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    9 dicas para montar um orçamento doméstico

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    Se fazer com que o dinheiro dure até o final do mês já é uma grande batalha, imagine fazer com que ele sobre para que você consiga realizar alguns sonhos! Quer comprar um carro novo, sair do aluguel ou fazer aquela viagem de férias sem se preocupar com os gastos? Pois saiba que é possível sim, desde que você tenha organização e disciplina com seu orçamento doméstico.

    Aliás, já vale adiantar que orçamento é o dinheiro disponível para pagar as contas. Mas isso não significa que tenha que ser todo o dinheiro que você ganha, viu? Você pode destinar uma parte dessa renda a outros investimentos, ficando preparado para qualquer emergência.

    Neste post, vamos ajudá-lo a começar a colocar as coisas nos eixos, montando um impecável orçamento doméstico. Preparado? Então confira!

    1. Identifique as despesas

    Você sabe de cor quanto você ganha ao longo do mês, certo? Mas e quanto gasta? Será que você sabe exatamente como usa sua renda? Identificar quais são suas despesas deve ser a primeira medida para colocar o orçamento doméstico em dia.

    Comece pelas mais óbvias, como energia, água, aluguel e prestação do carro. Depois, passe para as menos notáveis, como o cafezinho na padaria que você toma todos os dias de manhã ou aquela revista quinzenal que compra na banca ou a saída com os amigos nos finais de semana. Seja qual for sua rotina, é importante identificar cada gasto que a compõe.

    2. Categorize seus gastos

    Depois de terminar a lista de despesas, agrupe-as em categorias maiores para poder perceber para onde seu dinheiro está indo. Você pode ter categorias chamadas, por exemplo, de:

    • despesas domésticas;
    • alimentação — para as refeições feitas fora de casa;
    • combustível;
    • gastos supérfluos.

    Procure saber quais são as despesas fixas, aquelas que você tem todos os meses, e as despesas variáveis, como a conta do cartão de crédito, por exemplo. Em geral, as variáveis são as que mais consomem seu orçamento, pois nelas estão concentrados os gastos desnecessários. Mas isso não significa que você não pode economizar nas despesas fixas também, ok? Falaremos sobre isso mais adiante.

    3. Parta para o controle

    O descontrole financeiro acontece justamente porque a tendência é acharmos que é possível manter tudo organizado só na memória. Entretanto, faça um exercício rápido agora: analise a semana que se passou e tente pensar em como gastou seu dinheiro. Mais difícil do que imaginava, não é mesmo? Por isso, o melhor a fazer é escolher um método de controle.

    Você pode fazer um controle manual, em um caderno mesmo, anotando todas as suas despesas diárias. O único problema, nesse caso, é que contar com a memória e se comprometer a anotar tudo, todos os dias, pode ser um pouco arriscado. Afinal, você com certeza tem outros afazeres. Então como resolver?

    Uma alternativa bastante viável é usar planilhas eletrônicas para lançar as receitas e despesas. Com elas, você pode criar fórmulas e obter saldos, somatórios e outros resultados que ajudarão a identificar mais facilmente suas despesas, por meio de gráficos de consumo, por exemplo.

    Existe ainda a possibilidade de usar um aplicativo para o controle do orçamento doméstico. Hoje em dia, várias empresas oferecem serviços (tanto gratuitos como pagos) para esse fim, com apps que podem ser acessados pelo computador ou pelo smartphone. E o melhor é que você pode atualizar seu controle em tempo real, reduzindo as chances de se esquecer de algum lançamento!

    4. Envolva a família inteira

    Você está realmente disposto a começar a controlar seus gastos? Ótimo! Só com isso, uma etapa muito importante já foi superada. Entretanto, se sua família não entrar na mesma vibração, toda sua disposição pode não adiantar de nada. Nessa fase de controle, portanto, é preciso envolver a casa inteirinha!

    Faça reuniões familiares periódicas e busque o engajamento de todos. É importante que eles participem da escolha da forma de controle e da identificação das despesas. Também é bom que todos tenham acesso ao controle, para acompanhar seu andamento sempre que quiserem. O segredo está em tratar o assunto com entusiasmo, fazendo com que entendam que é uma prática boa e não uma obrigação, tática que vai levar à conquista de sonhos importantes e ao alcance de uma qualidade de vida melhor.

    5. Projete seu fluxo de caixa

    O fluxo de caixa nada mais é que o controle das entradas e saídas mensais, servindo como um termômetro para saber a quantas anda sua conta bancária. Com base nas despesas fixas e variáveis, você pode prever quanto gastará mês a mês, bem como quanto tem de dinheiro disponível para pagar as contas.

    Se ainda não for possível economizar, você vai saber ao menos quando será possível começar a fazê-lo, pois o fluxo de caixa sinaliza sobras no orçamento. A partir daí, poderá pensar nos sonhos a realizar e no respectivo planejamento para isso!

