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7 formas de investir em imóveis

Abril 2019

6 minutos de leitura

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A aquisição de um imóvel próprio está entre os principais objetivos financeiros de muitas pessoas. Se você é uma delas, provavelmente busca nesse negócio a segurança de colocar o seu dinheiro em algo sólido e com riscos bastante baixos, além de proteger seu patrimônio contra os efeitos da inflação.

Talvez o primeiro pensamento de muitos seja adquirir uma casa ou apartamento para morar, mas você sabia que fazer dos imóveis um investimento também pode ser uma ótima oportunidade para obter uma fonte de renda extra?

Neste post, vamos mostrar como investir em imóveis de diversas maneiras, transformando as suas propriedades em verdadeiros ativos e aumentando o seu patrimônio. Independentemente do seu perfil, aqui você encontrará algo perfeitamente adequado às suas necessidades. Confira!

1. Terrenos

Terrenos são conhecidos como grandes geradores de riqueza. Eles costumam valorizar de maneira rápida, podendo ser vendidos por quantias bem maiores do que quando foram adquiridos. Isso traz a chance de reinvestir o dinheiro.

Você já deve ter notado que os arredores de grandes capitais crescem em um ritmo bastante acelerado. O Brasil é um país em constante expansão horizontal de suas cidades, fazendo com que terrenos que hoje são considerados afastados demais possam, em pouco tempo, ganhar destaque em termos de localização.

A onda dos condomínios de luxo também contribui para que o investimento em terrenos seja uma das opções mais interessantes. Como as construtoras têm altas margens de lucro, muitas vezes acabam comprando até mesmo terrenos em locais aparentemente ruins, já que podem investir em terraplanagem e outras melhorias.

Ou seja, mesmo a compra de terrenos em áreas menos procuradas pode proporcionar um ótimo retorno sobre o valor que você pagar. Por isso, ainda que sua intenção seja comprar um imóvel para morar, vale a pena reavaliar seus planos e considerar essa opção.

2. Imóvel na planta

Novos empreendimentos imobiliários surgem a todo instante e, com eles, a possibilidade de adquirir um imóvel ainda na planta. Essa modalidade é disponibilizada pelas construtoras nas fases iniciais das obras, quando as unidades podem ser compradas por valores mais acessíveis do que quando estiverem concluídas.

Com isso, vários investidores adquirem esse tipo de propriedade para revendê-las quando estiverem prontas para serem ocupadas. Também é possível negociar o imóvel na planta antes mesmo desse prazo, já que a propriedade se valoriza conforme o andamento das obras — representando uma oportunidade de ganhos realmente interessante.

O principal cuidado que deve ser tomado por quem pretende investir em imóveis na planta é se certificar de que a construtora é confiável, reduzindo as chances de enfrentar problemas e atrasos. Avalie também a características desse futuro imóvel, como sua finalidade e localização. Assim, é possível ter uma ideia de qual será o potencial de retorno sobre o valor investido na compra antecipada.

3. Imóvel usado

Enquanto tanta gente procura um imóvel novo em folha para morar, você pode encontrar verdadeiras relíquias se souber garimpar. Afinal de contas, não são raros os casos de imóveis usados que necessitam apenas de algumas reformas para se tornarem desejados por muitos compradores.

Então, que tal investir na compra de um desses imóveis e se beneficiar da sua valorização após realizar as melhorias? Lembre-se de que é preciso olhar para um local com olhos de investidor, avaliando suas reais possibilidades de lucro em comparação com o valor que será aplicado.

Fazendo a escolha certa, um imóvel usado pode ser lapidado e vendido por um valor muito maior em um curto prazo de tempo. Existem milhares de casas e apartamentos usados disponíveis em imobiliárias de todo o país. Tenha um pouco de paciência e perseverança ao pesquisar, pois você pode se dar muito bem!

4. Imóveis comerciais

O crescimento das cidades traz aumento não apenas no número de residências, mas também de lojas, mercados, shoppings, escolas etc. Fundamentais para acompanhar o crescimento da população, os imóveis comerciais também podem ser excelentes alternativas para investir no mercado imobiliário.

O negócio pode ser ainda mais interessante para quem puder fazer esse investimento em momentos de crise, já que o valor desse tipo de imóvel cai consideravelmente nesses períodos. No entanto, é preciso levar em conta que a liquidez desse negócio pode ser baixa, pois costuma cair bastante a procura por parte de empresas e indústrias que poderiam ocupar esses espaços.

Por outro lado, existem diversos segmentos comerciais que resistem melhor à queda na economia, dando ótimas pistas de como e onde investir. Ou seja, você precisa escolher imóveis bem-localizados que possam abrigar serviços essenciais, como mercados, padarias e farmácias.

