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    Maio 2019

    Consórcio ou financiamento: qual a melhor opção para comprar sua casa própria

     

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  • Maio 2019

    Cobertura de seguro moto: veja aqui quais são

    Quando vamos comprar algum objeto do nosso desejo, como aquela motoca dos sonhos, a gente trabalha muito para conquistar, não é mesmo? Por isso, quando conseguimos, queremos a todo custo protegê-la. E é por esse motivo que é essencial saber sobre a cobertura de seguro moto.

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  • Maio 2019

    Saiba aqui tudo sobre como planejar uma viagem em família

    Viajar é maravilhoso, não é mesmo? É uma excelente oportunidade para descansar, conhecer novas culturas e experimentar uma gastronomia diferente. Porém, não basta arrumar as malas e partir para a felicidade, é preciso ter um planejamento! Você sabe como planejar uma viagem em família para que ela seja boa para o seu bolso e divertida para todos?

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  • Maio 2019

    Lei do Caminhoneiro: você conhece seus direitos?

    Todo mundo que vive na estrada sabe que a vida de um motorista de caminhão é cheia de aventuras, aprendizados e muito conhecimento sobre a cultura das diversas regiões do país.

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  • Maio 2019

    Quanto custa construir uma casa? Aprenda a calcular!

    Quem pretende ter sua própria casa deve saber o quanto antes que, para não perder dinheiro, a pesquisa é uma etapa importantíssima do processo — principalmente se a ideia é começar do zero. Afinal, para saber quanto custa construir casa, é preciso entender bem cada uma das variáveis envolvidas antes de sequer pensar em preparar a fundação.

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  • Maio 2019

    Melhores marcas de carros: lista com as queridinhas dos brasileiros

    Quais são as melhores marcas de carros comercializadas em território nacional? Essa é uma pergunta que muitas pessoas fazem — até porque, a cada ano, mais e mais montadoras incluem seus veículos no mercado brasileiro. Nesse contexto, outra dúvida que costuma surgir é: como definir quais são os melhores veículos, já que cada consumidor tem suas preferências?

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  • Maio 2019

    Como funciona a alienação de bens em consórcios?

    O consórcio é uma modalidade de investimento que apresenta características bem interessantes para os consumidores. Graças a ele, é possível adquirir bens ou contratar serviços sem ter que gastar uma grande quantia de imediato.

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  • Maio 2019

    Casa ou apartamento: qual comprar?

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  • Maio 2019

    5 critérios para escolher o melhor seguro de viagem

    Viajar é sempre bom: saímos da rotina, conhecemos lugares e culturas novas. E fazer isso com total segurança é excelente, concorda? Por isso é muito importante saber escolher o melhor seguro de viagem.

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  • Maio 2019

    Coberturas seguro auto: saiba quais são

    Comprou ou está pensando em comprar um automóvel, ou até trocar o seu? Então é importante conhecer as coberturas de seguro auto. Afinal de contas, é preciso estar preparado para todas as situações, não é mesmo?

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  • Maio 2019

    Aprenda 7 formas de economizar diesel na estrada

    O combustível sempre foi um dos custos mais altos para quem trabalha como motorista. Por isso, os profissionais que desejam aumentar a sua rentabilidade e garantir mais estabilidade financeira sempre buscam formas de economizar diesel na estrada. Mas, para isso, é preciso seguir alguns passos que vão ajudar a fechar melhor as contas no fim do mês.

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  • Maio 2019

    O que é previdência complementar? Saiba mais sobre o assunto

    Todos os brasileiros com trabalho formal pagam valores periódicos ao INSS (Instituto Nacional de Seguro Social). Isso garante aos contribuintes o custeio de um benefício para quando chegar a hora da aposentadoria.

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  • Maio 2019

    Cashback: entenda o que é e saiba como economizar com isso

    Com o e-commerce crescendo a cada ano, é bem provável que você já tenha feito alguma compra online, não é mesmo? Nessa jornada, também é possível que tenha se deparado com o convite para um programa de cashback. Mas você sabe o que é isso?

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  • Maio 2019

    Consórcio ou financiamento de carros: descubra aqui a melhor opção

    Não tem como negar: o povo brasileiro é simplesmente apaixonado por carros. Além de ser uma solução prática de mobilidade urbana, o automóvel é símbolo de status e liberdade e constitui patrimônio para seus proprietários. Por essas e outras é que o momento de adquirir esse bem, seja por meio de consórcio, seja via financiamento de carros, é tão aguardado e sonhado por muitos.

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  • Maio 2019

    Desvalorização do carro zero: o que acontece ao sair da concessionária?

    Já ouviu dizer que a melhor marca de carros do mercado é o zero-quilômetro? De fato, é inexplicável a sensação de poder sentir o famoso cheirinho de carro novo, principalmente se ele foi conquistado com muito trabalho.

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  • Maio 2019

    Hospedagem na estrada: como escolher os melhores lugares para descansar

    Quem trabalha há muitos anos na estrada já conhece a maioria dos macetes e dos lugares interessantes para atender a todas as suas necessidades. Mas, às vezes, ao pegar uma rota não muito habitual, podemos acabar sem referências para os momentos de descanso ou para alimentação.

    Além disso, dependendo de quantas horas você for dirigir, as autoridades de trânsito e a própria Lei do Caminhoneiro recomendam que se façam algumas pausas para descanso, a cada três ou quatro horas. Para isso, talvez seja necessário encontrar uma hospedagem na estrada adequada para você.

    Mas você sabe o que deve levar em consideração na hora de escolher o lugar para fazer esse descanso? Neste artigo, daremos algumas dicas para que você não entre em uma roubada. Confira!

    Procure um lugar com estacionamento seguro

    Normalmente, quando decidimos parar no meio de uma viagem para descansar, isso ocorre à noite. Dependendo da localização, é preciso, portanto, verificar se haverá um estacionamento fechado e com segurança para que o seu caminhão fique longe de problemas, como furto ou até mesmo acidentes com os veículos em alta velocidade na rodovia.

    Na hora de fazer o check-in, não se esqueça de perguntar se o estacionamento é pago, qual é o preço e se há vagas disponíveis. Não deixe nada de valor dentro do veículo.

    Verifique os tipos de quartos oferecidos e as condições

    Muitas vezes, a hospedagem na estrada não oferece os mesmos confortos de um hotel dentro das cidades. Antes de fazer o check-in e pagar, peça ao atendente para mostrar os quartos. Verifique a limpeza dos lençóis e do banheiro e se há disponibilidade de toalhas e outros itens de conforto.

    Veja, também, se não há vazamentos ou mofo nas paredes, afinal você precisa de um conforto mínimo para descansar e seguir em frente. Outro ponto que deve ser observado é se as paredes não são muito finas, pois o barulho dos veículos na estrada pode atrapalhar seu sono.

    Veja se o local oferece refeições para os hóspedes

    O ideal é que você consiga encontrar uma pousada, hotel ou alojamento que também disponibilize algumas refeições, pois esse poderá ser o momento de repor as energias para depois continuar a sua longa viagem. Caso tenha restaurante, verifique o tipo de alimentação oferecida e a limpeza do ambiente.

    Dependendo do horário, talvez você queira fazer apenas um lanche antes de descansar. Veja se o estabelecimento oferece esse tipo de atendimento para que não tenha que sair pela estrada em busca de algo para comer.

    Encontrar uma boa hospedagem na estrada é importante para garantir mais conforto e segurança para a sua viagem. O recomendável é que você faça uma pesquisa dos estabelecimentos ao longo do seu trajeto ainda antes de partir, a fim de escolher o mais adequado. Calcule o tempo de chegada no lugar escolhido para que não tenha que mudar os planos no meio do caminho.

    Então, gostou das nossas dicas? Que tal compartilhar este post com seus amigos nas redes sociais? Eles podem indicar uma boa hospedagem na estrada para a sua próxima viagem!

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  • Maio 2019

    7 dúvidas sobre grupo de consórcio

    Embora já estejam consolidados no mercado, os consórcios levantam muitas dúvidas entre os interessados em adquirir diversos tipos de bens ou serviços. Isso acaba afastando alguns deles, que veem o consórcio com uma opção complicada e burocrática. Mas isso não é verdade!

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  • Abril 2019

    7 formas de investir em imóveis

    A aquisição de um imóvel próprio está entre os principais objetivos financeiros de muitas pessoas. Se você é uma delas, provavelmente busca nesse negócio a segurança de colocar o seu dinheiro em algo sólido e com riscos bastante baixos, além de proteger seu patrimônio contra os efeitos da inflação.

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  • Abril 2019

    Afinal, se quitar consórcio antecipado, tem desconto?

    Em condições normais, o participante de um consórcio paga da primeira até a última parcela em um prazo preestabelecido. O que permite a compra do bem é a carta de crédito, recebida pelo consorciado quando ele é contemplado em assembleia ou ao final do pagamento.

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  • Abril 2019

    Aposentadoria além do INSS: conheça as diferentes opções

    Em qualquer lista de metas pessoais, a aposentadoria tranquila ocupa quase sempre uma das primeiras posições. E não é para menos: atingir esse objetivo é uma recompensa para quem se dedicou ao trabalho por décadas e quer usufruir de uma vida confortável depois de largar o batente.

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  • Abril 2019

    Três aplicativos de finanças para ajudar a controlar seu dinheiro

    O planejamento financeiro pode ser um desafio e tanto para as pessoas que ainda não têm muita disciplina nesse setor. No entanto, ter o controle de gastos e ganhos é fundamental para evitar dívidas e se planejar para conseguir poupar — seja para comprar uma roupa nova ou dar entrada em um imóvel ou carro próprio.

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  • Abril 2019

    Finanças femininas: entenda a relação das mulheres com dinheiro

    Administrar os recursos que entram e saem da conta todos os meses não é uma tarefa simples. Porém, estatísticas apontam que as mulheres sabem realizar uma melhor gestão do dinheiro do que os homens. Embora a maioria dos conteúdos criados sobre o tema seja voltado para o público masculino e que eles ainda representem a maior quantidade de investidores, há muito o que se aprender com as finanças femininas.

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  • Abril 2019

    Saiba como funciona a parcela reduzida de consórcio

    Muitos de nós temos sonhos como a compra de um carro novo ou a aquisição do primeiro imóvel, não é mesmo? E uma boa saída que várias pessoas encontram para transformar esses desejos em realidade está nos consórcios. Essa já é uma tradicional forma de aquisição de bens de valores mais elevados entre os brasileiros, oferecendo baixos riscos e possibilidades reais de compra.

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  • Abril 2019

    Entenda como funciona a transferência de consórcio

    O consórcio costuma ser a melhor opção oferecida pelo mercado para a compra de bens como imóveis ou veículos quando não há dinheiro para o pagamento à vista. Esse modelo permite que haja um melhor planejamento financeiro, além de livrar você das taxas de juros aplicadas pelas instituições financeiras nos financiamentos.

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  • Abril 2019

    Investimento em casal: 5 dicas para o sucesso

    Ter um relacionamento estável e saudável é muito bom, não é mesmo? Imagina então vocês crescendo juntos pessoal e financeiramente? Você já pensou alguma vez em fazer investimento em casal?

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  • Abril 2019

    Acidentes de trânsito: saiba quais são os mais frequentes e como evitá-los

     
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  • Abril 2019

    Prêmio Pontualidade Seguro: mais um benefício exclusivo aos clientes

    Você sabia que concorre semanalmente ao sorteio do Prêmio Pontualidade Seguro? Esse é um dos muitos benefícios do pagamento em dia da parcela da cota do consórcio Rodobens.

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  • Abril 2019

    Consórcio ou financiamento: o que é melhor e mais fácil para você?

     

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  • Abril 2019

    Existe um valor mínimo para investir? Descubra neste artigo!

    Está pensando em entrar no mercado dos investimentos, mas não sabe se tem capital suficiente para isso? Essa é uma dúvida comum, pois muitos não entendem bem se há um valor mínimo para investir e, assim, pensam que é preciso fazer grandes aportes para que o dinheiro traga rendimentos.

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  • Abril 2019

    4 motivos para você não deixar de pagar seu consórcio

    A manutenção das parcelas em dia é uma das principais obrigações de quem faz parte de consórcios. No entanto, muitas pessoas deixam de pagar suas cotas regularmente, seja por falta de planejamento, seja por não conhecerem as regras que regulam esses grupos.

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  • Abril 2019

    Qual é o melhor investimento para o futuro do meu filho?

    Você se pergunta qual o melhor investimento para o futuro do seu filho? Se sua preocupação é garantir o conforto e a tranquilidade da sua família, qual seria o primeiro passo? A primeira providência é pensar para qual objetivo você vai guardar dinheiro. Pode ser uma casa, uma faculdade, um intercâmbio ou uma previdência, por exemplo.

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  • Abril 2019

    Curso para caminhoneiro: 5 opções que você deve fazer

    A profissão de caminhoneiro está ficando cada vez mais exigente. Para conseguir melhores oportunidades de trabalho, é necessário se dedicar e buscar novos conhecimentos. Os profissionais precisam entender bem de mecânica, além de saber dirigir de uma forma segura e eficiente, economizando ao máximo os recursos. Um curso para caminhoneiro é a garantia de um bom desempenho e um rápido crescimento nos negócios.

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  • Abril 2019

    Adquirir bem com consórcio: conheça as possibilidades

    Adquirir um bem por meio do consórcio é uma estratégia que traz muitas vantagens, especialmente quando comparado a formas de aquisição tradicionais (como empréstimos e financiamentos). Além de contar com encargos menores, pois não há cobrança de juros, é possível reunir o valor para comprar à vista, garantindo um grande poder de barganha.

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  • Abril 2019

    Como participar de um consórcio? Confira neste artigo

    Você sabe como participar de um consórcio? Não? Calma, nós vamos ajudar. E se já tiver alguma experiência com isso, poderá aprender ainda mais lendo este post!

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  • Abril 2019

    Você sabe como a prestação do consórcio é calculada?

    O consórcio é uma forma segura e confiável de adquirir diversos bens e serviços. Com o pagamento de parcelas mensais, o consorciado acumula os recursos que lhe darão direito a uma carta de crédito. Ela permite a aquisição do imóvel, veículo ou qualquer outro item que esteja previsto pelo grupo.

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  • Abril 2019

    O consórcio imobiliário vale a pena?

    Está pensando em comprar um imóvel, não tem todo o capital para pagar à vista, mas também deseja fugir das taxas de juros praticadas pelos financiamentos oferecidos pelo mercado? Saiba que o consórcio imobiliário pode ser a solução para o seu questionamento.

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  • Março 2019

    Saiba quais acessórios para caminhão você precisa levar nas suas viagens

    A vida na estrada tem seus benefícios e é uma escolha que você dificilmente trocaria, não é mesmo? Mas ela pode ser melhor ainda se você se preparar para uma jornada confortável, aconchegante e prática.

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  • Março 2019

    Profissão de caminhoneiro: saiba qual é a sua importância para o crescimento do país

    Após a greve de 2018, ficou clara a importância da profissão de caminhoneiro para o Brasil. Ele cumpre um papel central no sistema modal rodoviário do país, que movimenta quase 60% de toda a carga nacional.

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  • Março 2019

    O que devo mudar nos meus hábitos para melhorar minha vida financeira?

    Se você olha para o calendário e vê que os dias passam mais devagar do que a velocidade com que o dinheiro sai do seu bolso, não se assuste: sua realidade não é muito diferente da maioria das pessoas, que fazem malabarismos para que o salário dure até o próximo pagamento.

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  • Março 2019

    Perfil no seguro auto: 6 características que barateiam o seguro

    Você sabia que a depender do seu perfil no seguro auto os preços podem ficar mais altos ou mais baixos? As empresas fazem uma análise bem minuciosa para definir o valor a ser pago. A avaliação é feita de acordo com uma série de critérios preestabelecidos válidos para praticamente todas as companhias, com poucas variações.

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  • Março 2019

    Tenha estes 5 cuidados ao contratar seguro auto

    Ele pode ser novo, seminovo, compartilhado ou só seu: é sempre importante zelar pelo nosso carro e pensar na sua proteção. Para isso, é necessário se encarregar de algumas medidas: uma delas é conhecer os cuidados ao contratar seguro auto.

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  • Março 2019

    Esclareça 5 dúvidas sobre consórcio de serviços

    Embora menos populares do que os consórcios para carros e imóveis, os consórcios de serviços são uma realidade. Por meio deles, é possível ter acesso a procedimentos estéticos e odontológicos, viagens e até mesmo festas de casamento e formatura.

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  • Março 2019

    Saiba por que consórcio é considerado um investimento de baixo risco

    Podemos apostar que você conhece ou já ouvir falar de alguém que fez um consórcio, não é? Essa é uma modalidade de compra coletiva, na qual algumas pessoas se unem a um grupo gerenciado por uma administradora, a fim de comprar algo que desejam. Mas será que esse é um investimento de baixo risco?

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  • Março 2019

    Higienização automotiva: saiba quando e como deve ser feita

    A higienização automotiva é um procedimento que deve ir muito além daquela lavagem caprichada que os proprietários de carros costumam fazer aos finais de semana. Trata-se de uma limpeza completa do automóvel: desde a parte externa até a interna.

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  • Março 2019

    Como escolher o imóvel ideal para sua situação financeira

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  • Março 2019

    Consórcio ou poupança: qual opção é melhor?

    Consórcio ou poupança? Essa é uma pergunta muito comum que vem a mente de quem está procurando modos de juntar dinheiro para atingir seus objetivos, como a compra de um imóvel ou um carro.

    No entanto, cada uma das opções apresenta vantagens e desvantagens, e escolher entre elas passa por entender esses pontos, além de avaliar os objetivos pessoais e familiares. Pensando nisso, preparamos este post com as características das duas formas de investimento para ajudar na sua decisão. Boa leitura!

    Como funciona o consórcio?

    Os consórcios são muito populares no Brasil. Por meio deles, um grupo de pessoas se reúne, sob a supervisão de uma empresa administradora, para acumular os fundos necessários à aquisição de determinado bem.

    Cada consorciado faz o pagamento de uma parcela mensal e, paralelamente a isso, acontecem os sorteios nas assembleias. Nesses encontros, são definidos os contemplados, os quais receberão a carta de crédito que permite a compra de um carro ou imóvel, por exemplo, antes do final do consórcio.

    Como principal desvantagem dessa modalidade está o tempo de espera: enquanto não for contemplado, o consorciado não tem acesso à carta de crédito. E isso torna bem de difícil reaver os valores investidos, em caso de necessidade antecipada.

    Por outro lado, a organização do consórcio melhora a vida de quem não tem tanta disciplina para acumular o dinheiro necessário para a compra de um bem de valor maior. Como os pagamentos são feitos por boletos, basta incluir essa despesa no orçamento mensal para ficar mais perto do objetivo estabelecido.

    Como funciona a poupança?

    A poupança é o investimento mais conhecido entre os brasileiros. Muito disso se deve a sua facilidade de gerenciamento. Para abrir uma caderneta de poupança, basta procurar um banco e fazer o primeiro depósito para que o dinheiro passe a render de acordo com as regras estabelecidas.

    Apesar disso, o rendimento da poupança quase sempre não é muito animador. Dependendo da situação econômica do país, é possível que a rentabilidade obtida com os depósitos seja menor que a inflação. Isso significa que, na prática, quem investe na poupança pode ver seu dinheiro perder poder de compra, ainda que não sejam cobradas taxas nessa modalidade de investimento.

    Além disso, como o resgate dos valores pode ser realizado a qualquer momento, para que a economia faça sentido e seja capaz de viabilizar a realização do objetivo proposto, é preciso: manter a disciplina, efetuar depósitos constantes e não sacar antes de atingir a meta.

    Consórcio ou poupança? Qual escolher?

    Depois de descobrir as características de cada uma das opções, escolher qual é a melhor para a sua realidade fica mais simples. Leve em consideração as características básicas de consórcio e poupança, pense qual é o seu objetivo com o dinheiro que está sendo aplicado e como é a sua disciplina financeira.

    Se você, por exemplo, está pensando em trocar de carro, mas tem dificuldades para acumular o valor, o consórcio provavelmente será uma melhor opção. No entanto, se a sua meta é manter uma reserva financeira para os momentos de aperto, talvez seja melhor recorrer à poupança, que permite saques sem burocracia.

    Logo, na hora de escolher entre consórcio ou poupança, mais do que as características de cada investimento, observe o seu objetivo e o seu perfil na hora de lidar com o dinheiro. Desse modo, será possível aproveitar melhor as vantagens de cada opção.

    Este conteúdo foi útil para você? Então continue acompanhando as atualizações do blog curtindo nossa página no Facebook!

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  • Março 2019

    Estabilidade financeira para caminhoneiro: siga estas 4 dicas para ter sucesso

    Estabilidade financeira é uma prioridade para a maioria dos trabalhadores, e isso não é diferente para autônomos. Com as finanças em dia, fica muito mais fácil planejar o futuro, oferecer maior conforto para família e construir patrimônio. Seguindo essa linha de pensamento, os caminhoneiros que trabalham por conta própria podem e devem buscar uma vida tranquila.

    Neste post, trouxemos algumas dicas especiais sobre a estabilidade financeira para caminhoneiro. Preparado para descobrir como dirigir suas finanças com a mesma tranquilidade com que você guia seu pesado? Então, continue lendo!

    1. Mantenha suas contas pessoais separadas das profissionais

    Um dos erros mais comuns que os trabalhadores autônomos, caminhoneiros e até mesmo empresários cometem é misturar finanças pessoais com as profissionais. Quando não se sabe de onde vem o dinheiro que está sendo gasto, a coisa vira uma bagunça. E realmente fica difícil ter estabilidade financeira assim.

    Por isso, é importante que você anote o que gastou com cada frete em detalhes e pague tudo com o dinheiro recebido pelo serviço. Outra atitude essencial é separar mensalmente uma quantia para despesas pessoais.

    2. Anote todos ganhos e custos que você tem

    Manter anotações rigorosas da sua vida financeira, com as entradas e saídas devidamente registradas, é fundamental para organizar seu dinheiro. Isso significa anotar tudo o que você recebe e o que gasta.

    Para ajudar nessa tarefa, existem inúmeras ferramentas, incluindo planilhas e aplicativos de celular. Mas se você prefere o bom e velho caderninho, não tem problema! O importante é registrar tudo.

    3. Tenha uma reserva para emergências

    Infelizmente, ninguém está livre de emergências, e esse risco precisa entrar no seu planejamento financeiro. Por exemplo, seu caminhão pode quebrar e ter que passar algum tempo no conserto, impedindo você de trabalhar. Ou, ainda pior, alguém da família pode adoecer, fazendo com que você tenha muita despesa e passe mais tempo em casa.

    Tenha uma quantia guardada para cobrir os custos em momentos como esses. Pense em se proteger nos dias em que não puder trabalhar. O ideal é conseguir juntar cerca de 6 vezes o valor dos seus gastos mensais.

    Assim você não fica desprevenido, e sua família pode ter muito mais tranquilidade. Sem contar que, com a reserva, você não terá que se endividar para cobrir suas despesas.

    4. Programe uma rotina de manutenção para o seu veículo

    No tópico anterior, a gente falou sobre a possibilidade de o caminhão quebrar — o que é péssimo, já que ele é sua fonte de renda. No entanto, é perfeitamente possível que você minimize ao máximo o risco de isso acontecer.

    Manter uma rotina de manutenções para o caminhão não serve apenas para evitar um problema inesperado, mas também para economizar. O custo de um conserto é muito maior que de uma manutenção, concorda? Sendo assim, faça revisões programadas no seu veículo e evite ficar sem trabalhar ou gastar uma fortuna caso ele quebre.

    Neste post, você viu que não é difícil organizar o dinheiro e conquistar estabilidade financeira para caminhoneiro. Seguindo as nossas dicas, sua vida vai ficar tranquila, e você pode ter mais folga para planejar o futuro, aumentar a sua frota e oferecer tranquilidade para sua família.

    Gostou do post? Então, deixe um comentário abaixo contando suas experiências sobre o assunto. Será um grande prazer ler o que você tem para dizer!

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  • Março 2019

    Seguro de viagem: quais seguros fazer antes de viajar

    Poucas sensações são tão boas quanto arrumar as malas e fazer uma viagem. Seja qual for o destino, passar alguns dias fora de casa aproveitando esse período é parte importante da vida de muitas pessoas.

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  • Março 2019

    Como a tecnologia no caminhão tem facilitado a vida dos motoristas?

