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    Seguro viagem: entenda como funciona e quais são os benefícios

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    Você já reparou como o seguro viagem costuma não ser devidamente valorizado pelas pessoas? Por sua natureza preventiva, só sendo usado caso surjam problemas, esse item é comumente visto como dispensável para as viagens. Pois chegou a hora de mudar essa percepção! A contratação do seguro viagem deve ser entendida como parte fundamental das preparações para qualquer viagem. Sem ele, você não pode (nem deve) arriscar negócios, férias em família ou sequer momentos de relaxamento. Quer entender direitinho como esse serviço funciona e quais são seus benefícios? Então acompanhe!

    A importância de contratar um seguro viagem

    Como diz o ditado, o paradoxo dos imprevistos é que eles podem ser evitados. Seguindo essa lógica, quem não quer correr o risco de se atrasar, sai de casa com tempo de sobra. Da mesma forma, se você não quer ser pego desprevenido com a necessidade de arcar com gastos extras, precisa fazer uma reserva de segurança. No contexto de uma viagem, vale lembrar que um tempo de planejamento é sempre necessário. E quanto mais importante é o deslocamento, maiores se tornam os cuidados requeridos.

    Imagine que você esteja há meses sonhando com férias em família: pais, filhos e avós, todos juntos. O destino? Um lugar agradável e distante. Nesse cenário, você se preocupa com vários pontos, como:

    • busca antecipadamente de passagens;
    • pesquisa por pacotes mais econômicos;
    • procura referências para uma hospedagem segura e confortável;
    • pesquisa serviços de transporte locais — como locações, táxi ou Uber;
    • verifica a documentação necessária para cada integrante do grupo;
    • separa roupas suficientes para o período e condizentes com o clima local;
    • providencia a identificação e o chaveamento das bagagens;
    • faz uma reserva financeira para os gastos por lá, incluindo a compra de lembranças;
    • separa os medicamentos de uso contínuo;
    • prepara sua máquina fotográfica.

    E se está tudo sob controle, nada pode dar errado, não é? Pense bem antes de dizer que sim. O que você não quer é que, depois de meses de preparo, algum imprevisto durante a viagem coloque abaixo toda a logística feita. Uma emergência médica, o extravio de uma mala ou alguma situação ainda mais complicada pode sim estragar seu planejamento. E isso vale tanto para uma viagem em família como para uma lua de mel ou mesmo para um período sabático.

    Um seguro viagem dá suporte exatamente nessas ocasiões, que, sejam simples ou complexas, podem prejudicar todo um cronograma, estragando ocasiões únicas e oportunidades importantes. Como veremos a seguir, as possíveis coberturas de um seguro viagem preveem incidentes dos mais corriqueiros aos mais graves, fornecendo a assistência necessária para que a viagem não fique prejudicada ou tenha que ser interrompida.

    Além disso, também é preciso salientar que alguns destinos internacionais exigem a contratação de um seguro viagem. Sem ele, portanto, o turista pode ter que dar meia-volta no aeroporto mesmo, retornando para casa sem sequer colocar os pezinhos em solo estrangeiro. Melhor não correr esse risco.

    A opção de contratação em viagens internacionais

    A contratação do seguro viagem é imprescindível especialmente em viagens internacionais. Imagine adoecer ou passar por qualquer tipo de acidente que envolva emergência médica fora do Brasil e não ter o devido suporte assistencial? Nesse caso, uma simples gripe pode causar muito mais que dor de cabeça. Lembre-se de que você estará em terras estranhas, sem poder recorrer à ajuda de vizinhos, amigos ou conhecidos, ainda por cima sujeito a um sistema de saúde que pode não ser tão receptivo.

    Sabia que nem todos os países pelo mundo afora dispõem de assistência médica pública, como nosso Sistema Único de Saúde (SUS)? Alguns destinos disponibilizam seu sistema de saúde para brasileiros contribuintes do INSS, desde que portem o Certificado de Direito a Assistência Médica durante Estadia Temporária (CDAM). São exemplos:

    • Portugal;
    • Espanha;
    • Grécia;
    • Itália;
    • Uruguai;
    • Argentina;
    • Chile;
    • Cabo Verde.

