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    Vale a pena investir na poupança para comprar um imóvel?

    Posted by Rodobens on Julho 2016

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    Não é à toa que pensar em poupar é, para muitas pessoas, sinônimo de colocar dinheiro na poupança. Esse modo de investimento é muito popular no Brasil, em especial por ser de fácil acesso e por, em teoria, ter grande liquidez, segurança e rentabilidade garantida. Isso sem contar que paira no ar uma crença de que, para se adquirir um bem de alto valor (como um imóvel), é preciso ter uma boa quantia poupada para assim conseguir dar a entrada ou mesmo quitar o valor total. Por essas e outras, muitas pessoas acreditam que a melhor maneira de comprar um imóvel é investir na poupança.

    E é para refletir sobre todo esse contexto que resolvemos produzir este post. Aqui vamos mostrar quanto afinal rende a poupança e se existem outras alternativas para comprar sua casa nova sem ter que passar pela caderneta. Ficou curioso? Então continue lendo!

    Segurança

    Um dos principais atrativos da poupança é a segurança que a aplicação proporciona. Na prática, o risco de se perder o dinheiro investido é muito pequeno. Mas atenção: pequeno, no entanto, não significa inexistente! Tudo bem que o responsável pela caderneta é um banco em geral considerado como uma instituição sólida, mas ele pode sim quebrar. Foi o caso, por exemplo, do Lehman Brother’s, nos Estados Unidos, ou do Banco Panamericano, no Brasil.

    No entanto, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) não só pode como deve atuar nesses casos, devolvendo o valor depositado na poupança pelo cliente até o teto de 250 mil reais. Acima desse valor, o dinheiro pode ser perdido. O problema é que, quando falamos em mercado imobiliário, não é raro encontrarmos unidades muito acima desse montante, mesmo não se tratando do mercado de luxo. Por isso, vale a pena ficar atento. Embora pequeno, o risco de perder parte do dinheiro poupado existe.

    Rentabilidade

    Atualmente, estão em vigor 2 fórmulas para o cálculo da rentabilidade da poupança. Para depósitos feitos até 3 de maio de 2002, vale a regra clássica a Taxa Referencial (TR) mais 0,5% ao mês. Para depósitos feitos depois dessa data, as regras são outras. Se a taxa SELIC for igual ou menor que 8,5% ao ano, o rendimento é dado pelo cálculo TR + 70% da SELIC. Já nos momentos em que a SELIC estiver acima de 8,5% ao ano, o cálculo segue a antiga regra de TR + 0,5%. Achou o cálculo complicado demais? Pois a ferramenta calculadora do cidadão, do Banco Central, ajuda a fezer essa conta de maneira bem simples.

    O importante é ter em mente que, em geral, a poupança vem rendendo cerca de 6% ao ano. O problema está na inflação da atual situação do país, que já supera esses 6% — a previsão para este ano é que ela fique entre 7,19% e 7,25%. Trocando em miúdos: se seu investimento rende menos que a inflação, pode-se dizer que você está perdendo dinheiro. Isso mesmo! Nesse cenário, colocar dinheiro na poupança significa perda do poder de compra no longo prazo. Além disso, vale lembrar que aplicações resgatadas antes da data de aniversário não recebem juros, ou seja, seu ganho é simplesmente zero.

    Acessibilidade

    Como falamos no início da postagem, um dos grandes atrativos da poupança é que ela é de fácil acesso. Além de, em geral, não exigir um investimento mínimo, a caderneta pode ser aberta utilizando apenas RG, CPF e comprovante de residência. Mas a verdade é que outros investimentos não são tão complicados quanto se imagina! Na prática, são solicitados os mesmo dados, um valor mínimo (que pode inclusive ser bem baixo) e outras garantias complementares, como comprovante de renda. O importante é entender que não é por ser mais fácil que a poupança é a melhor opção para poupar até garantir a compra de um imóvel. E é justamente sobre as alternativas à poupança que iremos falar no tópico a seguir.

    Alternativas

    Como você deve ter notado, a poupança pode não ser a alternativa ideal para a compra de um patrimônio no momento. Apesar de popular, acessível e com rentabilidade razoável, de fato existem alternativas mais produtivas quando o assunto é mercado imobiliário. Entre elas, podemos citar:

    Tesouro Direto

    O Tesouro Direto é uma alternativa que vem se popularizando entre investidores por apresentar um risco muito baixo e alta rentabilidade. Afinal, ele é garantido pelo Tesouro Nacional e sua rentabilidade pode chegar a 17% ao ano. No entanto, vale adiantar que ele é mais atrativo para quem deseja um investimento de longo prazo. Isso significa que, caso você precise fazer um resgate antes da hora, sua lucratividade fica comprometida. Além do mais, nesse caso a mordida do Leão é mais dolorosa, já que o Imposto de Renda incide de maneira mais onerosa em resgates feitos em tempos menores.

    Financiamento

    O financiamento é uma alternativa clássica para quem procura comprar um imóvel, mas é interessante apenas para quem possui uma boa quantia já poupada para poder saldar uma entrada grande e, assim, conseguir um abatimento no montante total, bem como juros mais amigáveis. Mas vale lembrar que as taxas ainda são enormes no país. Assim, parte considerável do seu dinheiro acaba sendo gasto simplesmente para quitar juros. Além disso, esse tipo de negociação não é tão simples quanto a poupança, exigindo garantias, comprovações de renda e avalistas. Não se engane: é um transtorno burocrático e tanto.

    Consórcio

    O consórcio de imóveis é uma opção mais que viável para o típico poupador, aquele que consegue separar uma parte da sua renda mensal e tem paciência para aguardar uma contemplação. Nesse caso, você não precisa já ter muito dinheiro guardado para dar uma entrada significativa, por exemplo. Além disso, o valor da carta de crédito é corrigido de acordo com o Índice Nacional de Custo de Construção (INCC), garantido assim seu poder de compra.

    O consórcio é uma espécie de poupança programada em grupo, que protege seu dinheiro ao mesmo tempo em que permite a aquisição de um patrimônio. Você tem o compromisso de poupar uma certa quantia mensal para saldar as mensalidades da cota, um bom estímulo para quem tem dificuldade com a disciplina financeira, sabendo que esse dinheiro eventualmente se transformará no imóvel dos seus sonhos. Tudo isso sem cobrança de juros e com muito menos burocracia que um financiamento imobiliário. Vale lembrar que, embora seja possível antecipar sua contemplação de um consórcio por meio de lances, a entrega do prêmio geralmente acontece por sorteio. Isso significa que você pode ter condições de ser sorteado logo nas primeiras parcelas ou apenas quando quitar completamente sua cota.

    E então, a que conclusão chegou sobre investir na poupança para comprar um imóvel? Comente aqui e divida suas impressões conosco! E aproveite para assinar nossa newsletter e receber, diretamente no seu e-mail, informações sobre formas de pagamentos, dicas de compra e cuidados na hora de fechar o negócio!

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