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    Consórcio ou financiamento: o que é melhor e mais fácil para você?

    Posted by Rodobens on Setembro 2016

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    Se um dia a oferta já foi escassa, hoje o cenário é outro. Atualmente, é mais que comum encontrarmos formas de venda parcelada no mercado, com um prazo específico para pagamento. E é aí que o financiamento e o consórcio surgem como protagonistas das modalidades de compra a médio e longo prazos, especialmente no que se refere a imóveis e veículos. Na prática, porém, muitos ainda têm dúvidas sobre qual dessas opções é a melhor. E você, por acaso já sabe?

    Neste post, mostraremos como o consórcio é uma excelente forma de poupar e incentivar a disciplina financeira, podendo ser usado até como investimento. Se você ainda tem dúvida sobre qual modalidade escolher, confira agora as principais diferenças entre consórcio e financiamento para tirar suas próprias conclusões!

    O financiamento

    O financiamento é uma modalidade de compra que exige análise de crédito e comprovação de renda por meio de contracheques ou outros documentos. Após ter a documentação aprovada, o cliente retira seu bem (seja carro, casa ou apartamento) e já começa a usufruir dele. Nesse caso, o mediador é o banco, que efetua o pagamento à concessionária ou à construtora e passa a receber as parcelas do cliente.

    Dependendo do bem, o prazo pode ser médio ou longo, sendo que de toda forma haverá juros embutidos nas parcelas. No contrato fica estabelecida a dinâmica dos juros: como eles podem variar ao longo do tempo e qual sua taxa de porcentagem. Porém, exatamente por causa dos juros, o cliente acaba pagando valores bem superiores ao do produto em si. Para confirmar essa informação, basta solicitar o Custo Efetivo Total (CET).

    O consórcio

    O consórcio, por sua vez, envolve um grupo de pessoas com um objetivo em comum: a aquisição de determinado bem. Os envolvidos se comprometem a pagar mensalidades a uma administradora para que ela administre o dinheiro até o final do prazo, periodicamente realizando sorteios e até aceitando lances que podem antecipar a contemplação. Aqui convém falar sobre o acentuado crescimento dos consórcios no Brasil. O consórcio de veículos leves, por exemplo, vem crescendo gradativamente (mais de 10%), enquanto os financiamentos estão caindo. De acordo com a CETIP, em novembro de 2015 os financiamentos sofreram uma queda de 24,8% em relação ao ano anterior.

    Pegando um exemplo prático, digamos que o bem seja um carro e que seu valor tenha sido dividido em parcelas por 5 anos. Caso o veículo valha 70 mil reais, o montante é dividido então por 60 meses, fazendo com que cada mensalidade custe, no mínimo, 1.167 reais. Nessas mensalidades virão embutidas a taxa administrativa devida à empresa e, dependendo do caso, uma fatia individual para o fundo de reserva, que garante a continuidade do consórcio caso surja um problema qualquer (na Rodobens Consórcio não há cobrança de fundo de reserva).

    Durante esse período, cada consorciado deve pagar pontualmente suas mensalidades, que podem sofrer alguns reajustes se o preço do bem variar durante o período. Mas fique tranquilo, porque tudo é devidamente definido no contrato, inclusive os reajustes na carta de crédito, que garantem o poder de compra do consorciado.

    A flexibilidade

    E caso você queira adquirir um carro ou um imóvel de preço diferente da carta de crédito, isso também é possível, viu? Basta completar a diferença (se o bem for mais caro) ou usar o restante do dinheiro para quitar as parcelas do consórcio (se o bem for mais barato). Resumindo: há mais flexibilidade no consórcio que no financiamento. Aliás, sabia que o consórcio permite o uso da carta de crédito inclusive para quitar financiamentos?

    O investimento

    Certos investidores costumam entrar em consórcios imobiliários pensando única e exclusivamente em gerar renda. Nesse caso, o lance embutido é usado para antecipar a liberação da carta de crédito, permitindo ao consorciado adquirir uma casa ou um apartamento mais barato para revendê-lo ou ainda para alugá-lo e quitar as mensalidades faltantes do consórcio com o dinheiro do aluguel. 

    A escolha

    Na verdade, sua escolha dependerá principalmente de critérios pessoais. Você precisa de um carro agora ou pode esperar um pouco mais? Lembrando que, no consórcio, você pode tirar o prêmio antecipadamente se for sorteado logo ou se oferecer lances maiores. Veja como funciona:

    Financiamento

    • Burocracia maior (análise de crédito, vistoria e comprovação de renda);

    • Liberação mais rápida do bem (imóveis podem demorar de 30 dias para mais, considerando avaliações da documentação e do bem, assim como dos demais processos);

    • Cobrança de juros exorbitantes;

    • Incidência de multas no caso de atrasos;

    • Possibilidades maiores de desvalorização do bem (como a retirada é antecipada, até o final do prazo pode valer menos, considerando o desgaste natural sofrido);

    • FGTS pode ser usado na compra de imóveis residenciais;

    • Possibilidade de adquirir bens usados ou seminovos;

    • CET geralmente elevado.

    Consórcio

    • Burocracia menor;

    • Sem cobrança de juros;

    • Incidência de multas no caso de atrasos de cotas contempladas;

    • Possibilidades de valorização do bem;

    • Alternativa de investimento (muitos fazem do consórcio um verdadeiro investimento para ampliar o patrimônio e gerar renda);

    • Poder de compra assegurado;

    • FGTS pode ser usado na compra de imóveis residenciais (seguindo as regras da Caixa Econômica);

    • Opção de adquirir bens usados ou seminovos;

    • Custo final menor que o CET.

    Ainda é importante lembrar que, mesmo que o comprador tenha alguma pendência em seu nome, isso não o impede de participar de um consórcio. Nesse caso, o consorciado pode aproveitar o período para regularizar sua situação e receber a carta de crédito sem maiores dores de cabeça quando for contemplado.

    E então, conseguiu se decidir entre consórcio ou financiamento? Comente aqui e divida conosco suas impressões e experiências!

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