    Um caminhoneiro precisa lidar com diversos desafios em sua rotina: a distância de casa e os perigos que rondam a vida nas estradas são apenas algumas das adversidades que esses profissionais tão importantes enfrentam enquanto estão atrás do volante.

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  • Fevereiro 2019

    Quer saber como funciona o consórcio de caminhão? Veja aqui

    Quem tem o caminhão como instrumento de trabalho sabe da importância de contar com um veículo de acordo com a necessidade do seu negócio. No entanto, eles costumam custar caro. Nem sempre um financiamento é a melhor opção, já que são cobrados juros e uma entrada — além de todo o processo burocrático de aprovação por parte da instituição financeira.

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  • Fevereiro 2019

    Entenda o que é e como funciona o seguro de vida resgatável

    Um seguro de vida é sempre uma excelente forma de resguardar financeiramente seus familiares caso algo de ruim aconteça com você. Mas, na hora de contratar essa proteção, muitas pessoas se questionam se não é mais vantajoso investir o valor em vez de destiná-lo ao pagamento do seguro.

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  • Fevereiro 2019

    Viagem pelo Brasil: 3 motivos para contratar um seguro auto

    Contratar um seguro automotivo é uma medida que traz tranquilidade e garante a proteção do seu bem. Hoje, os motivos para ter um bom seguro para o carro são muito maiores que há alguns anos: violência, estradas malconservadas e por aí vai.

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  • Fevereiro 2019

    Tabela da ANTT: tudo que você precisa saber em um só lugar

    Uma das reivindicações levantadas durante a paralisação de caminhoneiros em maio de 2018 foi a remuneração justa pelos serviços prestados por esses profissionais.

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  • Fevereiro 2019

    Metas pessoais: como se planejar para alcançar os seus sonhos?

    Uma meta, de acordo com o dicionário, é o ponto que se procurar atingir ou a finalidade à qual se dirigem as ações ou pensamentos de uma pessoa. A partir de tais definições, podemos constatar que frequentemente estamos lidando com metas pessoais, profissionais ou de qualquer outro aspecto de nossas vidas.

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  • Fevereiro 2019

    Conheça 7 fatores que determinam o preço do seguro do automóvel

    Embora a maioria dos proprietários tenha noção dos perigos aos quais os veículos estão expostos no dia a dia das cidades, cerca de 80% dos carros do país circulam sem seguro. Boa parte disso se deve aos preços, que podem variar muito de acordo com uma série de fatores que servem de base para o cálculo da seguradora.

    Partindo do pressuposto de que conhecer os aspectos que impactam no preço do seguro do automóvel ajuda a encontrar uma apólice mais adequada à sua necessidade, preparamos este post com os pontos essenciais sobre o assunto. Boa leitura!

    1. Perfil do motorista

    O perfil do motorista combina uma série de características para determinar a propensão a se envolver em sinistros de quem está atrás do volante. Com isso, homens, jovens, recém-habilitados e pessoas com histórico ruim costumam ter de pagar mais pela proteção. 

    2. Modelo do carro

    Boa parte do preço a ser pago pelo seguro é influenciado pelo modelo do carro. Isso não diz respeito apenas ao valor do veículo. Alguns modelos populares são mais visados por bandidos e isso faz com que a seguradora eleve o preço. Carros cujo eventual reparo custe mais caro (como os importados ou com acessórios raros) também afetam na precificação.

    3. Local adequado para estacionar o veículo

    O local no qual o veículo pernoita ou fica durante o expediente também importa. Como garagens e estacionamentos reduzem a chance de roubos, quem estaciona o automóvel em vias públicas deve se preparar para pagar mais.

    4. Região

    Moradores de bairros tranquilos de grandes cidades ou do interior levam vantagem. Como os índices de criminalidade e de acidentes variam de cidade para cidade (ou mesmo de bairro para bairro), o seguro de motoristas de regiões mais pacatas sai mais em conta.

    5. Uso do veículo

    Se o veículo é utilizado para fins comerciais, isso quase sempre representa uma utilização mais intensa, que se reflete no preço a ser pago. Do mesmo modo, quem não utiliza o carro comercialmente, mas roda mais para chegar até o trabalho, provavelmente terá de arcar com custos maiores na hora da contratação do seguro.

    6. Coberturas, franquia e serviços adicionais

    Quanto maior e mais abrangente a cobertura, maior terá que ser o desembolso feito pelo proprietário. Seguros mais simples podem proteger apenas contra colisões, enquanto os mais completos oferecem proteção contra danos a terceiros.

    Já uma franquia maior significa um preço menor. Por outro lado, será necessário arcar com uma despesa maior para acionar o seguro. Serviços adicionais (como carro reserva ou assistência 24 horas) também acrescentam custos extras.

    7. Equipamentos de segurança

    Adicionar sistemas de proteção e rastreamento ao veículo barateia o seguro, uma vez que reduzem a possibilidade de roubo e facilitam a localização do carro caso ele seja levado. Em algumas seguradoras, é possível incluir esse item como parte da apólice.

    Tão importante quanto conhecer quais fatores que afetam o preço do seguro do automóvel, é realizar uma boa pesquisa em busca das melhores condições. Isso permite encontrar o melhor valor e evita a contratação com seguradoras sem credibilidade. Dessa forma, sua propriedade estará resguardada em casos de problemas!

    Quer mais dicas para rodar sempre com tranquilidade? Assine nossa newsletter agora mesmo e receba o conteúdo do blog direto no seu e-mail!

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  • Fevereiro 2019

    Poupar ou investir: saiba a diferença e qual é o melhor pra você

    Nosso vocabulário muitas vezes faz com que usemos algumas palavras como sinônimos, quando elas na verdade não são. E isso atrapalha algumas definições importantes. É o que acontece, por exemplo, quando falamos de poupar ou investir. Embora, sejam conceitos ligados, cada um descreve uma situação específica.

    Compreender as distinções entre esses termos é simples e ajuda a saber o que fazer com o dinheiro, de acordo com a sua condição financeira e os seus objetivos. Pensando nisso, detalhamos no post a diferença entre poupar e investir e qual dessas opções costuma ser melhor. Acompanhe!

    O que é poupar?

    Poupar é a palavra que define o ato de separar uma parte da renda com o intuito de reunir uma quantia suficiente para a realização de um objetivo. Tal objetivo pode ser a compra de um bem (como um carro ou uma casa) ou somente a manutenção de uma reserva financeira para imprevistos, como uma demissão ou emergência médica. O dinheiro destinado à formação de uma poupança vem, sobretudo, de economias feitas no orçamento doméstico. 

    Quem poupa dinheiro geralmente faz isso depositando os recursos em uma caderneta de poupança. Ainda que o rendimento seja bem baixo, isso ajuda a proteger os valores da inflação, que compromete o poder de compra ao longo do tempo. De todo modo, mesmo quem mantém o montante acumulado em uma conta-corrente ou em casa está fazendo uma poupança.

    O que é investir?

    Investir é fazer qualquer dispêndio com o intuito de obter um retorno futuro. Ou seja, quem investe espera que o montante aplicado resulte em mais dinheiro depois de determinado período.

    Assim, enquanto a poupança é resultado de uma economia de recursos e tem como objetivo a compra de um bem ou a proteção contra imprevistos, o investimento busca uma rentabilização da quantia disponível. E isso pode ser feito de várias formas, com diferentes graus de risco e rentabilidade.

    O mercado financeiro dispõe de diversas alternativas para quem quer fazer o seu dinheiro render, desde as mais conservadoras (como o Tesouro Direito, o CDB, as Letras de Crédito e os fundos de renda fixa) até as mais ousadas (como a bolsa de valores). Outras opções são a negociação de imóveis ou os consórcios, por exemplo.

    Seja qual for a sua escolha, o investidor acredita que o retorno obtido com aquela aplicação tende a ser maior que o risco, fazendo com ele confie e coloque seu dinheiro ali com a perspectiva de ganhos.

    Poupar ou investir? O que é melhor?

    Diante da diferenciação dos termos, responder qual é melhor depende de uma análise cuidadosa de cada caso. Quem tem como meta apenas manter uma reserva de emergência deve focar em poupar. Muitos investimentos têm prazos que restringem saques a qualquer momento, o que pode ser complicado na hora em que for preciso utilizar o dinheiro.

    Ademais, um investimento visa sempre o médio e o longo prazo, e presume que a quantia utilizada não será necessária por esse período. Antes de investir, a pessoa precisa conhecer bem as regras da aplicação escolhida e estar cientes dos riscos — que, por menores que sejam, sempre existem. A partir disso, o tempo e o dinheiro passam a trabalhar a seu favor.

    Com isso, quase sempre fazer um investimento é melhor que manter a simples poupança. Contudo, como já mencionamos neste texto, decidir entre poupar ou investir passa pela avaliação da condição de momento. Do mesmo modo que não faz sentido manter dinheiro debaixo do colchão, quem tem dívidas deve priorizá-las antes de dar o próximo passo.

    Você deseja investir mas não quer correr tantos riscos? Sabia que o consórcio é uma ótima alternativa de investimento? Entre em contato com a Rodobens e conheça as melhores opções do mercado! 

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  • Fevereiro 2019

    5 regras do consórcio imobiliário que você precisa saber

    O setor de consórcios mostrou fôlego em 2018 e, até setembro, havia crescido 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. E os imóveis certamente estão entre os bens mais desejados por quem decide participar dessa modalidade de compra programada.

    São várias as razões para isso: por meio de um consórcio, é possível adquirir um imóvel com pagamento de parcelas mensais sem juros. Se você quer usufruir de tudo o que essa forma de comprar imóveis é capaz de oferecer, conheças as principais regras do consórcio imobiliário neste post. Boa leitura!

    1. Normas para participar de um consórcio imobiliário

    Quem está interessado em entrar em um consórcio imobiliário deve procurar uma administradora, que é a empresa responsável por unir o grupo de consorciados e gerir o dinheiro acumulado.

    Para participar, é necessário apresentar os documentos solicitados (que não são muitos) e assinar o contrato. Quando o grupo atinge o número mínimo de participantes, a primeira assembleia é realizada e o consórcio começa efetivamente.

    Outra possibilidade é entrar em um consórcio já em andamento. Para isso, é necessário adquirir a cota de um consorciado interessado em vendê-la ou seguir as condições impostas pela administradora.

    2. Duração do consórcio

    O prazo de duração de um consórcio é estabelecido pela administradora, que o calcula a partir do tempo necessário para o pagamento da carta de crédito que será concedida após a contemplação.

    Como imóveis geralmente têm valores mais altos, não é raro que grupos dessa modalidade se alonguem por prazos superiores a 60 meses. Mas, seja qual for o prazo, é imprescindível que ele esteja descrito de forma clara no contrato.

    3. Definição dos valores das parcelas

    O valor das parcelas é calculado, primeiro, por meio da divisão do valor da carta de crédito pelo período estabelecido para a duração do grupo. A esse resultado são acrescidas a taxa de administração (que remunera a administradora) e a taxa de formação do fundo de reserva, que serve para garantir a saúde financeira do consórcio caso algum imprevisto aconteça. Não há juros em um consórcio, independentemente de qualquer outro aspecto.

    4. Formas de contemplação

    Há duas formas de alcançar a contemplação em um consórcio imobiliário. A primeira delas é por meio dos sorteios realizados nas assembleias. Todos os integrantes que estejam de acordo com as regras previstas em contrato participam desses sorteios.

    Para acelerar a contemplação e não depender exclusivamente da sorte, o consorciado pode oferecer lances. Trata-se de uma forma de antecipar o pagamento das parcelas que ainda estão por vencer. Quanto maior o valor do lance, maior a chance de ser contemplado com adiantamento.

    5. Possibilidades de utilização da carta de crédito

    A partir do momento em que tem a carta de crédito em mãos, o consorciado dispõe de algumas opções para utilizá-la. Ele pode comprar um imóvel de acordo com seu desejo, reformar um já existente, construir um novo ou ainda quitar um financiamento imobiliário.

    Em qualquer situação, caso o custo extrapole a carta de crédito, é possível complementar o negócio com recursos próprios.

    Em determinadas condições, é possível usufruir dos recursos depositados no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para quitar parcelas ou ofertar lances. Para isso, é preciso seguir as regras estabelecidas pela Caixa Econômica Federal, que é a gestora do fundo.

    Para não ter surpresas na hora da contratação, além de conhecer as regras do consórcio imobiliário, tome alguns cuidados. Primeiro, procure uma administrada de confiança, com boa reputação no mercado e que atue de acordo com as normas estabelecidas pelo Banco Central. Depois, verifique todas as condições impostas no contrato e esclareça qualquer dúvida antes de assiná-lo. Com isso, as chances de imprevistos e situações desagradáveis caem bastante.

    Você já pensou em fazer um consórcio imobiliário? Se já fez, como foi sua experiência? Deixe seu relato nos comentários. Queremos ouvi-lo!

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  • Fevereiro 2019

    O que é e como fazer a substituição de bem no consórcio?

    Não há dúvidas de que o consórcio é uma das melhores alternativas para conquistarmos aquilo que queremos de uma maneira segura e acessível, certo? O negócio vale para quem quer trocar de carro, comprar um imóvel, fazer uma viagem ou contratar um serviço que não seria possível à vista.

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  • Fevereiro 2019

    Será que vale a pena quitar financiamento com um consórcio? Veja!

    Os financiamentos bancários são uma forma de crédito muito comum para quem quer adquirir bens de valores maiores, como veículos e imóveis. Por meio deles, um banco concede o dinheiro necessário para a compra do bem e o consumidor devolve o montante com o acréscimo de juros, pagando parcelas mensais que se alongam por anos.

    No entanto, depois de um período pagando as parcelas, é comum que o consumidor procure formas de abater os valores devidos. E uma das formas de fazer isso é utilizar um consórcio.

    Para entender como quitar financiamento dessa maneira e saber se isso compensa, acompanhe o texto. Boa leitura!

    Quem pode quitar financiamento com um consórcio? Como fazer isso?

    O procedimento para quitar um financiamento utilizando um consórcio acontece quando uma pessoa contemplada utiliza a carta de crédito à qual ela tem direito para pagar um financiamento já contratado. Esse mecanismo tornou-se possível com a promulgação da Lei dos Consórcios, que foi assinada em 2008 e passou a vigorar no ano seguinte.

    Para concretizar a operação, algumas regras devem ser seguidas. Primeiramente, tanto o financiamento quanto o consórcio devem ter o mesmo titular. Os contratos precisam prever essa possibilidade, ser posteriores a 2009 e pertencer ao mesmo segmento (ou seja, consórcios imobiliários só quitam financiamentos imobiliários).

    Ademais, a administradora e a instituição financeira devem concordar com a operação, e a carta de crédito precisa ter valor igual ou superior ao saldo devido no financiamento.

    Quem preenche todas as regras deve contratar um consórcio e aguardar a contemplação, que pode ser por lance ou sorteio. Com a carta de crédito em mãos, é preciso procurar a instituição financeira responsável pelo financiamento, informar a intenção de quitar o saldo devedor e negociar descontos por isso.

    Com a concordância do banco, comunique a administradora do consórcio e siga os procedimentos finais necessários para a concretização da operação.

    Quais são as vantagens?

    Quem opta por quitar o financiamento com a carta de crédito consegue economizar. Com a antecipação do pagamento, é possível obter descontos nos juros pagos no financiamento.

    Além disso, como os consórcios são isentos da cobrança de juros e do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF),eles geralmente oferecem parcelas mais em conta. A principal cobrança feita pelas administradoras é a taxa de administração, que quase sempre é menor que os juros.

    Caso o valor da carta de crédito seja maior que o saldo do financiamento, é possível usufruir de outra vantagem. O dinheiro sobressalente pode ser utilizado para cobrir despesas burocráticas, como gastos com cartórios, taxas de transferência e tributos.

    Vale a pena quitar financiamento com consórcio?

    Essa opção de negócio é interessante principalmente para quem consegue tirar proveito das vantagens listadas acima. Dessa forma, o consumidor se livra de uma obrigação com a cobrança de juros e faz a troca por um compromisso com parcelas mais em conta. Isso permite liberar parte do orçamento que ficaria comprometido com o financiamento, e até mesmo colocar as contas em ordem.

    No entanto, antes de quitar financiamento utilizando a carta de crédito do consórcio, consulte todos os detalhes previstos em ambos os contratos para que a operação saia conforme esperado. Não se esqueça também de fazer as contas para ter certeza de que essa opção é a melhor para o seu bolso.

    Se você quer conhecer uma empresa confiável para contratar um consórcio, entre em contato com a Rodobens, que conta com décadas de experiência nesse setor.

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  • Fevereiro 2019

    Você sabe o que é investimento sustentável?

    Existem muitos tipos de investimento disponíveis no mercado, mas pouco se fala do investimento sustentável. Você sabe do que se trata esse tipo de aplicação? Para explicar um pouco mais sobre o assunto e dar dicas imperdíveis, criamos este post.

    Continue a leitura e descubra como ganhar dinheiro investindo em empresas que contribuem com as necessidades do mundo para o futuro!

    O que é um investimento sustentável?

    Apesar de o nome diferente causar estranheza para muitas pessoas, o investimento sustentável não difere tanto dos tradicionais. O objetivo é o mesmo: conseguir um bom retorno. No entanto, o que torna um investimento sustentável é o lugar onde o montante é aplicado.

    Instituições que se preocupam com o meio ambiente e têm responsabilidade social são exemplos de negócios sustentáveis. Dessa forma, aplicar nelas é fazer um investimento sustentável.

    Que empresas podem oferecer esse tipo de investimento?

    Como dissemos no tópico anterior, toda empresa que investe na preservação ambiental e tem responsabilidade social se enquadra na categoria de negócio sustentável.

    Para você saber com segurança quais companhais podem ser consideradas realmente sustentáveis, existe o Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa. Por meio dele, você descobre as instituições que estão de acordo com as tendências ambientais e sociais do planeta.

    Por outro lado, também é possível realizar investimentos sustentáveis fora da Bolsa de Valores. Participar do desenvolvimento de ações e startups que promovam a conscientização ambiental, por exemplo, é uma ótima maneira de ganhar dinheiro ao mesmo tempo em que ajuda a melhorar o futuro do mundo.

    Por que é importante buscar investimentos sustentáveis?

    Nas últimas décadas, as pessoas têm se conscientizado cada vez mais sobre a importância de cuidar do meio ambiente, de ter responsabilidade social e de agir de maneira a alcançar esses objetivos.

    Afinal, vivemos em um planeta com recursos escassos, que, fatalmente, vão se esgotar algum dia. Fora isso, em muitos lugares a desigualdade social é enorme e gera problemas sérios, como fome, desnutrição e violência.

    Entre os motivos para fazer investimentos sustentáveis, podemos citar três principais. Veja!

    Cobre responsabilidade socioambiental

    Buscar investimentos sustentáveis é uma maneira de dizer para as empresas que práticas elas devem tomar para que o mundo se transforme em um lugar melhor no futuro. Ou seja, é estimular aqueles negócios que já atuam no mercado em convergência com as necessidades do planeta, para que eles se tornem exemplos para os demais.

    Incentive quem atua em prol da sustentabilidade

    Investimento sustentável não significa exatamente "investimento verde", como muitas pessoas costumam pensar. Mas é um tipo de aplicação como qualquer outra, mas que tem um objetivo secundário (além do retorno financeiro): incentivar empresas com responsabilidade socioambiental.

    Pense em vários aspectos do futuro

    Quem investe busca segurança financeira e conforto para sua família no futuro, concorda? De nada adianta almejar o lucro dos investimentos sem pensar no que o seu dinheiro está fomentando.

    Veja um exemplo hipotético: investir em ações de empresas que promovem o desmatamento. Por um lado, você pode obter retorno financeiro mas, por outro, está contribuindo para problemas que devem se agravar com o tempo, como o aquecimento global.

    Como encontrar investimentos sustentáveis?

    Além de acompanhar o índice da Bovespa que citamos no início do artigo, uma boa maneira de descobrir se você aplica com sustentabilidade é questionar se o seu dinheiro está alocado em ações que condizem com os seus ideais. Por exemplo, um vegetariano não investiria em empresas alimentícias que comercializam carne, correto?

    Além disso, lembre-se de focar em aplicações que sejam autossustentáveis. São aquelas que permitem que você acumule patrimônio, negociando-as ou reinvestindo o dinheiro e benefício obtidos. Em outras palavras, você multiplica seu patrimônio, de forma equilibrada e segura. Esse é um conceito diferente, mas nada impede que também promova a sustentabilidade. 

    Para saber mais sobre investimento sustentável e descobrir as melhores maneiras de fazer o seu dinheiro render, não deixe de assinar nossa newsletter para receber todas as nossas notícias em primeira mão!

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  • Fevereiro 2019

    Como evitar cair em golpes ao comprar carros seminovos?

    Comprar carros seminovos é sempre uma boa opção para quem quer trocar de veículo sem precisar gastar tanto. No entanto, infelizmente são comuns golpes nesse tipo de negociação. Pessoas mal-intencionadas se aproveitam do desconhecimento ou da pressa de alguns consumidores para levarem vantagens indevidas.

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  • Fevereiro 2019

    É possível fazer investimento com pouco dinheiro? Conheça 4 maneiras

    Quando falamos em investimentos, quase sempre nos vem à cabeça a ideia de movimentações envolvendo grandes quantias de dinheiro, restritas a poucas pessoas. No entanto, essa ideia é, de certa forma, equivocada.

    O mercado oferece opções de investimento com pouco dinheiro, que podem ser bem interessantes para quem está começando, por unirem segurança e rentabilidade. Para conhecer mais sobre essas alternativas, acompanhe o texto. Boa leitura!

    1. Tesouro Direto

    Quem conhece pelo menos um pouco sobre o universo dos investimentos já deve ter ouvido falar do Tesouro Direto. Ele é cada vez mais popular e quase sempre indicado como uma alternativa à caderneta de poupança.

    Que investe nessa opção está, na prática, emprestando dinheiro ao governo, que o remunera por isso, de acordo com o estabelecido no momento do investimento. É possível começar com a partir de R$30.

    Entre os diversos tipos de títulos disponíveis no Tesouro Direto, o mais indicado para quem vai investir pequenas quantias são aqueles vinculado à SELIC, que pagam de acordo com a taxa de juros da economia nacional.

    Para investir no Tesouro Direto, basta procurar um banco ou corretora, que fará o cadastro do cliente na plataforma. Depois disso, ele estará livre para fazer a aplicação. É importante consultar a empresa escolhida, para saber se existe alguma cobrança, embora a maioria delas tenha zerado taxas nesse investimento.

    2. CDB

    O valor mínimo para investir em Certificados de Depósito Bancário (CDB) varia de acordo com a instituição financeira, mas a maioria oferece opções com valores iniciais de menos de R$ 1.000.

    Os CDB são utilizados pelos bancos para captar recursos no mercado. Com isso, eles emprestam dinheiro a outros clientes e remuneram o investidor com uma fração do lucro. A rentabilidade varia de acordo com a instituição, o valor investido e o prazo.

    Geralmente, não há cobrança de taxas para investimentos em CDB por partes dos bancos. Todavia, existe a incidência de Imposto de Renda (IR).

    3. Fundos DI

    Embora pareçam opções mais complexas de investimento, os fundos DI também são alternativas para investidores com menos dinheiro disponível. A maioria dos bancos dispõe de opções que demandam aportes reduzidos, de aproximadamente R$50. Contudo, por causa da cobrança de taxas de administração, em muitos casos não faz sentido escolher investimentos de valor muito baixo nessa categoria de aplicação.

    A taxa de administração remunera o gestor do fundo, responsável por decidir onde os recursos investidos serão aplicados. No caso de um fundo DI, praticamente todo o dinheiro é investido em títulos de renda fixa, que seguem a varição do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), índice quase sempre muito próximo à SELIC.

    Além da taxa de administração, a incidência do IR pode comprometer ainda mais a rentabilidade, principalmente em pequenos aportes. Por isso, calcule tudo isso antes de escolher essa opção.

    4. Consórcio

    Os consórcios são outro exemplo de investimento receptivo para quem não tem tanto dinheiro disponível. Por meio dessa forma de compra programada, o investidor paga parcelas mensais e, depois de determinado período, recebe uma carta de crédito, que permite a compra do bem desejado. Tudo isso sem a cobrança de juros.

    Para se ter uma ideia e mostrar como é possível investir em um consórcio com pouco, a Rodobens tem cotas de consórcio de imóveis a partir de R$ 200,89 e cotas de consórcio de motos a partir de R$ 126,14 por mês. Ou seja, com uma pequena fatia do orçamento, é possível investir em algo que incrementará seu patrimônio.