    Viajando para a Europa

    No Reino Unido, por outro lado, que engloba Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales, o viajante pode usufruir da saúde pública. Aliás, o National Health System (NHS) é um dos melhores do mundo! E o melhor: dá cobertura tanto a visitantes como a moradores legais e estudantes de cursos com mais de 6 meses de duração. Dependendo do caso, porém, é preciso desembolsar um bom dinheiro. Emergências, tratamento psiquiátrico e contaminações por doenças infecciosas são atendidas pelo NHS. Já tratamentos prolongados e internações precisam ser custeados pelo paciente.

    Saindo do Reino Unido para ir a praticamente qualquer outro país europeu, no entanto, você vai precisar sim de seguro viagem. Isso porque ele é exigido pelos países integrantes do Acordo de Schengen, um tratado de livre circulação que engloba várias nações e que facilita a passagem dos viajantes entre suas fronteiras. Fazem parte desse acordo:

    • Alemanha;
    • Áustria;
    • Bélgica;
    • Dinamarca;
    • Eslováquia;
    • Eslovênia;
    • Espanha;
    • Estônia;
    • Finlândia;
    • França;
    • Grécia;
    • Holanda;
    • Hungria;
    • Islândia;
    • Itália;
    • Liechtenstein;
    • Letônia;
    • Lituânia;
    • Luxemburgo;
    • Malta;
    • Noruega;
    • Polônia;
    • Portugal;
    • República Tcheca;
    • Suécia;
    • Suíça.

    Conhecendo os Estados Unidos

    Nada de serviços médicos públicos para viajantes nos Estados Unidos. Aliás, pelo contrário: a excelente rede de saúde de lá costuma ser bastante cara, com qualquer hospitalização tendo um preço muito elevado. Segundo dados da Kaiser Family Foundation, o custo médio diário de uma internação nas terras do Tio Sam é de quase 2 mil dólares. Em geral, como pode ser pesquisado no MyTravelCost, gastos com saúde nos EUA chegam a superar em 71% os valores brasileiros. Assim, se você precisar fazer uma consulta simples, pode ter que pagar cerca de 400 dólares. Mesmo com um orçamento confortável, esse valor ainda é muito alto.

    Veja alguns exemplos de procedimentos e preços médios na rede de saúde americana:

    • uma apendicite que não envolva complicações e precise de um dia de internação pode chegar a 40 mil dólares;
    • uma internação por gastroenterite, aquela infecção desagradável que provoca vômitos, diarreia e mal-estar físico, pode custar 5 mil dólares;
    • uma restauração dentária simples chega a impressionantes 600 dólares.

    Considerando tudo isso, fica fácil perceber que o preço médio de um seguro viagem, mesmo variando de acordo com a cobertura escolhida, é ínfimo.

    Explorando a Austrália

    No caso de uma viagem para a Austrália, o seguro viagem é obrigatório. O sistema de saúde australiano é privado, só podendo usufruir gratuitamente dele aqueles visitantes que vêm de países com tratado de reciprocidade. Mas esse não é o caso do Brasil, ok?

    Para quem pretende estudar por mais de 3 meses na terra dos cangurus, é preciso adquirir um seguro específico: o Overseas Students Health Cover (OSHC), que deve durar pela mesma validade do visto e precisa ser contratado junto a alguma empresa australiana. Ele ajuda no pagamento a consultas médicas, sejam em hospitais, consultórios ou em domicílio. Porém, mesmo contratando o OSHC, é prudente que os estudantes contratem um seguro viagem adicional, pois o seguro de lá não cobre despesas com dentista, fisioterapeuta, oftalmologista, ambulância e remédios.

    Seja qual for o seu destino, o melhor é pesquisar sobre a legislação no que se refere ao seguro viagem internacional. Procure saber a respeito do sistema de saúde do lugar e dos preços médios de atendimento para fazer a comparação do custo-benefício da contratação. Não vai ser difícil perceber que a prudência é mais econômica que o risco.

