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    Vai comprar uma moto? Tire suas dúvidas e garanta a melhor escolha!

    Posted by Rodobens on Fevereiro 2017

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    Para que realmente traga benefícios e não dores de cabeça, a compra de uma moto é uma tarefa que requer certos cuidados. Não está satisfeito com o transporte coletivo? Acha que um carro dá despesa e trabalho demais? Então é bem provável que veja a motocicleta como uma excelente forma alternativa, não é verdade?

    Não é segredo nenhum que os donos de motos têm uma liberdade maior de locomoção, não ficando presos em congestionamentos, além de geralmente gastarem pouco com manutenção e combustível. Justamente por ser um veículo versátil e econômico, a motocicleta é cada vez mais escolhida por quem tem uma rotina agitada e não quer perder tempo.

    Ainda assim, é recomendável analisar alguns prós e contras antes de bater o martelo e dar andamento à aquisição da sua moto. Então confira a seguir uma série de dicas práticas que você deve levar em conta nesse momento de decisão!

    Quais as maiores vantagens de comprar uma moto?

    A motocicleta é um veículo dinâmico, que se adapta muito bem à rotina da maior parte das pessoas. Ainda não entendeu como a moto pode melhorar seu ritmo de vida? Então chegou a hora de conhecer as vantagens que as 2 rodas podem proporcionar para se certificar de que fará um bom negócio. Veja agora 3 das principais vantagens oferecidas por uma motocicleta:

    Agilidade

    Quem costuma transitar pelas cidades sabe que é mais que comum se deparar com grandes congestionamentos, principalmente nos chamados horários de pico — início da manhã, meio-dia e final da tarde. Com um carro, você enfrenta a desvantagem de ficar parado na rua, não só perdendo um precioso tempo do dia como gastando mais com combustível. Isso sem mencionar os prejuízos para sua qualidade de vida, com todo o estresse gerado por essa situação.

    Mas sabia que, via de regra, no espaço ocupado por apenas um carro cabem 4 motos? E como é um veículo menor, não demanda muito espaço nem para trafegar nas ruas nem para estacionar. Devido à agilidade das 2 rodas, o motorista consegue fazer trajetos urbanos com muito mais rapidez do que se estivesse em um automóvel. Dessa maneira, não perde horas no trânsito, é mais produtivo ao longo do dia e ainda pode curtir o prazer de pilotar sentindo o vento bater.

    Manutenção

    Um automóvel é composto por vários sistemas: motor, embreagem, freios, transmissão, suspensão e assim por diante. Isso sem contar os 5 pneus, com o estepe, e toda a área envidraçada. Por mais que todo esse aparato seja bastante útil em viagens de longa distância, pode significar muita despesa nos pequenos percursos do cotidiano. Afinal, o automóvel demanda manutenção preventiva em muito mais itens que uma moto. Alinhamento e balanceamento das 4 rodas, higienização do ar-condicionado e troca de 4 pastilhas ou lonas de freio? Só no carro!

    Por ser um veículo com uma mecânica mais simples e por possuir menos componentes que um carro, a motocicleta tende a proporcionar uma manutenção mais barata. É pura lógica: em vez de 4, a moto só tem 2 pneus, em vez de 3 ou 4 cilindros no motor, as motocicletas populares têm apenas um cilindro, entre diversos outros itens a menos. As peças de reposição dos veículos de 2 rodas também costumam ser mais baratas que as usadas nos carros. Dessa forma, a moto não só cumpre o objetivo principal de levar uma pessoa de um ponto inicial a um ponto final como gasta bem menos recursos que um automóvel para isso.

    Consumo

    Quem usa um carro todos os dias para ir para o trabalho ou para a faculdade sabe quanto o gasto com combustível pesa no orçamento no final do mês. Hoje em dia, mesmo com os avanços tecnológicos, é raro encontrar um automóvel que renda 20 quilômetros por litro de combustível. Já com motocicletas populares (como as de 100, 125 e 150 cilindradas), é facilmente possível obter rendimento de mais de 30 quilômetros por litro. Nesse sentido, mesmo as motos de média ou alta cilindrada costumam ter desempenho melhor que os carros.

    Por isso, se você quer economizar seja com o abandono dos gastos com transporte público, deixando de pagar corridas de táxi ou não mais arcando com as despesas de um automóvel próprio, tem no uso de uma motocicleta a oportunidade de poupar uma quantia significativa. Em alguns casos, o valor economizado com o combustível das 2 rodas já pode ser suficiente para quitar a parcela de um consórcio, por exemplo.

    É melhor investir em uma moto nova ou em uma usada?