    Como você viu, existem sim opções para quem quer investir com pouco dinheiro. Mas antes de qualquer aplicação, é importante avaliar a sua condição financeira, eliminar dívidas, reduzir desperdícios e identificar quais são seus objetivos. Dessa forma, fica mais simples identificar qual aplicação é mais indicada para o seu perfil e assim alcançar melhores resultados.

    Quer saber mais sobre os consórcios? Entre em contato com a Rodobens agora mesmo! Estamos prontos para atendê-lo!

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  • Fevereiro 2019

    6 dicas preciosas para garantir o futuro dos filhos

    Uma das principais preocupações de qualquer pai é garantir o futuro dos filhos. Afinal, ninguém quer que sua cria sofra, não é mesmo? Pois é justamente o foco na segurança financeira da família que motiva pais do mundo inteiro a trabalharem duro todos os dias. Você se identifica?

    O detalhe é que isso exige fazer escolhas inteligentes. Não basta economizar, privando-se de qualidade de vida, sem pensar no que fazer com o dinheiro guardado. O que fazer então? Confira as dicas que preparamos para ajudá-lo nesse processo!

    Por que pensar em garantir o futuro dos filhos desde cedo?

    A vida traz muitas preocupações: é preciso colocar comida na mesa, ter momentos de lazer, providenciar a educação dos filhos e até deixar uma reserva para as conquistas futuras dos pequenos. Já pensou em quantos momentos exigem gastos atípicos? Quem tem filho se preocupa em guardar dinheiro, por exemplo, para:

    Por tudo isso e muito mais, o ideal é que os pais realmente criem o hábito de guardar dinheiro, já que, mais cedo ou mais tarde, um gasto extra sempre aparece. Nesse contexto, vale a pena conscientizar toda a família sobre a importância de começar a poupar imediatamente a fim de assegurar um futuro mais tranquilo.

    Como exatamente incorporar essa ideia na família?

    Na prática, pouco adianta se esforçar sozinho, não concorda? Assim, toda a família precisa esteja no mesmo compasso: economizando e poupando. Uma iniciativa que costuma contribuir para esse fim é reunir todos e perguntar quais são os sonhos de cada um.

    Focando nesses objetivos, fica mais fácil entender que as atitudes de agora vão proporcionar a realização desses desejos tão esperados. Essa é a hora de traçar um planejamento financeiro e transformar os sonhos de cada um em metas para toda a família!

    Que dicas e atitudes podem ajudar nesse processo?

    Como prometemos, reunimos aqui algumas dicas fundamentais para alcançar o sucesso nesse projeto. Tome nota e se prepare para colocá-las em prática imediatamente!

    1. Tenha um orçamento doméstico definido

    Reuniu a família? Eis a hora perfeita para montar o orçamento mensal. Calcule quanto precisará ser gasto, por exemplo, com:

    • contas de água, luz e telefone;
    • mensalidades de cursos, escolas e faculdades;
    • combustível para o deslocamento familiar;
    • compras e mantimentos.

    Nesse momento, defina também metas de economia para reduzir os gastos supérfluos e ter mais dinheiro no fim do mês.

    2. Invista em educação financeira

    Fale com seus filhos sobre investimentos financeiros, consórcios, poupanças e o que mais achar relevante. Ajude sua família a entender a importância de economizar e investir. A educação financeira é capaz de ajudar seus filhos a lidarem melhor com o dinheiro no futuro, aproveitando da melhor forma possível as economias feitas hoje.

    3. Monte uma reserva de segurança

    Ter um colchão de segurança é crucial. Imagine que você está juntando dinheiro para pagar a faculdade de um filho e surge uma emergência médica. De onde tirar recursos para cobri-la? Seria preciso fazer um grande sacrifício, não é verdade? Antes de qualquer outra coisa, portanto, preocupe-se em montar uma reserva financeira que cubra certas situações, como desemprego e imprevistos de qualquer natureza.

    4. Faça investimentos separados para cada filho

    Se você for deixar o dinheiro economizado na poupança, pense em fazer uma para cada filho. Caso entre em um consórcio, siga o mesmo caminho. Isso evita brigas em casa e pode favorecer a conscientização familiar, já que cada um saberá no que está investindo.

    5. Garanta estudo de qualidade

    Programe as finanças para comportar intercâmbios, cursos de língua e outras experiências capazes de complementar a formação profissional dos seus filhos. Isso será importante quando tentarem ingressar no mercado de trabalho, podendo funcionar como o diferencial competitivo necessário para garantir uma boa colocação.

    6. Foque na formação de patrimônio

    Quando falamos em garantir o futuro dos filhos, um dos primeiros pensamentos que vêm à cabeça dos pais é: é preciso reunir patrimônio. E não é sem razão! Imóveis, por exemplo, quase nunca se desvalorizam, configurando investimentos altamente seguros. No longo prazo, foque na conquista de bens que tragam estabilidade e renda extra.

    Gostou das dicas? Pois temos mais uma: compartilhe este post nas suas redes sociais e aproveite para trocar ideias a respeito do assunto com outros pais! Vai ser uma discussão muito positiva!

     
     
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  • Fevereiro 2019

    Passo a passo para montar uma reserva de emergência

    Todos estamos sujeitos a imprevistos dos mais diversos. Sejam eles pequenos, como um defeito no carro, ou mais complexos, como um problema de saúde ou o desemprego, muitas e muitas vezes é simplesmente impossível evitar que eles aconteçam. Por isso, é essencial estar preparado para qualquer cenário.

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  • Fevereiro 2019

    4 vantagens dos caminhões semipesados

    Segundo dados do Perfil dos caminhoneiros de 2016, pesquisa divulgada pela Confederação Nacional dos Transportes, a frota de caminhões que roda nas estradas brasileiras está envelhecida — em torno de 13,9 anos. Seu veículo de carga leve está nesse grupo e precisa ser substituído? Então você provavelmente vai precisar escolher entre 3 tipos: caminhões semipesados, pesados ou Veículos Urbanos de Carga (VUCs).

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  • Fevereiro 2019

    Por que contratar seguro para caminhões?

    Mesmo quem não é da área conhece bem as dificuldades que os motoristas de caminhão enfrentam diariamente para levar e trazer mercadorias país afora. Tais problemas ficaram ainda mais evidentes com a recente greve dos caminhoneiros. E é claro que quem depende do caminhão para garantir seu sustento sabe da importância de protegê-lo, principalmente quem trabalha de forma anônima.

    Esse cenário só reforça a necessidade do motorista contar com um seguro para caminhões. Não entende o porquê? Confira agora mesmo no nosso texto algumas das principais razões que fazem a contração desse tipo de seguro valer a pena!

    Auxílio em caso de roubos e furtos

    Não são apenas as cargas que são visadas nos roubos e furtos feitos nas estradas. Os próprios caminhões são alvos dos criminosos. Nessas situações, a contratação de um seguro permite que o motorista volte a trabalhar em menos tempo caso seu veículo seja levado. Na pior das hipóteses, pelo menos os prejuízos financeiros serão minimizados.

    Dependendo do tipo de seguro, também é possível contar com o auxílio de sistemas antifurto, como bloqueadores ou rastreadores, a fim de ampliar a segurança e reduzir as chances de ter que lidar com grandes perdas.

    Cobertura de acidentes

    Além dos roubos e furtos, outro sinistro muito frequente a que todo motorista está sujeito são os acidentes. Além dos danos gerados ao veículo, uma colisão envolvendo um caminhão pode causar sérios problemas à integridade tanto do condutor quanto de terceiros. Esse risco é agravado pelo porte e pelo peso do caminhão, o que costuma resultar em cenários mais graves.

    Existe a possibilidade de contratar seguros com franquias reduzidas ou até com isenção de franquia para a carroceria. De qualquer forma, investir em um seguro com cobertura adequada é uma excelente maneira de ficar mais tranquilo caso algo de ruim aconteça.

    Assistência em caso de falhas mecânicas

    Menos graves, mas também desagradáveis, são os problemas mecânicos que impedem o motorista de seguir viagem. Além dos custos dos reparos e do tempo perdido, ficar parado na estrada pode colocar em risco a segurança do condutor e do veículo, já que as chances de roubos e furtos aumentam.

    Nessas horas, um bom seguro pode auxiliar de diversas formas. Existem coberturas para reparo, para assistência 24 horas e até a possibilidade de solicitar um guincho sem limite de distância, que rebocará o veículo de volta até a concessionária de origem.

    Proteção contra danos a terceiros

    Outra cobertura bastante requisitada e que também justifica a contração de um seguro é aquela que protege o caminhoneiro contra danos causados a terceiros. Já mencionamos os acidentes, mas são várias as situações que podem colocar em risco a integridade ou o patrimônio alheio.

    É essencial, assim, que o proprietário do caminhão conte com um seguro que possa ressarcir e oferecer suporte aos envolvidos, sem que isso cause maiores prejuízos financeiros para seu bolso.

    Essas são apenas algumas das razões que mostram a importância de contratar um seguro de caminhões. Como você viu, os imprevistos no caminho do motorista são inúmeros e estão nas estradas diariamente. Investir em proteção é, portanto, investir em tranquilidade.

    Ficou com alguma dúvida ou quer conhecer a opção de seguro para caminhões mais adequada para suas necessidades? Entre em contato com a Rodobens! Estamos prontos para atendê-lo!

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  • Fevereiro 2019

    Seguro saúde e plano de saúde: entenda as diferenças

    Uma das principais preocupações das famílias brasileiras ao realizarem seu planejamento orçamentário diz respeito aos cuidados com a saúde. Afinal, gastos com consultas, tratamentos, internações e operações médicas podem ser bastante elevados. Considerando que a infraestrutura pública não é tão eficiente, é mais que normal optar por uma solução privada. Aí entram as 2 alternativas mais tradicionais: o seguro saúde e o plano de saúde.

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  • Fevereiro 2019

    Consórcio é investimento? Saiba aqui!

    Na procura por um investimento, muitos recorrem sempre às mesmas opções, seja por considerá-las seguras, seja por não conhecer outras que possam fazer seu dinheiro render. Por isso, o intuito deste post é — já respondendo a questão do título — explicar por que consórcio é investimento.

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  • Fevereiro 2019

    Cobertura de seguro viagem: o que você precisa saber

    Meses de planejamento, compra de passagens, reservas em hotel, pesquisas sobre pontos turísticos… Tudo pronto para a viagem perfeita, certo? Calma! Você ainda precisa se proteger dos imprevistos. Seja uma mala extraviada, uma doença em local estrangeiro ou um assalto, é possível se prevenir e passar longe desses riscos. Como? Com um seguro!

    Neste artigo vamos te mostrar como funciona a cobertura de seguro viagem e por que ele é tão importante para garantir momentos mais tranquilos — de turismos ou de negócios. Confira!

    Cobertura médica

    Um dos itens que não pode faltar na cobertura de seguro viagem diz respeito a incidentes médicos. Alguns países, inclusive, exigem esse tipo de cobertura para turistas, no entanto, ele também é importante em viagens nacionais.

    Isso porque o seguro cobre despesas médicas, internações hospitalares e procedimentos odontológicos fora da sua cidade de origem. Ou seja, caso seu plano de saúde não seja nacional ou internacional, o seguro de viagem é a sua garantia de que não precisará arcar com despesas médicas de emergência enquanto estiver em trânsito.

    Morte, invalidez e regresso sanitário

    A cobertura do seguro viagem também está presente em casos mais graves. A família pode ser indenizada caso o viajante venha a falecer e o traslado do corpo também pode ser coberto pela seguradora.

    A transferência de um turista hospitalizado para o seu local de origem ou para uma cidade com melhor estrutura médica também pode estar prevista no contrato. Por fim, o paciente que sofreu alguma contaminação ou doença específica e, portanto, não pode retornar como um viajante comum também pode ter os custos do chamado regresso sanitário arcado pela seguradora.

    Cancelamentos e atrasos

    Uma boa cobertura de seguro viagem não se restringe a casos extremos, mas se mostra de grande valia em contratempos mais comuns. É possível, por exemplo, contar com cláusulas que preveem indenização em casos de atrasos de voos em que o assegurado tem suas despesas com alimentação e hospedagem cobertas seguradora.

    A mesma lógica se aplica no caso de cancelamentos de voos que impliquem no retardamento da viagem do segurado. No sentido oposto, quando o viajante precisa retornar por uma emergência médica ou outro item previsto no seguro, ele também terá suas despesas pagas.

    Extravio de bagagem

    A dor de cabeça mais recorrente para quem vive na ponte área é o extravio de bagagem: chegar ao destino e não saber onde estarão todos os seus bens é um estresse enorme, demanda tempo e recursos para minimizar o problema.

    Felizmente, também é possível contar com uma cobertura de seguro viagem que te proteja desse problema. Ao constatar que a sua bagagem foi extraviada, cabe ao viajante acionar a seguradora, que providenciará uma indenização rápida enquanto o problema não é resolvido.

    Seguros de viagem são importantes para garantir a sua tranquilidade. Eles podem estar disponíveis diretamente no cartão de crédito, mas para coberturas mais amplas, vale a pena fazer uma pesquisa com administradoras de seguros. Elas oferecem coberturas mais completas e que cabem no seu bolso.

    Quer descobrir quanto custa uma boa cobertura de seguro viagem? Simule seu seguro agora no nosso blog!

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  • Fevereiro 2019

    Aliado ou vilão: entenda o que são juros compostos

    Você até já ouviu falar sobre eles, mas, na prática, não entende o que são juros compostos? A grande dúvida aqui costuma ser: eles são bons ou ruins para mim? E a resposta é uma só: depende. Isso mesmo! Dependendo da situação, os juros compostos podem ajudar ou atrapalhar suas finanças.

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  • Fevereiro 2019

    7 dicas de planejamento financeiro familiar para comprar um imóvel

    Anda pensando em comprar um imóvel? Cá entre nós, esse é o tipo de decisão que se toma da noite para o dia, não é mesmo? É preciso envolver a família, analisar as possibilidades disponíveis e se preparar muito bem. Até porque existe uma infinidade de opções disponíveis no mercado. São muitas alternativas de localização, diferentes tipos de imóvel e várias possibilidades de caminho para fechar a compra. É preciso se planejar!

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  • Fevereiro 2019

    Consórcio de apartamento: como contratar para morar bem

    Fazer um consórcio de apartamento é uma excelente forma de conquistar seu próprio cantinho. Mas é preciso tomar alguns cuidados na hora de escolher o imóvel ideal, ok? Para ajudá-lo nessa empreitada, levantamos aqui alguns tópicos que devem ser avaliados antes de fechar qualquer negócio. Confira!

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  • Fevereiro 2019

    5 erros que você não pode cometer com suas finanças pessoais

    Cuidar das finanças pessoais é um passo fundamental para a realização dos seus sonhos. Afinal, a partir do momento em que sua situação financeira está sob controle, você automaticamente ganha mais segurança (e até mesmo uma certa paz) para alçar voos maiores.

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  • Fevereiro 2019

    Cotação de seguro de automóveis: entenda como funciona

    Mais que uma mera segurança extra, contratar um seguro automotivo é essencial para se prevenir de imprevistos nada agradáveis — como acidentes e roubos. Mas da ciência dessa necessidade até a efetiva contratação, são muitas as dúvidas que passam pela cabeça dos motoristas.

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  • Fevereiro 2019

    Aprenda como avaliar a planta de apartamento

    Comprar um imóvel é sempre um grande passo, não importa se é o primeiro ou mais um investimento. Nesse tipo de transação, ter critérios para avaliar a planta de apartamento é fundamental, já que imóveis vendidos na planta geralmente têm melhores preços e condições de financiamento, sendo um atrativo para muitas pessoas.

    Mas, para comprar com segurança, é preciso atenção para interpretar algumas informações importantes, que podem passar despercebidas para quem não tem prática com investimentos dessa natureza. Por isso, vamos explicar o que é a planta de um apartamento, a importância de avaliá-la antes de fechar negócio e algumas dicas do que avaliar. Confira e saiba o que você deve observar ao comprar um imóvel na planta.

    O que é a planta de apartamento?

    Quando falamos da planta baixa de um imóvel, tratamos do desenho da área construída produzido pelos arquitetos ou engenheiros responsáveis pela obra. O desenho feito em escala ilustra como será a distribuição de espaço entre cômodos, pisos, ambientes internos e externos e o seu acesso.

    O desenho deve sempre conter as medidas dos cômodos e das paredes de delimitação (comprimento, largura e espessura), além de indicar portas, janelas pisos e vasos sanitários. Há ainda, em alguns casos, plantas complementares, como as hidráulicas (indicando encanamentos) e as elétricas (indicando fios e tubulações).

    Ou seja, observando atentamente a planta, o comprador consegue pré-visualizar como ele poderia utilizar o espaço do imóvel, acomodar a mobília, e até considerar reformas, ajustes, melhorias, etc.

    Por que avaliar a planta?

    Avaliar a planta do apartamento pode ser muito útil para definir rapidamente se aquele imóvel em questão atende ou não às suas necessidades. A planta é uma forma mais eficiente de visualizar a distribuição do espaço, o aproveitamento da luz natural, a possibilidade ou necessidade de reformar algum ambiente e de como acomodar a mobília pessoal.

    Assim, o comprador evita gastar muito tempo em visitas, que podem ser longas e desgastantes pela persistência de corretores mais interessados em vender do que em ajudar o cliente.

    O que observar ao avaliar a planta?

    Distribuição dos móveis

    Tendo em mente a mobília que você pretende comprar ou levar para a casa nova, tente imaginar como seria possível distribuí-la nos espaços do apartamento. Você pode se deparar tanto com situações de apartamentos que não vão conseguir acomodar seus móveis como situações em que a planta parece ter sido feita sob medida para eles.

    Distribuição dos cômodos

    A planta permite que você visualize a distribuição de espaço entre os cômodos. Alguns apartamentos possuem quartos minúsculos e banheiros enormes. São clássicos casos de má distribuição do espaço entre os cômodos, o que faz com que o imóvel tenha grandes áreas inutilizadas.

    Espaços externos

    Algumas plantas vão também ilustrar a vaga de garagem do apartamento bem como de espaços comuns do condomínio, como área de piscina e academia. Nem sempre elas são apresentadas, por isso, ao avaliar a planta da unidade, pergunte também sobre a existência de plantas dessas áreas.

    Pisos e pavimentos

    Se o imóvel tem mais de um pavimento, cada um deve ter sua planta baixa. Dessa forma, ao avaliar a planta de uma cobertura ou outros imóveis com mais de um pavimento, não deixe de avaliá-las. Essa avaliação é essencial para fazer adaptações e reformas futuras.

    Avaliar uma planta de apartamento é sempre uma experiência que mexe com a imaginação de quem quer comprar o imóvel. Nesse momento, além de atender a necessidades bem práticas, também fantasiamos um novo cotidiano dentro daquele espaço. Você já teve alguma experiência avaliando plantas? Então deixe seu comentário e enriqueça o post com sua experiência pessoal!

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  • Fevereiro 2019

    Contas digitais: vale a pena abrir uma? Conheça os benefícios!

    Muita gente prefere usar a tecnologia para acessar os serviços bancários, graças à era da internet, dos smartphones e da mobilidade. Quer coisa melhor do que levar seu banco aonde você for? Justamente por isso muita gente vem aderindo às contas digitais.

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  • Fevereiro 2019

    Você sabe como funciona a permuta de imóveis? Entenda!

    Muitas vezes, quem tem um imóvel e deseja trocar por outro enfrenta dificuldades. É necessário ter paciência até aparecer um interessado disposto a pagar o que o proprietário acha justo. Do mesmo modo, encontrar um imóvel para compra é também bastante complicado. Pode acontecer ainda de as partes não chegarem a um acordo quanto a forma de pagamento ou qualquer outro entrave burocrático. Para contornar esses problemas, existe a permuta de imóveis.

    No entanto, essa forma de negócio ainda é cercada de dúvidas. Para entender como a permuta funciona, quais as vantagens e que cuidados tomar, confira o post que preparamos!

    O que é a permuta de imóveis?

    De forma geral, uma permuta acontece quando duas pessoas trocam bens do mesmo valor. No caso da permuta de imóveis isso refere-se a casas, apartamentos, imóveis comerciais ou terrenos. Os bens trocados não precisam ter necessariamente o mesmo preço, já que uma das partes pode complementar o valor em dinheiro. Esse pagamento é conhecido como "torna".

    A troca pode ser feita, inclusive, entre imóveis de tipos diferentes. Vamos supor que exista um proprietário com um terreno. Do lado, alguém interessado em construir um prédio. Nessa situação, a permuta pode ser feita em troca de um apartamento pronto, por exemplo.

    Quais as vantagens?

    A principal vantagem da permuta é viabilizar o negócio sem que seja preciso utilizar dinheiro, com exceção, é claro, das situações em que há pagamento da torna. Isso faz com que ambos saiam com um imóvel e possam usufruir deles da maneira que lhes for conveniente. Dessa forma, nenhuma das partes precisa se envolver em complicadas operações de tomada de crédito, que em vários casos acabam emperrando a compra de um imóvel.

    Outro grande benefício conseguido com a permuta é a isenção do pagamento de imposto de renda sobre a negociação, caso não haja pagamentos extras. Isso acontece porque, perante a Receita Federal, o valor do imóvel declarado no último ano continua sendo o mesmo em trocas de bens do mesmo preço. Caso exista a torna, o imposto de renda deve ser pago por quem recebeu.

    Que cuidados devem ser tomados?

    As preocupações tomadas com as permutas devem ser as mesmas que em outros negócios envolvendo imóveis. O primeiro cuidado abrange a correta avaliação do valor dos imóveis que serão trocados. Esse processo pode ser demorado, principalmente quando não há concordância sobre os preços. Um profissional, como um corretor de imóveis, deve ser acionado neste momento.

    O contrato é similar àqueles de operações de compra e venda, portanto, ele precisa ser formulado como uma escritura pública. Nela devem constar todas as obrigações, como o pagamento de serviços de corretagem e elaboração de contratos, além da formalização da troca que está sendo feita, inclusive com a data.

    A permuta de imóveis é um negócio que pode se mostrar como uma excelente alternativa, principalmente para quem não quer passar pela dificuldade de ter que encontrar um comprador ou enfrentar a burocracia de conseguir crédito. Contudo, sempre avalie todas as suas possibilidades antes de fechar negócio.

    Agora que você esclareceu suas dúvidas sobre permuta de imóveis, confira mais um de nossos posts  Comprar um imóvel para reformar: quanto vale a pena? — e continue aprendendo!

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  • Fevereiro 2019

    Farol automotivo: quais os tipos de lâmpadas disponíveis no mercado?

    Quem é dono de um carro sempre tem o desejo de personalizá-lo, tanto para adequar ao seu gosto quanto para incluir diferenciais que podem ajudar no dia a dia. Um acessório normalmente alterado é o farol automotivo.

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  • Fevereiro 2019

    Por que você deve desistir da manutenção corretiva para seu carro?

    Quem deixa a manutenção do carro ser guiada pelas necessidades que surgem pelo caminho afora está sempre sujeito à crueldade da Lei de Murphy. Pode reparar: quanto mais o motorista procrastina, mais frequentemente os problemas acontecem. Estamos falando de uma bola de neve que ninguém precisa enfrentar.

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  • Janeiro 2019

    Suicídio financeiro: saiba o que é evite entrar nessa

    Para a maior parte das pessoas, cuidar das finanças é um grande desafio. Você sabia que, segundo uma pesquisa realizada pela revista Veja, mais de 62% das famílias brasileiras estão endividadas? Infelizmente, muita gente comete o chamado suicídio financeiro ao tomar decisões impensadas no que diz respeito ao dinheiro.

    Como diz Gustavo Cerbasi, autor do best-seller "Casais Inteligentes Enriquecem Juntos", um dos maiores especialistas em finanças pessoais no Brasil, "enriquecer é uma questão de escolha". No entanto, como sabemos, a educação financeira ainda não está presente nas escolas nem boa parte dos lares em nosso país. Como consequência, fazer boas escolhas torna-se algo bastante improvável dentro do contexto da nossa população.

    De qualquer forma, é sempre possível buscar informações para mudar essa realidade — e é justamente essa a intenção deste artigo. A partir de agora falaremos sobre:

    • o que é suicídio financeiro;
    • situações mais comuns em que as pessoas cometem suicídio financeiro;
    • como evitar esse problema.