    O seguro viagem em destinos nacionais

    Para as viagens nacionais dá para dispensar a contratação de um seguro, correto? Errado! Embora esteja em terras brasileiras, conte com seu plano de saúde habitual e conheça o funcionamento do SUS, é importante sim se preocupar com sua segurança e, se for o caso, daqueles que estão viajando com você.

    Primeiramente porque, quando se trata de saúde, segurança adicional nunca é demais. Em segundo lugar, porque, embora tenhamos dado foco a esse fator até agora, o seguro não se limita à assistência médica. Um seguro também cobre, além da assistência médica, eventuais necessidades de localização de bagagem, pagamento de fiança, auxílio em caso de perda de documentos, regresso antecipado por urgência médica ou falecimento, entre tantos outros imprevistos que podem prejudicar significativamente seus dias de negócio ou descanso.

    Uma outra questão que exige atenção é a possibilidade de acidentes nas viagens. Ninguém está livre disso nem no dia a dia, em sua cidade, imagine então quando não conhece os costumes ou as características da população e do trânsito local! Mesmo o mais precavido dos motoristas pode passar por momentos de dificuldade, bastando que um pedestre desatento cruze seu caminho. Aí é preciso não só correr para o atendimento médico como fazer o devido acionamento legal, por exemplo. Nessas horas, é importante contar com assistência disponível 24 horas, pronta para dar o devido suporte e minimizar os danos.

    A assistência em caso de acidentes pessoais

    Para acessar a assistência e demais coberturas, é importante manter sempre a seu alcance a apólice e os números que devem ser contatados em caso de sinistro. Como, em casos mais graves, o titular pode estar inconsciente ou não ter condições de entrar em contato com a seguradora, vale manter essas informações com alguém de confiança, no seu estado de origem, para providenciar o contato caso seja necessário.

    No que diz respeito a acidentes pessoais, alguns eventos específicos podem estar cobertos. Acompanhe e entenda!

    Invalidez permanente

    Se houver perda total, redução ou qualquer limitação funcional definitiva em decorrência de um acidente durante a viagem, a seguradora deve indenizar o contratante, de acordo com o que estiver previsto em contrato.

    Morte natural

    Nesse caso extremo, a indenização pode variar, ocorrendo de forma única ou como renda, em caso de falecimento do segurado em virtude de causas naturais durante sua viagem.

    Morte acidental

    Havendo morte por acidente durante a viagem, a seguradora paga o valor contratado aos respectivos beneficiários.

    Traslado de corpo

    São cobertas todas as despesas relativas à liberação e ao transporte do corpo da pessoa segurada, do local do sinistro, retornando ao lar ou indo até o local de sepultamento. Também são cobertos quaisquer outros gastos considerados imprescindíveis para o traslado.

    O atendimento em caso de problemas de saúde

    Na ocorrência de problemas de saúde, existem 2 possibilidades de atendimento:

    • em forma de seguro, quando o contratante arca com as despesas para depois ser ressarcido pela seguradora;
    • em forma de assistência, quando, na ocorrência de uma necessidade, a seguradora indica profissionais, clínicas e hospitais conveniados para atender o segurado já dentro da cobertura contratada.

    Se o problema tiver um caráter tão emergencial que não permite ao viajante entrar em contato com a seguradora antes de ser atendido, é muito importante que ele repasse os dados do seguro no local onde será atendido e, em seguida, transmita as informações à seguradora assim que possível. Por precaução, é bom conhecer antecipadamente as condições do seguro, já que alguns exigem um limite máximo de horas para comunicar essas informações.

    Salientando que, caso o atendimento médico ultrapasse a data final da validade do seguro, o prazo é automaticamente estendido. Ainda assim, o valor da cobertura respeitará o montante máximo acordado em contrato.

    Doenças preexistentes

    É sempre importante conhecer previamente os detalhes da contratação do seguro, não deixando para consultar o documento só quando surge uma necessidade, ok? Nesse sentido, um ponto que merece toda a atenção na hora da pesquisa é a cobertura para doenças preexistentes.

