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    Consórcio ou financiamento: qual a melhor forma de comprar seu carro

    Posted by Rodobens on Fevereiro 2016

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    Ter o próprio carro facilita muito a vida de quem tem os dias corridos e gasta muito tempo em um ônibus depois do outro. Não é à toa que tanta gente está em busca do melhor consórcio de carros, para adquirir um modelo zero ou mesmo um seminovo.

    Muita gente deixa de adquirir o veículo próprio por não ter dinheiro para a entrada ou por puro medo de não dar conta de pagar as parcelas. Por isso, o consórcio ganhou espaço e se tornou tão atrativo.

    Em geral, as duas formas mais populares de adquirir um carro sem ter que pagar à vista são o consórcio ou o financiamento.

    Mas qual forma de compra é a melhor? A verdade é que cada alternativa apresenta pontos mais ou menos vantajosos e adequados para diferentes perfis e demandas dos consumidores. Confira quais são as diferenças entre uma e outra e saiba qual delas é melhor para você!

    Financiamento: o que é e como funciona?

    O financiamento é uma boa opção para quem precisa do carro com mais urgência, já que você recebe o carro assim que o financiamento é liberado.

    Porém, é necessário que o comprador seja mais disciplinado em relação às suas finanças. Afinal, se ele não consegue pagar o financiamento para o banco, corre um grande risco de perder seu veículo para a instituição financeira credora. Por isso, é tão importante analisar suas economias e saber se está preparado para esse tipo de negócio, antes de assinar o contrato.

    Ao fazer um financiamento, o consumidor sente como se estivesse fazendo uma compra dividida em diversas parcelas. Veja só como acontece:

    Crédito com o banco

    O que acontece na realidade é que o banco, de forma indireta, paga pelo automóvel à revenda ou concessionária e recebe em parcelas — normalmente, em até 60 meses — do próprio consumidor.

    Para servir de garantia, o banco mantém o carro em alienação fiduciária a seu favor, ou seja, o cliente está utilizando o veículo e pagando por ele, mas ele ainda estará ligado ao banco até a completa quitação do financiamento.

    Parcelar o valor do automóvel, que é um item relativamente caro, pode ser uma saída para trocar um carro usado por aquele novinho, tão sonhado, ou mesmo para conquistar o primeiro veículo, principalmente se você tem uma boa quantia disponível para dar de entrada.

    Incidência de juros

    O problema é que, financiando o veículo, você não pagará apenas pelo seu carro, mas também os juros, cuja taxa varia de banco para banco. Eles é que fazem com que o valor final do financiamento seja absurdamente maior.

    Na hora da compra, o consumidor paga uma quantia de entrada e só pode financiar o valor restante do carro. Para evitar tantos juros, uma boa pedida é fazer o financiamento com menos parcelas, desde que se leve em conta o valor que cabe em seu orçamento mensal.

    Taxas embutidas

    Além dos juros, sobre o financiamento também incide o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a Taxa de Abertura e Renovação de Crédito (TARC) cobrada pelo banco. Tudo isso contribui para causar um aumento significativo no valor que o comprador tem que desembolsar para financiar seu veículo.

    Consórcio: o que é e como funciona?

    Outra maneira de conseguir comprar seu desejado veículo é por meio de um consórcio, que é uma forma de poupar em grupo. Ele consiste em um sistema de compra parcelada que reúne pessoas que querem adquirir um bem ou um serviço por meio de autofinanciamento.

    O consórcio é uma excelente opção para as pessoas que não possuem um poder aquisitivo tão alto e que não dispõem de um valor livre guardado para pagar a compra à vista ou dar a entrada do financiamento.

    Ao final do período de pagamentos, o carro sairá com um valor bem menor do que se fosse financiado. É uma ótima modalidade também para quem não tem tanta urgência para ter o carro em mãos ou está disposto a esperar, pois você recebe o seu carro quando é contemplado — por meio de lance ou sorteio — com sua carta de crédito.

    Vale dizer que o consórcio também é um tipo de negócio para quem deseja poupar dinheiro, mas não tem a disciplina necessária para fazê-lo por conta própria. Comprometendo-se a pagar pequenas parcelas durante um determinado período, ao final do prazo, você consegue conquistar um bem que certamente ficaria para depois em outras condições.

    Incidência de juros

    Como o financiamento, o consórcio também proporciona ao consumidor a sensação de uma compra parcelada em vários meses.

    A diferença é que, por não ser uma modalidade de empréstimo, no consórcio, não há cobrança de juros, e sim o recolhimento de taxa administrativa — que na maioria das vezes é bem menor que o valor cobrado pelos juros nos bancos financiadores. Isso diminui muito o valor final da compra.