    Pensou bem e decidiu aproveitar os benefícios de uma moto? Então agora é hora de pensar sobre uma outra questão: comprar uma motocicleta nova ou usada? Para ajudá-lo nessa escolha, apontamos a partir de agora tanto os pontos positivos como os negativos de se adquirir uma moto zero quilômetro ou uma seminova. Veja só:

    Prós e contras de comprar uma moto nova

    A princípio, qualquer veículo novo oferece um desempenho melhor que um usado. E por mais que seja necessário um certo tempo para amaciar o motor nos quilômetros iniciais, a moto nova tem a vantagem de vir de fábrica com os componentes todos regulados e em perfeito estado de conservação.

    Além disso, o veículo sai da concessionária com a garantia do fabricante, com o manual do proprietário, com 2 chaves (uma de reserva) e o melhor: sem qualquer arranhão. Por essas e outras, o proprietário consegue ter a certeza de que a moto está em excelentes condições de uso. A partir da saída da loja, qualquer eventualidade será de conhecimento do comprador.

    A principal desvantagem de se adquirir uma motocicleta nova é, assim como acontece com qualquer veículo zero quilômetro, a depreciação dos anos iniciais de uso. Portanto, se você pretende revender o bem mais tarde, deve ter a consciência de que só conseguirá fazê-lo por um valor abaixo do preço de compra original. Por isso é que muitos motociclistas (e motoristas) ficam com um mesmo veículo por bastante tempo, para aproveitá-lo ao máximo.

    Prós e contras de comprar uma moto usada

    Se a depreciação é ruim para quem faz a aquisição de um veículo zero quilômetro, quem compra uma motocicleta de segunda mão já recebe as 2 rodas com o devido desconto de mercado. Dessa forma, a moto usada pode ter uma boa relação de custo e benefício.

    Como desvantagens da moto usada estão o fato de o comprador não ter como atestar o histórico do veículo (se sofreu alguma queda, por exemplo), além do desgaste natural das peças, que se acentua com o aumento da quilometragem. Mas há sim formas de o piloto verificar se a moto usada teve danos. Analise as pontas das pedaleiras e dos manetes, por exemplo, para descobrir possíveis arranhões. Se sim, pode ser sinal de que a motocicleta caiu. Assim, caso um dia venha a adquirir uma moto usada, saiba que o ideal é levá-la a um mecânico de confiança para que faça uma avaliação completa.

    É mais vantajoso quitar com consórcio ou financiamento?

    Na hora de comprar um bem mais caro, como uma moto, a maior parte das pessoas não costuma ter todo o valor em mãos para fazer o pagamento à vista. Nesses casos, é preciso optar por formas alternativas de pagamento, como o consórcio ou o financiamento. O detalhe é que cada uma dessas formas de quitação possui características bem diferentes. Quer saber qual delas é mais adequada para você? Então confira!

    Quando o consórcio é melhor?

    O consórcio é uma das maneiras de aquisição de bens mais tradicionais no Brasil. Aliás, vale lembrar que essa modalidade foi criada por aqui, na década de 1960, para suprir a demanda por crédito direto ao consumidor final. Nesse método de aquisição, diversos interessados se juntam em grupos, sob a organização de uma administradora de consórcios, para financiar os próprios bens ou serviços — sejam carros, motos, imóveis, terrenos ou mesmo uma festa de casamento!

    A maior vantagem do consórcio é que os consorciados dividem entre si (proporcionalmente) os custos envolvidos na aquisição dos bens. Seja em 12, 24, 36, 48 ou 60 meses, cada assembleia contempla um ou mais integrantes do grupo com o recebimento de uma carta de crédito no valor do bem. Não quer depender somente da sorte nos sorteios? Sem problema! Para antecipar o recebimento do crédito, o consorciado pode dar lances.

    Tratando-se de uma associação de pessoas, não há juros no consórcio para comprar uma moto, mas apenas taxas relativas ao serviço prestado pela administradora. Assim, o montante pago acaba sendo muito menor que o de um empréstimo ou de um financiamento tradicional. Não tem urgência em possuir o bem? Então escolha essa opção de compra programada e economize! Vale lembrar que as administradoras de consórcio são fiscalizadas pelo Banco Central, o que dá ainda mais segurança ao negócio.

    Quando o financiamento é melhor?

    A possibilidade de comprar uma moto via financiamento depende da concessão de crédito por parte de uma instituição financeira. E esse processo envolve uma análise bastante burocrática do perfil do tomador da quantia. De toda forma, estando o interessado apto a receber o financiamento, o dinheiro é liberado na hora. No caso da aquisição de carro ou moto, aliás, os recursos muitas vezes já vão diretamente para a conta da concessionária.

