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    Os principais passos para comprar um carro novo

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    Eventualmente, em algum momento da vida, comprar um carro novo acaba entrando para a lista de prioridades de quem quer adquirir uma maior autonomia seja na vida pessoal ou na profissional. E especialmente por se tratar de um bem de consumo durável, com o qual a pessoa ficará por pelo menos alguns anos, o automóvel deve ser escolhido com cuidado. Planejamento financeiro, forma de pagamento, tipo de veículo, gastos com manutenção e expectativa de revenda são só alguns dos pontos que o comprador deve colocar na ponta do lápis antes de se decidir. Quer fazer a escolha certa? Então confira no post de hoje os principais passos para se adquirir um automóvel zero quilômetro! Acompanhe!

    Planejamento financeiro

    Quem quer comprar um carro deve se planejar financeiramente para garantir a saúde do seu orçamento. E esse primeiro passo é especialmente importante se você pretende optar por uma forma de pagamento parcelada, tomando cuidado para que as prestações não pesem no bolso e, assim, consiga honrar o compromisso assumido. É simples: se você tem consciência da própria condição financeira, pode programar a compra do bem sem que venha a correr o risco de o sonho se transformar em um pesadelo no futuro.

    Percurso

    Para começar a se planejar, você pode pensar em 3 aspectos: o ponto de partida, o caminho e o ponto de chegada. Achou complicado? Calma, porque vamos explicar. O primeiro marco diz respeito à sua real situação no momento, que abrange idade, salário, cargo, estágio de vida familiar, formação educacional e o que mais achar relevante para o contexto. Ao fazer esse exercício de autoconhecimento, você saberá qual é seu nível atual de vida, podendo, a partir desse cenário, realmente se planejar para comprar um carro novo.

    Prestação

    O ideal é que a prestação do veículo não ultrapasse os 30% do seu salário. E por falarmos em renda, é interessante que você se programe com base no dinheiro que de fato ganhará e não em possibilidades que possam ou não se concretizar — como promessa de aumento salarial ou de melhoria de cargo. Além disso, faça suas contas a partir da sua renda líquida, já devidamente descontada de previdência, FGTS, plano de saúde e assim por diante.

    Escolha

    Conforme o tipo de uso do veículo, um prazo de pagamento longo demais pode significar que o carro não estará em tão boas condições de uso quando for quitado por completo. Por essa razão, é importante escolher um modelo que atenda suas necessidades durante todo o período de pagamento das parcelas. E por falarmos em quitação, não se esqueça do ponto de chegada da sua jornada de compra. Você deve imaginar como estará seu veículo no fim do pagamento, tanto no que diz respeito à mecânica e à estética quanto ao preço de mercado para uma possível revenda.

    Consórcio

    Por mais que o roteiro de planejamento financeiro para a aquisição de um automóvel zero quilômetro possa parecer muito exigente, ele é fundamental para garantir uma compra segura e sem estresse. Pense bem: quando você se programa para alcançar seu objetivo, reduz os imprevistos e, assim, toma as rédeas do processo. Nesse contexto, há quem prefira juntar o dinheiro necessário em uma aplicação financeira para depois comprar um carro novo à vista. Em outros casos surge a dificuldade de poupar no dia a dia. E é aí que entra o consórcio de carros, como uma forma de a pessoa se comprometer com a formação de uma poupança para a aquisição do automóvel.

    Reajuste

    Tenha em mente que, além da sua própria renda e do tempo de pagamento do bem, outro fator a ser contemplado no planejamento é o próprio valor do veículo. Quem pretende poupar para depois realizar a compra deve considerar alguns aspectos econômicos que podem aumentar o valor final do bem e, consequentemente, a necessidade de dinheiro para a aquisição. É o caso da inflação, por exemplo. Assim, um carro popular 1.0 que hoje custa 35 mil reais pode, daqui a 5 anos, passar a custar mais de 40 mil. Por isso, é essencial reavaliar seu planejamento financeiro de tempos em tempos para adequá-lo às condições do mercado automotivo e da economia em geral.