    Por isso, se você anda se perguntando "onde investir meu dinheiro", pode começar desenvolvendo consciência financeira para cuidar com carinho do seu dinheiro e realizar os seus planos de vida com o auxílio deste conteúdo! Vamos lá?

    Afinal, o que é suicídio financeiro?

    O termo suicídio financeiro diz respeito àqueles erros capazes de arruinar a vida financeira de uma pessoa ou até mesmo de uma família.

    Sabe aquelas decisões que tomamos em relação ao dinheiro e, mais tarde, nos arrependemos amargamente? Pois é, essas são atitudes que podem levar à "morte" na área das finanças.

    Em outras palavras, sempre que você compromete sua renda de forma irresponsável, você está cometendo uma espécie de suicídio — ao menos no que se refere ao seu patrimônio. Ou seja, está puxando seu próprio tapete e prejudicando não só o momento presente, como também o seu futuro.

    Mas por que alguém cometeria erros financeiros tão pesados? A resposta, ao menos na maior parte dos casos, é simples: por falta de informação. Afinal de contas, você só pode saber que uma decisão é prejudicial se tiver consciência sobre o assunto, não é verdade? Como diz a sabedoria popular, informação é poder.

    Então, a partir de agora, apresentaremos quais são os principais equívocos que as pessoas cometem nas finanças. Assim, você terá condições de fazer boas escolhas e evitar um fim trágico em sua vida financeira.

    Situações mais comuns em que as pessoas cometem suicídio financeiro

    Agora que você já sabe o que é suicídio financeiro, é hora de conhecer as situações mais corriqueiras em que as pessoas cometem erros na administração do dinheiro — e olha que não são poucas, hein! Fique atento e acompanhe as informações a seguir para não cair nas mesmas armadilhas.

    Não ter um orçamento definido

    Muitas pessoas caem na tentação de simplesmente gastar seu dinheiro em tudo que interessa, sem o menor planejamento de onde e quanto. Ter um orçamento doméstico prévio antes de fazer qualquer tipo de compra ajuda a gastar apenas com o necessário e com o que for mais adequado para o seu padrão de vida.

    Deixar para quitar as contas mais tarde

    Um dos eros mais comuns ligados ao suicídio financeiro é deixar as pendências para depois ou esperar que elas se resolvam magicamente. Não são raros os casos de indivíduos que usam os cartões de crédito da maneira equivocada. Ou seja, sem pesar os custos futuros das compras ou calcular os pagamentos dos meses seguintes.

    Para não cometer esse erro, procure usar o seu cartão de crédito como uma ferramenta inteligente para rastrear seus gastos e em situações nas quais o parcelamento seja vantajoso e sem juros — tudo disso, claro, sem gastar mais do que realmente tem.

    Não construir um fundo de emergência

    Esquecer o fundo de emergência é outro equívoco recorrente que deixa muitas pessoas com a corda no pescoço. Viver no limite pode ser bastante arriscado. Especialmente quando se é mais novo, é difícil imaginar a necessidade de um fundo de emergência, mas a verdade é que ninguém consegue saber o que o futuro pode trazer.

    A fim de se preparar para os possíveis imprevistos da vida, reserve sempre uma parcela da sua renda para investir com esse propósito.

    Gastar tudo o que ganha por achar que terá mais dinheiro no futuro

    Esse erro está diretamente ligado ao anterior. Uma percepção bastante notada no comportamento do brasileiro é a de achar que é normal gastar tudo o que se ganha no presente por existir muito tempo no futuro para ganhar mais dinheiro. É claro que você não deve deixar de viver o presente pensando apenas no que está por vir, mas também não pode ser negligente e não se preparar para os próximos anos.

    É muito bom ser otimista com relação ao futuro, principalmente quando você usa essa característica para crescer na vida. O problema é que ser confiante ao extremo também pode fazer você ficar parado no tempo.

    Enquanto somos jovens, é mais fácil manter um estilo de vida simples e, com isso, guardar dinheiro para metas financeiras futuras, como a aposentadoria. Portanto, use o tempo a seu favor e não deixe a construção do patrimônio para depois. Comece a poupar e investir agora mesmo.

    Escolher o emprego que paga mais

    Existem oportunidades de trabalho que pagam ótimos salários, mas que não oferecem perspectivas de crescimento futuro. No curto prazo, essa alternativa pode ser bastante atraente. No entanto, é preciso considerar a vida profissional como um investimento. Isso porque o seu trabalho provavelmente consome muito tempo e exige bastante dedicação, pontos que devem ser empregados na criação do seu propósito.

    Na prática, pessoas que fazem aquilo que amam dedicam-se muito mais a aprender e aprimorar suas habilidades. Com isso, naturalmente, conquistam rendas maiores com o passar dos anos.

    Fazer cursos apenas para colocar no currículo

    Não gaste seu dinheiro com cursos caros, como MBAs ou pós-graduações, antes de compreender claramente todos benefícios que essas especializações podem agregar à sua vida profissional. Fazer formações apenas porque todo mundo faz ou só para preencher o currículo pode ser uma forma de gastar tempo e dinheiro sem gerar resultados efetivos na vida profissional.

    Existem ótimas opções de educação formal que podem fazer a diferença na sua carreira, mas isso não quer dizer que toda formação compensa. São muitos os casos de desconexão entre as teorias ensinadas no mundo acadêmico e a realidade do dia a dia das empresas. Dependendo da sua área de atuação e interesse, é bom pesquisar ativamente antes de fazer especializações para se certificar de que o conhecimento acadêmico não está ultrapassado.

    Ter um carro que não condiz com sua realidade financeira

    Ter um carro como meio de transporte é importante em diversos cenários — exceto para resolver problemas de autoestima. Se você acredita que para ser respeitado ou bem-visto é preciso ter um carro caro, daqueles que só podem ser adquiridos ao financiar em 60 vezes e comprometer boa parte da sua renda, talvez seja necessário parar e refletir. 

    Muitas pessoas julgam que o veículo é uma forma de medir o seu status ou o seu nível de sucesso profissional e financeiro. Esse tipo de crença é ótimo para o fabricante de veículos, mas não necessariamente ajuda o bolso do dono do automóvel.

    É claro que se você é verdadeiramente apaixonado por carros, pode colocar isso como uma prioridade na sua vida. Ainda assim, inclua esse sonho no seu orçamento e planeje-se para adquirir o veículo de uma maneira que não pese nas suas contas. Um consórcio de carro, por exemplo, pode ser uma excelente alternativa para evitar assumir compromissos financeiros excessivos.

    Comprar uma casa maior que o seu orçamento

    Conforme a família cresce, aquele imóvel pequeno, que antes era o suficiente, pode não servir mais. Nessas horas, é tentador buscar por um lugar maior, espaçoso e até em um bairro considerado mais familiar. Isso não significa necessariamente que o valor do imóvel será elevado, assim como seus custos de manutenção e impostos.

    Porém, é preciso tomar cuidado para não comprar uma propriedade maior ou mais cara do que o seu padrão pode bancar. É preciso que você seja realista e honesto com o seu orçamento e evite dar um passo exagerado. 

    Do mesmo jeito que ocorre com o carro, é possível buscar uma forma de aquisição que não deixe a família apertada financeiramente. Mais uma vez, o consórcio imobiliário se mostra como uma alternativa equilibrada e que evita a bola de neve do endividamento.

    Gastar mais do que o necessário com as crianças

    As obrigações com os cuidados dos filhos, como escola, passeios, atividades extracurriculares, brinquedos, festas etc., são uma forma rápida de ver o seu patrimônio financeiro diminuindo. Os pais sempre querem dar o melhor para sua família, e é difícil dizer não para o que os filhos querem. Porém, é preciso estabelecer um orçamento familiar para não sair no prejuízo.

    Essa é uma ótima oportunidade de reavaliar o seu patrimônio e também ensinar as crianças a darem o devido valor ao dinheiro. Dessa forma, a família toda investe recursos e tempo em coisas que são realmente importantes para todos, em vez de apenas comprar porque os outros estão comprando.

    Fechar serviços ou compras sem tempo para pensar

    Infelizmente, há diversos profissionais e empresas que utilizam da urgência para pressionar os consumidores e forçá-los a tomar decisões de compra de imediato. Desde pacotes de viagem até cursos, é comum encontrar ofertas com um tempo muito limitado, promoções que só duram até a meia-noite ou ainda propostas "irresistíveis" que só serão válidas para as primeiras pessoas que contratarem o serviço.

    Em muitos casos, isso é feito com o único intuito de aumentar o faturamento de quem vende, mesmo que o consumidor venha a se arrepender da compra mais tarde. Se o produto fosse tão bom assim, o consumidor desejaria fechar negócio mesmo depois de pensar sobre o assunto, não é?

    É claro que existem instituições íntegras que, por questões logísticas ou gerenciais, realmente oferecem ofertas por tempo limitado ou com um número de estoque específico. De qualquer maneira, é muito importante ficar atento a esses casos. Na dúvida, não compre nada antes de refletir por pelo menos 24 ou 48 horas.

    Investir sem ter o mínimo de conhecimento prévio

    Para quem deseja investir seu dinheiro, as possibilidades são inúmeras. Há opções de fundos de investimento de renda fixa, fundos imobiliários, fundos mistos, títulos de dívida pública, títulos privados, ações, fundos de ações, CDBs, letras de crédito e por aí vai. 

    Agora, imagine o que acontece com quem tenta investir sem ao menos obter informações básicas a respeito de todo esse "universo" das aplicações financeiras. Nesses casos, as chances de errar na escolha dos ativos beiram os 100%. Afinal de contas, como alguém poderia escolher uma boa aplicação sem nem ao menos entender seu funcionamento? Ou, então, sem saber como comparar esse ativo às outras opções de investimentos existentes?

    Por isso, uma coisa é certa: antes de investir, estude pelo menos o básico sobre o assunto. De preferência, vá além e busque adquirir ainda mais informações, chegando a um nível intermediário. Você não precisa se tornar um grande especialista (para isso existem consultores financeiros), mas é crucial ter um certo conhecimento de causa para fazer boas escolhas. 

    Contratar aposentadoria privada ou seguro de vida sem conferir taxas e condições

    Não há nada de errado com a aposentadoria privada ou o seguro de vida, muito ao contrário. Contudo, é fundamental conferir as condições do produto financeiro que está sendo oferecido. Há casos em que as taxas são tão altas que o consumidor acaba perdendo o poder de compra do seu dinheiro ao longo dos anos.

    Como evitar o suicídio das suas finanças 

    Tenha sempre um controle financeiro

    Você provavelmente conhece histórias de atletas famosos, artistas ou até ganhadores da loteria que perdem toda a sua fortuna, não é mesmo? Já se perguntou como isso acontece? A resposta é bastante simples: falta de organização e consciência financeira. Em outras palavras, o famoso controle financeiro pessoal.

    Quem não controla e não cuida do seu dinheiro está sujeito a sofrer com problemas financeiros, mesmo que obtenha altos rendimentos. 

    Separamos a seguir algumas ferramentas que você pode utilizar para não entrar nessa zona de perigo.

    Aplicativos

    A primeira opção, e também a mais prática em plena era tecnológica, é utilizar aplicativos de controle financeiro pessoal. A grande vantagem é que, por funcionarem direto no seu celular ou tablet, eles acompanham você o dia todo, onde quer que vá. Desse jeito, não há desculpas para não registrar todos os ganhos e gastos.

    Planilhas e tabelas

    Outra alternativa excelente é usar planilhas ou tabelas, como as do Excel, para fazer o registro das suas despesas e receitas. Com essas ferramentas, você também pode dividir seus gastos em categorias, deixando tudo ainda mais organizado, além de estabelecer metas mensais de economia. A principal vantagem das planilhas é o fator de criá-las ou customizá-las de acordo com suas necessidades específicas.

    Caderno

    O bom e velho papel e caneta ainda é a opção preferida das pessoas que não conseguem se adaptar a fazer seus registros no computador, celular ou tablet. Se você faz parte desse grupo, não se sinta em desvantagem. É perfeitamente possível que você realize o seu controle financeiro em um caderno, anotando todos os gastos mês a mês e por categoria. O importante é não negligenciar esse cuidado.

    Crie o hábito de economizar

    Grande parte do sucesso financeiro vem da criação de hábitos saudáveis em relação ao dinheiro. Um deles é o simples fato de economizar. No livro "O Poder do Hábito", o autor Charles Duhigg mostra que os hábitos são compostos de três componentes, conforme listado a seguir.

    Gatilho

    É a "faísca" que o cérebro dispara para escolher o hábito mais adequado. Em um hábito de economia, um gatilho utilizado pode estar relacionado ao recebimento do contracheque. Por exemplo, sempre que você receber seu salário, guarda uma porcentagem predeterminada. Em relação ao controle financeiro, assim que fizer uma compra ou pagamento, você anota o gasto em uma planilha ou aplicativo.

    Rotina

    Nada mais é do que a sequência de atividades que transforma suas ações em hábitos. Essas atividades podem ser físicas (corporais), emocionais ou intelectuais. Uma atividade física de economia pode ser a de ir ao caixa eletrônico toda quarta-feira para depositar R$ 50 na poupança.

    Recompensa

    É o benefício que auxilia na implementação do novo hábito. Por exemplo, você pode determinar que, todo o mês que guardar um valor “X”, poderá sair para jantar com a família ou comprar determinado item.

    Pare de pegar empréstimos

    Como você lida com o crédito oferecido por lojas, instituições financeiras e outros estabelecimentos? De um jeito ou de outro, todo crédito é uma forma de empréstimo e, por sua vez, todo empréstimo é uma dívida assumida.

    Sendo assim, quando você opta por pagar uma conta a prazo e arcar com juros, você está pegando um empréstimo. As consequências dessas ações se refletem no aumento automático dos seus gastos mensais. No fim das contas, você passa a ter mais obrigações financeiras para cumprir, e esse conjunto pode se transformar em uma bola de neve de juros.

    Portanto, fica claro que um empréstimo é uma opção à qual só se deve recorrer em casos de emergência, como problemas muito graves de saúde. Ou em situações bem-pensadas, em que os juros e taxas não atrapalharão suas finanças. Para os demais fatos, procure usar apenas seus rendimentos mensais. 

    Construa seu fundo de emergência

    O que aconteceria com a sua família se você perdesse o seu emprego ou fonte de renda? Você teria recursos guardados ou teria que se endividar para manter a casa? Como mencionamos anteriormente, uma reserva de emergência funciona como uma proteção para o seu futuro, e é de grande valia em situações como essa.

    É essa reserva que permite que você continue sustentando o seu lar por três, seis ou doze meses, por exemplo, mesmo sem estar trabalhando. Com essa garantia, você não apenas fica mais tranquilo em relação às despesas como também aproveita melhor o seu tempo para se dedicar a projetos e trabalhos que realmente gosta.

    Acompanhe agora três passos simples que ajudarão você a montar a sua reserva de emergência o quanto antes. 

    Determine o valor a ser poupado

    De modo geral, sua reserva deve somar o equivalente a seis meses de salário ou orçamento mensal (valor que você gasta por mês). Ainda assim, se você desejar, pode construir uma reserva maior. Basta seguir o cálculo:

    Reserva de emergência = orçamento mensal × número de meses assegurados

    Por exemplo: imagine que uma pessoa viva com um salário líquido de R$ 3 mil mensais e queira montar uma reserva de seis meses. Nesse caso, ela precisará poupar R$ 18 mil.

    Guarde parte da sua renda todos os meses

    Com o valor estipulado, é hora de ter disciplina para alcançar o objetivo. Para isso, você não precisa abrir mão de todos os prazeres por um longo tempo. O segredo está em cortar as despesas supérfluas e gastos excessivos durante o período de economia para juntar o valor planejado.

    É importante que esse montante fique guardado na poupança ou aplicado em um investimento de alta liquidez, ou seja, que possa ser resgatado a qualquer momento. Afinal, o uso reserva pode ser necessário de um dia para o outro, e é preciso considerar essa variável.

    Mantenha o dinheiro investido

    Depois de juntar o valor de reserva de emergência estipulado, o ideal é que você "esqueça" que aquele dinheiro existe. Como o nome sugere, essa quantia só deve ser usada para situações de emergência e não para gastos desnecessários.

    Contudo, como você já adquiriu o hábito de poupar, nada impede que você continue guardando mais recursos para formar reservas secundárias, com objetivos diferentes. Esses novos fundos podem ser utilizados para planos como fazer uma viagem de férias, trocar de carro, comprar uma casa, entre outros.

    Ao longo deste artigo, mostramos que o suicídio financeiro não está atrelado a algum tipo de investimento ou gasto em si, mas sim à maneira despreparada com que as pessoas gastam seus recursos. Como vimos, boas escolhas financeiras são fruto de estudo, responsabilidade e conscientização.

    Essas virtudes só surgem a partir do momento em que encaramos a educação financeira com humildade, buscando informações confiáveis e o apoio de consultores e instituições especialistas no ramo. Assim, fica muito mais fácil evitar as más decisões e ampliar seu patrimônio de forma consistente e sustentável.

    Agora, que tal dar o próximo passo para evitar o suicídio financeiro, cuidar ainda melhor das suas finanças e tirar seus sonhos do papel? Entre em contato conosco e receba o atendimento de um consultor!

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  • Janeiro 2019

    Casa em condomínio fechado: vale a pena investir?

    Morar em uma casa em condomínio fechado: esse já foi considerado um estilo de vida de altíssimo padrão, extremamente sofisticado, praticamente inatingível para a maioria das famílias brasileiras. Mas você já parou para reparar que esse modelo tem se tornado a opção de moradia escolhida por pessoas das mais diversas classes?

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  • Janeiro 2019

    Saiba como usar o consórcio para empreender

    A vontade de empreender é uma das grandes características dos brasileiros. E é exatamente em tempos de recuperação econômica que essa marca fica mais evidente, momento em que um número maior de pessoas busca o sucesso com negócios próprios.

    O detalhe é que conseguir os recursos necessários para tirar os planos do papel nem sempre é uma tarefa fácil. Por isso é que a busca por meios de financiamento é um dos grandes desafios da maioria dos gestores.

    Se esse também é seu caso, continue lendo este post! Ao longo dos próximos tópicos, vamos mostrar como você pode usar o consórcio para empreender, seja para expandir ou para dar início a sua própria empresa. Confira!

    Entenda o que é o consórcio

    Muito lembrado quando o assunto é a compra de veículos ou de imóveis, o consórcio também é uma excelente opção para quem quer empreender, sabia? Nesse sistema de autofinanciamento, em que os participantes não pagam juros sobre o valor do crédito desejado, é possível ter acesso aos recursos a um custo muito mais acessível em comparação ao tradicional financiamento.

    Normalmente, o consorciado é contemplado por meio dos sorteios que são realizados até o último mês de vigência do contrato. Mas há alternativas! Quem não quiser esperar pode ofertar lances a fim de tentar reduzir o tempo de espera e ter o crédito disponível o quanto antes.

    Use o consórcio para empreender

    Ainda que seja uma excelente opção para quem quer empreender, a escolha pelo consórcio deve ser acompanhada de bastante planejamento. Assim, enquanto aqueles que pretendem esperar pela contemplação por sorteio têm um tempo maior para alinhar seus planos, os que pretendem oferecer lances devem logo traçar um plano de ação para empregar adequadamente os recursos que em breve terão em mãos.

    A flexibilidade do consórcio também favorece os gestores que têm em mente a aquisição de um imóvel comercial. Isso porque parte do valor da carta de crédito pode ser usada no pagamento de materiais e de mão de obra para eventuais reformas no espaço. Também é possível usar parte dos recursos para cobrir custos com o processo de escrituração e o pagamento de impostos, como o Imposto sobre a Transmissão de Bens e Imóveis (ITBI).

    Vale lembrar que os custos que recaem sobre os novos empreendimentos costumam ser bastante significativos. Obviamente, portanto, nem todos têm condições de arcar com esses valores com tranquilidade. Aí entra o consórcio, um excelente meio de financiar o desenvolvimento de uma empresa sem comprometer sua saúde financeira.

    Um último detalhe importantíssimo: como o uso da carta de crédito é considerado um pagamento à vista, o empreendedor ainda ganha um enorme poder de negociação na hora de procurar pelo imóvel comercial ideal para exercer suas atividades.

    Veja se essa é uma boa opção para seu negócio

    Na prática, o consórcio é ideal para qualquer tipo e tamanho de empresa. Se o planejamento for bem realizado pelo gestor, essa possibilidade oferecida pelo mercado financeiro certamente será o empurrão que faltava para você transformar planos em realidade.

    Graças à versatilidade do consórcio, o administrador poderá escolher a melhor maneira de aplicar seus recursos, seja na aquisição de um bem imobiliário ou na formação de capital de giro para a empresa, por exemplo.

    A grande dica para garantir que o consórcio para empreender seja um bom negócio é se certificar de que a instituição financeira escolhida é de confiança. Para isso, antes de mais nada, verifique se ela está autorizada a realizar esse tipo de operação junto à página do Banco Central.

    Quer saber mais sobre consórcios? Então confira o e-book que preparamos para você tirar todas as suas dúvidas sobre essa grande oportunidade!

     
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  • Janeiro 2019

    É possível poupar dinheiro com consórcio? Veja nossas dicas!

    Será que é possível poupar com consórcio? Se você também tem essa dúvida, está no lugar certo. O consórcio é uma reunião de pessoas que pretendem adquirir o mesmo tipo de bem (por exemplo, um apartamento ou carro).

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  • Janeiro 2019

    Contrato de consórcio: o que você precisa avaliar

    Para fechar qualquer negócio, é essencial colocar tudo o que foi acordado no papel. Afinal de contas, um bom contrato protege os envolvidos contra surpresas desagradáveis e gastos desnecessários, garantindo o direito das partes sobre o que foi estabelecido.

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  • Janeiro 2019

    Lote e loteamento: qual a diferença entre eles?

    mercado imobiliário oferece diversas opções para quem pretende construir uma casa nova. Exatamente por isso, é preciso estar atento aos detalhes na hora da escolha. Afinal, como existem diferenças entre lote, loteamento, gleba e desmembramento, é natural que surjam dúvidas.

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  • Janeiro 2019

    Débito ou crédito: qual a melhor forma de pagamento?

    Débito ou crédito? Quem costuma pagar suas compras com o cartão ouve essa pergunta inúmeras vezes. E ao contrário do que muita gente pode pensar, a resposta para essa questão mais que recorrente não é assim tão simples. Muitas outras dúvidas podem vir daí, com respostas que podem impactar (e muito) a situação financeira de qualquer um.

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  • Janeiro 2019

    Faixas refletivas para caminhão: saiba por que e como utilizar

    Quem costuma trafegar pelas estradas país afora sabe bem que nem todas as vias oferecem condições adequadas de visibilidade. Como isso pode acabar resultando em graves acidentes, principalmente no período da noite, é fundamental que os motoristas atentem à sinalização de seus veículos.

    Quando falamos sobre caminhão, além de verificar o funcionamento do sistema de iluminação, é preciso assegurar que as faixas refletivas estão sendo utilizadas corretamente.

    Continue lendo este artigo e entenda mais sobre a importância desse cuidado!

    Por que utilizar faixas refletivas para caminhão?

    A grande razão pela qual as faixas refletivas são tão importantes é a segurança no trânsito. Elas permitem que os veículos maiores sejam facilmente identificados na estrada mesmo em condições adversas, como chuva, neblina e baixa iluminação.

    São formadas por microprismas refletivos, que garantem a visualização por diversos ângulos. Dispostas na traseira e nas laterais dos veículos pesados, elas ajudam os demais motoristas a planejar ultrapassagens e se posicionar de maneira segura.

    O que diz a legislação de trânsito?

    De acordo com a portaria 1164/2010 do Denatran, as faixas refletivas são obrigatórias em veículos com PBT (Peso Bruto Total) superior a 4.536 kg. Quem descumpre essa determinação comete infração de trânsito grave, podendo ser multado em R$ 195,23, além de receber 5 pontos na carteira de habilitação.

    Também há a exigência de que as faixas sejam devidamente homologadas pelo órgão, o que garante que elas atendem às especificações de qualidade e visibilidade. Por isso, para acertar na hora da compra, é preciso que a faixa refletiva apresente o selo "Aprovado Denatran", além da logo da fabricante.

    Quais são os diferentes tipos de faixa?

    Existem dois tipos de faixa refletiva que podem ser vistos nos veículos que circulam em nossas estradas. 

    As faixas vermelhas e brancas são as mais comuns, pois são destinadas a modelos fabricados ou importados após o ano de 2004.

