suficiente para arcar com as parcelas futuras.

    O que é contemplação e como ela acontece?

    É chamado de contemplação o momento em que um consorciado é sorteado dentre todos os participantes do grupo para receber a carta de crédito, aquela que dará direito à aquisição do carro. E já podemos adiantar que ela ocorre de 3 maneiras: sorteio, lance e término do período de duração do grupo. Aproveitamos para ressaltar aqui que o pagamento deve estar em dia para que o consorciado se torne habilitado à contemplação em qualquer modalidade, ok?

    No primeiro caso, é feito um sorteio de números em um evento conhecido como assembleias. Na Rodobens as assembleias acontecem mensalmente e são transmitidas ao vivo pela internet.  A cota que tiver numeração coincidente com os números sorteados é a vencedora. Na segunda opção, a contemplação pode ocorrer por meio de lances. Nessa oportunidade, os consorciados interessados no recebimento da carta de crédito fazem ofertas de valores correspondentes a determinado número de parcelas. É contemplado quem oferta o maior valor. A terceira forma de contemplação ocorre no final do período de duração do grupo, quando quem não foi sorteado e não deu um lance vencedor recebe sua carta de crédito.

    O que é essa carta de crédito?

    Os consórcios, na realidade, não entregam o carro em si. No lugar dele, emitem um documento chamado de carta de crédito, que corresponde ao valor do bem. Lembrando que, como as administradoras são credenciadas pelo BC, esse documento é plenamente aceito no mercado. Sendo assim, de posse da carta de crédito, o consorciado negocia a compra do carro que deseja com a concessionária ou com o vendedor e a administradora de consórcio faz o pagamento diretamente a quem vendeu, à vista.

    Tenho que comprar o carro assim que for contemplado?

    Ao ser contemplado, o prazo definido para que a compra do carro seja feita é até a finalização do grupo. Enquanto a carta de crédito não é utilizada, o valor fica em uma conta de rendimento para o consorciado. O valor do crédito a ser recebido é o da data do sorteio mais os rendimentos da conta.

    E os consórcios são reajustados?

    Os consórcios são reajustados sim, a fim de garantirem que todos os participantes consigam efetivamente comprar o carro desejado. Caso contrário, se não houvesse esse reajuste, os valores das cartas de crédito se tornariam menores que o valor do carro escolhido com o passar do tempo. Vale ressaltar que todas as regras dos reajustes são informadas antecipadamente aos interessados na compra de uma cota e são devidamente explicitadas no contrato de adesão. Na Rodobens Consórcio, os reajustes de cotas de automóveis são de acordo com as tabelas dos fabricantes.

    Como são calculadas as prestações?

    O cálculo da prestação do consórcio é feito a partir da soma de 4 elementos: fundo comum, taxa de administração e seguro. Veja o que cada um deles representa:

    Fundo comum

    É a parte da parcela mensal relativa ao valor da carta de crédito, dividida pelo número de parcelas do plano. Se estamos falando de um consórcio de 50 meses, por exemplo, a parte do fundo comum presente na parcela seria referente a 2% do valor do bem — 100% dividido por 50 meses. Assim, supondo que o contrato seja para comprar um carro de 30 mil reais, a parcela equivalente ao fundo comum nesse grupo, de pagamento em 50 meses, será de 600 reais — 30.000 ÷ 50.

    Taxa de administração

    É a remuneração da administradora do consórcio, definida em contrato, que também é dividida pelo número de parcelas. Recorrendo ao mesmo exemplo acima, havendo uma taxa de administração de 10% em um consórcio de 30 mil e 50 meses, tem-se 3 mil equivalentes à administração. Assim, a cada mês, a parcela cobriria 0,2% do valor total da taxa de administração — 10 ÷ 50 = 3.000 ÷ 50 = 60.

    Seguro

    O seguro assegura o pagamento das parcelas, em caso de morte do consorciado. O seguro também deve ser definido em contrato.

    Pode ser cobrada uma taxa de adesão?

    A cobrança de taxa de adesão é permitida por lei, desde que seu valor cobrado seja descontado da taxa de administração, ao longo da duração do grupo. De modo prático, então, é possível entender a taxa de adesão como uma antecipação do valor a ser pago pela taxa de administração.

    A Rodobens Consórcio não cobra taxa de adesão.

    Agora que você já esclareceu grande parte das suas dúvidas sobre o consórcio de carros, que tal aproveitar para fazer uma simulação de consórcio e chegar mais perto de realizar seu sonho?