    Dessa forma, a compra financiada se mostra bastante útil para quem tem pressa em possuir o veículo. Contudo, como compensação, essa pessoa precisará pagar juros consideráveis para receber o bem na hora. Em alguns casos, o valor total pago chega ao dobro ou até ao triplo do preço original do veículo! E o pior disso tudo é que, quitando as parcelas, o proprietário já terá em mãos um bem depreciado. Assim, caso busque fazer uma revenda mais tarde, possivelmente terá um grande prejuízo.

    Como escolher um modelo com bom custo-benefício?

    Na hora de comprar uma moto, a escolha do modelo é uma etapa crucial. Afinal, há diversos tipos de motocicletas no mercado, com diferentes versões e especificidades. Errar nessa escolha pode causar dores de cabeça no futuro, uma vez que o novo proprietário pode não conseguir usufruir do bem em plenitude, talvez até tendo que o vendê-lo antes do tempo, com prejuízo. Para estabelecer a melhor relação entre custo e benefício no que se refere ao modelo, considere ao menos 3 critérios:

    Uso

    Hoje em dia, é possível encontrar vários tipos de motocicletas: as de uso urbano (street), de uso misto, off-road (estrada de terra), esportiva, de viagem e assim por diante. É importante ter em mente, assim, que a moto é projetada exatamente para o uso que ela terá. Por isso, normalmente não apresenta bom desempenho se usada com outra finalidade.

    Para trafegar em ruas asfaltadas, por exemplo, uma moto usa um tipo de pneu que não é adequado para pisos de terra. Inclusive, caso a recomendação do fabricante não seja seguida à risca, podem até acontecer acidentes. Levando tudo isso em conta, o ideal é fazer sua escolha com base no tipo de uso que fará da sua motocicleta.

    Motorização

    Dentro de cada categoria de moto existem diversas versões e motorizações. Em termos técnicos, a cilindrada corresponde ao volume existente dentro de cada cilindro do motor. Nesse espaço é que entra a mistura de ar e combustível, que será explodida para gerar energia e movimentar as rodas. Logo, quanto maior é a cilindrada, maior também é a potência da moto. Só atenção: essa relação também aumenta o preço final do bem.

    Quando for escolher seu modelo preferido, você deve considerar também o tipo de uso na opção da cilindrada do motor. Enquanto motocicletas de 100, 125 e 150 cilindradas podem dar conta do recado no trânsito urbano, para viagens, a cilindrada deve ser maior — principalmente em rodovias. Já para trajetos curtos existem as cinquentinhas, que, como o próprio nome diz, possuem 50 cilindradas e conseguem resolver pequenos caminhos sem maiores problemas.

    Componentes

    Cada motocicleta é projetada para atender a um estilo diferente. A propósito, é preciso diferenciar a moto em si, em que a pessoa vai montada, e a motoneta, em que se trafega sentado. Nesse segundo grupo, é comum o piloto ter um espaço sob o banco para guardar o capacete, comodidade que pode ser muito útil. Já quem escolhe a motocicleta propriamente dita precisa adquirir o bauleto por fora, para colocar sobre o bagageiro.

    Entre os componentes que o proprietário de uma moto pode escolher ainda têm os tipos de freio (tambor ou disco), de roda (com raio ou de liga leve) e de pneu (com ou sem câmera), entre outros. Algumas dessas opções compõem versões próprias da motocicleta, enquanto certos acessórios devem ser adquiridos separadamente — como alarme, antena para cortar linha de pipa, para-brisa do tipo bolha, para diminuir o spray da pista sobre a visão do piloto, entre outros.

    O que observar em relação à documentação da moto?

    O processo de compra de uma moto também engloba a documentação do veículo junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Após a aquisição, o piloto deve levar a nota fiscal e outros documentos exigidos pelo órgão de trânsito para tirar o Certificado de Registro de Veículo (CRV), que atesta a posse do bem. Por mais que seu porte não seja obrigatório ao dirigir, esse documento é indispensável para a transferência de propriedade. O CRV é entregue ao dono do veículo no momento do primeiro emplacamento.

    Ainda é necessário, a cada ano, tirar o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), popularmente conhecido como licenciamento anual. Esse documento sim é de porte obrigatório ao dirigir, inclusive com possibilidade de multa se o motorista não o tiver em mãos ou se o CRLV estiver vencido. Para fazer o licenciamento, o proprietário deve pagar uma taxa voltada exclusivamente para esse serviço, além de um valor referente ao Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT). De acordo com o estado, também pode ser preciso pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e fazer uma inspeção veicular.

    Por fim, lembre-se de que, para poder trafegar de moto, é necessário ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria A, que é exclusiva para a condução de veículos de 2 ou 3 rodas.

    Como escolher uma concessionária de confiança?