    Já as faixas amarelas e pretas são utilizadas em automóveis de antes dessa data. Além disso, nesses casos elas são obrigatórias para um PBT superior a 3.500 kg.

    Como as faixas refletivas devem ser aplicadas?

    Depois de entender a importância das faixas refletivas, é preciso entender como elas devem ser colocadas em seu caminhão.

    Nas laterais, as faixas têm que delinear as extremidades do veículo. Para atender às exigências legais, é necessário cobrir pelo menos um terço da extensão das bordas. A dica para isso é posicionar uma faixa a cada dois espaços vazios, sem inverter o sentido em que são colocadas. 

    Na parte traseira, as faixas refletivas precisam cobrir ao menos 80% das extremidades e do para-choque. Um cuidado a ser observado é que, ao atingir o centro do caminhão, as faixas devem ter seu sentido de colocação invertido, como se fosse um espelho. Isso garante a boa visibilidade independentemente do local em que os outros motoristas estejam.

    Para as carrocerias tipo tanque e porta-contêineres, elas devem ser dispostas seguindo o alinhamento central e na borda inferior.

    Utilizar corretamente as faixas refletivas para caminhão é fundamental para promover a segurança de todos no trânsito e evitar multas. E se você gostou do post de hoje e não quer perder as próximas dicas, é só seguir as nossas páginas nas redes sociais! Estamos no Facebook, Twitter, YouTube, LinkedIn e Instagram.

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  • Janeiro 2019

    5 investimentos rentáveis que você precisa conhecer

    Qualquer pessoa que aplica dinheiro, mesmo que em pequenas quantias, procura investimentos rentáveis. Mas a busca por aplicações com boa rentabilidade e de baixo risco não é tão simples.

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  • Janeiro 2019

    4 motivos para usar o FGTS no consórcio de imóveis

    Sabia que você pode usar o FGTS no consórcio de imóveis? Sim, aquele dinheiro parado ajuda a alcançar o sonho da casa própria. E essa é uma escolha inteligente e cheia de vantagens.

    Assim como seu fundo de garantia pode servir para financiar uma casa ou apartamento no banco, também é possível utilizá-lo em um consórcio. Neste artigo, tire suas dúvidas sobre as vantagens dessa escolha e saiba como funciona o processo!

    Por que usar o FGTS no consórcio de imóveis?

    O FGTS é um recurso que fica guardado em uma conta vinculada à sua identificação de trabalhador. A empresa em que você trabalha deposita mensalmente um valor correspondente a 8% do seu salário. Esse dinheiro não pode ser sacado, exceto em casos específicos — como aposentadoria ou demissão sem justa causa. Enquanto isso, a quantia depositada é reajustada, com um rendimento equivalente ao da poupança. 

    Acontece que, mesmo sem deixar seu emprego, você pode solicitar que o saldo seja usado para a compra de um imóvel, segundo as condições do Sistema Financeiro Habitacional.

    Mas vale a pena tirar o dinheiro que está rendendo para usar o FGTS no consórcio de imóveis? Essa é a dúvida de muita gente. A resposta é: definitivamente, sim. E vamos explicar as 4 principais razões para essa conclusão. Confira!

    1. Benefícios melhores que o rendimento do FGTS

    O FGTS tem seus rendimentos baseados nos juros da poupança, como dissemos. E, neste ano, a previsão é que os juros sejam de 4,55% (até agora, o acumulado está em 4,23%).

    Ou seja, se você deixou R$ 1.000 guardados em janeiro, deve ter R$ 1.042,30 hoje. Sabe o que é pior? A inflação muitas vezes supera o rendimento da poupança. No fim das contas, você perde dinheiro, pois ele se desvaloriza.

    Já no consórcio, a quantia que você investe está construindo um patrimônio. Ela vai ser usada para pagar uma parte de um bem, que trará segurança à sua família. E o melhor: sem os juros de um financiamento. Existe um objetivo definido e você está conquistando sua meta da forma mais econômica possível. 

    2. A valorização do imóvel também supera o rendimento

    O mercado imobiliário é um dos investimentos mais seguros e atrativos, justamente porque a tendência dos imóveis é sempre a valorização. Você compra uma casa de R$ 300 mil e, antes de terminar de pagar, o preço de mercado dela já aumentou. Se fizer melhorias no local, o aumento de valor é ainda maior.

    3. Sair do aluguel é uma vantagem adicional

    Quanto você paga de aluguel hoje? Deixar de ter essa despesa pode fazer muita diferença no orçamento e no bem-estar da sua família. Por isso, em vez de manter o saldo do FGTS na conta, correndo risco de desvalorização, seria bem melhor ter seu próprio imóvel, concorda?

    4. O dinheiro economizado pode ser investido

    Sabe o que você pode fazer com o montante que deixou de pagar com o aluguel? Investir em outro consórcio! Quem sabe para um carro ou para um segundo imóvel. Assim, você deixa de pagar aluguel por algo que nunca será seu e começa a trabalhar a favor de si mesmo.

    Como o FGTS pode ser usado no consórcio?

    Você pode usar 100% do saldo do seu FGTS para quitar seu consórcio de imóvel ou amortizar as parcelas, diminuindo o saldo devedor, mesmo que ainda não tenha sido contemplado.

    Os requisitos são que:

    • o consórcio seja para compra de imóvel residencial urbano (reforma não está incluída);
    • você tenha pelo menos três anos de cadastro no FGTS;
    • você não seja titular de financiamento;
    • não haja outros imóveis em seu nome nos locais onde mora ou trabalha.

    Você não pode utilizar o imóvel para ampliar ou melhorar o local onde já reside, nem para comprar terreno ou material de construção.

    No fim das contas, ter sua casa própria está mais perto do que você imagina. E você ainda pode usar o FGTS no consórcio de imóveis, facilitando a realização desse sonho. Basta ter planejamento e foco!

    Quer ter mais informações sobre consórcio para conquistar seus sonhos? Acompanhe a gente nas redes sociais! Publicamos várias dicas no Facebook, LinkedIn, Instagram, Twitter e no nosso canal do YouTube!

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  • Janeiro 2019

    Como realizar o controle de abastecimento de frota? Confira estas 6 dicas

    O combustível é um dos principais insumos para empresas que gerenciam frotas. Esse é, aliás, uma das maiores fontes de despesas para o negócio. Por isso, ter um controle de abastecimento de frota bem desenvolvido e eficiente é uma ação fundamental para reduzir os custos operacionais.

    Aproveitamos para compartilhar, neste post, algumas dicas que vão ajudá-lo a otimizar o gerenciamento e o consumo de combustíveis da sua frota. Vamos lá?

    1. Cadastro dos veículos

    O primeiro passo para realizar o controle de abastecimento de frota é identificar todos os veículos. Eles precisam ser monitorados de modo individual, para que você saiba com mais clareza de onde os gastos estão vindo e quais carros ou motoristas precisam de maior atenção.

    Não esqueça de incluir detalhes sobre ano de fabricação, modelo, nome dos motoristas responsáveis, manutenções realizadas, entre outros dados que possam interferir no desempenho do veículo.

    2. Controle de rotas

    É evidente que a distância que sua frota percorre interfere diretamente na quantidade de combustível: quanto mais longa a rota, maiores serão os gastos. No entanto, há outros fatores que também impactam essa conta — por exemplo, engarrafamentos, semáforos, condição das vias, entre outros.

    Por isso, o controle de rotas é fundamental. Ao planejar com cuidado o trajeto que sua frota vai seguir, você conseguirá evitar muitos desses problemas e até reduzir a distância percorrida.

    3. Controle da quilometragem

    Feito o planejamento das rotas, é fundamental controlar a quilometragem de cada veículo e, assim, analisar se os gastos estão sendo condizentes com o que foi previsto.

    Esse pode ser o tipo de controle mais fácil, uma vez que mesmo sistemas e aplicativos de gestão de frotas mais simples disponibilizam essa função. Aliás, esses dados também podem ser registrados manualmente com base no mostrador de quilometragem do veículo.

    4. Controle de carga/peso

    O peso é outro fator importante que interfere no consumo de combustível. Quanto mais pesada a carga, maiores serão os gastos. Assim, há dois aspectos que precisam ser gerenciados: a carga máxima suportada pelo veículo e como a carga será distribuída.

    5. Controle de velocidade

    Um teste realizado pela Quatro Rodas descobriu que pesar o pé no acelerador para chegar ao destino mais rapidamente pode representar um custo com combustível 103% maior. Nas simulações apresentadas, os carros que se mantiveram em uma velocidade de 80 km/h obtiveram a melhor economia, embora demorassem mais na viagem.

    Além disso, mudar a velocidade a todo tempo também eleva o consumo. Por isso, o ideal é manter uma velocidade constante, conforme as condições da via permitirem. Assim, usa-se menos o acelerador, prezando pela economia de combustível.

    Para fazer esse controle, existem diversas soluções de rastreamento para frotas que registram dados precisos sobre a velocidade, a localização e o consumo de cada veículo.

    6. Capacitação de condutores

    Como você percebeu, em todos os casos, o fator humano é fundamental no controle de abastecimento de frota. Se os seus colaboradores não contribuírem, será muito difícil que as mudanças e sistemas de gerenciamento implementados deem certo.

    Por isso, invista na qualificação dos seus motoristas e demais funcionários. Isso pode ser feito por meio de palestras, cursos de qualificação e participação em eventos, por exemplo. A ideia é que o motorista se conscientize da necessidade de reduzir o consumo de combustível e saiba de maneira prática como fazer isso.

    O controle de abastecimento de frota é uma ação indispensável para a empresa que deseja reduzir os gastos com combustíveis. Gestores que implementam esse tipo de gerenciamento conseguem perceber uma economia significativa nos custos operacionais, tornando o negócio mais competitivo no segmento em que atuam.

    Gostou das dicas? Que tal compartilhar este conteúdo nas suas redes sociais e começar a difundir essa nova visão de gestão na sua empresa?

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  • Janeiro 2019

    Plano de manutenção preventiva de caminhões: como criar uma estratégia eficaz?

    O uso constante e o avanço do tempo fazem com que qualquer máquina se torne mais suscetível a apresentar falhas ou ter seu rendimento prejudicado durante o funcionamento. Não seria diferente com os caminhões, que rodam milhares de quilômetros até seus destinos.

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  • Janeiro 2019

    Como administrar o dinheiro com inteligência? Veja 8 dicas

    Como andam suas finanças? Se você estiver entre os mais de 63 milhões de brasileiros que estão inadimplentes, segundo o SPC, sua resposta não vai ser positiva. Infelizmente, o percentual desse grupo está em movimento ascendente, e o problema principal é o fato de a maior parte das pessoas não saber como administrar o dinheiro.

    A educação financeira parte de princípios básicos sobre como gerenciar recursos e despesas. Se usar esses conhecimentos com inteligência, você será capaz de poupar para atingir seus objetivos e ainda fazer o dinheiro render mais. Quer chegar a esse patamar? Então, veja as 8 dicas a seguir!

    1. Não gaste mais do que ganha

    Essa dica pode parecer um lugar-comum, mas, segundo uma pesquisa do IBGE, mais de 68% dos brasileiros têm despesas que superam seus rendimentos. O resultado? Dívidas e mais dívidas.

    Isso acontece porque muitas famílias vivem em um padrão de consumo mais elevado do que o bolso pode suportar. Para sustentar esse status, acabam por exagerar nos parcelamentos, no uso de cartões de crédito, entre outros.

    Assim, a dica básica é listar todas as suas despesas e rendas mensais e montar um orçamento. Esse passo é essencial para garantir o recurso para os gastos essenciais.

    2. Crie metas ou objetivos financeiros

    As metas servem como um tipo de motivação e forçam você a não viver somente o presente, mas a pensar no futuro e economizar. Esses objetivos precisam ter um prazo definido. Por isso, pegue um papel e liste todas as suas metas a curto, médio e longo prazos. Determine o quanto será necessário e quais despesas deverão ser cortadas para isso.

    3. Defina limites para gastos variáveis

    É fácil montar um orçamento para despesas fixas, pois já sabemos exatamente quanto custam por mês. Mas os gastos variáveis podem ser muito diversos, pequenos e até desnecessários. No entanto, ao somá-los, podem causar um grande rombo nas suas finanças. Então, determine um limite e monitore durante o mês. Se chegar ao valor estipulado, pise no freio.

    4. Compre à vista

    As compras à vista são muito vantajosas para barganhar melhores preços. Além disso, evitam que seu orçamento mensal infle com mais gastos parcelados. Dessa forma, você não vai gastar mais do que realmente ganha.

    5. Use a tecnologia para gerenciar suas finanças

    Gerenciar tantos números e registros com papel e caneta pode ser um grande desafio. Mesmo com uma planilha, talvez seja necessário ter muita organização. Nesse quesito, aplicativos de finanças são muito úteis — além de ser gratuitos!

    Experimente os principais disponíveis no mercado, como o GuiaBolso, o Organizze, o Minhas Economias e o Mobilis. Use aquele que melhor se adaptar às suas necessidades.

    6. Guarde dinheiro para investir

    Os investimentos são um passo além da poupança. Eles são indispensáveis para fazer seu dinheiro render. Então, conheça os principais tipos de investimento. Talvez você queira começar pela Renda Fixa. Depois, busque alternativas de maior risco, mas com um bom rendimento, como as ações. O ideal é reservar cerca de 10% do dinheiro líquido que ganha para investir.

    7. Reinvista todo o rendimento

    Seu dinheiro rendeu. O que fazer com o rendimento? Reinvista! A ideia é construir um patrimônio sustentável, com maior retorno no futuro e garantia de estabilidade financeira, muito além do que a previdência pode dar.

    8. Tenha cuidado com cartão de crédito

    O cartão de crédito é visto por muitos como um grande vilão. Quando usado com consciência, esse recurso pode ser bem estratégico. Mas encare o cartão como um tipo de empréstimo. Ao usá-lo, você contrai uma dívida a ser paga depois, somado ao próprio juros do cartão. Lembre-se também de que esses juros são dos mais altos — você pode pagar muito caro por usá-los indevidamente.

    A melhor forma de como administrar o dinheiro com inteligência é um dom, mas envolve uma série de técnicas e conhecimentos. As principais práticas, nós compartilhamos aqui. Esperamos que, ao aplicá-las, você consiga manter uma vida financeira saudável e próspera.

    Você tem uma maneira própria de administrar o seu dinheiro? Deixe um comentário no post e divida sua experiências conosco!

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  • Janeiro 2019

    Como escolher um bom seguro-saúde? Confira estas 4 dicas

    Você já ouviu falar de seguro-saúde? Muitas vezes, essa forma de assistência para serviços médicos é confundida com os planos de saúde. Contudo, ambos funcionam de forma diferente e, a depender das suas necessidades, um bom seguro-saúde pode se mostrar mais vantajoso que um plano. 

    Enquanto os planos de saúde concentram o atendimento em redes credenciadas ou com profissionais conveniados, os seguros dão liberdade para que o cliente procure o local mais adequado ao seu caso e peça o reembolso depois, dentro do limite contratado.

    Assim como os planos de saúde, os seguros-saúde contam com a regulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão que fiscaliza o setor. No entanto, isso não significa que alguns pontos não devam ser observados antes de fazer a contratação desse tipo de serviço. Por isso, confira dicas de como escolher um bom seguro-saúde.

    1. Avalie a reputação da empresa

    Empresas que acumulam um número excessivo de reclamações devem ser vistas com ressalva. Embora seja comum que empresas maiores concentrem mais comentários negativos, principalmente na internet, isso pode significar deficiências recorrentes no serviço prestado. Logo, uma boa pesquisa a respeito disso afasta problemas futuros.

    Além disso, é importante consultar se a empresa conta com a autorização da ANS e dos demais órgãos competentes para comercializar esse produto.

    2. Conheça a cobertura

    Para não ser pego desprevenido, é preciso avaliar a cobertura do seguro contratado. É normal que algumas coberturas sejam restritas a determinadas localidades, a certos tipos de atendimento ou excluam algumas formas de tratamento. 

    Portanto, a fim de encontrar a cobertura mais adequada, avalie o perfil dos segurados. Jovens normalmente utilizam menos serviços de saúde, podendo abrir mão de uma cobertura completa (e mais cara). Por outro lado, quem têm filhos dependentes deve considerar uma abrangência maior, já que os gastos com saúde com crianças costumam ser elevados.

    3. Entenda a carência

    carência é o período seguinte à contratação, no qual os serviços oferecidos pelo seguro-saúde não podem ser usados de forma completa. Esse prazo é previsto em lei e varia de acordo com o perfil do segurado e o tipo de atendimento. Por isso, ele deve estar exposto de forma clara no contrato, para não restarem dúvidas. 

    Junto com a carência, considere quais são os trâmites burocráticos solicitados para pedir reembolsos, quando for necessário. Em alguns casos esse processo pode ser trabalhoso em excesso, deixando a experiência do usuário desagradável.

    4. Estime o custo-benefício

    Muitos seguros-saúde oferecem, além da cobertura contratada, uma série de serviços adicionais. É possível, por exemplo, contar com prazos de carências bastante reduzidos. No entanto, além de deixarem o produto mais caro, essa variedade não garante que o serviço prestado seja realmente de qualidade ou que esteja de acordo com suas necessidades. 

    Portanto, em muitas ocasiões, coberturas menores são realmente mais adequadas, já que elas representam um custo-benefício mais interessante para quem está pagando pelo seguro. Do mesmo modo, o barato pode sair bem caro para quem demanda cuidados médicos maiores e resolve economizar na hora da escolha.

    Um bom seguro-saúde é indispensável para quem quer garantir a tranquilidade de contar com serviços médicos de qualidade sempre que for necessário. Dessa forma, tome todas as precauções antes de contratá-lo.

    Entre em contato com a Rodobens agora mesmo e veja como podemos ajudar você a escolher o melhor seguro-saúde!

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  • Janeiro 2019

    6 melhores livros sobre educação financeira para começar 2019 com o pé direito

    O ano de 2019 chega trazendo uma ótima oportunidade de reorganizar nossas finanças. A melhor forma de fazer isso é nutrir a mente com dicas e inspirações dos maiores especialistas do Brasil e do mundo. Por isso, vamos apresentar para você uma lista seleta dos melhores livros sobre educação financeira.

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  • Janeiro 2019

    Seguro contra danos a terceiros: como funciona?

    Estamos expostos a diversos riscos no trânsito. E uma parte deles envolve outras pessoas, já que ninguém trafega sozinho pelas ruas, certo? Por isso, além de contratar um seguro para sua própria proteção, é recomendável contar com um seguro contra danos a terceiros.

    Se você tem dúvidas sobre como esse tipo de cobertura funciona e qual é a importância dela, leia este texto até o final!

    O que é um seguro contra danos a terceiros?

    O seguro contra danos a terceiros é a forma popular pela qual ficou conhecida a Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V). Essa proteção pode ser tanto um seguro à parte quanto uma cobertura dentro de um seguro normal, que reúne diversas coberturas em uma mesma apólice. Ela garante ao segurado o pagamento de uma indenização aos demais envolvidos em um acidente.

    Imagine, por exemplo, que você está indo para o trabalho e, em um momento de desatenção, bate seu carro em um modelo muito mais caro. Sem a proteção do seguro, você estaria em apuros, uma vez que o reparo do outro veículo certamente custaria bem caro. 

    Além disso, restaria a possibilidade de o motorista atingido cobrar os valores na justiça. Mas, ao contar com o seguro, você pode acioná-lo para custear o reparo e evitar essa série de problemas decorrentes do acidente.

    Quais são os tipos de danos contra terceiros?

    Os danos cobertos por um seguro com proteção a terceiros normalmente são divididos em três categorias. Confira abaixo quais são elas.

    Danos materiais

    A cobertura de danos materiais garante o reparo do veículo ou de outro objeto danificado. Ou seja, ela inclui despesas com o conserto de pinturas, amassados e demais estragos ocasionados pelo sinistro, dentro do limite estabelecido pela apólice.

    Danos pessoais ou corporais

    Os danos pessoais ou corporais garantem o pagamento de despesas médicas, hospitalares e funerárias, não apenas de outros motoristas, mas também de ciclistas e pedestres que se envolvam no acidente.

    Danos morais

    Por fim, os danos morais asseguram o pagamento de indenizações de processos judiciais ou acordos extrajudiciais decorrentes das consequências do acidente.

    Antes de contratar o seguro, o consumidor pode escolher quais coberturas quer incluir na sua apólice, bem como os valores cobertos pela indenização.

    Como o seguro deve ser acionado em cada situação?

    Para entender como proceder para acionar o seguro contra terceiros, vamos pensar em duas situações: quando você causa o acidente e quando você é a vítima dele. Acompanhe!

    Caso você seja o causador do acidente

    A partir do momento em que você assume a culpa pelo sinistro, o seguro contra danos a terceiros deve ser acionado. No entanto, a seguradora pode se negar a pagar a indenização se não ficar claro que a culpa pelo acidente foi do segurado.

    Além disso, se o reparo ou as despesas médicas extrapolarem o limite estabelecido na apólice, será preciso arcar com a diferença. Por outro lado, não há franquia nessa modalidade de seguro. Ela só é cobrada se for necessário reparar o veículo do segurado.

    Caso você seja a vítima

    Se você for a vítima de um acidente, pode contatar a pessoa culpada e verificar se ela conta com um seguro contra danos a terceiro. Se a resposta for positiva, ele poderá ser acionado pelo segurado.

    Caso contrário, você terá que custear os reparos ou despesas médicas com dinheiro do próprio bolso ou acionar o seu seguro, o que costuma envolver o pagamento da franquia.

    Viu como um seguro contra danos a terceiros é capaz de prevenir diversos problemas caso você se envolva em um acidente? Portanto, considere sempre essa forma de proteção quando for contratar sua próxima apólice.

    Quer conhecer as melhores opções de seguro, sempre com confiança e credibilidade? Entre em contato e veja como a Rodobens pode ajudar você!

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  • Janeiro 2019

    O valor do seguro pode aumentar na renovação? Entenda

    Para contar sempre com a proteção oferecida pelo seguro auto, periodicamente o motorista precisa se preocupar com a renovação. Nessas horas, algumas dúvidas costumam surgir: qual é o momento ideal para procurar o corretor? Vale a pena buscar outra corretora? O valor do seguro pode aumentar na renovação?

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  • Janeiro 2019

    Classe de bônus de seguro: o que é e como funciona?

    Quem já teve que lidar com um seguro auto, seja para contratar uma apólice pela primeira vez ou para renová-la, provavelmente esbarrou com diversas nomenclaturas desse tipo de negócio.

    Uma delas, bastante comum mas pouco compreendida, é a classe de bônus. Saber o que isso significa não só ajuda a compreender melhor como os seguros funcionam, mas também pode representar uma economia no valor a ser pago.

    Quer entender como? Explicamos tudo ao longo deste post. Confira!

    O que é classe de bônus de seguro?

    A classe de bônus é uma espécie de categorização adotada pelas seguradoras. A intenção é identificar o perfil do motorista e, com isso, oferecer bônus para aqueles que apresentem um comportamento que minimize a chance de sinistros.

    Essa forma de conceder desconto no preço do seguro tem a ver com o modo como ele é calculado: quanto maior a possibilidade de sinistro, mais cara fica a proteção.

    Como funcionam as classes de bônus?

    As classes de bônus são distribuídas em faixas que vão de 0 a 10. Dessa maneira, um cliente 0 não terá nenhum desconto, enquanto outro com a classificação 10 usufruirá de um abatimento maior no valor do seguro.

    O percentual de desconto varia de acordo com as políticas da seguradora. É comum que uma classe de bônus 1 signifique algo em torno de 5%, taxa que vai progredindo entre 3 e 5% de acordo com cada estágio avançado. Para conhecer seu estágio e verificar o desconto correspondente, consulte a apólice ou informe-se com o corretor.

    No entanto, mesmo com o aumento do desconto concedido, o seguro pode ficar mais caro de um ano para o outro. Acontece que a classe de bônus não é o único aspecto considerado no cálculo do novo preço.

    Um exemplo: se a incidência de roubo de determinado veículo aumentar em certa região, todos os donos desse modelo serão atingidos. A classe de bônus apenas impedirá um acréscimo ainda maior.

    O que faz a classe de bônus aumentar ou diminuir?

    Toda pessoa que faz um seguro pela primeira vez começa na classe de bônus 0. A partir de então, cada atitude colabora para que ele suba, se mantenha ou desça na escala, até atingir o 10.