    Principais gastos

    Engana-se quem pensa que comprar um carro novo envolve somente o preço do veículo. Afinal de contas, a posse de um automóvel traz consigo outros gastos embutidos. Por isso, quando for realizar seu planejamento financeiro, considere também as despesas que vão além da parcela do bem.

    Obrigação

    O emplacamento é um dos gastos iniciais do comprador com um carro novo. Em seguida, surgem os custos com licenciamento anual, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT). Vale lembrar que esses 3 últimos gastos são anuais e obrigatórios, sob risco de multas em caso de negligência.

    Seguro

    Depois das obrigações legais, o condutor ainda tem a opção de adquirir um seguro privado para seu novo carro, a fim de se prevenir contra colisões, incêndios, roubos e furtos, além de oferecer proteção para terceiros no caso de acidentes. É bem verdade que, embora seja prudente ter um seguro veicular, esse custo é opcional.

    Uso

    Os demais gastos com um automóvel têm a ver com o uso em si do bem. Você terá que desembolsar valores referentes a combustível e estacionamentos, por exemplo. Mas como grande parte dos carros novos são flex, permitindo o abastecimento com gasolina ou álcool, você poderá tirar proveito dessa flexibilidade para encher o tanque com o combustível mais barato no momento. De modo geral, lembre-se de que é vantagem abastecer com álcool quando o preço do litro do etanol for inferior a 70% do preço do litro da gasolina.

    Manutenção

    Outro custo ligado ao uso do veículo é referente à manutenção preventiva. Nesse item, muitos proprietários até tentam economizar, mas exatamente por isso acabam gastando mais que o esperado. Não se esqueça de que, depois de comprar um carro novo, as primeiras revisões são obrigatórias e devem sempre ser feitas nas concessionárias da fábrica, para que o motorista não perca a garantia do veículo.

    Os custos das revisões programadas podem variar entre as montadoras, com algumas cobrando valores fixos e outras faturando conforme os serviços feitos e as peças repostas. Seja qual for o caso, é importante que você confira essas condições no contrato de compra, podendo assim se planejar melhor. Depois de certo tempo, é claro que você terá a liberdade de levar o carro a um mecânico de sua confiança. Mas por mais que os custos de uma oficina multimarcas tendam a ser menores, ainda assim existem! Troca de óleo, substituição de filtros e de pastilhas de freio, alinhamento e balanceamento das rodas e dos pneus são alguns dos itens que fazem parte da manutenção do veículo, muitos variando conforme a quilometragem, o tempo ou as condições de uso.

    Depreciação

    Por fim, um custo indireto relativo à compra de um carro novo é a depreciação. Simplesmente ao tirar o automóvel da concessionária você já tem uma perda de 10% a 25% no valor de mercado do bem. A depreciação é mais acelerada nos 3 primeiros anos de uso do carro, sendo que a partir desse período o ritmo de queda no preço tende a diminuir. De toda forma, seja qual for o veículo comprado, a redução no valor é regra no mercado automotivo.

    Como você pôde perceber, não é à toa que muitos dizem por aí que ter um carro é quase como possuir outra família: ao mesmo tempo em que proporciona inúmeras alegrias, demanda atenção e envolve despesas!

    Formas de pagamento

    Agora que você já está ciente dos custos de se ter um automóvel e continua interessado, pode passar para a busca das melhores maneiras de comprar um carro novo! Saiba, então, que hoje em dia existem diferentes formar de se pagar um veículo zero quilômetro.

    À vista

    Um dos jeitos mais rápidos de se comprar um carro novo é por meio do pagamento à vista. Nesse caso, o consumidor consegue barganhar preços e, com isso, obter descontos bem vantajosos. Porém, pelo fato de o carro ser um bem durável e de alto valor agregado (consequentemente com preço elevado), não é qualquer pessoa que consegue poupar a quantia total necessária para adquirir um veículo zero de uma só vez.

