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Tire 4 principais dúvidas sobre o índice de reajuste de consórcio

Dezembro 2018

2 minutos de leitura

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Bastante populares entre os brasileiros, os consórcios são uma ótima forma de investimento. Afinal, eles permitem a compra programada de bens e a contratação de serviços por meio do pagamento de parcelas mensais, sem que para isso seja necessário arcar com juros altos. Por outro lado, para aproveitar as suas vantagens, é preciso entender o índice de reajuste de consórcio.

Importante ponto de funcionamento do formato, o reajuste de consórcio impacta tanto na carta de crédito concedida aos contemplados quanto no valor das parcelas. Quer entender melhor tudo isso? Acompanhe o post!

1. O que é o índice de reajuste de consórcio?

Os consórcios têm como objetivo a reunião de pessoas interessadas na aquisição de um mesmo bem. Para isso, elas se juntam em grupos sob a organização de uma administradora e fazem os pagamentos mensais que dão direito a uma carta de crédito que permite a compra do bem.

No entanto, como consórcios podem se alongar por muitos meses, é necessário que reajustes no valor da carta de crédito sejam feitos periodicamente. Isso evita que o dinheiro acumulado não seja capaz de adquirir os bens desejados, uma vez que eles podem aumentar de preço com o passar do tempo.

2. Como funciona essa correção?

Para entender como a correção funciona, vamos a um exemplo. Imagine um grupo de consórcio para a compra de um automóvel. No início do grupo, o carro tem valor de mercado estipulado em R$ 50 mil. 

Porém, suponha que, um ano depois, esse mesmo modelo esteja sendo negociado por R$ 52.500. Nesse cenário, apenas os primeiros contemplados conseguiriam comprar o carro previamente escolhido, enquanto os demais teriam que optar por opções inferiores. Isso deixa clara a importância do reajuste, que iguala as condições do primeiro ao último contemplado.

3. Quais são os índices utilizados?

Os reajustes não são feitos de forma arbitrária ou sem nenhuma referência. Para que eles acompanhem a realidade do mercado, são adotados alguns índices amplamente utilizados em vários setores da economia. Acompanhe quais são as taxas normalmente adotadas pelos consórcios!

IPCA 

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo é calculado e divulgado a cada mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomado como índice oficial de inflação da economia brasileira, ele é adotado como indexador para o reajuste de uma série de produtos e serviços.

Nos consórcios, é comum que o IPCA seja utilizado para corrigir o valor de cartas de créditos destinadas à aquisição de serviços, viagens e veículos.

INCC

O Índice Nacional de Custos da Construção é divulgado pela Fundação Getúlio Vargas e mede a evolução do custo das moradias no país. Ele é empregado por construtoras e imobiliárias e também no reajuste de consórcios de imóveis.

Tabela FIPE

Já a tabela FIPE é mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e serve como fonte de consulta dos preços médios dos veículos vendidos no Brasil.

Dessa forma, algumas administradoras utilizam os valores da tabela FIPE para reajustar os consórcios de carros, enquanto outras optam pelas informações fornecidas pelas próprias montadoras.

4. Por que o reajuste é benéfico?

Com o reajuste da carta de crédito, também é necessário fazer o mesmo com as parcelas. Não veja isso como algo negativo! Além de não ser um aumento real, essa correção garante ao consorciado o poder de compra, não importa quando ele for contemplado.

Portanto, não se assuste quando ouvir falar em reajuste de consórcio. Depois da leitura deste post, você já entende como ele funciona e, por isso, pode ver o que está previsto no contrato e se planejar para não ter surpresas.

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