    Os sinistros são as principais causas da redução na classe de bônus. Portanto, avalie com cuidado e considere não acionar o seguro quando o incidente exigir reparos pequenos. Importante: o acionamento de alguns serviços adicionais, como assistência 24 horas ou guincho, não interfere na classificação.

    Além disso, atrasos na renovação também geram perdas na categorização. Se a demora superar os 180 dias, a classe de bônus é zerada.

    Por outro lado, o motorista progride um nível a cada renovação sem sinistros. Assim, condutores mais precavidos tendem a levar vantagem. 

    É possível transferir a classificação para outra corretora? E para outra pessoa?

    Para usufruir do desconto da classe de bônus, não é necessário passar todos os anos na mesma empresa. É possível renovar o seguro em outro lugar, porque o bônus está vinculado ao seu CPF. A nova corretora ou seguradora deve seguir as mesmas regras na hora de conceder o abatimento no valor do seguro, bem como ao reduzi-lo ou aumentá-lo nos anos seguintes.

    Do mesmo modo, algumas seguradoras permitem que a classe de bônus seja transferida para outras pessoas. Todavia, as regras costumam ser mais restritas, permitindo a transferência apenas entre sócios, cônjuges e filhos.

    O sistema de classe de bônus é bom tanto para as seguradoras (que conseguem estimar com mais precisão o valor a ser cobrado pelo seguro), quanto para o segurado, que tem um incentivo para manter uma postura preventiva.

    Quer saber como aproveitar sua classe de bônus? Então não renove o seu seguro sem antes entrar em contato com a Rodobens!

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  • Janeiro 2019

    Principais problemas na gestão de frotas e como enfrentá-los

    O sucesso de qualquer negócio passa sempre por uma boa gestão. É preciso analisar todos os setores da empresa, para que eles atuem com eficiência e otimizem os recursos disponíveis, incrementando os lucros.

    Essa lógica se aplica também ao transporte de cargas. Este é um setor estratégico e faz com que os produtos cheguem aos clientes de forma rápida e segura.

    Para fugir de problemas na gestão de frotas, é importante identificar quais são os erros mais comuns e as formas de contorná-los. Listamos os principais e suas respectivas soluções ao longo deste texto. Boa leitura!

    Ignorar a tecnologia

    Pode parecer que planilhas e ferramentas atualizadas manualmente são mais confiáveis e seguras. No entanto, elas estão suscetíveis a erros e demandam muito tempo de trabalho, prejudicando a gestão. Por isso, conheça os benefícios da implementação da tecnologia e evite boa parte dos equívocos ocasionados por processos manuais. 

    Tão importante quanto adotar essas ferramentas é saber utilizá-las, extraindo o máximo das funcionalidades disponíveis. Dê preferência a sistemas integrados, e não a softwares ou equipamentos específicos. 

    Esquecer da importância da manutenção 

    manutenção não deve ser lembrada apenas na hora em que os veículos vão para a oficina. Qualquer caminhão parado representa atrasos que colocam em risco a competitividade do negócio.

    Um plano de manutenção eficiente inclui uma lista de checagem que avalia de forma periódica os itens essenciais para o bom funcionamento dos equipamentos (como pneus, freios e o motor). Tal hábito evita que você conte apenas com a sorte para que os veículos não quebrem.

    Não qualificar a mão de obra

    A gestão em dia e os veículos em perfeito estado não resistem a funcionários sem a capacitação necessária para entregar bons resultados.

    Motoristas que não foram devidamente treinados estão mais propensos a se envolverem em acidentes ou a não adotarem condutas que preservem o equipamento enquanto trafegam.

    Investir em capacitação faz com que os profissionais rendam mais e abandonem práticas prejudiciais para o desempenho e a segurança. Paralelamente aos treinamentos, procure oferecer boas remunerações e benefícios. Assim, você garante a permanência dos melhores colaboradores e diminui a rotatividade.

    Descuidar dos custos 

    Na gestão de frotas, cada centavo importa. Os custos com insumos (como combustíveis e pneus) são os que mais impactam na hora de colocar os caminhões para rodar. Mas também é preciso considerar a mão de obra e a manutenção.

    Outro aspecto que pressiona os custos é a defasagem do frete e o tempo de demora para o recebimento dos valores. De acordo com pesquisa de fevereiro de 2018, a defasagem média do preço do frete foi de 16,95% em 2017, e o período para pagamento atingiu quase 26 dias.

    Nesse cenário, o gestor deve procurar alternativas para diversificar a prestação de serviços e, assim, melhorar os resultados.

    Não pensar na segurança

    Em 2017, o roubo de cargas custou R$ 57,6 bilhões somente às indústrias do Sudeste. Por isso, não vale a pena ignorar os riscos aos quais os caminhões estão expostos durante seu trajeto, concorda?

    Para proteger a vida dos colaboradores, o patrimônio e a carga transportada, é essencial contratar um seguro para o veículo, para o motorista e para a carga.

    Com essas dicas, esperamos que fique mais fácil identificar e contornar eventuais problemas na gestão de frotas. Aos poucos, a produtividade da sua empresa crescerá, melhorando os resultados e fazendo o negócio prosperar.

    Para saber como criar uma política de frotas inteligente, veja as recomendações deste post!

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  • Janeiro 2019

    Como funciona um rastreador via satélite? Utilize em sua frota

    O rastreador via satélite tem sido cada vez mais utilizado por caminhoneiros, empresas e donos de frotas. Além de trazer segurança, ele proporciona um controle efetivo das rotas, aumentando a eficiência e proporcionando diversos benefícios para a gestão de transportes.

    Você gostaria de entender melhor como o rastreador via satélite funciona? Então, acompanhe a explicação abaixo!

    Qual é a importância de utilizar um rastreador?

    Poder acompanhar remotamente os deslocamentos dos caminhões é uma excelente maneira de elevar a agilidade das entregas do negócio e otimizar o controle dos custos de operação. Um recurso como esse permite que você observe o embarque de cargas, escolha os trajetos e rotas mais adequados e defina os limites de velocidade dos veículos.

    Além de possibilitar um ganho operacional, os rastreadores de caminhões são grandes aliados da proteção do patrimônio. Por exemplo, em casos de roubo, as orientações do rastreador podem ser utilizadas para ajudar a recuperar o veículo — claro, com o auxílio das autoridades competentes.

    Muitas vezes, a indicação visual de que o veículo é equipado com rastreador já é suficiente para inibir as pessoas mal-intencionadas, aumentando assim a segurança dos motoristas que trabalham nas estradas.

    Como funciona um rastreador via satélite?

    A fim de informar a exata localização do caminhão, o rastreador emprega a tecnologia de GPS. Um módulo é instalado no veículo e passa a captar os sinais de satélite, que informam dados sobre a direção, localização e velocidade.

    Essas indicações são então enviadas para as centrais de informações por meio de satélite, celular ou rádio. Na central, os dados sobre a frotapodem ser consultados em tempo real via internet.

    Qual é a diferença entre rastreador com chip e via satélite?

    Os rastreadores de veículos podem ser encontrados nas opções GSM (chip) e GPS (satélite). Conheça mais sobre cada uma delas abaixo.

    GSM (chip)

    Algumas das principais características do rastreador via chip são as seguintes:

    • é mais acessível em preço;
    • funciona por meio de uma operadora de celular. Com isso, sua estabilidade varia dependendo da cobertura que cada operadora oferece;
    • normalmente atualiza a sua comunicação de 30 em 30 segundos;
    • é mais discreto se comparado ao rastreador via satélite, já que sua instalação é interna;
    • sua gestão fica por conta de quem o comprou.

    GPS (satélite)

    Já os pontos marcantes em relação ao rastreador via GPS são:

    • apresenta maior estabilidade de cobertura, rastreando veículos até mesmo em regiões onde os celulares não têm sinal;
    • em geral, atualizam a sua comunicação a cada 5 minutos;
    • é bastante visível, já que é instalado externamente. Isso favorece a qualidade de sinal e também a segurança, pois, como mencionado, até mesmo possíveis delinquentes conseguem ver que o veículo conta com rastreamento;
    • é gerenciado por uma empresa especializada.

    E então, gostou de descobrir um pouco mais sobre o rastreador via satélite? Como vimos, ele proporciona diversos benefícios para as frotas, incluindo a segurança, gestão de rotas, agilidade e eficiência nas entregas. No entanto, ao comprar seu sistema, é importante ficar atento às distinções entre o rastreador por satélite e a opção de chip, já que a diferença de qualidade é alta.

    Se você está montando sua frota e quer um auxílio estratégico para cuidar das finanças envolvidas na compra dos veículos, entre em contato conosco. Assim, poderemos ajudá-lo a encontrar a melhor maneira de viabilizar o seu sonho profissional!

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  • Janeiro 2019

    5 vantagens de contratar um seguro-saúde

    Contratar um seguro-saúde pode ser uma excelente alternativa para quem não quer depender dos serviços públicos. Afinal, como você bem deve saber, as filas para atendimentos e exames nas unidades mantidas pelo governo podem demorar meses ou até anos.

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  • Janeiro 2019

    Investir em consórcio ou em investimentos tradicionais? Tire suas dúvidas

    Investir é aplicar um recurso com a expectativa de um retorno no futuro. E decidir onde colocar esses recursos tão preciosos traz muitas dúvidas, mesmo entre pessoas familiarizadas com o assunto.

    Quem está procurando uma boa aplicação para seu dinheiro deve sempre considerar os consórcios como uma forma de investimento bastante atrativa. Quer mais detalhes sobre como investir em consórcio e entender quais são as diferenças em relação aos investimentos tradicionais? Então acompanhe este texto!

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  • Janeiro 2019

    Rastreador veicular com seguro: entenda as vantagens

    Hoje em dia, com os altos índices de criminalidade no Brasil, dispor de um rastreador veicular com seguro é uma forma de não só proteger o patrimônio, como a própria vida. Principalmente para quem utiliza caminhão e precisa transportar cargas entre pontos distantes, contar com uma proteção contra furto e roubo é essencial para poder rodar tranquilo pelas estradas do país.

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  • Janeiro 2019

    O que é uma seguradora e o que considerar na hora de contratar seu seguro?

    Muita gente tem dúvida sobre o que é uma seguradora e como contratar uma proteção para os seus bens. Às vezes, a pessoa economiza por vários anos para, finalmente, realizar o sonho de formar um patrimônio para a família.

    Contudo, devido a uma série de riscos, como criminalidade, danos causados pelo tempo, acidentes, entre outras causas, o indivíduo vê a necessidade de ter algum tipo de proteção para o bem. Afinal, o valor investido nas aquisições geralmente é alto, especialmente de veículos e imóveis. Logo, o comprador não quer perder do dia para a noite algo que demorou meses ou anos para conseguir.

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  • Janeiro 2019

    7 fatores que influenciam no valor do seguro do carro: confira!

    Todos que procuram contar com a proteção de um seguro para seus automóveis sempre buscam o melhor preço na hora de contratar esse serviço tão importante.

    Para fazer o melhor negócio, é preciso entender quais aspectos afetam o valor do seguro do carro. Por isso, listamos os fatores que merecem sua atenção. Acompanhe!

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  • Janeiro 2019

    Qual é o melhor momento para expandir a frota? Descubra!

    O grande objetivo de todo empresário é fazer com que seu negócio se desenvolva e aumente sua presença no mercado. Quando isso acontece, tomar as medidas necessárias para dar suporte ao crescimento têm de estar entre as prioridades do gestor.

    Uma das principais dúvidas que surgem nessa hora é sobre a hora certa de expandir a frota de veículos. Se esse é o seu caso, fique ligado neste post. Vamos mostrar qual é o momento certo e qual a melhor maneira de dar esse importante passo.

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  • Janeiro 2019

    Contabilização de consórcio: como finalmente comprar o bem que você quer?

    O consórcio é uma modalidade de aquisição de bens ideal para empresas que desejam planejar a compra de um ativo com valores mais acessíveis e sem se comprometer com empréstimos e juros de financiamentos tradicionais. No entanto, é natural que surja a seguinte dúvida: como fazer a contabilização de consórcio, ou seja, realizar os lançamentos contábeis dos aportes antes e após a contemplação?

    Este post mostrará de modo simples como fazer isso com maior tranquilidade, a fim de manter os registros claros e em conformidade com as melhores práticas do setor. Acompanhe!

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  • Janeiro 2019

    Consórcio tem juros? Tire suas dúvidas

    Muitas pessoas se perguntam se consórcio tem juros ou não. A dúvida é bastante pertinente, em especial para quem quer comparar essa modalidade de compra com o financiamento.

    Por exemplo, quem pega crédito para comprar carro ou imóvel, em geral, tem que pagar uma taxa de juros considerável sobre o valor financiado. Em alguns casos, a quantia total do débito pode superar duas ou até três vezes o preço original da aquisição.

    Diante desse obstáculo, o jeito é buscar outras alternativas para realizar algum sonho material, já que pedir dinheiro emprestado gera um peso grande para o bolso. Se essa também é sua opção, veja a seguir se o consórcio se encaixa na sua realidade financeira!

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  • Janeiro 2019

    Veja 5 segredos para o uso consciente do cartão de crédito

    Entre as famílias brasileiras com contas em atraso, 77,4% delas tinha como principal tipo de dívida o cartão de crédito. Esses dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Apesar desse índice negativo, saber como fazer o uso consciente do cartão de crédito traz benefícios. Ele é uma forma segura de pagar suas compras, facilita parcelamentos e permite o acúmulo de milhas, que podem ser trocadas por produtos e serviços.

    Por isso, veja a seguir 5 segredos para não transformar esse instrumento financeiro em uma armadilha!

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  • Janeiro 2019

    Como lucrar com um consórcio imobiliário? Descubra

    Os consórcios já se consolidaram entre os brasileiros como uma maneira viável de adquirir diversos bens, incluindo os imóveis. Ao longo das últimas décadas, essa forma de compra planejada permitiu que muitos realizassem o sonho de ter a primeira residência.

    Uma faceta menos explorada desse tipo de consórcio é o seu ótimo potencial como investimento. Por isso, neste post vamos explicar como lucrar com um consórcio imobiliário. Acompanhe!

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  • Janeiro 2019

    Como ganhar dinheiro com consórcio? Conheça as possibilidades

    Desde a sua criação, os consórcios caíram no gosto do brasileiro. É uma forma de compra de bens e contratação de serviços de maneira programada e parcelada, que une várias características muito vantajosas. Assim, ela possibilitou a realização dos mais diversos sonhos país afora: desde a compra do primeiro imóvel até viagens ou tratamentos dentários.

    Mas os consórcios podem ir além de uma simples forma de comprar o quer que seja. Eles são também um ótimo investimento que, se for bem aproveitado, traz ótimos resultados.

    Por isso, preparamos este guia completo sobre como ganhar dinheiro com consórcio, explicando tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Boa leitura!

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  • Janeiro 2019

    5 dicas para contratar um consórcio com segurança

    Você pesquisou bastante, se informou e avaliou as condições de diversas formas de comprar o bem desejado. No fim, chegou à conclusão que um consórcio é a opção que melhor atende as suas necessidades.

    É uma ótima notícia, já que os consórcios permitem a compra planejada de imóveis, veículos e serviços sem precisar arcar com juros, gerando uma boa economia. Se você não quer errar na hora de fechar esse negócio, veja dicas para contratar um consórcio da maneira mais tranquila possível. Boa leitura!

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  • Janeiro 2019

    Leasing operacional de caminhões: como funciona e quais as vantagens

    A tarefa de compor a frota de veículos é uma das mais importantes para quem gerencia um negócio de transporte e logística. Além de se programar para fazer a renovação no momento certo, também é preciso um bom planejamento a fim de lidar com custos de manutenção, combustível, seguro, impostos etc.

    E o desafio é ainda maior para aqueles que, além de administrar todos esses fatores, precisam colocar a mão na massa e atuar também atrás do volante. Por isso, com o objetivo de facilitar a vida dos gestores de frotas e impulsionar os resultados da empresa, a melhor solução é o leasing operacional.

    Confira neste post como esse negócio funciona!

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  • Janeiro 2019

    Lance facilitado: como funciona essa modalidade no consórcio? Entenda

    Você já sabe que o consórcio é a maneira mais fácil e acessível para quem está querendo adquirir um bem de grande valor mas não dispõe de toda a quantia necessária em mãos, certo? Além de poder ser contemplado por meio dos sorteios, o participante tem a possibilidade de oferecer lances para conquistar aquilo que deseja.

    Essa é a opção ideal para quem quer obter a sua carta de crédito de maneira rápida, sem precisar contar apenas com a sorte. E para quem quer uma mãozinha no processo, existe o lance facilitado. Entenda neste post como funciona!

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  • Janeiro 2019

    5 vantagens de contratar um seguro-saúde

    Contratar um seguro-saúde pode ser uma excelente alternativa para quem não quer depender dos serviços públicos. Afinal, como você bem deve saber, as filas para atendimentos e exames nas unidades mantidas pelo governo podem demorar meses ou até anos.

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  • Janeiro 2019

    Como acionar o seguro? Saiba o que fazer nessa hora!

    Quem demonstra preocupação com seu veículo procura protegê-lo da melhor maneira possível. E isso inclui a contratação de um seguro, que resguarda o motorista caso algo de ruim aconteça. Por mais que cuidados sejam tomados, todos estão sujeitos aos riscos que demandam o acionamento da cobertura.

    Embora isso seja algo que ninguém deseja, e um momento talvez desagradável, é importante saber como acionar o seguro de forma correta para evitar problemas ainda maiores. Por isso, veja como agir seguindo as dicas do nosso texto!

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  • Janeiro 2019

    Você tem inteligência financeira? Saiba por que desenvolver

    Você já parou para se perguntar o que significa ser inteligente? Quase sempre relacionamos essa característica a alguém que tenha o conhecimento aprofundado sobre determinado tema, ou uma habilidade específica.

    No entanto, essa descrição traz uma visão incompleta do que é ser inteligente. É cada vez mais aceita a noção de que a inteligência pode se manifestar de diversas formas. Sabe aquele amigo que é ótimo com esportes? A inteligência corporal dele provavelmente é avançada.

    Nesse sentido, podemos dizer que quem lida bem com suas finanças tem inteligência financeira. Se você quer saber mais sobre essa característica e aprender a desenvolvê-la, acompanhe o texto. Boa leitura!

    O que é inteligência financeira?

    De forma resumida, a inteligência financeira é a habilidade de uma pessoa que tem controle sobre o dinheiro que ganha e sobre o que gasta. Ela sabe fazer escolhas para que esses recursos trabalhem a seu favor.

    Pense, por exemplo, em alguém que recebe o salário, paga as despesas essenciais, gasta com algumas coisas que deseja muito, resiste a compras por impulso e ainda consegue guardar um dinheiro para emergências ou mesmo para investir, fazendo o valor disponível crescer. Essa pessoa seria um bom exemplo de alguém que desenvolveu sua inteligência financeira.

    E está enganado quem pensa que a inteligência financeira é algo para os muito ricos. Pelo contrário! Na verdade, os que contam com essa habilidade são os que têm mais chances de prosperar, mesmo que ganhem pouco.

    Como desenvolvê-la?

    Não existe uma fórmula mágica para desenvolver a inteligência financeira. Além disso, esse é um processo que pode levar tempo. Mas não é impossível!

    O desenvolvimento da inteligência financeira passa por criar hábitos de consumo saudáveis e ter algum conhecimento sobre finanças e formas de investimento. Não é necessário ser um especialista, mas é bom conhecer maneiras de organizar o orçamento e entender como funcionam as principais aplicações disponíveis no mercado.

    Qual é a importância de desenvolver a inteligência financeira?

    Quem desenvolve sua inteligência financeira passa a ter uma relação mais amigável com o dinheiro. Ele deixa de ser uma fonte de preocupação e se torna um instrumento para a realização dos objetivos estabelecidos.

    Confira a seguir outros pontos que demonstram a importância de desenvolver essa habilidade.

    Não ter dinheiro apenas para pagar contas

    Sua vida é levantar cedo, trabalhar o dia todo e ter a sensação de que nem todo o esforço do mundo faria você ter além do dinheiro necessário para pagar as contas de todos os meses?

    A rotina pode trazer infelicidade, já que quem está nessa situação não consegue planejar o futuro, traçar metas ou mesmo realizar sonhos. Por isso, pessoas consideradas inteligentes financeiramente têm a oportunidade de ver o dinheiro servir a outros propósitos além de pagar boletos.

    Poder realizar sonhos

    A inteligência financeira é um requisito importante na realização de sonhos. Pessoas que aprimoram sua habilidade de lidar com o dinheiro são capazes de atravessar períodos economizando e esperando a hora certa de fazer a aquisição do bem desejado.

    Ter melhor qualidade de vida

    É desgastante passar a maior parte do tempo preocupado com o dinheiro. Por isso, pessoas com inteligência financeira têm uma melhor qualidade de vida.

    Essa habilidade, se for bem desenvolvida, permite aproveitar uma vida com mais tranquilidade. E, se surgirem problemas, você estará preparado para enfrentá-los.

    Não pense nunca que a inteligência financeira é um dom inatingível. Com consciência e planejamento, a sua capacidade de administrar bem seu dinheiro crescerá, impactando positivamente sua vida.

    Para você, qual é a parte mais difícil na hora de desenvolver inteligência financeira? Deixe um comentário contando!

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  • Dezembro 2018

    6 dicas práticas para construir o segundo andar da sua casa

    Construir ou reformar uma casa é sempre um momento que exige bastante planejamento e cuidado. E quando o assunto envolve adicionar um segundo andar? Aí é preciso estar ainda mais atento! Afinal, a preservação da segurança da estrutura da casa deve ser tratada como prioridade máxima.

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  • Dezembro 2018

    É possível comprar carro com carta de crédito?

    Os consórcios são conhecidos por oferecerem a possibilidade de se comprar bens e contratar serviços dos mais diversos tipos, desde imóveis e veículos a tratamentos odontológicos. Isso é possível por meio da contemplação, que dá direito a uma carta de crédito que permite a aquisição do bem ou a contratação do serviço desejado.

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  • Dezembro 2018

    Tudo o que você precisa saber sobre lance embutido em consórcio

    Seja para adquirir bens ou contratar serviços, o consórcio pode ser uma ótima alternativa, sabia? Afinal, além de não exigir o pagamento de grandes quantias mensais, não incluir juros e não demandar entrada, o consorciado ainda tem várias chances de conquistar seu objetivo. Sim, essa é uma excelente possibilidade de investimento!

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  • Dezembro 2018

    O que é economia colaborativa e como ela pode melhorar suas finanças?

    Embora o termo economia colaborativa seja relativamente recente, você provavelmente já usufruiu dessa tendência sem nem mesmo saber. Já deu carona para algum amigo, por exemplo? Pois então.

    Pouco a pouco, esse conceito vem ganhando cada vez mais força. Ele tem inclusive sido adotado por grandes corporações, que propõem inovações baseadas na economia compartilhada em diversos setores do mercado.

    Mas como você, consumidor, pode ser se aproveitar disso no dia a dia? Vamos explicar justamente isso no post de hoje. Acompanhe!

    O que é a economia colaborativa?

    Também conhecida como economia compartilhada ou de consumo colaborativo, a economia colaborativa propõe que o consumo de bens e serviços deixe de ser centralizado, passando a ser feito por meio da cooperação entre diversas pessoas.

    Imagine, por exemplo, que você está em casa fazendo um pequeno reparo e precisa de um martelo. Em um cenário normal, seria necessário ir até uma loja de ferramentas e comprar a ferramenta, que provavelmente seria usada pouquíssimas vezes. A poucas casas de distâncias, sem que você saiba, um vizinho tem uma caixa de ferramentas completíssima que passa boa parte do dia sem uso. Não seria perfeito se o útil se unisse ao agradável?

    Com foco na economia compartilhada, uma empresa poderia desenvolver um aplicativo que unisse a disponibilidade do vizinho em emprestar o martelo com sua necessidade de usá-lo, intermediando todo o processo e garantindo que ambas as partes saiam satisfeitas.

    Seguindo essa lógica, o conceito pode ser expandido para praticamente qualquer necessidade ou atividade, desde os já conhecidos serviços de transporte por aplicativos até o compartilhamento de espaços para trabalhar (chamados de coworking). Aos pouquinhos, a economia colaborativa vai fazendo cada vez mais parte das nossas vidas.

    Quais são seus maiores benefícios?

    São vários os benefícios trazidos pela economia colaborativa. Em um primeiro momento, ela diminui o custo de determinados bens e serviços. É só pensar na diferença de preços entre um quarto de hotel e a locação feita por um aplicativo de compartilhamento de casas e apartamentos vagos.