    Coberturas de despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas precisam obrigatoriamente englobar eventuais crises causadas por problemas preexistentes ou crônicos. No entanto, elas normalmente se limitam a cobrir o processo de estabilização do quadro para que o segurado saia de uma situação de emergência ou urgência. Aliás, vamos esclarecer uma diferença básica:

    • uma emergência é quando você precisa ser atendido imediatamente por estar correndo risco de morte em função de um problema de saúde ou de um acidente;
    • a urgência acontece quando você precisa de atendimento, mas pode ceder a prioridade a casos emergenciais.

    Quanto às demais coberturas, fora de situações de urgência e emergência, as doenças preexistentes podem estar excluídas, desde que a seguradora tenha pedido uma declaração de saúde do contratante. O que acontece é que, por definição, um problema é dito preexistente quando você, mesmo sabendo da sua existência, não o declarou. Não sendo esse o caso, o atendimento aos problemas de saúde preexistentes está automaticamente coberto.

    As possíveis coberturas do seguro

    Vamos agora abordar as principais coberturas de um seguro viagem, sejam elas básicas ou adicionais. Confira!

    Coberturas básicas

    Pelo menos uma das seguintes ocorrências precisa estar coberta pelo seguro viagem:

    • DHMO em viagem nacional, que começa a contar desde a saída do segurado de sua cidade de origem, envolve despesas médicas e hospitalares (além de odontológicas) decorrentes de acidentes ou problemas de saúde súbitos e agudos que ocorrem durante uma viagem nacional;
    • DHMO em viagem internacional, valendo desde constatada a saída do contratante do país de origem, envolve despesas decorrentes de acidentes ou problemas de saúde súbitos e agudos ocorridos durante viagens internacionais;
    • Traslado de corpo, que não pode ser contratado isoladamente e indeniza as despesas com liberação e transporte de corpos, além de todos os procedimentos necessários para tanto;
    • Regresso sanitário, que indeniza o passageiro retornando ao local de origem caso ele não possa viajar de forma regular por limitações de saúde cobertas ou acidentes pessoais, podendo incluir mais de uma remoção se o médico responsável assim o exigir;
    • Traslado médico, que indeniza gastos para remover ou transferir o segurado para clínicas ou hospitais com condições para atendê-lo, seja em caso de enfermidades ou acidentes pessoais cobertos pelo seguro;
    • Morte em viagem, que, como já falamos, indeniza os beneficiários se o segurado falecer durante a viagem por motivos de ordem natural ou acidental;
    • Invalidez permanente total ou parcial, que indeniza o segurado de acordo com o que estiver estabelecido em contrato quanto a lesões decorrentes de acidentes que limitem sua capacidade funcional de forma definitiva.

    Coberturas adicionais

    São opcionais as seguintes coberturas:

    • danos à bagagem, podendo contemplar situações de roubo, extravio, furto ou danos estruturais, desde que devidamente comprovados;
    • funeral, indenizando as despesas em caso de falecimento do segurado;
    • cancelamento de viagem, para despesas não reembolsáveis relativas a pacotes turísticos ou serviços de agências de viagens, como transporte e hospedagem, se o segurado não puder dar continuidade ao cronograma;
    • regresso antecipado, para despesas relativas ao retorno do segurado a seu local de origem causado por eventos cobertos.

    Além dessas, também é possível haver outras coberturas adicionais, desde que relacionadas à viagem em si. Elas podem variar conforme o perfil do segurado, avaliando as atividades previstas e as motivações da viagem. Viaja frequentemente sem companhia? A viagem é familiar ou a negócios? Sabia que há, por exemplo, seguros com coberturas especiais para quem deseja praticar esportes radicais.

    O significado da apólice no seguro viagem

    A apólice funciona como um contrato, especificando o que é coberto e as condições para tanto, além de conter os dados para contato com a seguradora. Ela deve ser assinada não só pelo segurado, mas também pela seguradora, pois é a garantia do compromisso de ambas as partes. O contrato de seguro é formado por um conjunto independente de documentos composto por:

    • proposta, que descreve detalhada e completamente o que está sendo segurado, caracteriza o proponente (aquele que deseja contratar o seguro) e as condições financeiras da negociação;
    • apólice, da qual estamos tratando e que, de fato, formaliza a aquisição do seguro, garantindo o aceite do negócio pela seguradora e precisando ser emitida em até 15 dias a contar da data da aceitação da proposta;
    • endosso, que contempla quaisquer eventuais alterações no contrato do seguro, modificando ou corrigindo dados — como o valor do prêmio, a data de pagamento, a validade do seguro e assim por diante.

