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    Reforma da previdência: entenda como ela afeta suas finanças

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    Com o governo em busca da aprovação das novas regras da Previdência Social, é claro que várias dúvidas acabam surgindo. Nesse contexto, uma pergunta que simplesmente não quer calar é: como isso afeta o planejamento financeiro de longo prazo para as pessoas garantirem uma aposentadoria tranquila? Pois vamos mostrar no post de hoje quais são as propostas da reforma da previdência e qual a melhor forma de agir desde já para ter uma vida sossegada ao parar de trabalhar. Confira!

    A mudança na idade mínima

    Atualmente, é preciso que homens tenham pelo menos 65 anos para se aposentar com salário integral, enquanto mulheres precisam ter 60 anos. Para casos de trabalhadores rurais, como produtores ou pescadores artesanais, esses números caem para 60 e 55 anos para homens e mulheres, respectivamente.

    Se a reforma for aprovada como está, todos os contribuintes terão a mesma idade mínima para se aposentar: 65 anos. Existe, porém, a possibilidade de mudança para 62 anos para homens e 60 para mulheres.

    O novo tempo de contribuição

    Além de ter uma idade mínima, o contribuinte também precisa ter contribuído por um certo período de tempo para ter acesso à aposentadoria pelo INSS. Atualmente, a carência é de 180 contribuições ou 15 anos. Para receber o valor integral, no entanto, os homens precisam ter contribuído por pelo menos 35 anos, enquanto as mulheres contribuem por 30.

    Na nova regra, o trabalhador até pode se aposentar com 25 anos, mas só recebe o valor integral da aposentadoria com 49 anos de contribuição. Isso porque será adotada uma fórmula que faz com que cada ano a mais de contribuição acima do piso signifique um aumento de 1% na aposentadoria. Imagine que você se aposentou com a idade mínima e contribuiu por 30 anos, 5 a mais que a base. Nesse caso, o valor do benefício será de 76% (base para idade mínima de 65 anos) + 5% (porcentagem acima do piso de contribuição) = 81% do valor integral.

    A regra de transição

    A reforma também apresenta uma regra de transição para não prejudicar quem já tem muito tempo de contribuição. Nesse ponto, homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 só precisam trabalhar 50% a mais para conseguirem a aposentadoria. Assim, se faltam 4 anos contribuição, só precisam trabalhar por mais 6 anos — 4 + 50% de 4. Também é importante lembrar que a reforma não se aplicará a servidores municipais e estaduais, tampouco a militares.

    Os investimentos para uma boa aposentadoria

    Já deu para perceber que aposentar com tranquilidade pela previdência social vai ficar mais complicado, não é mesmo? Por isso, vale a pena pensar em investimentos de longo prazo para garantir uma aposentadoria tranquila. O ideal é o que investimento comece a ser feito o mais cedo possível. Assim, o volume total, lá no fim, será maior sem que para isso você precise fazer grandes sacrifícios.

    Isso pode ser feito, inclusive, com uma caderneta de poupança. Embora ela renda pouco (cerca de 8,3% ao ano em 2016), é um investimento seguro e acessível. Também vale a pena avaliar os serviços de previdência privada, que complementam sua renda de aposentado. Só é importante saber desde já que esse investimento pode ser taxado pelo Imposto de Renda, seja na contribuição anual ou no saque.

    Por fim, considere investir em um bem durável, como um carro ou um imóvel. É possível realizar esse investimento sem sacrifícios com um consórcio. Nesse caso, o tempo de pagamento é definido pelo consorciado, as parcelas não sofrem reajustes de juros e a segurança da transação é garantida pelo Banco Central. Não parece perfeito?

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