    6. Tenha metas financeiras

    Metas são o reflexo do seu desejo de organizar e controlar o orçamento doméstico de forma mais eficiente. Elas ajudarão a identificar onde é possível reduzir gastos e, assim, gerar um maior acúmulo de capital para que você possa buscar seus objetivos.

    Se sua conta de energia mensal normalmente é de 250 reais, você pode estabelecer a meta de reduzi-la para 200 reais, adotando para isso algumas melhores práticas de consumo, por exemplo. Caso os gastos com as saídas de fim de semana estejam consumindo seu orçamento, você pode optar por ir a lugares mais baratos ou reduzir a frequência.

    Acredite: pequenas medidas como essas podem se tornar o grande diferencial entre você ver seus sonhos saindo do papel ou continuar querendo muito alguma coisa, só que sem conseguir. E nada de desistir caso não consiga mudar seus hábitos no primeiro mês, combinado? Estabeleça um prazo um pouco maior para essa transformação! Que tal uma meta inicial de 3 meses?

    7. Defina também metas coletivas

    Já que falamos em envolver a casa toda, a família também deve participar dessa etapa. Algumas pessoas, especialmente crianças e adolescentes, tendem a se sentir distantes da prática do planejamento. E isso pode fazer com que suas decisões tomem o rumo contrário dos demais objetivos familiares.

    Para envolver todos, portanto, faça a família se enxergar como um time. Todos juntos devem, assim, ajudar a reduzir as contas da casa! Nesse cenário, quando um falha, o outro pode ajudar a lembrar. Dessa maneira, todos absorvem hábitos financeiros saudáveis, levando esse aprendizado pela vida afora.

    Mas atenção: é importante reconhecer o papel de cada membro da família perante o todo. Crianças, adultos, pais, filhos, primos, avós: quem divide o mesmo teto deve estar engajado no resultado, sabendo que sua pequena economia pode se transformar em um grande resultado quando somada aos esforços dos demais.

    Da mesma forma, não se esqueça de parabenizar aqueles que alcançarem suas metas. Dê um jeitinho de comemorar sem gastos extras! É possível, por exemplo, fazer um quadro artesanal com a foto do campeão do mês, celebrando a vitória de quem conseguiu acompanhar (ou até superar) suas metas. Você verá o efeito positivo que isso trará, com todos desejando ter seu próprio momento de sucesso!

    8. Ouça todos em casa

    Para que todos sintam que pertencem ao projeto e que também estão incluídos nos sonhos e planos familiares, nada de só dar ordens! Pergunte, consulte e combine cada ação com os outros. Imagine como seus familiares vão se sentir se você estabelecer que os banhos devem durar, no máximo, 5 minutos? Chato, não concorda?

    Assim, antes de tomar qualquer decisão, converse com todos para que cheguem a um ponto de equilíbrio. Se as metas não agradarem, tornando-se inviáveis antes mesmo de começar, pode saber: você já está caminhando para o fracasso. Quer uma sugestão? Estabeleça cronogramas de reunião e avaliação de resultados. Reúna todos para, por exemplo:

    • definir as metas do período — seja o mês, a quinzena ou a semana;
    • avaliar o resultado de cada um e da família toda;
    • revisar o mês anterior, montar o próximo orçamento e estabelecer novas metas.

    Sabendo que o assunto é sério e que terá continuidade, pode ter certeza: todos vão se comprometer muito mais.

    9. Transforme o sonho em dever

    Você agora deve estar aí se perguntado: mas como assim dever? É simples: temos o costume de ver nossos sonhos como inalcançáveis. Porém, a verdade é que, quando nos comprometemos a conseguir algo, tudo é possível.

    Se você quer tirar aquelas férias de fim de ano em Cancún, planeje-se para isso! Coloque-as como uma obrigação no seu orçamento, como se fosse uma conta já feita, que você tem que pagar a qualquer custo. Pense no consórcio como uma alternativa para realizar essa viagem. Pode até ser que esse ano não seja possível viajar, mas, com certeza, você terá suas férias garantidas, sem se preocupar em ter que pagar as despesas depois de voltar!

    Como você pode ver, manter o orçamento doméstico em dia só depende de você e do seu comprometimento em atualizá-lo e em conscientizar toda a sua família de que essa é uma meta para todos, a fim de que os sonhos de cada um sejam realizados. Conforme todos em casa forem mudando os hábitos, ficará muito mais fácil deixar de tomar aquele café diário na padaria para comprar a bicicleta que você tanto quer e ter uma vida mais saudável.

    Lembre-se de que, no mundo das finanças, tudo é uma questão de escolhas e priorização. Portanto, liste seus sonhos, classifique-os em ordem de importância e comece a se planejar para realizá-los!

    Pronto para dar o pontapé que faltava para montar seu orçamento doméstico, seguir e garantir o sucesso de suas finanças? Aliás, quer fazer ainda melhor? Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e aproveite para trocar uma ideia com seus amigos e, de repente, se entusiasmar ainda mais com a nova fase financeira da sua vida!