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    Dicas para avaliar uma administradora de consórcio

    Posted by Rodobens on Agosto 2016

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    Uma das opções que mais vem crescendo para quem quer adquirir um imóvel ou um carro é o consórcio, sabia? Além de oferecer excelentes vantagens em relação aos financiamentos, por exemplo, esse tipo de operação é considerada bastante segura — especialmente por contar com a fiscalização do Banco Central. No entanto, antes de se decidir por aderir ao consórcio, você precisa tomar alguns cuidados, que vão desde o planejamento financeiro até a escolha de quem vai gerir o grupo de consorciados.

    E é justamente para falar sobre como avaliar uma administradora de consórcio que preparamos o post de hoje! Aqui vamos dar dicas sobre como verificar a reputação da sua empresa, o que checar antes de assinar o contrato e como se manter longe de possíveis golpes. Ficou interessado? Então continue lendo!

    Verifique o registro da empresa

    No Brasil, todas as empresas que desejam prestar o serviço de administração de consórcios devem receber a devida autorização do Banco Central. Além de ser o órgão responsável pelo credenciamento das administradoras, o BC também é responsável por fiscalizá-las de maneira constante, a fim de detectar problemas ou inconsistências que possam afetar os consumidores.

    No site do Banco Central é possível verificar, portanto, a lista de empresas que seguem suas obrigações legais e financeiras. E no mesmo link também é possível encontrar um ranking das empresas de acordo com as reclamações recebidas. Por fim, o mesmo site ainda oferece uma lista de quantos consorciados determinada administradora possui, dando uma boa medida de quem são as empresas mais procuradas por quem deseja adquirir um imóvel ou um carro via consórcio.

    Pesquise sobre a administradora na internet

    Como mostramos no item anterior, o próprio Banco Central mantém um ranking de administradoras de consórcio que recebem o maior número de reclamações. No entanto, é possível ir além, investigando a reputação da empresa com a qual você pensa em fechar contrato em outras fontes de proteção ao consumidor. Um exemplo é o PROCON, que compila reclamações fundamentadas de acordo com o estado onde você mora. Em São Paulo, por exemplo, é possível consultar os dados referentes a cada cidade ou empresa pesquisada.

    Também é possível consultar organismos não governamentais. E o exemplo mais popular e bem-sucedido nesse quesito é o Reclame Aqui, alimentado por reclamações realizadas diretamente pelos consumidores que são respondidas dentro da própria plataforma do site por profissionais responsáveis pelas empresas acionadas. Não custa nada fazer uma pesquisa rápida por lá para não se arrepender depois!

    Compare preços e taxas

    A regra básica para se adquirir qualquer bem ou serviço é, antes de mais nada, pesquisar seu leque de opções, comparando preços, taxas e formas de pagamento, certo? E quando o assunto é consórcio, esse passo também não pode ser ignorado. Por isso, vale a pena comparar o que cada uma das administradoras tem a oferecer. Em geral, uma administradora de consórcio pode cobrar 3 taxas diferentes, que obviamente devem entrar na sua conta:

    1. Taxa de adesão: é o pagamento inicial feito juntamente com a assinatura do contrato. Em geral, esse valor corresponde a uma parcela da taxa de administração do consórcio.

    2. Taxa de administração: é a quantia cobrada pela administradora para gerir o consórcio, pagar seus funcionários, lidar com questões burocráticas e, claro, ter sua parte de lucro. Esse valor é cobrado mensalmente, com as prestações do consórcio.

    3. Taxa de reserva: é uma espécie de seguro do consórcio, taxa que pode ser cobrada ou não. É com ela que a administradora pode cobrir imprevistos, como a inadimplência de algum consorciado ou mesmo a desistência de algum participante. O valor acumulado referente normalmente é rateado entre os cotistas ao fim do período do contrato.

    A Rodobens Consórcio não cobra taxa de adesão e de reserva.

    Leia o contrato com o máximo de atenção

    O contrato é o documento mais importante para garantir que todas as partes tenham ciência de seus deveres e direitos. Afinal, após o aceite que você, de fato, se compromete em fazer parte de um consórcio. Isso sem contar que é a principal fonte da sua segurança jurídica. Os preços e as taxas do consórcio sobre os quais falamos no item anterior são discriminados no contrato. Mas também existem outros tópicos que merecem a sua atenção. São eles:

    Lances

    Os lances funcionam como maneiras de encurtar o caminho do consorciado até sua carta de crédito. Em linhas gerais, podemos dizer que eles são pagamentos adiantados das mensalidades, com o propósito de aumentar as probabilidades de contemplação no consórcio. Seu contrato deve apontar se esse tipo de ação é possível e exatamente em quais condições.

    Multas

    Atrasar mensalidades nunca é uma boa ideia, pois, além de prejudicar todo o andamento do consórcio (afinal, estamos falando de um modo de poupança em que a união faz a força), pode gerar a cobrança de multas e, em casos mais graves, a própria rescisão do contrato. Por isso, esteja atento quanto aos valores cobrados em relação à inadimplência e às demais sanções que esse tipo de desvio pode acarretar.

    Consorciados

    O contrato do consórcio deve indicar quantas pessoas participarão dessa poupança. Isso é importante por um motivo simples e direto: quanto mais consorciados, maior a concorrência nos sorteios, mas também pode aumentar o número de contemplados no grupo. Além disso, um número grande de consorciados pode significar que uma única inadimplência, por exemplo, terá menor impacto no fundo de reservas total.

    Prazos

    O prazo mais importante é, claro, o de duração do consórcio — em quantos meses você deve cumprir o pagamento total da sua cota? Mas também existem outras datas a que você deve ficar atento, como em quanto tempo você terá a carta de crédito liberada ao ser contemplado e em quantos dias, após o fim do prazo do consórcio, receberá o reembolso do fundo de reserva — se for o caso.

    Agora que você já sabe quais cuidados tomar para contratar uma administradora de consórcio, chegou a hora de preparar suas finanças para lidar com a compra do seu bem! Descubra como ter disciplina financeira para investir em um imóvel ou em um carro!

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