    Financiamento

    Se você não tem o dinheiro para comprar seu carro à vista, uma alternativa é fazer um empréstimo, seja com um parente ou com uma instituição financeira. Devido ao preço do bem, talvez a alternativa mais viável seja um financiamento, também um empréstimo, mas com destinação específica para o uso do dinheiro tomado no banco. Vale lembrar que, ao fazer um financiamento, o cliente dá o próprio bem como garantia pelo pagamento, por meio da chamada alienação fiduciária. Só fique atento às taxas de juros dessa modalidade, pois muitas vezes o valor total pago pode chegar ao preço de 2 veículos do mesmo modelo.

    Leasing

    Você também pode adquirir um carro novo por meio de contrato de leasing, também chamado de arrendamento mercantil. Nesse caso, um banco ou uma sociedade de arrendamento mercantil adquire o veículo escolhido pelo consumidor, que paga à instituição financeira uma espécie de aluguel pelo uso do automóvel. No final do contrato, o cliente pode devolver o veículo à instituição, ter preferência para comprar o bem ou renovar o acordo. O prazo mínimo do leasing é de 24 meses.

    Consórcio

    Dentre as opções para se comprar um carro novo de forma parcelada, o consórcio oferece a melhor relação custo-benefício. Nessa modalidade de aquisição, várias pessoas se unem em um grupo, administrado por uma empresa especializada, para financiar a compra dos próprios veículos. Em cada assembleia do consórcio (geralmente mensal) são realizados sorteios que contemplam alguns participantes com uma carta de crédito no valor do veículo escolhido na adesão. E quem deseja obter o automóvel de forma mais rápida pode fazer lances, oferecendo o adiantamento de parcelas em troca da antecipação da contemplação.

    O número de carros por sorteio e por lance em cada assembleia é definido no contrato de formação do grupo de consórcio. A vantagem desse tipo de compra é que você pode escolher o grupo que melhor atenda a suas necessidades, especialmente no que diz respeito ao número de meses em que pretende pagar pelo bem e ao valor da parcela. Como a taxa de administração de um consórcio tende a ser bem inferior aos juros de financiamentos bancários, essa modalidade pode ser bem vantajosa.

    Por último, mas definitivamente não menos importante, antes de efetivamente escolher um consórcio e assinar o contrato, você deve pesquisar para encontrar uma empresa consolidada no mercado, capaz de cumprir as condições acordadas e simplificar o processo. Nessa etapa, vale ressaltar que a Rodobens tem mais de 50 anos de experiência no mercado de consórcios, o que demonstra a credibilidade da empresa no segmento. Melhor começar com o pé direito, certo?

    Modelo do carro

    Depois de conhecer os custos e as possíveis formas de pagamento de um veículo zero quilômetro, você deve começar a pensar em alguns critérios para escolher o modelo ideal para suas necessidades e, claro, para seu gosto pessoal.

    Prioridades

    Antes de optar por um carro ou por outro, que tal fazer uma lista do que realmente quer no veículo? Aí você pode conciliá-la com o valor pelo qual está disposto a pagar e com o uso que fará do automóvel. Você faz questão de um carro com câmbio automático ou manual, direção hidráulica ou elétrica, motor 1.0 ou 1.6? Anote os pontos opcionais, os obrigatórios e os desnecessários para conseguir priorizar.

    Propósitos

    Além disso, é importante considerar o uso que fará do carro novo. Sua ideia é usar o veículo para fins de estudo, indo de casa para a faculdade, de trabalho, simplificando a rotina diária até os clientes, ou de lazer, passeando nos fins de semana? Quando for pegar a estrada, vai precisar levar muita bagagem ou não? Ter respostas para essas perguntas é essencial para fazer uma boa escolha na hora de comprar um carro novo. Se o veículo servirá basicamente para levá-lo ao trabalho, um modelo compacto 1.0 já pode bastar. Mas se você terá que fazer viagens, com bagagens e outros ocupantes, um modelo com carroceria sedã pode ser mais indicado, pela maior capacidade no porta-malas.

    Especificações

    No seu roteiro de análise do tipo de carro a escolher, você não só pode como deve incluir itens como motorização, câmbio, direção, combustível, porta-malas, número de portas e cor, dentre outros. Lembre-se de que as montadoras oferecem combinações padronizadas em cada tipo de versão de carro, com valores diferentes. Além disso, alguns acessórios fora de série podem encarecer o veículo, como ar-condicionado, câmera de ré, assistente de partida em rampas, chave com sensor de presença e por aí vai. Volte aí a suas prioridades.