    As montadoras de motocicletas possuem representantes em grande parte do nosso país. Embora, em tese, as concessionárias tenham que oferecer o mesmo padrão de serviço oferecido pelo fabricante, podem sim ocorrer diferenças entre elas. Por isso, na hora de comprar uma moto, privilegie empresas de confiança, com nomes já consolidados no mercado e que ofereçam diferenciais, como a gratuidade da mão de obra na primeira revisão, serviço de leva e traz para a moto e serviço de manutenção rápida.

    Mesmo que concessionárias multimarcas possam oferecer custos mais em conta, também existem vantagens ao escolher uma concessionária autorizada, viu? Afinal, nesse casos, os mecânicos da empresa são treinados pela própria montadora da motocicleta, apresentando expertise total sobre o modelo escolhido.

    Quais devem ser os cuidados com a manutenção?

    Como a moto tem boa parte dos componentes expostos, requer um cuidado especial por parte do proprietário. Confira a seguir algumas ações que você pode tomar para deixar sua motocicleta sempre em ótimo estado de conservação!

    Calibragem dos pneus

    Como a moto mantém seu equilíbrio em apenas 2 pneus, eles devem sempre estar bem calibrados, de acordo com a recomendação do fabricante, para que o piloto tenha segurança ao trafegar com o veículo. Como você deve imaginar, a moto é bastante sensível à situação da pista. Por isso, é importante que os pneus não estejam nem cheios nem vazios demais.

    Lembre-se de que a calibragem ideal pode mudar conforme o peso transportado. Logo, se você leva uma pessoa na garupa ou carrega objetos no bauleto, a pressão de ar do pneu traseiro deve ser maior. Normalmente, a recomendação de calibragem está no manual do proprietário ou na capa da corrente.

    Troca do óleo

    O óleo do motor é essencial para o bom funcionamento do propulsor da motocicleta, evitando o atrito entre as peças móveis e, consequentemente, o desgaste prematuro dos componentes. Isso sem contar que o óleo contribui para a devida refrigeração do motor.

    Vale lembrar que, geralmente, os fabricantes recomendam a verificação frequente do nível do óleo por meio de uma vareta medidora, além da troca de acordo com o limite de quilometragem ou o tempo de validade. Note que, mesmo que a moto fique parada por muito tempo, o lubrificante pode vencer. Por isso, siga a recomendação do manual da montadora e só use o óleo recomendado.

    Lubrificação e ajuste da corrente

    Em grande parte das motocicletas, principalmente nas de baixa cilindrada, a corrente de transmissão fica exposta ao ambiente externo. Logo, é normal que pegue poeira, acumule lama ou se molhe, perdendo a lubrificação. Com isso, o atrito aumenta e, em níveis exagerados, a corrente pode até se romper. Para evitar que isso ocorra com você, lubrique a corrente ao menos uma vez por semana ou a cada 15 dias, a fim de facilitar a rotação da roda.

    Além disso, de tempos em tempos, averigue a folga da corrente. Em alguns modelos de moto, ela deve ser de 20 milímetros. Lembre-se de que não é nada bom rodar com uma corrente folgada ou apertada demais. No primeiro caso, ela pode se soltar da coroa, que fica no centro da roda traseira. Já na segunda situação, pode se romper. Em ambos os casos, pode até haver acidentes.

    É importante contratar um seguro?

    A motocicleta é um veículo versátil e ágil, mas também bastante vulnerável tanto a situações de acidente como de roubo e furto. Não é nada raro ouvirmos casos de motos que foram levadas dos donos, não é verdade? Mesmo que os mecanismos de segurança desses veículos tenham sido aperfeiçoados pelas montadoras (como as chaves codificadas e a trava do guidão), ainda basta uma ocasião favorável para o proprietário levar um susto.

    Para se proteger desse tipo de situação é que existe a possibilidade de fazer um seguro. É verdade, porém, que algumas seguradoras não oferecem esse tipo de serviço para motocicletas de baixa cilindrada, devido aos altos riscos envolvidos tanto de queda quanto de furto. Como, nesses casos, o valor do seguro fica muito alto, nem sempre compensa para o motociclista. É preciso avaliar caso a caso. De toda forma, para não ficar sem proteção, você pode instalar um alarme ou um rastreador via satélite em sua moto. Que tal?

    Como você pôde perceber, o ideal é seguir um roteiro antes de comprar uma moto, observando o modelo, a forma de pagamento, a documentação e tudo mais que você aprendeu por aqui. Ao seguir com atenção as etapas que detalhamos no post, você certamente fará uma escolha adequada para seu perfil, de modo a atender a suas necessidades de uso. Assim, não se arrependerá mais tarde.

    Lembre-se ainda de que a compra programada, por meio de consórcio, pode ser uma eficiente forma de economizar na hora de adquirir sua mais nova motocicleta. Quer saber qual é o melhor consórcio para a sua realidade? Então entre em contato conosco e tire suas dúvidas!

     
     

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