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    Entenda as diferenças entre os tipos de empréstimos

    Posted by Rodobens on Julho 2017

    As contas apertaram, você precisa realizar um investimento ou lidar com uma situação não prevista mesmo na sua reserva de emergência? Então vai precisar de crédito. Nessas horas, um empréstimo pode ser tornar uma boa opção. O problema é que um empréstimo é, antes de tudo, uma dívida e, portanto, deve ser escolhido com cuidado, levando em conta juros e formas de pagamento.

    Pensando nisso, listamos os principais tipos de empréstimos suas vantagens e riscos. Confira!

    Empréstimo Pessoal

    Mais comum entre os tipos de empréstimo, a tomada de crédito pessoal é feita diretamente com um banco após uma rápida análise de crédito  o dinheiro é liberado em até 24 horas.

    A vantagem dessa modalidade é a sua disponibilidade e agilidade. No entanto, os juros são considerados altos e, portanto, só deve ser utilizado em emergências que exigem liquidez praticamente imediata.

    Empréstimo Consignado

    Esse tipo de modalidade também é conhecida como “empréstimo com desconto em folha”, já que o seu pagamento é realizado diretamente na folha de quem toma o empréstimo. Os juros são baixos, mas ele só está disponível para aposentados ou pensionistas.

    Além disso, ele não é flexível: como seu valor é descontado diretamente na folha, ele não pode ser suspenso em caso de outras emergências.

    Cheque Especial

    O cheque especial é atrativo porque se baseia em crédito pré-aprovado. Ou seja, ele só está ali esperando para ser utilizado em momentos de emergência. O problema é que essa facilidade é acompanhada por uma das taxas de juros mais altas do mercado, com uma média de 330% ao ano.

    O perigo, portanto, é fazer com que um pequeno empréstimo acabe se tornando uma dívida impagável no médio e longo prazo.

    Rotativo do Cartão de Crédito

    Outro tipo de empréstimo que atrai pela disponibilidade. Com o próprio cartão você adquire crédito rápido e ainda pode parcelar a dívida em longos prazos. Mais uma vez, o problema está nas taxas de juros, que são altíssimas, em especial para quem opta pelo pagamento mínimo.

    Aliás, a regra para esse recurso mudou: agora, só é possível realizar esse procedimento por um mês e, depois, é preciso pagar todo o valor, ficar inadimplente ou tentar um refinanciamento com a operadora do cartão de crédito.

    Refinanciamento de imóvel

    Nesse tipo de empréstimo, o cliente utiliza o seu próprio imóvel como garantia de pagamento. Seus juros são muito baixos e o pagamento pode ser realizado em longo prazo, chegando até 10, 15 ou 20 anos. No entanto, o procedimento é burocrático e tem custos como da vistoria do imóvel. Além disso, o risco claro é de o cliente perder o seu patrimônio para o banco caso não consiga quitar sua dívida.

    Antecipação de pagamentos

    A antecipação pode ser realizada levando em conta a restituição do Imposto de Renda ou o pagamento do 13º salário. Como a instituição financeira tem uma garantia sólida, os juros cobrados tendem a ser baixos, mas é preciso ter planejamento, já que você terá que abrir mão, futuramente, dos recursos da restituição ou do 13º — que, sabemos, são de grande ajuda para o orçamento da família.

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