<img height="1" width="1" alt="" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=408815549258573&amp;ev=PixelInitialized">

    Contratar seguro auto: tudo o que você precisa saber

    Posted by Rodobens on Julho 2017

    Muita gente acha que contratar um seguro de carro é uma questão bem complicada e cheia de detalhes. Mas a verdade é que, sabendo direitinho o que observar e como fazer, tudo se torna bem mais fácil! O mais importante mesmo é não ficar por aí rodando com seu carro sem seguro, afinal, os prejuízos podem ser enormes!

    Independentemente de você ter comprado um carro zero ou um seminovo, a prioridade é garantir sua proteção e evitar jogar todo seu investimento fora pela simples falta de um seguro. Mas você tem muitas dúvidas sobre como fazer isso? Pois não precisa se preocupar, porque estamos aqui para ajudar! Confira no post de hoje que cuidados você deve tomar para renovar ou contratar seguro auto!

    Como a cotação do seguro auto é feita?

    O primeiro passo rumo à contratação consiste em cotar seu seguro. Nada de fechar negócio com a primeira empresa que encontrar, combinado? Lembre-se: o seguro não é um produto que se compra em um pacote fechado, escolhido em uma prateleira. Por isso, seu valor pode variar bastante. Quer saber o que influencia toda essa oscilação? Saiba o que pode causar essas diferenças de preço:

    • a seguradora;
    • as coberturas;
    • o valor de mercado do carro;
    • a taxa de franquia.

    E todas essas questões ainda têm variáveis, viu? Uma seguradora é mais confiável que a outra, um seguro tem mais coberturas adicionais que o outro, a franquia pode ser aumentada ou reduzida e assim por diante. Somando esses fatores, o impacto no valor final pode ser bem grande. É uma questão muito importante, então, fazer cotações e escolher o que é mais compatível com as suas necessidades.

    Nesse momento, uma pergunta que costuma surgir é: por onde começar a cotar? Para começo de conversa, saiba que fazer uma boa cotação de seguro de veículos (seja de carro, moto ou caminhão) requer pesquisa. A princípio, procure on-line! Essa é uma forma extremamente prática e eficaz de ter acesso a dados importantes.

    Nesse momento, você vai precisar buscar por seguradoras ou corretoras de seguro que sejam mais conhecidas, renomadas, nas quais possa confiar. Não vale muito a pena economizar nesse ponto, ok? Não se esqueça que uma boa seguradora mostra seu valor quando você mais precisa dela. Se você não tiver muitas referências, tente:

    • buscar nas redes sociais para ver a avaliação dos usuários;
    • procurar em sites de reclamação e no PROCON aquelas com melhores índices de atendimento;
    • perguntar a amigos e pessoas de confiança sobre o processo de contratação do seguro do carro deles e como foi o atendimento pós-venda;
    • consultar conhecidos que já passaram por situação de sinistro (quando você precisa efetivamente acionar o seguro devido a uma batida ou a um acidente) para saber se tiveram dificuldades.

    Aqui também vale lembrar que é a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) quem regulamenta o mercado de seguros. Recorra ao site da instituição para consultar a lista de seguradoras e corretores que estão autorizados a operar no país. É mais que prudente dar esse passo para evitar cair em alguma cilada.

    Com as opções iniciais anotadas, tente fazer simulações com diferentes condições. Nessa etapa, você vai se deparar com alguns pontos importantes a serem informados. Alguns deles você pode escolher, enquanto outros, não. É importante lembrar de colocar sempre informações verdadeiras, já que, em caso de sinistro, a seguradora vai levantar esses dados e o prejuízo pode se reverter para você se ficar provado que o que foi dito na contratação não era bem verdade! Quer saber quais são os principais pontos a informar?

    Perfil do condutor principal

    Há no mercado vários tipos de seguro, sendo que alguns deles fazem diferença entre perfis dos condutores principais. Nesse caso, os preços variam conforme:

    • idade e sexo, com as mulheres e pessoas mais velhas conseguindo valores mais baixos por serem mais cuidadosas na direção;
    • estado civil, com as pessoas casadas também conseguindo valores menores por terem um histórico de menos acidentes que solteiros;
    • tempo de habilitação, uma vez que quem dirige há mais tempo tem mais experiência e habilidade para evitar acidentes.

    A princípio, pode até parecer estranho, mas nada disso é baseado em achismos. Tudo é pensado com a ajuda de pesquisas e estatísticas que o mercado levanta para ver qual perfil oferece mais riscos.

    Nível de uso do carro

    Se seu veículo fica mais tempo guardado que em trânsito, é claro que tem menos possibilidades de se envolver em algum acidente. Essa avaliação ainda envolve outras questões, como a segurança do lugar onde o carro fica a maior parte do tempo — se na garagem, na rua ou em um estacionamento, por exemplo.