    Detalhes da contemplação

    Os planos de pagamento têm variados prazos de duração e os grupos formados possuem um número de cotas previamente determinado pela administradora do consórcio. A cada mês, os participantes do grupo podem ser contemplados:

    • via sorteio, nas assembleias;
    • pela oferta de lances, oferecendo a antecipação de parcelas para adiantar o recebimento da carta de crédito.

    Se você não possui dinheiro suficiente para fazer dar um bom lance, pode ser necessário esperar sua vez de ser sorteado. Quando isso acontecer é que você será contemplado com a carta de crédito que viabiliza a compra do veículo. E isso pode demorar algum tempo.

    Consórcio ou financiamento: o que é melhor?

    É uma questão matemática. Ao fazer um financiamento, você aceita pagar a taxa de juros cobrada pelo banco escolhido, as taxas e tarifas bancárias, além do IOF, nas condições estabelecidas pela instituição.

    Se você não conta com um bom valor disponível para dar de entrada no financiamento, o total da sua compra tende a ser bem maior. Algumas vezes, o valor pago pode chegar quase ao dobro daquilo que foi tomado em empréstimo.

    O melhor é fazer várias simulações com financiadoras e concessionárias e colocar todos os valores direitinho na ponta do lápis, inclusive os gastos mensais que o carro necessita para se manter funcionando e bem conservado — como combustível e manutenção. Feito isso, analise suas condições financeiras e veja se você poderá investir mensalmente aquele montante.

    Optando pelo consórcio, além de ter um gasto total menor, você ainda tem um pouco mais de tempo para se preparar para essas despesas extras, já que pode não ter o veículo imediatamente.

    Você ainda pode optar pela oferta de um lance, caso tenha a quantia disponível. Nesse caso, saindo vencedor, não vai precisar esperar muito tempo para ter seu veículo em mãos.

    Como escolher o melhor consórcio de carros?

    Mesmo essa sendo uma opção tão vantajosa, é preciso se preocupar com a escolha do melhor consócio de carros. Isso porque as condições mudam de administradora para administradora. E nem todas são confiáveis — como em qualquer negócio, você tem que conhecer a outra parte, certo?

    Então, você deve ficar de olho:

    1. Na empresa administradora do consórcio

    Ela precisa estar autorizada junto ao Banco Central para atuar. Ele é o órgão que regulamenta e fiscaliza o setor. Além disso, é importante ouvir a opinião de clientes. Consulte seus amigos e busque referências nas redes sociais e em websites e órgãos de reclamação e de apoio ao consumidor.

    Quanto mais bem-conceituada e melhor referenciada for a empresa, mais certeza você terá de estar fazendo um bom negócio.

    2. Em quais taxas e gastos estão inclusos

    De modo geral, há sempre a cobrança da taxa de administração, que é o valor pago para que o dinheiro investido seja aplicado da melhor forma, valorizando-se. Além dela, o seguro prestamista também é cobrado, para garantir que não haverá prejuízos ao grupo se um cotista ficar inadimplente, por qualquer que seja a razão.

    Porém, outros valores podem ser cobrados, como a taxa de adesão. Antes da contratação, peça uma lista de todos os valores incluídos e faça uma comparação entre as propostas. Analise o valor da carta e da prestação, escolhendo aquele que seja mais econômico, sem esquecer de dar atenção à administradora.

    Há riscos em comprar uma carta contemplada?

    É possível que você encontre propostas de comprar cartas já contempladas. Parece um excelente negócio, certo? Entrar em um consórcio já com contemplação imediata garantida. Mas essa compra tem seus riscos. Eles são, basicamente:

    1. Riscos de fraude

    Há pessoas má intencionadas em todos os lugares, portanto, há o risco de ser uma tentativa de golpe. Portanto, antes de fechar negócio, peça para ver o contrato do consórcio. Ainda, verifique, junto à administradora, se a carta é real (e não uma falsificação), e se ela realmente está contemplada.

    Além disso, você também precisa analisar a autorização de funcionamento da administradora junto ao Banco Central, conforme já falamos.

    2. Riscos financeiros

    Também tem a questão financeira. Quem vende quer ganhar mais do que já pagou, então as cartas contempladas custam, em média, 15% a 20% a mais do que o valor já pago. E você tem que arcar com a taxa de transferência de consórcio, que varia conforme a administradora.

    Se a contemplação aconteceu nos primeiros meses do consórcio, esse valor não é tão expressivo. Mas, sendo de consórcios com mais tempo, pode não ser um bom negócio, pois você poderia usar o dinheiro para contratar seu próprio consórcio e dar um bom lance.

    Por último, saiba o valor das parcelas mensais que ainda falta pagar e se certifique de que pode arcar com elas, para não correr o risco de assumir um compromisso acima de suas possibilidades.

    Então, já decidiu qual o melhor consórcio de carro e qual forma pode ser mais vantajosa para você? Se ainda tem dúvidas e quer ouvir a opinião de experts no negócio, conte com a Rodobens! Entre em contato e tome uma decisão realmente certeira!


     

     

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