    A economia colaborativa também ajuda o meio ambiente, já que torna o consumo mais consciente. Acredite: o impacto causado pela substituição de compras de itens que seriam usados poucas vezes pelo aluguel é considerável.

    Por fim, a economia colaborativa ainda oferece experiências melhores e, muitas vezes, até mais pessoais. Afinal, é normal que as relações de compra, venda e troca feitas por esse modelo sejam mais agradáveis, divertidas e acolhedoras.

    Como a economia colaborativa ajuda seu bolso?

    Se você gostou do conceito de economia colaborativa, deve estar se perguntando como ele pode te ajudar a economizar, certo? Pois listamos aqui alguns exemplos para esclarecer. Confira!

    Serviços de transporte

    Os aplicativos de transporte são os principais expoentes da economia colaborativa. Com eles, é possível percorrer trajetos por preços menores que os praticados por táxis comuns. Dependendo da distância, deixar o carro na garagem pode valer (e muito) a pena. 

    Oferta de hospedagem

    Na hora de viajar, considere a locação de um quarto, um apartamento ou mesmo uma casa inteira via aplicativos! Dependendo da escolha, a conta sairá bem menor que nos hotéis, sabia? E se você é dono de um imóvel sem uso ou até se há um quarto vazio em casa, considere locá-lo para conseguir uma renda extra.

    Aluguel e troca de itens

    Observe a quantidade de objetos sem muita serventia que você tem em casa. Por meio da economia compartilhada, eles podem ser alugados ou mesmo trocados por outros itens. Não seria ótimo fazer isso com aquilo que não te serve mais?

    Surpreendido com as diversas possibilidades da economia colaborativa? Pois agora que você já entendeu como ela pode melhorar sua vida e seu bolso, faça bom proveito!

    Antes, porém, não deixe de comentar aqui para nos contar se já usou algum serviço da economia colaborativa! Como foi sua experiência? Compartilhe seus feedbacks conosco!

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  • Dezembro 2018

    Repasse de consórcio: por que essa prática não é recomendada?

    Excelentes modalidades de compra, os consórcios são conhecidos por apresentarem ótimos preços e condições facilitadas para quem planeja suas aquisições com antecedência. No entanto, como imprevistos sempre acontecem, pode ser que o consorciado precise desistir do negócio. Nesse caso, existe a possibilidade do repasse.

    A verdade é que, no ato da contratação, é quase impossível prever a ocorrência de contratempos ou imprevistos financeiros que poderão aparecer, impedindo que o consorciado dê continuidade ao pagamento das parcelas e mantenha sua participação no grupo. O repasse de consórcio pode, assim, ser a solução para essa pessoa.

    Antes de eleger a transferência de cota como a melhor saída para seu caso ou de optar por entrar em um grupo em andamento por meio dessa negociação, confira o funcionamento do processo! Será que vale mesmo a pena? Acompanhe e descubra!

    Como funciona a transferência do contrato?

    Quem possui uma cota em grupos de consórcio pode repassá-la para outra pessoa a qualquer momento. A situação é permitida inclusive para cotas contempladas, desde que a transferência seja realizada de acordo com as regras previstas no contrato.

    Nesse caso, o novo consorciado substituirá o antigo no grupo, assumindo todas as suas responsabilidades, como o pagamento das parcelas restantes.

    O problema é que as empresas que administram os consórcios não realizam esse processo. O que acontece é que muitos clientes acabam concluindo a venda por conta própria.

    Ainda existe a possibilidade de recorrer a administradoras que fazem essa intermediação, comprando a cota e a revendendo para terceiros. No entanto, apesar da operação ser permitida, existem alguns pontos negativos que devem ser considerados antes de concluir a transferência.

    Por que o repasse de consórcio não é recomendado?

    A princípio, a ideia de adquirir um consórcio já contemplado pode parecer bastante atrativa. Afinal, assim você não teria que esperar pelo sorteio nem dar lances para conquistar a tão desejada carta de crédito. No entanto, o processo esconde alguns riscos. Confira!

    A carta de crédito pode ser falsa

    À primeira vista, o negócio pode parecer imperdível: adquirir uma carta de crédito contemplada para poder comprar o bem ou contratar o serviço desejado à vista. Antes de finalizar o acordo, no entanto, confira se o documento é verdadeiro! Sim, existem muitas pessoas mal-intencionadas por aí.

    Descubra qual é a empresa administradora do consórcio e faça contato para verificar se a carta de crédito é autêntica. Acredite: esse simples cuidado pode evitar uma enorme dor de cabeça no futuro!

    O valor pago pode ser maior que o valor do consórcio

    Além do risco de fraude, é preciso ficar atento ao valor pelo qual o consorciado está negociando sua carta de crédito. Por ter em mãos uma ferramenta que vai conferir ao comprador o acesso imediato ao bem ou serviço desejado, o vendedor pode querer tirar vantagem da situação.

    Uma carta contemplada pode render ao consorciado um lucro de até 30% em relação ao montante já pago. Portanto, o comprador precisa estar ciente de que seu imediatismo, na verdade, vai contribuir para o lucro do antigo dono. Deixando a pressa de lado, você pode economizar esse valor ou investir na compra de um bem ainda melhor.

    Seu perfil pode não ser o ideal

    Outro fator que deve ser considerado no caso de um repasse de consórcio é a transferência de titularidade. Na prática, a decisão de aceitar a alteração do responsável pela cota é da administradora e não das partes. Por isso, será feita uma análise a fim de verificar se seu perfil será aceito. Sem cadastro aprovado, nada feito.

    A taxa de transferência pode ser onerosa

    A empresa pode cobrar uma taxa para realizar a transferência do consórcio de uma pessoa para outra. Sabendo disso, procure conferir se essa cobrança existe, qual o valor da taxa e quem vai pagar por ela, se é você ou o consorciado contemplado.

    Como você viu, adquirir uma carta contemplada na reta final pode não ser um bom negócio. Portanto, não deixe de avaliar outras possibilidades! Pode ser muito mais vantajoso comprar uma cota própria e oferecer o valor disponível como lance, aumentando assim suas chances de contemplação.

    Antes de decidir pelo repasse de consórcio, verifique se é possível cancelar ou vender sua cota!

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  • Dezembro 2018

    Como escolher o melhor seguro para seu estilo de vida?

    Contratar um seguro é uma etapa importante na vida de qualquer pessoa. Afinal, além de manter o patrimônio protegido em casos de roubo ou acidente, essa garantia evita dores de cabeça e aumenta a segurança de toda a família. Mas como escolher se existem tantos tipos de proteção no mercado? Justamente por isso, para escolher o melhor seguro de acordo com suas necessidades e expectativas, é preciso avaliar todas as opções.

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  • Dezembro 2018

    Fundo de reserva no consórcio: o que é e para que serve?

    Sabia que o valor a ser pago por quem entra em um consórcio é composto por diferentes taxas? É preciso estar atento a cada fatiazinha do total para não surpreendido pelo valor da parcela. Nesse sentido, já podemos adiantar: entre as cobranças mais frequentes está a contribuição para o chamado fundo de reserva.

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  • Dezembro 2018

    O que é risco patrimonial?

    Qualquer que seja o porte ou a área de atuação da empresa, é fato: boa parte do tempo de um empresário é dedicada a evitar problemas que possam vir a prejudicar o negócio. Por essas e outras é que uma boa gestão deve passar pela avaliação, análise e prevenção do risco patrimonial.

    Curioso para entender o que exatamente é o risco patrimonial, além de conhecer os principais tipos existentes e saber qual é a importância de mapeá-los? Então confira este texto até o fim!

    O que é risco patrimonial?

    Basicamente, risco patrimonial é a possibilidade da ocorrência de qualquer evento que possa causar danos ao patrimônio de uma empresa e gerar prejuízos.

    Vale lembrar que esse patrimônio pode ser qualquer pessoa, equipamento, infraestrutura, informação ou recurso financeiro importante para o bom funcionamento da companhia.

    Quais são os principais tipos de risco?

    Cada empresa apresenta riscos diferentes, que variam sobretudo de acordo com as atividades por ela desenvolvidas. Além disso, os riscos podem ter origem tanto interna, com gestão mais simples, quanto externa, quando muito pouco pode ser feito em caráter preventivo.

    Vale ressaltar que a maioria dos riscos não surge do nada. Na prática, eles são decorrências da ineficiência, da falta de controle ou até da má-fé dos envolvidos nos processos.

    Para facilitar a análise dos riscos, eles são divididos nas seguintes categorias:

    • riscos institucionais: envolvem prejuízos à imagem, às finanças e à manutenção da empresa;
    • riscos de crimes contra o patrimônio: englobam crimes com ou sem ameaça física;
    • riscos operacionais: decorridos de falhas humanas, problemas de infraestrutura e erros de processo;
    • riscos sociais: problemas que envolvam pessoas ou afetem a relação da empresa com a sociedade;
    • riscos naturais: gerados por desastres naturais;
    • riscos de desconformidade: quando alguma legislação não é respeitada.

    Por que mapear as possibilidades de risco?

    A identificação e análise dos riscos patrimoniais em uma empresa permitem que decisões sejam tomadas com base em informações seguras. Consegue-se, com isso, prevenir a maioria dos problemas.

    Nesse cenário, caso surjam intempéries, uma boa gestão de riscos estará preparada para atuar e minimizar danos, preservando ao máximo o patrimônio da empresa e a integridade física de todos os envolvidos.

    Como é possível se proteger?

    Até aqui você viu o que é risco patrimonial, conheceu suas principais categorias e refletiu sobre a importância de mapear as possibilidades de riscos. Mas como implementar tudo isso na prática? Confira a seguir as dicas que preparamos!

    Identifique o patrimônio a ser protegido

    A verdade é que é simplesmente impossível proteger todo o patrimônio de uma empresa. Por isso, trate de escolher aqueles ativos primordiais para o funcionamento do negócio  tanto do ponto de vista econômico quanto do ponto de vista pessoal.

    Reconheça possíveis ameaças

    Depois, é preciso identificar as ameaças que cercam os ativos merecedores dessa proteção adicional. Analise tanto as fontes internas quanto as externas, além de procurar se manter atualizado a respeito de novas ameaças que possam surgir.

    Detecte as vulnerabilidades existentes

    Em seguida, faça uma busca por eventuais brechas que podem ser exploradas pelas ameaças identificadas, verificando se existem métodos de proteção.

    Defina e trate os riscos

    A partir das informações coletadas nos passos anteriores, é possível verificar a existência de riscos e até suas origens. Se avaliados como altos, é necessário proceder com o tratamento adequado, tomando as devidas atitudes para eliminá-los ou ao menos diminuí-los. Isso pode ser feito, por exemplo, por meio da adoção de medidas de segurança ou da contratação de seguros.

    O risco patrimonial deve ser sempre considerado no planejamento de uma empresa, uma vez que pode comprometer a saúde do negócio. Como você com certeza não quer fechar as portas da sua empresa precocemente, procure sempre conhecer as melhores formas de proteção!

    Se este post foi útil para você, que tal dar sua opinião? Deixe um comentário aqui e participe!

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  • Dezembro 2018

    Venda de frota: aprenda a otimizar essa operação

    Quando o assunto é venda de frota, é mais que natural que surjam algumas dúvidas. Nessa hora, afinal, todo cuidado é pouco, uma vez que até os menores detalhes podem representar enormes prejuízos. Sem falar que manter os veículos parados por muito tempo também gera custos indesejados... 

    Pensando nisso, trouxemos para este post algumas dicas fundamentais para ajudá-lo a lidar com a venda de uma frota. Confira para aprender a fazer um ótimo negócio!

    Saiba quanto vale cada veículo

    O primeiro passo é fazer um levantamento completo para ter ideia do material que se tem em mãos. Lembre-se de que veículos usados podem apresentar diferentes formas de desgaste e, consequentemente, variações nos preços de revenda.

    A melhor forma de fazer isso é mantendo um sistema de gestão de frotas eficiente. Assim, você terá mais controle das manutenções realizadas e poderá estipular com mais precisão quanto vale cada veículo, evitando perder dinheiro na transação.

    Faça também uma pesquisa de mercado para confirmar esses valores, não esquecendo de usar dados atualizados para essa análise. É importante ser realista quanto à avaliação feita, evitando preços altos demais, que podem dificultar a venda e, no fim das contas, gerar prejuízo.

    Faça reparos antes da venda

    Muitas vezes, a venda pode ser uma questão de urgência. Mesmo nesses casos, porém, é fundamental avaliar tudo com máxima cautela e, sempre que possível, tirar um tempinho para realizar os reparos necessários antes de fazer negócio.

    O motivo é simples: todo desgaste ou dano não gera apenas um abatimento no valor do veículo, mas uma depreciação ainda maior. Na prática, se um conserto necessário é estimado em mil reais, é bem possível que a venda do veículo sem tal reparo não seja feita só por mil reais a menos.

    Em geral, o comprador deseja um desconto ainda maior pelo transtorno de ter que assumir a resolução do problema. Para piorar, a venda de veículos com necessidade de manutenção abala sua credibilidade, algo que é melhor evitar.

    Negocie com paciência

    Saber negociar exige paciência. Por isso, é bom pesquisar e até treinar algumas estratégias de negociação antes de dar início ao processo. As condições de pagamento, por exemplo, podem ser identificadas em uma pesquisa de mercado.

    Tomando esse cuidado, você ganha tempo para encontrar um cliente que pague o valor desejado, em um prazo satisfatório para ambas as partes.

    Valorize a frota

    Mostrar o valor dos veículos é essencial para conquistar os compradores. Para isso, é fundamental mantê-los limpos, tirar boas fotos para os anúncios e evitar usá-los durante o processo de vendas. Afinal, é possível que o interessado queira avaliá-los pessoalmente antes de tomar sua decisão.

    E não se esqueça de que manutenção e limpeza incluem reparos na pintura e a troca de certos itens, como limpadores e pneus desgastados, ok?

    Consulte um especialista

    Se a venda de veículos não é muito a sua área, o ideal é contar com a ajuda de um especialista no assunto. Uma orientação técnica é capaz de evitar prejuízos, além de economizar o tempo que você levaria para se familiarizar com um processo que não faz parte da sua rotina.

    Acredite: com essas dicas, a venda de frota deixará de ser um desafio. Então trate de colocá-las em prática para fazer um bom negócio!

    Por fim, se você gostou do post, aproveite para se inscrever em nossa newsletter! Assim, receberá outros conteúdos igualmente relevantes sobre o tema diretamente na sua caixa de entrada!

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  • Dezembro 2018

    Entenda como funciona um seguro para trator

    Você já pensou em contratar um seguro para trator? Não há dúvidas de que ele é um dos equipamentos mais importantes para o trabalhador rural. Em conjunto com diversos outros maquinários agrícolas, essa ferramenta está presente em praticamente todas as fases do processo produtivo.

    Seja na hora de arar a terra, de fazer o plantio ou a colheita, o trator é indispensável para mecanizar as tarefas e ganhar agilidade no dia a dia do campo. Por tudo isso, contar com a proteção de um seguro para trator é fundamental para garantir a segurança desse patrimônio tão importante para o produtor rural.

    Continue lendo este post para entender melhor como funciona o seguro para trator e sua importância para o agronegócio.

    O que é o seguro para trator?

    Como você já sabe, seguro é um contrato firmado entre 2 partes — seguradora e segurado — que prevê o pagamento de indenização caso alguma ocorrência prevista no acordo aconteça. Esse contrato também é chamado de apólice de seguros.

    Apesar de ser mais lembrado na hora de proteger bens como automóveis, residências ou até mesmo a vida do segurado, também é possível encontrar seguros voltados especialmente para máquinas agrícolas.

    Quem depende desses equipamentos não pode abrir mão desse um cuidado fundamental para garantir a manutenção e a produtividade das tarefas no campo.

    Quais as coberturas do seguro para trator?

    Por se tratar de um equipamento tão especial, as coberturas do seguro para trator também são diferenciadas, principalmente quando comparamos com os tradicionais seguros para veículos.

    Nessas apólices, é possível incluir proteção contra danos no equipamento durante sua operação. Assim, o produtor rural evita os prejuízos que podem ser causados quando um trator precisa ficar parado para manutenção — a reposição de peças, inclusive, é outra cobertura que pode fazer parte de um seguro para trator.

    O segurado também pode contar com coberturas das despesas de aluguel a terceiros, danos causados pelo mau tempo, danos elétricos, acidentes pessoais, proteção em caso de operações próximas à água e responsabilidade civil.

    Isso tudo sem contar com as coberturas tradicionais contra roubo e furto, colisão, capotamento, incêndio, explosão e danos causados por queda de objetos.

    Qual a importância desse seguro?

    Por se tratarem de equipamentos grandes e de velocidade reduzida, muitos gestores praticamente desconsideram os riscos de serem vítimas de roubos ou furtos. No entanto, a realidade se mostra diferente quando voltamos a atenção às notícias, em que vemos que esses são alvos muito cobiçados por alguns criminosos.

    Além disso, a interrupção no funcionamento de um trator pode causar enormes prejuízos a qualquer negócio rural. Sem esse equipamento, o produtor pode sofrer tanto com atrasos no plantio como com perdas na colheita, reforçando a importância de contar com um seguro para trator.

    Como contratar um seguro para trator?

    A essa altura, é provável que você já tenha compreendido como o seguro para trator é importante para preservar o seu negócio, não é mesmo? Então, o próximo passo agora é encontrar uma boa seguradora, que ofereça a estrutura e a confiança necessárias para proteger o patrimônio da sua empresa.

    Se ficou interessado, entre em contato com a Rodobens Corretora de Seguros agora mesmo e contrate o seguro certo para o seu negócio!

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  • Dezembro 2018

    Casa na praia: como fazer o planejamento financeiro para esse sonho!

    Adquirir uma casa na praia é o sonho de muitas pessoas. Embora passar os finais de semana e as férias com amigos e familiares à beira do mar seja um desejo permanente, concretizar essa vontade esbarra, muitas vezes, em dificuldades financeiras.

    Se para grande parte das pessoas comprar o primeiro imóvel já é um desafio e tanto, imagine, então, ter uma moradia no litoral. Ainda assim, com planejamento e disciplina para economizar, é possível tirar essa meta do papel.

    Pensando nisso, reunimos algumas dicas para ajudar você a fazer o planejamento financeiro e conquistar a tão sonhada casa na praia. Confira!

    Estude as formas de aquisição

    Um passo fundamental para a compra de um imóvel no litoral é escolher a forma de pagamento. A costa brasileira, de modo geral, é bastante povoada. Dessa maneira, é comum que as casas e os apartamentos à beira mar estejam muito valorizados.

    Por esse motivo, você deve priorizar a forma de pagamento mais barata, para não ter que desembolsar uma quantia muito acima do preço de mercado pelo sonhado imóvel. Nesse sentido, o consórcio pode ser uma excelente opção para quem não tem o dinheiro suficiente para dar entrada na casa ou no apartamento.

    Afinal, nessa modalidade de aquisição a pessoa faz o pagamento do bem em parcelas que cabem no orçamento, sem contar que não há incidência de juros, como ocorre no financiamento.

    Pesquise sobre a localização e a vizinhança

    Você gosta de mar calmo, para levar as crianças, ou prefere águas agitadas para prática do surf, por exemplo? Gosta de se bronzear na praia ou curte aproveitar as opções gastronômicas da orla?

    As praias não são todas iguais, logo, é recomendável pesquisar o entorno do imóvel que você pretende comprar. Com isso, você evita transtornos no futuro, como um local barulhento à noite, por exemplo.

    Escolha entre casa ou apartamento

    Uma casa na praia é um ótimo lugar para atividades de lazer, principalmente, para quem gosta de fazer reuniões com a família e os amigos. Entretanto, deixar o imóvel vazio por longos períodos pode expô-lo a pessoas com más intenções.

    Um apartamento, por sua vez, proporciona mais segurança, devido ao controle de acesso dos condomínios. Por outro lado, nesse tipo de habitação há regras mais rígidas quanto à circulação de pessoas e à poluição sonora, que colocam limites para a realização de festas, por exemplo.

    Preveja os custos com manutenção

    Quem compra uma casa na praia deve ter em mente que há custos para manter o imóvel em bom estado de conservação. Como você deve saber, a maresia danifica certas estruturas, como as compostas por metais.

    Além disso, a falta de uso da casa ou do apartamento por certos períodos, como o inverno, requer cuidados especiais, que incluem jardinagem, pintura das paredes, limpeza de piscina (se for o caso) etc.

    Considere alugar ou se mudar para o imóvel

    Quem adquire imóvel na praia tem a possibilidade de alugá-lo, para gerar renda extra e contribuir para a manutenção da habitação, ou se mudar definitivamente para o litoral. Tal escolha depende da situação da família em termos de estágio de vida e condições de trabalho, além das necessidades financeiras.

    Seja qual for o caso, é essencial levar em conta como o imóvel será utilizado durante o ano todo, para evitar a ociosidade do bem.

    Como você viu, há vários fatores que devem ser levados em conta no planejamento financeiro de quem quer ter uma casa na praia e é preciso refletir bem sobre cada um deles antes de começar a realizar esse sonho.

    Gostou dessas dicas de como planejar a compra de uma casa na praia? Então, siga nossos perfis nas redes sociais para acompanhar outros conteúdos sobre consórcios e finanças pessoais!

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  • Dezembro 2018

    Locação de caminhões: quando vale a pena?

    Muitos dependem de caminhões para desenvolver suas atividades comerciais, sejam empresas ou motoristas autônomos. Apesar disso, manter uma frota renovada, com a manutenção em dia e com os documentos em ordem pode ser complicado e extremamente caro, comprometendo a competitividade do serviço prestado. Nesse contexto, a locação de caminhões surge como opção.

    Trata-se de uma alternativa para quem quer reduzir custos, contar com veículos modernos e ser capaz de atender situações específicas que possam surgir. Quer saber quais os benefícios dessa opção e ver quando ela é mais vantajosa? Continue a leitura!

    Quais são as vantagens da locação de caminhões?

    A maior vantagem da locação em detrimento à compra de um caminhão está no aspecto financeiro. Isso vai além dos custos de aquisição do veículo novo, já que quem aluga não precisa arcar com despesas de manutenção, seguro, serviços de rastreamento e depreciação, que afeta o valor do patrimônio com o passar dos anos.

    Outro ponto interessante é a possibilidade de contar sempre com veículos modernos e equipados com o que de mais atual esteja disponível no mercado, sem precisar desembolsar altas quantias. Por fim, é interessante mencionar a flexibilidade. É possível adaptar a locação de acordo com a necessidade e, com isso, minimizar o impacto diante da flutuação da demanda de fretes.

    Quais são as situações em que vale a pena alugar caminhões?

    Agora que você conhece as vantagens da locação de caminhões, saiba em quais situações ela pode ser a melhor escolha para o seu negócio!

    Necessidade de redução de gastos

    Além de altos, os custos envolvendo a manutenção de uma frota podem ser imprevisíveis. Nunca se sabe quando um caminhão sofrerá uma quebra e precisará de reparos  que, além de custarem caro, deixam o veículo parado por vários dias.

    Dessa forma, quem precisa otimizar os recursos deve considerar a locação de veículos. Com isso, fica mais fácil planejar as despesas tanto no médio quanto no longo prazo, além de evitar surpresas envolvendo as condições de uso dos veículos.

    Renovação programada de frota

    Quem quer evitar investimentos grandes para renovar a frota também pode recorrer à locação como alternativa, graças a empresas que oferecem serviços de renovação programada. Dessa forma, é possível ter veículos novos para desenvolver o trabalho sem precisar assumir financiamentos.

    Atendimento de serviços especiais

    Recebeu uma demanda específica, como o transporte de cargas especiais ou o suprimento de um grande volume de trabalho? A locação pode ser o melhor caminho, já que os veículos ficam disponíveis de acordo com sua necessidade. Isso representa um aumento nas oportunidades de negócios e um crescimento nas receitas.

    Garantia de disponibilidade

    O caminhão quebrou? Aconteceu um acidente? Foi vítima de um crime? Tais situações comprometem a disponibilidade de veículos, na ausência de caminhões reservas. A locação também a ajuda a contornar esses problemas. Isso é de grande utilidade principalmente para empresas menores ou motoristas autônomos, que precisam de um veículo sempre à disposição para não perder dias de trabalhos.

    Como você viu, a locação de caminhões é um serviço capaz de atender diversas situações e ajudar muito as empresas que dependem desses veículos com eficiência e qualidade constantes.

