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    Fluido do radiador de carro: qual é a hora de trocar e completar?

    Posted by Rodobens on Fevereiro 2017

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    Ao contrário do que muita gente ainda pode pensar, carro não precisa só de gasolina para rodar. A verdade é que, para garantir a durabilidade dos componentes e a segurança tanto do veículo como dos passageiros, são vários os cuidados que devem ser tomados no dia a dia. Por pura falta de informação, por mera distração ou por negligência mesmo, há sim quem deixe de cuidar desses detalhes simples que, se não forem conferidos de maneira adequada, podem causar sérias dores de cabeça.

    Você faz parte desse grupo? Então que tal começar pelo radiador de carro, um dos dispositivos mais importantes do conjunto mecânico, sem o qual nenhum veículo refrigerado a água pode rodar? Entenda pelo menos o básico sobre seu funcionamento neste post e descubra quando é o momento certo de trocar o fluido! Vamos lá?

    O que o radiador de carro faz?

    Assim como acontece com qualquer organismo vivo, os motores dos carros precisam de algum mecanismo que abaixe sua temperatura, permitindo que se mantenham em funcionamento. No caso dos motores refrigerados por água, que hoje equipam basicamente todos os carros novos, o dispositivo responsável pelo arrefecimento é o radiador. Como o próprio nome já sugere, essa peça radia para o ambiente externo o calor produzido pela queima do combustível, promovendo então o resfriamento da máquina.

    A água é o elemento responsável pela troca de calor entre o motor e o ambiente, percorrendo um circuito fechado que tem, por um lado, o motor, de onde retira o calor, e, por outro, o radiador, a partir de onde a energia térmica é transferida para o exterior. Quando o carro está em movimento, o ar recebido pela frente é direcionado para o radiador, retirando dali o calor acumulado na água.

    Essa transferência de energia também pode ser auxiliada pela ventoinha do radiador, que atua quando as temperaturas estão muito elevadas — como acontece quando o carro está parado. Aliás, você já deve ter notado o barulho de uma espécie de ventilador em funcionamento quando o carro não está em movimento, certo? Pois é exatamente a ventoinha atuando!

    Qual a função do fluido?

    Tudo bem que a água é um refrigerante natural por excelência. Mas ela tem características químicas e físicas que tornam apropriado o auxílio de um aditivo que, misturado ali no radiador, melhora o desempenho do sistema de arrefecimento. É justamente essa a função que o fluido cumpre.

    Preenchendo a metade do radiador com fluido e a outra metade com água, o resultado é uma solução com ponto de ebulição mais elevado, o que melhora a capacidade de resfriamento. Além disso, o aditivo ainda abaixa o ponto de congelamento da água para menos de 0°C, o que é bem interessante para os carros que circulam em regiões de clima mais frio — como ocorre no sul do país, durante o inverno, por exemplo.

    Isso sem contar que essa mistura também protege o sistema de arrefecimento contra corrosão e corrige outras características da água pura que podem acabar causando danos ao motor e a outros sistemas existentes no carro.

    Quando trocar o aditivo?

    Geralmente, a recomendação das montadoras é para que o aditivo seja trocado em intervalos de 30 mil quilômetros ou de 12 em 12 meses. A razão da escolha entre a quilometragem rodada e o tempo acontece porque, como grande parte dos produtos químicos, o aditivo tem prazo de validade. Isso significa que, mesmo que o carro rode menos que 30 mil quilômetros, é preciso providenciar a troca.

    Mas atenção: é sim possível que o fabricante recomende trocas em intervalos diferentes ou que use aditivos conhecidos como long life, que dispensam troca frequente. Por isso, antes de mais nada, é importante consultar o manual do proprietário para saber exatamente quando a substituição precisa ser feita.

    Tudo bem trocar no posto?

    Quando entramos em um posto de gasolina, é muito comum que o frentista ofereça o aditivo ou sugira a troca, não é mesmo? O problema é que essa substituição não é uma tarefa tão simples, que pode ser feita por qualquer um e em qualquer lugar. Como a necessidade é de fazer a substituição completa do líquido de arrefecimento, o procedimento deve ser realizado em uma oficina especializada, com profissionais devidamente capacitados.

    Entenda melhor: a troca é relativamente complexa e exige conhecimento pelo fato de existir uma válvula termostática que atua de acordo com a temperatura do motor, podendo reter parte considerável do líquido antigo. Melhor se prevenir, indo ao lugar certo, que remediar e ter que lidar com maiores dores de cabeça depois, não concorda?

    Qualquer aditivo vale?

    Como qualquer produto, os aditivos para radiadores têm qualidade variada. Além disso, há recomendações específicas dos fabricantes para determinados produtos. Por essas e outras, seja para completar ou para fazer a troca completa, procure seguir as orientações do seu mecânico de confiança ou, claro, do manual do proprietário.

    E quando só completar?

    A rigor, o sistema de arrefecimento do motor é formado por um circuito fechado, o que significa que o fluido que percorre seu interior não deveria baixar em momento algum. Aliás, na maioria das vezes, a necessidade de completar a água, como sugerem os frentistas, é um sinal de que alguma coisa não vai bem no sistema e que, provavelmente, há algum vazamento.

    Nesse caso, você deve procurar um mecânico com urgência, considerando que a falta de líquido no sistema de arrefecimento leva o motor a trabalhar em temperaturas acima daquelas para as quais ele foi projetado. Na melhor das hipóteses, essa condição pode levar a danos menores, com prejuízo para o desempenho e para a durabilidade do conjunto. Na pior, o motor pode fundir.

    Mas há situações em que o problema não é tão grave. Releve pequenas variações, uma vez que podem ser decorrentes de problemas também menores — como a tampa do radiador que está mal posicionada ou mesmo o reservatório que não foi adequadamente fechado, o que permitiria o vazamento de parte do líquido. Nesses casos, o fluido pode ser completado, preferencialmente com a mesma marca anteriormente usada. Contudo, se o problema persistir, não espere muito para ir até o mecânico.

    Mas qual é o nível ideal?

    Como os carros de antigamente não possuíam os reservatórios de água existentes nos veículos modernos, conferir o nível do líquido no radiador era uma tarefa de estimativa. Nesse caso, retirava-se a tampa do radiador para, com base no famoso olhômetro, constatar se havia água suficiente ou não.

    Hoje, essa tarefa é bem mais simples. Afinal, no reservatório de água há 2 marcas que indicam o máximo e o mínimo de líquido que deve haver no sistema. Cuidando para que ele esteja sempre entre esses indicadores, tudo estará bem com seu carro no que diz respeito ao sistema de arrefecimento.

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