    Segurança da área de circulação

    Quem mora ou trabalha em bairros com maior índice de roubos de veículo ou acidentes pode, por razões óbvias, ter o valor do seu seguro auto aumentado.

    Marca e modelo do veículo

    A marca e o modelo do veículo contam porque influenciam no valor de mercado, certo? Na prática, é mais que isso. Já pensou que, de acordo com essas variáveis, seu carro pode ser mais ou menos alvo de roubos e furtos? Se for um dos preferidos dos bandidos, isso com certeza vai encarecer seu seguro. Além disso, o valor da manutenção também influencia, bem como a presença de alarmes, rastreadores e bloqueadores que podem inibir o roubo.

    Ao informar esses dados e escolher as coberturas e os limites do seu seguro, você vai obter diferentes cotações. A lógica é simples: quanto menor é o risco assumido pela seguradora, menor também é o valor do prêmio, aquilo que você paga por seu seguro.

    É possível economizar na contratação?

    É possível sim economizar na contratação de um seguro de carro! E essa economia está vinculada às coberturas que você vai escolher. Na hora da cotação, diferentes opções serão oferecidas e você vai fazer uma combinação que atenda às suas necessidades para chegar ao valor final do seguro. Continue acompanhando para entender as principais possibilidades!

    Franquia

    A franquia é um valor mínimo para acionar o seguro. Traduzindo: caso aconteça algum incidente que traga um prejuízo inferior a esse valor, é sua responsabilidade (e não da seguradora) arcar com as despesas. Já se o valor supera a franquia, você arca com ela e a seguradora, com a diferença. Assim, quanto maior é o valor que fica sob sua responsabilidade, mais economia consegue no seguro.

    Mas como as seguradoras oferecem diferentes tipos de franquia, é bom que conheça de antemão ao menos as mais comuns. E é o que você vai ver a partir de agora!

    Franquia básica

    É a mais comumente usada, aquela que faz o cálculo inicial do preço do seguro. Cada seguradora tem um valor diferente.

    Franquia ampliada

    Geralmente, corresponde ao dobro da básica. Vale mais a pena para quem quer proteger o carro contra situações de perda total. Se você pensa que pode arcar com consertos de alguma batida, pois prefere deixar o seguro mais barato e só pretende usá-lo em casos bem sérios, então essa é a melhor opção.

    Franquia reduzida

    Ao contrário da ampliada, a franquia reduzida encarece o valor do seguro, porque geralmente equivale a metade da franquia normal. Assim, se você prefere pagar mais caro, mas acionar a seguradora até em caso de acidentes menores, arcando somente com os casos mais básicos, eis a franquia certa!

    Franquia isenta

    Se você realmente quer chamar o seguro para qualquer conserto, vai ter que pagar mais caro. Estamos falando do seguro isento de franquia! Com essa modalidade, você não tem limite mínimo para acionar a seguradora, mas geralmente tem um máximo de ocorrências cobertas.

    Coberturas

    Além da franquia, as coberturas também influenciam no valor do seu seguro. Para economizar, portanto, vale a pena escolher as melhores combinações. Basicamente, a cobertura corresponde às situações de proteção do segurado. Vamos conversar sobre isso?

    Coberturas para danos ao veículo

    Essas coberturas informam o que cobrem em relação ao veículo. Podem ser:

    • compreensivas, incluindo riscos de colisão, abalroamento e capotagem, queda de objetos sobre o veículo, danos causados por cargas transportadas, danos durante transporte do veículo, danos praticados por terceiros, enchente, alagamento ou inundação, ressacas, vendavais, terremotos, raios ou granizo, explosão ou incêndio, roubo ou furto, total ou de partes do automóvel.
    • limitadas, incluindo apenas roubo, furto e incêndio.

    Coberturas para indenização integral

    Sabe quando se fala em perda total? Pois é aqui que você escolhe o tipo de indenização que recebe nesses casos, que pode ser:

    • baseada em valor de mercado referenciado, que paga ao segurado o total que consta na apólice, em uma tabela de referência, sendo geralmente usada a tabela FIPE, mas podendo ter um fator de ajuste — percentual aplicado em cima do valor de mercado para equilibrar o valor tabelado com o do veículo, já que ele pode ter itens opcionais e outras particularidades;
    • baseada em valor determinado, com a indenização variando de acordo com os dados, podendo ser considerada perda parcial, quando o segurado arca com a franquia, ou indenização integral, baseada em uma quantia fixa estipulada no contrato.

