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    Planejamento financeiro: 5 dicas para jovens se organizarem

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    Quando entramos em uma faculdade e nos inserimos no mercado de trabalho é que começamos a lidar com nossas próprias finanças. Mas como lidar com mais esse desafio em uma fase já naturalmente tão complexa? Como não trocar as mãos pelos pés quando o assunto é planejamento financeiro no começo da vida adulta? Nesse quesito, a falta de experiência pode sim fazer com que os ganhos dos jovens, geralmente já bastante restrito, acabe se perdendo por pura falta de controle orçamentário. Então o que fazer?

    Neste post, vamos mostrar não apenas como fazer para, mesmo ganhando pouco, fechar as contas no azul no fim de cada mês, mas ainda que caminho seguir para conseguir planejar investimentos de médio e longo prazos. Ficou interessado? Então acompanhe!

    1. Liste seus gastos

    O primeiro passo para fazer um bom planejamento financeiro é conhecer seus próprios gastos de forma precisa. Para isso, tenha sempre à mão um caderno ou use um aplicativo para anotar cada despesa do seu dia. Registre todas as saídas de dinheiro e organize os custos de acordo com sua natureza — como alimentação, transporte, lazer e estudos.

    Essa ferramenta será importante para que você consiga visualizar as áreas da sua vida em que você está gastando dinheiro demais e que podem, portanto, ter o desperdício reduzido. Esse acompanhamento também servirá de base para que você faça uma previsão de custos para os próximos meses, inclusive estimulando metas de melhoria para sua situação financeira.

    Também não se esqueça de controlar seus ganhos, seja a bolsa do estágio, seu salário, os recebimentos por serviços freelance ou até mesmo aquela ajudinha que seus pais ainda te dão para ajudar a pagar as contas. É isso mesmo: com simples anotações você consegue ver o caminho que o dinheiro faz quando entra e sai da sua conta, podendo pensar em mudanças positivas para seu bolso!

    2. Defina algumas metas

    Sabendo como está sua situação financeira atualmente, você já tem condições de planejar o cenário para o futuro. Comece definindo metas de corte de despesas no curto prazo e, em seguida, estabeleça um objetivo de poupança para os próximos meses e anos.

    Suas metas podem começar com o pagamento da festa de formatura sem precisa fazer dívidas, comprar o primeiro carro ao se formar ou mesmo iniciar uma poupança para eventualmente garantir sua aposentadoria. O importante é que as metas sejam factíveis e possam ter seu cumprimento acompanhado ao longo do tempo.

    Trace também quais serão as estratégias e práticas que pretende adotar para atingir esses objetivos. Vai economizar em lazer, começar uma poupança ou entrar em um consórcio de longo prazo? Com tudo isso no papel, os sonhos começam a ganhar forma e, com isso, sua motivação para dar prosseguimento aos planos vai às alturas!

    3. Invista no crescimento

    Você conta com a ajuda de parentes para garantir parte da renda? Pois precisa começar a trabalhar de forma mais séria para conseguir se manter com as próprias pernas! Para alcançar esse objetivo, sua segurança financeira deve acompanhar seu crescimento profissional.

    Investir na carreira é, sobretudo, apostar em educação e capacitação. Então procure por uma faculdade ou por um curso técnico a fim de aumentar suas chances no mercado. Antes de mais nada, porém, entenda que esse investimento deve caber no seu orçamento atual! Para isso, vale contar com as instituições públicas ou, no caso do ensino privado, buscar bolsas e financiamentos estudantis.

    O importante é entender que procurar por qualificação constante não é um custo, mas sim um investimento na sua profissão e nos seus rendimentos. Não tenha dúvida de que esse sacrifício logo se pagará!

    4. Reveja hábitos de consumo

    Não tem como fugir: para que o planejamento financeiro dê certo, é preciso cortar custos. Isso não significa, entretanto, que é preciso diminuir sua qualidade de vida — como deixar de fazer programas de lazer. Na verdade, trata-se de conseguir organizar os hábitos de consumo, acessando serviços e produtos que realmente se encaixam no orçamento.

    E esse processo pode ser muito menos doloroso do que você imagina, viu? Para isso, nada de pular etapas. Comece por pequenos hábitos. Optar por diminuir as refeições fora de casa, em restaurantes da faculdade ou lanchonetes perto do serviço, por exemplo, já traz grandes impactos para as finanças. Afinal, levar a comida de casa é muito mais barato. Isso sem contar que pode ser uma boa maneira de conseguir desenvolver seus dotes culinários!

    Trocar o uso diário do carro pelo transporte público ou apostar em caronas solidárias é outra maneira de aliviar o orçamento. Da mesma forma, procure compartilhar alguns custos comuns entre colegas da mesma idade, como a compra de material didático para a faculdade. Você também pode começar a procurar por opções de lazer e entretenimento oferecidas gratuitamente ou a baixo custo na sua cidade, como teatros, cinemas, praças e parques que oferecem programação de qualidade e muito mais em conta do que o preço de uma entrada para o cinema no shopping.

    5. Poupe e invista

    Todo seu planejamento financeiro só fará a diferença se você conseguir, no final do mês, quitar todas as contas e despesas pessoais, ainda ficando com um pouquinho de dinheiro como reserva. Como falamos, a proporção de quanto dos seus ganhos deve ser destinado à economia deve ser definido como uma meta prévia. Essa reserva pode ter destinos claros: poupança para servir de reserva de emergência ou investimento para gerar ganhos futuros.

    Ao contrário do que você deve estar pensando, os investimentos não são luxos só para ricos! Na realidade, eles não só podem como devem ser feitos mesmo por quem ganha pouco. Para isso, existem alternativas mais baratas e acessíveis. Um bom exemplo é o consórcio. Nessa modalidade, você faz uma poupança conjunta pagando pequenas mensalidades, sendo o tempo do consórcio e seu objetivo definidos de antemão — 5 anos para comprar um imóvel ou 3 para um carro, por exemplo. O importante é que o consórcio não exige nenhuma entrada, não conta com juros sobre suas parcelas e é um gasto previsível, podendo ser equacionado dentro do seu orçamento.

    Também vale a pena começar a pensar em uma previdência privada. Afinal, quanto mais cedo você começar a contribuir, menor será o peso da parcela nas suas finanças. E há outras opções que também podem estar ao alcance dos jovens, como a entrada em um grupo de investimento ou mesmo investir em um pequeno negócio próprio. A propósito, sabia que hoje existem microfranquias que podem ser compradas com preços bastante acessíveis?

    E aí, gostou de saber como fazer um planejamento financeiro na juventude? O que acha então de compartilhar este post para seus amigos em suas redes sociais?