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    Quais as diferenças entre consórcio e financiamento ao comprar sua casa própria

    Posted by Rodobens on Maio 2015

    Um dos grandes sonhos de todo brasileiro é conseguir a casa própria.

    Esta cultura se reflete até mesmo nos números do IBGE. 

    Segundo o Censo de 2010, 3 entre 4 brasileiros são proprietários (ou parte da família) de suas próprias residências.


    E mesmo com o atual movimento de redução na oferta de crédito bancário, ainda é possível materializar essa conquista e ampliar ainda mais esse percentual.

    A questão é saber qual caminho trilhar para se chegar a esse alvo: consórcio ou financiamento imobiliário?

    Neste artigo você saberá, de uma vez por todas, qual a melhor estratégia para adquirir seu apartamento ou casa própria! Descubra as diferenças entre consórcio e financiamento!

     

    Consórcio ou financiamento imobiliário?

    1. Financiamento

    Nessa modalidade o valor necessário é liberado para aquisição imediata do imóvel, que fica alienado ao banco, até que toda a dívida seja quitada.

    Por isso, o financiamento costuma ser muitas vezes mais rápido que o consórcio no que diz respeito à entrega das chaves, pois, mesmo que o imóvel não esteja em seu nome, é possível usufruí-lo de imediato.

    Entretanto, é importante frisar que o imóvel não será exatamente seu até a quitação total do débito, haja vista a alienação em nome do banco durante o financiamento.

    Além disso, nessa modalidade, a incidência de juros pode resultar no pagamento de até o dobro do saldo financiado. Seria como comprar uma casa e pagar duas!

    Além dos juros compostos, há ainda nesses contratos a incidência de taxa de administração e seguros habitacionais, o que contribuem para elevar o CET (Custo Efetivo Total).

    Vale lembrar que o prazo para quitação dos financiamentos chegam a até 35 anos.

    Outro obstáculo dos financiamentos é a etapa de aprovação de crédito, de extrema rigidez e alta burocracia, dificuldades que costumam barrar milhões de brasileiros que nutrem o sonho de conquistarem sua casa própria.

    O maior agente financiador do país é, sem dúvidas, a Caixa Econômica Federal, que detém quase 80% do mercado. Entretanto, a instituição divulgou nos últimos dias que reduzirá para até 50% o limite de financiamento para a compra de imóveis usados, ante o percentual anterior máximo de 80%.

    Mais uma dificuldade para quem pensa em contratar um crédito imobiliário.

     

    2. Consórcio

    Já no consórcio, não há a incidência de juros, apenas uma taxa de administração, em percentual menor e mais lento do que o fluxo de reajuste de um financiamento (há ainda um reajuste periódico pelo INCC, que também ocorre nos financiamentos e um percentual pequeno a título de fundo de reserva).

    Além disso, uma vez sorteado, sua carta de crédito é liberada para que você possa adquirir seu imóvel até mesmo à vista (o que garante ao consorciado um ótimo poder de barganha nas negociações)!

    Ainda que com o consórcio o sonho da casa própria não seja absolutamente imediato, nesta modalidade, a aquisição imobiliária é alcançada com solidez, e, assim como no financiamento, é possível utilizar os recursos do FGTS para amortização ou liquidação do saldo devedor.

    Outras peculiaridades interessantes do consórcio:

    • Não há cobrança de juros nem parcelas intermediárias;
    • Sem necessidade de entrada;
    • Menor burocracia durante todo o processo até o recebimento da Carta de Crédito;
    • Múltiplas opções de prazos e créditos, de acordo com o interesse e o bolso do consorciado;
    • Liberdade para utilizar a carta para adquirir qualquer imóvel no território nacional;
    • É possível ainda utilizar a carta de crédito para liquidar um financiamento imobiliário!

    Além disso, nos consórcios, são realizadas assembleias mensais, nas quais os valores são liberados por sorteio ou por meio de oferta de lance.

    Ao longo de um ano, são dezenas de oportunidades de ser contemplado.

    Após a entrega da carta de crédito, o consorciado continua pagando as parcelas do consórcio normalmente até sua quitação.

    Mais um detalhe com relação às diferenças entre consórcio e financiamento: no consórcio, o imóvel também fica alienado à administradora, com a distinção de que, com a ausência de juros, o índice de distratos é substancialmente menor do que nos financiamentos imobiliários.

     

    Momento econômico favorece consórcio

    O momento é de retração econômica no Brasil. Com isso, a oferta de crédito nas instituições bancárias tem sido substancialmente reduzida.

    Além disso, as sucessivas elevações na taxa Selic (a taxa de juros referencial ao mercado) trazem, no médio prazo, maior ônus a quem contrai um financiamento imobiliário.

    Diante desse cenário crítico, um consórcio pode ser uma saída inteligente e mais barata de comprar sua residência própria!

    Restou alguma dúvida sobre as diferenças entre consórcio e financiamento? Deixe um comentário: participe da conversa!

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