    Em relação a essas coberturas, é importante dar atenção especial a 2 pontos. São eles:

    1. sinistros de carros novos que acontecem em até 90 dias da contratação do seguro dão direito a receber o valor de um carro zero quilômetro, enquanto, depois desse período, a cotação considera um carro usado e avalia o preço conforme ano e modelo;
    2. as coberturas de valor determinado têm restrições de quantias máximas e mínimas nas seguradoras, o que demanda a escolha de uma faixa — se seu carro for recuperado antes do pagamento da indenização, você o receberá de volta, mas se houver avarias, o seguro garante os custos do conserto.

    Cobertura para danos a terceiros

    Se você se envolver em algum acidente que cause prejuízos a outras pessoas e, por isso, tiver que pagar indenização por danos pessoais ou materiais, essa cobertura reembolsa tais gastos. Ela inclui também gastos com advogados e custas judiciais. Tudo isso levando em conta, é claro, o limite contratado.

    Esse seguro também é chamado de Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V) e serve como complemento para o valor do DPVAT. Por isso, é considerado uma cobertura para segundo risco. Se os danos causados a uma pessoa forem maiores que aquilo que o DPVAT cobre, por exemplo, o RCF-V paga a diferença até o limite da cobertura.

    Acidentes pessoais de passageiros

    Se ocorrer algum sinistro e no seu carro houver passageiros que precisem de atendimento médico e hospitalar ou, na pior das hipóteses, alguém vier a falecer ou sofrer invalidez permanente, a cobertura de acidentes pessoais de passageiros faz o ressarcimento de todos os gastos comprovados, também até o limite da cobertura.

    Como você pode imaginar, essa também é uma cobertura de segundo risco. E, para entender melhor, imagine uma situação de invalidez permanente em que fica estipulada uma indenização de 15 mil reais. Sabendo que, nessa hipótese, a cobertura do DPVAT é de 13.500 reais por vítima e considerando que você contratou uma cobertura pessoal de passageiros de 10 mil reais, esse montante só cobrirá 1.500 reais complementares ao DPVAT.

    Coberturas adicionais

    Além dessas já citadas, ainda há coberturas adicionais que você pode contratar, pagando um prêmio para cada uma e definindo o valor máximo coberto. Você pode contratar coberturas para, por exemplo:

    • acessórios, como aparelhos de som, imagem e comunicação;
    • blindagem;
    • vidros laterais, traseiros e para-brisas, que ficam fora da franquia quando o dano ocorre somente neles;
    • kit gás;
    • carro reserva;
    • assistências 24 horas;
    • despesas extraordinárias para emissão ou baixa de documentos.

    Só não se esqueça que a contratação de coberturas adicionais ou um aumento no valor de qualquer uma delas gera um prêmio maior para o seguro do seu automóvel.

    Na hora da cotação, é importante comparar todas essas condições, ok? Assim você garante uma escolha entre seguros com coberturas semelhantes e não corre o risco de ter uma economia ilusória.

    Quando vale a pena acionar o seguro?

    Entenda desde já que o seguro auto é um investimento. Então tenha cuidado. Nada de correr para a seguradora ao primeiro sinal de necessidade! Afinal, nesse cenário, agir com inteligência pode ser bastante econômico por 2 motivos simples: primeiramente, por não usar seu seguro à toa, e em segundo lugar, porque a cada ano que você renova o seguro do carro sem sinistro, sobe uma categoria e, com isso, ganha bônus.

    Vamos ver algumas situações para analisar se vale ou não a pena chamar o seguro?

    Meu veículo teve um pequeno dano

    Se um farol foi quebrado ou o para-lama amassou, pode não valer a pena acionar a seguradora. Antes de mais nada, veja qual é seu tipo de franquia. Se o dano for próximo do valor mínimo, você vai perder (ou no mínimo reduzir) o bônus de renovação, o que possivelmente não é vantagem. Já se você é isento de franquia, avalie o custo e a quantidade de vezes que ainda tem para chamar a seguradora.

    Nesse caso, antes de tomar qualquer atitude, entre em contato com a empresa, que vai indicar em qual oficina você deve levar seu carro para ser vistoriado. Lembre-se de fazer um Boletim de Ocorrência sempre que qualquer batida envolver outras pessoas e veículos.

    Outro motorista sem seguro bateu no meu carro

    Nesse caso, pode até ser tentador chamar a seguradora e assumir a culpa pela batida. Aí você negocia com o motorista, ele paga a franquia e fica está certo. O problema é que essa é uma fraude que as seguradoras já estão acostumadas a identificar. Se sua seguradora reconstituir o acidente e vir que você não falou a verdade, pode até responsabilizá-lo criminalmente. No fim das contas, portanto, esse é um risco que não vale nada a pena.

    Um manobrista bateu meu carro

    O correto é que a empresa que oferece o serviço tenha seu próprio seguro contra furtos, roubos ou colisões. No entanto, se isso não acontecer, o melhor é acionar o seguro depois de fazer um Boletim de Ocorrência. Nesse caso, a seguradora vai cobrir seu prejuízo e deve cobrar da empresa responsável pelo manobrista. De toda forma, para não pagar a franquia nem usar seu seguro, tente negociar com o dono do estabelecimento, real responsável pelo conserto do veículo.