Quando a questão é rentabilidade, a locação de imóveis comerciais é realmente atraente, ficando até 0,5% acima da rentabilidade média de aluguéis residenciais. Além disso, quando você aluga para empresas, as garantias de crédito tendem a ser melhores.

Outra vantagem é a duração dos contratos: em geral, enquanto os imóveis residenciais costumam ser alugados por dois anos em média, os comerciais ficam entre cinco e dez anos. Isso representa mais segurança para o proprietário, que terá garantido o retorno sobre seu imóvel durante o tempo acordado.

5. Imóveis que mudam de categoria

Uma característica do mercado imobiliário é que, por diversas razões, muitos imóveis acabam perdendo a atratividade para o seu propósito inicial. Essa situação faz com que eles se tornem subutilizados, abrindo a possibilidade de mudá-los de categoria para atrair novamente interessados em uma negociação.

Quando estão nessa situação, esses imóveis podem ser adquiridos por valores abaixo da média de mercado, mostrando-se uma ótima oportunidade para quem quer fazer deles um investimento. Pense em uma residência que tem dificuldade em ser alugada por estar em um local que se tornou muito movimentado, por exemplo.

Pode ser uma boa ideia adquiri-la por um valor acessível e transformá-la em um imóvel comercial. Ele será mais visado para locação e o valor mensal cobrado poderá ser maior.

A dica aqui é realizar uma vistoria cuidadosa no imóvel antes de adquiri-lo, certificando-se de que as intervenções necessárias não vão prejudicar os retornos que você espera conseguir.

Esse tipo de situação geralmente não é percebida pela maioria das pessoas que desejam investir no seu primeiro imóvel. No entanto, para um investidor imobiliário, estar atento a oportunidades assim é fundamental a fim de fazer bons negócios e aumentar o seu patrimônio.

6. Financiamento

Pode parecer estranho falarmos sobre o financiamento como uma maneira de investir em imóveis, não é mesmo? Afinal, esse é um tipo de operação financeira em que o valor emprestado deve ser pago com juros, que poderiam até mesmo superar os retornos esperados no investimento.

Essa modalidade costuma ser mais procurada por quem tem pressa em adquirir um imóvel, em especial nos casos em que serão utilizados como moradia própria. Contudo, mesmo entre os que pretendem fazer da propriedade um investimento, o financiamento pode ser interessante em alguns casos.

Quem tem valores depositados em contas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) pode utilizar esses recursos para dar de entrada em uma negociação. Como a compra de imóveis é uma das poucas situações em que é possível usufruir desses valores, vale a pena pesquisar para encontrar a casa ou apartamento que esteja dentro do seu orçamento.

Se a quantia não for suficiente, aí o financiamento pode aparecer como um grande aliado do investidor. É possível solicitar apenas o valor remanescente para fechar o negócio desejado, pagando juros bem menores do que o de um financiamento integral.

Ainda assim, a dica é fazer as contas para se certificar de que os encargos do financiamento não vão comprometer a renda que o patrimônio deve gerar.

7. Consórcio

Se você não dispõe da quantia necessária para adquirir um imóvel, mas não quer ficar de fora das oportunidades desse mercado, o consórcio é a opção ideal para você. Ao contrário do financiamento, o consórcio de imóveis não inclui juros e as parcelas são bem mais acessíveis.

Nessa modalidade, o participante passa a fazer parte de um grupo de interessados em um mesmo valor de crédito para a compra de imóveis. A cada mês, alguns deles são contemplados, o que pode ocorrer por sorteio ou por meio da oferta de lances (que é quando se antecipa o pagamento de um determinado número de parcelas restantes).

Com a carta de crédito em mãos, fica muito mais fácil adquirir o imóvel desejado. Essa é considerada uma forma de pagamento à vista, o que dá um grande poder de negociação ao seu detentor.

Pouca gente sabe, mas o FGTS também pode ser usado no consórcio para pagamento de parcelas (inclusive a oferta de um lance), permitindo antecipar a contemplação e ter o seu imóvel. Essa opção só não é válida para a compra de salas comerciais, fato que deve ser levado em conta por quem pretende fazer esse investimento.

Como você pode notar, as alternativas para investir em imóveis são muitas. Por isso, é importante estudar o assunto mais a fundo e fazer uma escolha racional de acordo com o seu perfil de investimento.

De todo modo, um imóvel sempre será uma boa opção, já que é um patrimônio físico e costuma ter grande valorização ao longo dos anos.

E então, qual das modalidades de investimento em imóveis é a sua preferida da lista? Na Rodobens Consórcio você pode fazer uma simulação de créditos, prazos e parcelas.

Restou alguma dúvida sobre como investir em imóveis? Deixe seu comentário abaixo!

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