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    Renovação de frota: 6 sinais que comprovam que chegou a hora

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    A necessidade de manter a eficiência em seus processos e a possibilidade de atender às demandas do mercado exigem que as empresas estejam constantemente atualizadas em relação a novas técnicas e tecnologias, substituindo periodicamente o que está desgastado. E é claro que essa condição se mantém quando nos referimos aos veículos usados para as mais variadas funções de uma organização!

    É preciso pensar periodicamente na renovação de frota para evitar que veículos ultrapassados ou excessivamente degradados comprometam a capacidade de atuação da empresa. Mas de quanto em quanto tempo? Como saber que chegou a hora da renovação? Continue acompanhando este post para conhecer os sinais que indicam que chegou o momento de fazer a troca dos veículos!

    1. Desgaste da frota

    Por maior que seja o cuidado da empresa com a manutenção preventiva e corretiva de seus veículos, chega um momento em que o desgaste provocado pelo uso contínuo da frota simplesmente exige substituições. Nessa situação, é preciso considerar inclusive que os custos com reparos ou com a substituição de peças podem se tornar muito elevados, fazendo com que as intervenções não valham a pena. Assim, por mais durável que um veículo seja, é preciso sempre ter essa possibilidade em mente.

    Em condições normais de uso, o motor de um caminhão, por exemplo, pode durar centenas de milhares de quilômetros antes de ser retificado. E ainda pode rodar mais depois da retífica! Contudo, é preciso pensar que todo automóvel é formado por um conjunto de sistemas que sofrem desgastes diferenciados, podendo ser maiores ou menores, de acordo com o uso do veículo.

    Sendo assim, mesmo que a mecânica esteja em perfeita ordem, pode haver desgaste da carroceria, do chassi ou de algum dos sistemas necessários a seu bom funcionamento. Quando esse desgaste começa a impor despesas excessivas, que às vezes nem sequer condizem com o valor dos veículos, é interessante pensar na renovação da frota.

    2. Tecnologia ultrapassada

    Não tem como negar que as necessidades envolvendo transporte evoluem a passos largos. Para dar conta de acompanhar, o mercado automotivo precisa ser extremamente ágil e a indústria deve se manter constantemente empenhada no desenvolvimento de novas tecnologias. Com isso, a cada dia são lançados novos veículos, que apresentam inovações que os tornam mais eficientes que aqueles das gerações anteriores.

    Maior conforto e economia de combustível, maior autonomia, maior aproveitamento dos espaços internos, entre outros aspectos: essas são apenas algumas das características dos novos veículos existentes no mercado. Tais características devem ser confrontadas com o que a atual frota corporativa tem a oferecer. Quando a disparidade tecnológica se torna muito elevada, é hora de renovar!

    3. Adequação sustentável

    Falando em inovação tecnológica, não podemos deixar de mencionar os critérios de sustentabilidade, que, por vários motivos, devem ser vistos como sendo de extrema importância nas políticas empresariais. Seja pelos valores que a organização defende ou para demonstrar sua responsabilidade ambiental, é preciso se voltar para os aspectos que dizem respeito à preservação da qualidade ambiental.

    Nesse sentido, devemos considerar que muitos dos veículos atualmente produzidos emitem menos poluentes que aqueles das gerações anteriores. Ao mesmo tempo, como consequência de uma maior eficiência energética, esses automóveis aproveitam melhor os combustíveis, apresentando um consumo menor. Dessa forma, a renovação da frota da empresa pode ser considerada como uma ação que atende aos critérios de sustentabilidade ambiental, com os veículos antigos, que consomem muito e emitem mais poluentes, sendo substituídos por versões mais modernas, mais eficientes e mais limpas.

    4. Perda de valor

    Nesse ponto, convém pensar no valor de revenda que os veículos atuais possuem. Afinal, quanto mais defasados tecnologicamente e quanto mais desgastados eles se tornarem, menor será o valor que alcançarão no mercado de usados. Com isso, ao mesmo tempo em que a capacidade de recuperação do capital investido na frota diminui, o aporte necessário à renovação aumenta.

    Por essas e outras, nada de esperar que a frota se deteriore completamente, tornando-se totalmente desvalorizada. Entenda de uma vez por todas: é bem mais vantajoso pensar na renovação da frota enquanto ainda existe a possibilidade de reaver algum capital com sua venda.

    5. Padrão de qualidade

    É natural que as empresas se insiram no mercado com seu foco voltado exclusivamente para a atividade-fim que desenvolvem. Assim, se não estamos falando de uma transportadora, a frota inicial pode ser formada por veículos de um padrão mais baixo, admitindo até alguns com muitos anos de uso. E por mais que essa estratégia esteja longe de ser a ideal, ela até pode sim ser uma solução suficiente — pelo menos a princípio.

    Contudo, quando o empreendedor começa a pensar na elevação do padrão de qualidade da empresa para fazer frente diante da concorrência, é chegada a hora de pensar na renovação da frota. Afinal, veículos novos, mais modernos e mais eficientes também tornam os processos mais compatíveis com as exigências do mercado.

    6. Processo de padronização

    Na etapa inicial da empresa, é até possível pensar em veículos de vários fabricantes e de modelos diferentes, já que, muitas vezes, o importante é atender às necessidades de transporte, buscando o menor custo possível. Mas a verdade é que a padronização da frota traz enormes vantagens para o negócio, começando pela própria imagem perante o mercado. Quando os veículos são idênticos, têm a mesma programação visual e circulam com a marca do negócio, o efeito gerado sobre o público é bem positivo, tornando a empresa mais identificável.

    Mas também é preciso pensar nos benefícios que a padronização oferece para a qualidade e para o custo de manutenção dos veículos. Afinal, quando há padronização, é possível contratar os serviços de uma única prestadora especializada, conseguindo fechar, assim, uma negociação vantajosa. Ao mesmo tempo, torna-se viável comprar maiores quantidades daqueles componentes que exigem reposição constante, pois servem a todos os veículos. E isso também torna os preços mais vantajosos.

    Os tipos de filtros de óleo, por exemplo, que precisam ser substituídos a cada troca do lubrificante do motor, variam de acordo com as marcas e os modelos dos veículos. Se a frota é padronizada, é possível comprar vários filtros de uma única vez, alcançando um preço mais baixo do que seria na compra de unidades avulsas — como acontece quando a frota não é padronizada.

    E então, ainda ficou com alguma dúvida sobre a renovação de frota? Comente aqui e divida suas impressões conosco!