    Bebi e não tenho onde deixar o carro

    Se a seguradora alegar embriaguez do motorista, pode não pagar a indenização prevista. E mesmo que você conteste isso judicialmente, ainda vai ter uma enorme de dor de cabeça. Nesse caso, se você tem cobertura de assistência 24 horas, acione a seguradora e evite prejuízos maiores! Do contrário, é melhor procurar um amigo que possa ajudar nesse momento.

    Em todos os casos em que você pensar em acionar sua seguradora, faça primeiramente um orçamento dos custos do conserto. Só então decida o que fazer!

    Quais são os cuidados na renovação?

    Se você já tem um seguro e está chegando a hora de renovar, também precisa ficar de olho nos cuidados a tomar. Não pense que a renovação acontece automaticamente ou que sempre vai valer a pena ficar na mesma seguradora. Comece a se preparar antes do fim do seu seguro atual e fique de olho nas dicas abaixo!

    Não renove sem cotar

    Independentemente do tempo de relacionamento que você tem com sua seguradora atual, não deixe de fazer cotações. Os valores dos seguros podem mudar muito de um período para outro mesmo dentro da mesma empresa!

    Quando você cota, tem uma ideia do valor de mercado do seu seguro e sabe se ele está caro ou barato. Além disso, você pode até conseguir outro, com coberturas extras, pelo mesmo preço que pagaria na renovação do seu. Há corretoras on-line que fazem cotações em diversas seguradoras ao mesmo tempo, o que pode ajudar muito nesse processo.

    Transfira seu bônus

    Sabe o desconto que você vai acumulando com o tempo de seguro? A cada ano, ele aumenta de classe, dando um desconto maior. Mas isso não acontece somente se você permanece na mesma seguradora. Você pode sim trocar de seguro e levar seu bônus com você! Se tiver acontecido algum sinistro, a nova seguradora vai seguir a regra e reduzir sua bonificação. E não precisa se preocupar com acionamentos de assistência ou guincho, pois essas chamadas não geram a perda do bônus.

    Atente para o prazo

    Se você esperar sua apólice vencer para renovar o seguro, pode acabar perdendo o prazo. E isso gera um bocado de desvantagens. Além de correr o risco de perder seu bônus de renovação, você passa um tempo descoberto, ficando sujeito a perigos, além de poder ter que fazer uma nova vistoria, ficando ainda mais tempo sem a proteção do seguro. Assim, comece a cotar preferencialmente no último mês de vigência e renove seu seguro pelo menos 15 dias antes de terminar o prazo do anterior.

    Pense se há mudanças a informar

    Se você fez qualquer alteração no seu carro ou no uso que faz dele, informe a seguradora. Dê atenção especial às mudanças que alteram o valor da cobertura do veículo e o valor do prêmio. Uma mudança de endereço pode causar variações desse tipo, além do casamento, do divórcio ou da alteração dos hábitos de utilização do carro.

    Instale equipamentos de segurança

    Você lembra que dissemos que rastreadores e alarmes podem reduzir o risco e, por isso, o valor do seguro? Então que tal fazer um orçamento para ver se vale a pena investir nesses equipamentos? Assim, você vai ter uma segurança extra, além de possivelmente conseguir uma redução de até 20% no prêmio. E sabia que algumas seguradoras instalam rastreadores gratuitamente no carro para minimizar os próprios riscos?

    Tenha cuidado na troca de carro

    Se você tiver uma apólice vigente e trocar de carro, faça o seguinte: cote em algumas seguradoras o valor de um seguro novo para o carro recém-comprado. Feito isso, avalie o custo para adaptar seu seguro atual para o novo veículo. Aí é só analisar o que vale mais a pena! Se for mais econômico alterar o atual, sua corretora pode endossar a apólice, informando as mudanças. Se o valor do seguro for mais baixo do que você vem pagando, você tem direito ao desconto correspondente.

    Com essas dicas, você já sabe não só como fazer a cotação, mas conhece todo o processo de contratar seguro auto e, claro, as possibilidades de uso. Lembre-se de que esse investimento deve ser bem pensado antes, durante e depois!

    E se quer receber mais dicas sobre cuidados com seu automóvel, assine agora mesmo a nossa newsletter!

    Consórcio, investimento seguro e programado para aquisição de bens e serviços.

    • Sem Juros
    • Diversos planos e créditos
    • Sem Taxa de Inscrição
    Simular
    Consórcio!
    New Call-to-action

    Newsletter

    Categorias

    todos
    guia de compra do seu primeiro imovel