    Revenda

    Ao escolher seu carro novo, mais que simplesmente considerar seu gosto pessoal, você também deve levar em conta a percepção do mercado sobre o modelo em questão. Você pode achar muito bonito um veículo rosa, mas essa escolha por si só pode dificultar bastante a revenda. Por isso, considere essa possibilidade ao decidir sobre as características do veículo novo. Carros com cores tradicionais (como preto, prata e cinza, por exemplo) são mais fáceis de serem vendidos. Nesse caso, às vezes é melhor abrir mão do gosto pessoal para preservar o dinheiro investido na compra do automóvel.

    Recomendações

    Antes de bater o martelo em relação ao modelo, é importante pesquisar para ver o que outros proprietários do mesmo modelo dizem a respeito do carro. Saber se o automóvel consome muito combustível ou se apresenta determinado defeito frequentemente pode sim pesar na sua decisão.

    Linha

    Também é importante pensar 2 vezes antes de comprar um veículo que esteja perto de sair de linha. Se por um lado isso pode significar um desconto no preço, por outro, pode representar dificuldade para encontrar peças de reposição no futuro. Logo, avalie bem esse quesito antes de fazer sua escolha para não ter problemas posteriores com a falta de componentes para seu automóvel.

    Cuidados específicos

    Agora que você já sabe o que precisa levar em conta para comprar um carro novo, é preciso cuidar da negociação do preço em si. Nesse momento, é interessante que você faça uma pesquisa em várias concessionárias para encontrar uma boa relação entre custo e benefício. E acredite: ter a carta de crédito de um consórcio em mãos pode ser um excelente fator de barganha na hora de negociar valores, uma vez que funciona praticamente como um pagamento à vista.

    Busque comparar os valores de várias marcas, sem se comprometer. Se aproveitar uma época de muita oferta no mercado, com poucos consumidores interessados em veículos, poderá obter descontos vantajosos ao comprar um carro novo — afinal de contas, as concessionárias farão de tudo para fechar negócio. E aqui vai uma dica: pode ser uma boa fazer essa maratona de pesquisa quando o mês está perto de terminar e os vendedores estão ansiosos para cumprir suas metas.

    De toda forma, você deve considerar o conjunto da obra e não somente o preço na hora de adquirir seu veículo, ok? Lembre-se de que o barato pode acabar saindo bem caro. Então guarde que, embora veículos da mesma categoria sejam semelhantes (como os populares 1.0), definitivamente não são iguais quanto a desempenho, conforto ao dirigir e consumo de combustível. Por isso, de preferência faça um test drive para experimentar o carro na prática e ver se ele realmente atende a seus anseios. Se sim, talvez tenha chegado a hora de realizar seu grande sonho de ter um carro próprio!

    Mesmo assim, preste atenções às condições do contrato (como revisões, tempo de garantia e assistência técnica) para fazer um negócio seguro e não se arrepender no futuro nem ter surpresas desagradáveis pelo caminho. E atenção: durante o processo de negociação, não se deixe ser pressionado para fechar a compra! Faça tudo com calma, consciente de cada detalhe, para comprar um carro novo com confiança. Afinal, esse bem provavelmente ficará com você por um bom tempo.

    Como você pôde ver, comprar um carro novo passa por várias etapas, desde os custos envolvidos e a forma de pagamento até a escolha do modelo ideal. Assim, reservar um tempo para cada um dos passos necessários para efetuar a compra pode se mostrar muito vantajoso no fim das contas. O peso do arrependimento de ter feito um negócio ruim certamente é muito maior que o esforço empreendido ao gastar algumas horas do seu dia com pesquisas por condições favoráveis de compra.

    Ter um veículo agradável de dirigir, que tenha saído por um preço justo e que seja valorizado no mercado é a recompensa de uma aquisição bem feita. Então não se esqueça: o planejamento financeiro e a pesquisa de condições de pagamento, do tipo de automóvel e do valor do bem são caminhos extremamente úteis para realizar esse objetivo.

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