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    Passo a passo: como usar o FGTS para comprar sua casa própria

    Posted by Rodobens on Março 2017

    Muitas pessoas têm como grande plano de vida a aquisição do imóvel próprio. Mas por mais que trabalhem bastante para atingir esse objetivo, não conseguem guardar dinheiro suficiente na poupança ou não encontram uma proposta interessante de empréstimo bancário que caiba no seu orçamento. Por isso, permanecem no aluguel.

    O que muita gente não sabe, porém, é que é possível usar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar no sonho de comprar a casa própria. Esse recurso pode ser aproveitado tanto para adquirir uma residência pronta como para investir em um imóvel em construção.

    Que tal ver um passo a passo para fazer uso de seu FGTS e comprar um imóvel? Continue acompanhando nosso post!

    Confira se você cumpre os requisitos

    O FGTS nada mais é que um valor mensalmente depositado pela empresa em uma conta aberta em nome do empregado na Caixa Econômica Federal. O benefício foi criado para funcionar como reserva para o trabalhador, a fim de resguardá-lo em casos de emergência. Desde 1998, passou a ser possível usar o dinheiro desse fundo na compra da casa própria. Para isso, o interessado deve cumprir alguns requisitos:

    • ter ao menos 3 anos de lançamentos em sua carteira de trabalho, mesmo que de forma não contínua;

    • não ser promitente comprador ou proprietário de imóvel residencial financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) em qualquer parte do território brasileiro;

    • não possuir imóvel residencial no município onde pretende comprar a propriedade;

    • trabalhar ou residir no município em que o imóvel que pretende adquirir usando o FGTS fica.

    Reúna a documentação necessária

    Se você se encaixa em todos os critérios listados acima, é hora de separar os documentos exigidos para pedir a liberação do dinheiro do FGTS no banco. São eles:

    • a carteira de identidade;

    • o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);

    • a certidão de nascimento;

    • a certidão de estado civil, se for o caso;

    • a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);

    • o comprovante de residência atual — contas de serviços, como água, gás ou luz, por exemplo, com no máximo 3 meses de vencimento;

    • a certidão de matrícula e uma cópia do IPTU do imóvel que deseja comprar.

    Fique atento aos valores

    Embora o FGTS seja uma boa solução para o financiamento da casa própria, é preciso ficar atento ao valor máximo de compra permitido pela legislação. Depois de 3 anos sem atualização, o montante foi ajustado em 2016. Agora, o limite para compra de imóveis com recursos do FGTS em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal é de 950 mil reais. Para os demais estados, o teto estabelecido é de 800 mil reais.

    Conheça os impedimentos

    Além de ficar atento ao valor do imóvel, também é preciso estar ciente de que não é possível usar esse meio para comprar bens comerciais ou um terreno onde já exista uma construção em andamento. Os recursos do FGTS também não podem ser usados para reformar ou ampliar imóveis, tampouco para a compra de materiais de construção. Por fim, o FGTS não pode ser sacado para comprar imóveis de terceiros, incluindo parentes e cônjuges.

    Faça o investimento certo

    Na maioria dos casos, o FGTS é usado por quem está adquirindo a primeira casa própria. Especialmente nesse cenário, por ser um passo importante na vida familiar, os cuidados devem ser redobrados. E se o comprador não tem nenhuma experiência na área imobiliária, é preciso ter mais atenção ainda! Afinal, o valor retido na conta do FGTS é fruto de uma vida de trabalho, devendo ser investido da forma certa.

    Para não errar nesse momento crucial, fique atento, só fechando a compra depois de uma boa avaliação da sua vida financeira. Pense bem: mesmo com o crédito do FGTS, é bem possível que seja necessário completar o valor do imóvel — como falaremos mais para frente.

    Nesse momento de procura, busque corretores sérios, de preferência com indicação de pessoas de confiança e conferência da reputação em Procons e sites especialistas em defesa do consumidor — como o Reclame Aqui. Não se esqueça de que toda imobiliária precisa ter autorização do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI) para atuar. E se o imóvel ainda estiver em construção, cheque também a confiabilidade da construtora.

    Independentemente do que escolher, avalie pessoalmente o imóvel pretendido. Verifique se a metragem realmente vai atender às demandas da família, converse com possíveis futuros vizinhos para entender a dinâmica e a segurança do bairro, além de avaliar acessos a serviços, como bancos e supermercados.

    Por fim, se seu objetivo for obter uma renda com o imóvel, procure se informar sobre o contexto e as perspectivas do mercado imobiliário, como valores de aluguel, nível de demanda no bairro e a presença de planos para a melhoria da infraestrutura de serviços da região, como novas linhas de metrô ou a construção de centros comerciais.

    Prepare-se para a vistoria

    Após fazer sua vistoria pessoal no imóvel, é preciso seguir com as checagens oficiais. Nesse ponto, a Caixa Econômica precisa designar um engenheiro ou arquiteto para fazer uma vistoria e avaliar as condições do bem. A documentação do imóvel é exigida, uma vez que o SFH estipula limites de valor para a compra por região, conforme falamos acima. Também é verificada a existência de dívidas com a prefeitura, o estado ou a União. E isso vale tanto para o proprietário atual quanto para o comprador.

    Após a realização desses passos, é possível fazer a solicitação da liberação dos recursos. Aqui temos um último ponto de atenção: a instituição financeira só faz a liberação do dinheiro diretamente para o vendedor da propriedade, para garantir que não ocorram fraudes e a quantia não seja usada para outros fins.

    Financie o restante do valor

    Muitas vezes, o valor do imóvel é maior do que a pessoa tem no FGTS. Nada impede, contudo, que o trabalhador faça a compra usando o fundo para quitar uma parte e financiando o que faltar. A dica é usar todo o saldo possível do FGTS como entrada no pagamento, a fim de diminuir seu saldo devedor e, com isso, reduzir também o valor das parcelas e o tempo do financiamento.

    Aqui também é preciso ficar atento: verifique as taxas de juros e os índices financeiros usados para os reajustes, além de também procurar se informar sobre a possibilidade de um consórcio. Com todas as informações sobre as alternativas em mãos, é só pesar qual é financeiramente mais interessante!

    E então, interessado em usar seu FGTS para comprar seu imóvel próprio? Ficou com alguma dúvida? Deixe seu comentário!

     

     

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