    Fique atento: se receber somente um documento com os valores contratados e o manual do seguro, observe se ele possui o número do processo na Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que regulamenta as operadoras, bem como o número da apólice. A propósito, leve a apólice sempre com você para o caso de surgir qualquer necessidade coberta pelo plano. Enquanto não é emitida, dentro dos 15 dias legais para tanto, você está garantido pelo protocolo de recebimento da proposta que a seguradora emite na segunda via, que fica em seu poder.

    O papel da seguradora na assistência

    Por mais que você possa adquirir seu seguro junto a um corretor ou a uma empresa corretora, é a seguradora quem de fato emite seu contrato e garante as condições negociadas. Seu papel é fundamental, pois é justamente a elas que você vai recorrer em situações emergenciais, estando à sua disposição para prestar um bom atendimento. Por isso, é preciso ter muito cuidado na hora da contratação.

    Vale ressaltar que o valor do seguro viagem pode variar, mas nunca será excessivamente caro. O segredo está em focar não no mais barato, mas no mais bem avaliado. Analisar a reputação da seguradora, sua situação junto à SUSEP, sua disponibilidade para contato e outros fatores são cuidados fundamentais na hora da escolha. Caso contrário, você pode realmente tentar se precaver, contratando o seguro viagem e tomando todos os cuidados possíveis para, na hora da necessidade, não contar com a ajuda de que realmente precisa.

    Aliás, se você costuma viajar contando apenas com aqueles seguros oferecidos pelos cartões de crédito, pode estar se arriscando. Além de terem coberturas mais limitadas e impessoais, o contato pode ser mais difícil que aquele fechado com a seguradora, que é especializada nesse tipo de atendimento e habituada a realizá-lo. Portanto, fique atento: de todos os cuidados na hora de contratar seu seguro, a escolha da seguradora é um dos pontos mais importantes.

    Alguns cuidados para a contratação

    Por falar em cuidado, vamos fazer um resumo dos principais? Então tome nota!

    Faça uma pesquisa

    Aqui está um ponto fundamental: pesquise a confiabilidade da seguradora e os índices de satisfação dos clientes dos seguros para reduzir o número de opções em que vai focar suas possibilidades.

    Planeje a viagem

    Para descobrir o que precisa, é importante avaliar as condições da sua viagem. O que pretende fazer durante sua estadia no destino? Quem vai com você? Qual a duração da viagem? E quais são os possíveis riscos do local a ser visitado? Tudo isso (e quaisquer outras questões que você julgar relevantes) deve ser levantado antes de definir o próximo passo.

    Avalie as coberturas

    Nem tanto ao mar, nem tanto à terra: você não precisa se encher de coberturas desnecessárias se perceber que elas realmente são improváveis para seu perfil e o planejamento da sua viagem. Por outro lado, enxugar muito seu seguro pode não valer a pena. Além de deixá-lo descoberto quanto a muitos riscos, pode ser que seu destino exija coberturas específicas. Fique atento!

    Verifique as exigências do destino

    Estados Unidos, Canadá, Europa, Austrália: seja qual for seu ponto de chegada, procure se informar sobre tudo o que ele exige de seus visitantes. Como falamos, há algumas exigências específicas em determinados países, como aqueles do Tratado de Schengen, que pedem uma cobertura mínima de 30 mil euros.

    Confira o que não é coberto

    Para não ser pego no contrapé, confira o que não está incluído na cobertura. Fique de olho especialmente nas entrelinhas da apólice, que podem conter exceções importantes.

    Agora que você já tem uma visão completa sobre a contratação de um seguro viagem, suas características e pontos de atenção, sente-se pronto para escolher a melhor opção?

    Lembrando que a Rodobens é sua parceira para todas as ocasiões e oferece sempre o melhor para sua segurança e comodidade. Portanto, antes da sua viagem, entre em contato conosco para conhecer nossas coberturas e fazer uma cotação. Assim você vai viajar muito bem acompanhado!