    E então, quer conhecer as soluções que a Rodobens tem para oferecer para você? Entre em contato com a gente agora mesmo!

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  • Dezembro 2018

    Vale a pena construir no terreno dos pais?

    Muitos filhos têm dúvida se é vantajoso ou não construir no terreno dos pais. Em diversos lugares, devido ao tamanho da área disponível, é comum as pessoas construírem as chamadas edículas nos quintais de outras casas.

    Principalmente em grandes cidades, em que o custo do metro quadrado tende a ser maior em comparação com o de pequenos centros urbanos, tal prática se mostra bastante econômica. Entretanto, os filhos que estão no início da fase adulta podem sentir certa falta de liberdade para viver a própria vida.

    Se você está passando por esse dilema, veja, a seguir, pontos positivos e negativos de “não sair de casa”.

    Vantagens de construir no terreno dos pais

    Economia

    Uma vantagem de erguer uma moradia no terreno dos pais é economizar com a compra de um lote. Afinal, ao ter um espaço disponível para a obra, a pessoa terá que arcar apenas com os custos dos materiais de construção e da mão de obra necessária — os quais já podem pesar bastante no orçamento.

    Convívio familiar

    Em muitos casos, deixar a casa dos pais significa romper os laços familiares, especialmente para quem se muda para outra cidade. Para quem tem filhos, construir na casa dos pais significa proporcionar que os netos tenham mais tempo de convivência com os avós.

    Além disso, tal possibilidade também representa ajuda na criação dos filhos nos casos de jovens casados, principalmente quando existe a necessidade de trabalhar fora e não há creche disponível para deixar as crianças.

    Desvantagens de construir no terreno dos pais

    Privacidade

    “Quem casa, quer casa”, ressalta o ditado popular, não é mesmo? Nesse sentido, morar no terreno dos pais envolve a falta de liberdade para decidir os próprios rumos.

    Em algumas situações, o choque de culturas pode atrapalhar bastante os relacionamentos, por exemplo, quando mãe ou pai não entendem determinadas atitudes do genro ou da nora. Como consequência, pode haver brigas na família.

    Além disso, fica mais difícil se desfazer da moradia, o que implica possível perda do dinheiro investido na construção.

    Questões legais

    Quem ergue uma moradia no terreno da família deve ter a consciência de que não terá a propriedade do lote. Em caso de falecimento dos pais, a pessoa pode passar por problemas para a regularização da habitação, por exemplo, se existirem outros herdeiros.

    Também é importante pensar sobre a divisão de despesas relacionadas ao consumo de água, energia, telefone etc., além do pagamento de tributos, como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

    Como você pôde notar, existem prós e contras de construir na casa dos pais. Antes de tomar a sua decisão, é importante levar em conta os seus objetivos de vida pessoal, a sua capacidade de solucionar conflitos e as suas perspectivas de crescimento profissional.

    Em alguns casos, permanecer na residência onde você sempre morou pode ser apenas uma forma de ganhar mais fôlego para seguir a vida com as próprias pernas. Por exemplo, você pode comprar um imóvel e passar um tempo a mais na casa dos familiares enquanto paga as parcelas da sua moradia.

    E saiba que um consórcio pode viabilizar tanto a compra de um terreno ou de uma casa, como até mesmo uma construção — independentemente de onde você decida construir.

    E aí, gostou deste texto sobre vantagens e desvantagens de construir no terreno dos pais? Que tal, então, compartilhá-lo nas suas redes sociais e ajudar os seus amigos a fazerem a melhor escolha?

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  • Dezembro 2018

    Tiramos as 7 principais dúvidas sobre seguro de vida

    Que o seguro de vida é essencial para garantir a tranquilidade nos momentos de adversidade, você já sabe, não é mesmo? No entanto, a complexidade do tema faz com que existam muitas dúvidas sobre seguro de vida na mente das pessoas.

    Isso acontece por tratar-se de um produto com diversas particularidades e adaptável a diferentes perfis, além de representar uma decisão muito importante. Pensando nisso, decidimos responder neste post as 7 principais dúvidas sobre seguro de vida. Continue a leitura e fique por dentro!

    1. O que é seguro de vida?

    O seguro de vida é um serviço prestado por uma empresa mediante o estabelecimento de um contrato, também chamado de apólice de seguro. Seu objetivo é garantir a proteção financeira dos segurados em situações de morte ou invalidez ao trabalho.

    2. Como funciona o seguro de vida?

    O titular deve indicar um ou mais beneficiários — que, muitas vezes, são seus familiares. Caso não o faça, o Artigo 792 do Código Civil prevê que a divisão seja de 50% para os herdeiros e de 50% para o cônjuge.

    Na ocorrência de um sinistro previsto na apólice, o titular ou seus beneficiários devem entrar em contato com a seguradora e fornecer os documentos necessários para cada situação.

    3. Como saber se sou beneficiário de um seguro de vida?

    Caso você tenha dúvidas sobre os beneficiários indicados por determinada apólice de seguro de vida, basta solicitar essa informação junto à seguradora. Também é possível consultar pelo CPF do titular junto à Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) para descobrir quem sãos os beneficiários.

    4. Quanto custa um seguro de vida?

    No cálculo do valor da apólice de seguro de vida, diversos fatores são levados em consideração. Por isso, a tarefa de precificar esse serviço não é simples, já que cada contrato visa atender a um perfil de segurado.

    Entre os pontos levados em conta nessa hora, podemos citar a faixa etária, o gênero, a profissão e se há algum problema de saúde. No entanto, para quem faz um bom planejamento, o valor de um seguro de vida vale muito a pena frente aos benefícios que ele oferece.

    5. Quanto tempo demora para receber seguro de vida?

    Após a solicitação da indenização junto à seguradora, será preciso apresentar a documentação exigida. A partir de então, o prazo máximo para pagamento não pode ultrapassar 30 dias. É importante lembrar que, em caso de sinistro, a solicitação da indenização deve ser feita em até 3 anos da data do fato.

    6. Como declarar no IR?

    Como o seguro é considerado um serviço, ele não faz parte do patrimônio do segurado. Por isso, nesse caso, não é necessário declarar a despesa no IR.

    Já quem recebe indenização de seguro de vida deve sim registrá-la em sua declaração anual. No entanto, o valor é isento de tributação por não constituir aumento de patrimônio.

    7. Como fazer um seguro de vida?

    Para fazer um seguro de vida, basta procurar uma corretora de seguros da sua confiança. Contar com esse auxílio é fundamental para encontrar o plano ideal e com as melhores condições para você.

    Viu só? São muitas as dúvidas sobre seguro de vida, mas agora você já está por dentro do assunto e entende melhor o quanto é importante procurar a opção que esteja mais alinhada com a sua necessidade.

    Por isso, se você tirou todas as suas dúvidas e ficou interessado em adquirir a sua apólice, entre em contato conosco. Nossos corretores estão prontos para ajudá-lo a encontrar o seguro de vida certo, garantindo a sua tranquilidade e a de sua família!

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  • Dezembro 2018

    Manutenção programada da frota: fazer ou terceirizar? Eis a questão!

    manutenção programada da frota é uma ação fundamental para a logística corporativa. Afinal, caminhões, caminhonetes e demais veículos da empresa são ao mesmo tempo ativos e ferramentas estratégicas. É requisito básico, portanto, garantir que eles estejam em pleno funcionamento, otimizando a performance e promovendo segurança e conforto aos motoristas, sem precisar lidar com reparos emergenciais constantes.

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  • Dezembro 2018

    Frota executiva: 5 dicas de ouro para montar a sua

    Montar uma frota executiva vai muito além de reunir alguns carros ou caminhões e colocá-los para rodar. É preciso aprender a lidar com uma série de fatores, como o estudo dos tipos de veículos a serem adquiridos ou contratados, o controle dos gastos, o desenvolvimento de uma política de frotas e a manutenção.

    Sabendo dos desafios existentes, preparamos este post com 5 dicas de outro para montar uma frota de veículos corporativos e ter sucesso na administração dela. Afinal, quanto mais conhecimento sobre o assunto você tiver antes de partir para a prática, menor será a chance de erros e maior a tranquilidade do trabalho. Então, continue a leitura e mãos à obra!

    1. Escolha os tipos certos de veículos

    O tipo de carro nem sempre é tão óbvio quanto parece. Há empresas que optam por veículos pesados(como ônibus) quando, na verdade, poderiam utilizar vans para certos trabalhos.

    Esses erros acontecem por falta de cálculos e incompreensão das reais necessidades do negócio. Portanto, antes de mais nada, certifique-se de saber exatamente qual é o tipo de automóvel necessário.

    2. Faça um controle de gastos

    O controle de gastos é um dos pontos mais importantes do processo. E, ao contrário do que muita gente pode pensar, esse trabalho começa antes mesmo do início da montagem da frota. 

    Um exemplo disso é a manutenção. Apesar de só acontecer depois de um certo tempo, seus custos devem ser previstos desde o momento da montagem da frota executiva.

    Portanto, faça estimativas de todos os custos de frota que poderão ocorrer. Dessa forma, a empresa pode avaliar o que cabe no orçamento e quais mudanças deverão ser feitas no projeto.

    3. Organize uma política de frotas

    política de frotas é um documento que define como os veículos serão utilizados dentro da empresa, visando trazer muito mais clareza na hora de montar a frota executiva. Afinal, quando você sabe como os carros serão usados, fica mais fácil compreender as necessidades de compra ou contratação.

    O documento deve incluir pontos como:

    • disponibilidade de cada carro e quem poderá usá-lo;
    • manutenções necessárias e os profissionais responsáveis por elas;
    • consumo de combustível e normas de abastecimentos;
    • responsabilidades dos condutores, entre outros.

    4. Conte com assistência 24h

    Dependendo do tipo de uso da frota executiva da empresa, será necessário contar com uma assistência 24h para os motoristas e veículos. Assim como destacamos nos pontos anteriores, o melhor momento para pensar nisso também é agora, antes mesmo de iniciar a aquisição ou contratação dos carros.

    5. Decida entre compra ou terceirização

    A terceirização de frotas executivas tem sido, já há alguns anos, uma maneira de reduzir custos e facilitar os processos organizacionais. Em vários casos, essa é a solução mais econômica e eficiente encontrada por pequenas e médias empresas para fazer entregas a longa distância e expandir seus negócios.

    Por outro lado, a compra de veículos garante que você tenha mais controle sobre cada etapa do trabalho desenvolvido — o que, em alguns casos, permite levar um serviço de mais qualidade aos consumidores.

    Então, avalie se o transporte é uma atividade que pode ou não ser terceirizada no seu negócio. Além disso, é importante colocar as duas alternativas na ponta do lápis para estimar os custos de cada opção.

    E então, o que você achou das nossas dicas sobre frota executiva? São vários aspectos a considerar, não é mesmo? Portanto, utilize este conteúdo como guia para não deixar nenhum ponto importante de fora.

    E se este artigo foi útil para você e seus planos para a empresa, garanta o recebimento dos nossos próximos conteúdos. Cadastre-se na nossa newsletter gratuita e receba-os por e-mail!

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  • Dezembro 2018

    4 melhores modelos de carro para viajar com a família

    A cada ano, o mercado de veículos automotivos surpreende o público com novos lançamentos. É verdade que há opções para todos os interesses, mas quem quer acertar na escolha deve observar a finalidade de uso. Se você já tem ou pretende ter filhos, é interessante ficar por dentro dos melhores modelos de carro para viajar com a família.

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  • Dezembro 2018

    Planejamento financeiro familiar: o guia completo para realizar sonhos!

    Água, energia, telefone, internet, vestuário, escola dos filhos, transporte… A lista de despesas do dia a dia parece não ter fim, não é verdade? Tanto que, muitas e muitas vezes, ficamos com a impressão de que a renda não será suficiente para cobrir todas as contas mensais. Pois sabia que seu erro pode estar na falta de um planejamento financeiro familiar organizado?

    Embora manter os gastos sob controle não seja uma tarefa fácil (principalmente para famílias com filhos), existem algumas dicas práticas que podem sim ser de grande ajuda. Pode acreditar: ao colocá-las em uso, você será capaz de enxergar suas finanças com outros olhos! Sem contar que poderá alcançar os sonhos que tanto deseja, como trocar de carroconquistar a casa própria ou viajar com as crianças!

    Foi pensando nisso que resolvemos preparar este guia com as melhores práticas para você começar agora mesmo! Antes, explicaremos o que é um planejamento familiar e como avaliar suas finanças. Acompanhe!

    O que é um planejamento financeiro familiar?

    O planejamento financeiro familiar envolve diversas etapas relacionadas à forma como você e sua família usam o dinheiro no dia a dia. Entre as principais práticas, podemos listar as seguintes:

    • mapeamento, registro e acompanhamento das receitas e dos gastos da casa;
    • criação de uma reserva de emergência;
    • definição de metas financeiras de médio e longo prazos;
    • investimentos no mercado financeiro;
    • providências para a proteção familiar.

    Colocadas em prática, essas ações ajudarão toda a família a alcançar seus sonhos e cumprir suas obrigações sem maiores apertos. E essa tranquilidade financeira melhora até o relacionamento dos casais, além de contribuir para a criação de filhos mais responsáveis na forma como lidam com seus recursos.

    Basicamente, gerenciar receitas e despesas sem um planejamento financeiro familiar é como dirigir um carro sem painel de controle ou retrovisores: você desconhece a velocidade, a condição do motor e a quantidade de combustível, fica sem alertas importantes, como luz de temperatura, óleo, portas abertas ou cinto de segurança, sem contar que tem uma visão bem restrita para acertar nas manobras.

    Da mesma maneira, não planejar e registrar as finanças o impede de tomar boas decisões em relação ao dinheiro da família. E você certamente não quer jogar dinheiro fora, não é mesmo? Então conheça já alguns dos maiores benefícios do planejamento financeiro familiar!

    Por que planejar as finanças da família?

    Contribui para a segurança

    Pais e filhos têm necessidades básicas que precisam ser atendidas. Estamos falando de moradia, alimentação, saúde e educação, por exemplo. Feliz ou infelizmente, os recursos financeiros são fundamentais para prover tudo isso. Quando a família tem essa garantia, portanto, gera-se um clima de segurança e contentamento.

    Quando um bom planejamento é feito, mesmo se surgem imprevistos (e eles sempre surgem), a família pode contar com recursos financeiros suficientes para cobrir suas obrigações sem impactar o orçamento de forma significativa. Não é um alívio e tanto?

    Dá poder de análise e monitoramento

    Quando as operações financeiras que a família faz ao longo do mês não são devidamente registradas, fica simplesmente impossível saber para onde estão indo seus recursos. O pior é que essa situação pode se tornar crítica, difícil de contornar. Ao prover as ferramentas necessárias para se fazer o acompanhamento dos gastos, o planejamento financeiro familiar resolve esse problema.

    Além disso, os registros ainda servem de base para a tomada de decisões estratégicas sobre como criar um orçamento, fazer o dinheiro sobrar e até render mais! Assim, fica fácil fazer mudanças para que todos os membros da família usem os recursos de forma mais inteligente.

    Ajuda a realizar metas

    Definir metas financeiras é mais que simplesmente conseguir pagar as contas básicas do lar. A princípio, a família pode definir como objetivo a quitação das dívidas, por exemplo. A partir daí, cria objetivos a médio e longo prazos tendo esse resultado como meta final. Sair do aluguel, guardar dinheiro para comprar um bem desejado e pagar cursos para os filhos: esses podem ser alguns dos passos intermediários.

    E não importa o tamanho do sonho, viu? Sendo grande ou pequeno, de toda forma é essencial ter boa organização. O planejamento financeiro familiar evita dívidas, inadimplência e apertos em geral. O planejamento financeiro para recém-casados, por exemplo, contribui para que o casal inicie uma família sem muitas dores de cabeça. E o melhor: com as contas no azul!

    Cria uma nova cultura em relação ao dinheiro

    Segundo a pesquisa Inadimplentes no Brasil 2017, conduzida pelo SPC, 60 milhões de pessoas já estavam endividadas no início do primeiro semestre do ano! O relatório acrescenta que a maior parte das dívidas está relacionada ao crédito. Em relação a parcelas de cartões de lojas, por exemplo, apenas 16% estavam com os pagamentos em dia.

    Tudo isso revela um comportamento ainda bastante imaturo em relação à maneira como o consumidor brasileiro usa o crédito. E isso está intimamente ligado à cultura financeira no país.

    Por outro lado, quando a família começa a fazer um planejamento financeiro, é normal que comece a se criar uma consciência em relação aos gastos. Afinal, com o montante usado para cobrir despesas desnecessárias ficando mais evidente, as pessoas se conscientizam sobre o que podem e o que não podem gastar.

    Na mesma pesquisa do SPC, o motivo mais apontado pelos entrevistados para a inadimplência foi a perda de emprego, correspondendo a 25% das respostas, enquanto apenas 11% revelaram que a causa foi a falta de um controle financeiro. 14% culparam a redução de renda.

    A verdade, porém, é que quando a família planeja suas finanças, ela consegue lidar melhor com imprevistos, seja a diminuição da receita ou mesmo uma possível demissão. E quanto a você e à sua família, como andam as suas despesas? Saiba agora como fazer um diagnóstico financeiro completo!

    Como vão as finanças da sua família hoje em dia?

    O primeiro passo para iniciar seu planejamento financeiro familiar com o pé direito é fazer um levantamento de como estão as finanças, avaliando seu grau de maturidade nesse âmbito. Em outras palavras: você precisa comparar os ganhos ou receitas e as despesas ou gastos da família. Vamos começar então?

    Fazendo o levantamento das contas

    Para fazer esse levantamento, você pode usar um caderninho de anotações mesmo. O primeiro passo é anotar absolutamente todas as suas receitas, como:

    • salários;
    • benefícios oferecidos pela empresa, como vale-alimentação, vale-transporte e outras bonificações;
    • auxílios do governo, como bolsas;
    • pensão;
    • aposentadoria;
    • rendimentos;
    • prestação de serviços.

    Somando esses valores, você terá o total da sua renda mensal. A partir daí, é hora de encarar suas despesas. Nesse caso, você fará 2 listas: despesas fixas e despesas variáveis. As fixas são aquelas pagas todos os meses que, com pequenas variações, apresentam valores iguais, como:

    Já as despesas variáveis mudam de valor a cada mês, dependendo do consumo, como é o caso de:

    • contas de água, energia elétrica e telefone;
    • despesas de mercado;
    • gastos com transporte, como táxi, ônibus, metrô e combustível.

    Embora esses valores sejam variáveis, é sim possível fazer uma estimativa com base nos gastos dos meses anteriores. Lembrando que, além deles, também surgirão despesas ocasionais, como para o conserto de equipamentos, a compra de uma roupinha ou outra, consultas médicas, remédios e impostos. Tudo isso também deve entrar na conta!

    Mas não se preocupe, porque falaremos mais sobre como organizar as contas mais para frente. Antes, analisaremos como descobrir como anda sua saúde financeira!

    Realizando um diagnóstico das finanças

    Para descobrir se seus ganhos estão sendo suficientes para cobrir as despesas, basta fazer um cálculo simples, diminuindo os gastos dos ganhos. E aí, ficou no vermelho ou um pouco apertado? Então é hora de fazer algumas mudanças. Mas pode ficar tranquilo porque estamos aqui para ajudar. Continue de olho!

    Como organizar as contas da casa?

    Como vimos, o primeiro passo para organizar as contas da casa é entender suas receitas e despesas. No diagnóstico, porém, talvez você identifique dívidas que ainda não conseguiu liquidar. Nesse caso, o foco se volta para a resolução dessa inadimplência!

    A questão das dívidas

    É fato: toda e qualquer dívida é sempre uma dor de cabeça. A boa notícia é que algumas dicas podem ajudá-lo a sair desse abismo financeiro. Veja só!

    Faça um levantamento completo

    O primeiro passo é conhecer todas as suas dívidas. Coloque no papel os valores, o nome dos credores, os prazos e a natureza das dívidas. Outra informação imprescindível que você precisa ter em mãos diz respeito aos juros cobrados — dado fundamental para a dica que daremos mais adiante.

    Compartilhe com a família

    Como estamos tratando do planejamento financeiro familiar, é indispensável que toda a família esteja a par da situação econômica da casa. Isso inclui filhos, cônjuge e quem mais morar ali. Todos precisam dar sua contribuição para reduzir os gastos e, assim, permitir a cobertura das dívidas. Estando cientes da inadimplência, todos reconhecerão a necessidade de fazer sua parte.

    Priorize certas dívidas

    Se estivermos falando de mais de uma dívida, você terá que priorizar aquelas mais importantes — geralmente relacionadas às necessidades básicas da família, como moradia, água, energia, gás e saúde. Dê preferência a contas com juros maiores para evitar o temido efeito bola de neve. Entre essas estão o rotativo de crédito e o cheque especial. Mas não se apresse em pagar essas dívidas sem antes seguir a próxima dica!

    Tente uma negociação

    Entre em contato com seus credores para renegociar as dívidas. Pense bem: assim como você quer ver seu nome limpo, as empresas também desejam recuperar seus ativos. É isso mesmo: elas também estão interessadas em vê-lo saindo da inadimplência. Para tanto, normalmente até aceitam receber menos, o que se reflete em vantagem para você, que vai pagar menos para liquidar problemas.

    Só um ponto de atenção aqui: antes de entrar em contato com os credores, prepare seus argumentos e defina quanto exatamente você pode pagar. Essa análise prévia é importante para você não correr o risco de combinar prazos e valores impraticáveis dentro do seu orçamento.

    Cubra uma dívida com outra

    Essa dica soou estranha? Mas é isso mesmo, só que com ressalvas. Como você sabe, algumas dívidas têm taxas de juros mais pesadas que outras. Pode ser interessante pegar um empréstimo com juros menores para cobrir dívidas do rotativo, por exemplo. A ideia aqui é substituir uma dívida pesada por outra mais leve e não contrair novas dívidas, ok?

    Freie o consumo

    Não tem jeito: para alcançar o objetivo de quitar suas dívidas, é importante gastar menos. Então trate de cortar gastos desnecessários ou de fazer substituições inteligentes, trocando o caro pelo barato ou, de preferência, pelo gratuito! Que tal fazer caminhadas ou mesmo treinos funcionais em casa em vez de pagar uma academia? Em algumas cidades, é possível aproveitar aparelhos instalados em praças públicas, por exemplo.

    Outras economias interessantes incluem:

    • diminuir o pacote ou mesmo cortar a assinatura de TV a cabo;
    • substituir a assinatura de serviços de streaming por opções gratuitas;
    • deixar de comer fora desnecessariamente;
    • pegar caronas ou rachar o combustível com amigos e colegas de trabalho;
    • evitar falar muito no celular, dando preferência a serviços gratuitos, como ligações via WhatsApp.

    Depois de se livrar das dívidas, você até pode voltar a ter alguns desses luxos, mas talvez perceba que consegue viver tranquilamente sem eles! É uma mudança e tanto de rotina e de hábitos, mas que definitivamente vale a pena.

    Crie metas

    O recomendado é destinar cerca de 15% da sua renda para cobrir dívidas. Esse limite é razoável para você não se apertar demais nem negligenciar outras necessidades da família. Ao mesmo tempo, você pode criar metas de economia para outras despesas.

    O ideal é que seus gastos básicos, com moradia, alimentação, transporte e saúde, não ultrapassem 50% da sua receita. Com os 15% destinados ao pagamento de dívidas, ainda sobram 35%, certo? Pois você pode usá-los para gastos não essenciais, como entretenimento e roupas.

    Compre à vista

    Comprar à vista é um hábito importante se você deseja sair das dívidas — e não entrar novamente nelas, é claro. Isso porque além de facilitar o controle de gastos no dia a dia, você também pode conseguir bons descontos! Tudo bem que não serão todas as lojas que estarão dispostas a reduzir seus preços por isso, mas com certeza vale barganhar e pesquisar para pagar menos.

    Essas dicas já podem ser suficientes para você se organizar e quitar suas dívidas. No entanto, independentemente de estar endividado ou não, fazer um orçamento é fundamental. Descubra uma forma bem prática de montá-lo!

    A criação do orçamento

    A melhor forma de fazer um orçamento é por meio da definição de categorias ou grupos de despesas. Assim, você pode definir quanto planeja gastar em cada caso. Confira uma lista de possíveis agrupamentos para você usar, começando pelos gastos essenciais:

    • moradia: aluguel, prestação da casa, condomínio;
    • mercado: alimentação, feira, açougue, padaria, materiais de limpeza e higiene;
    • saúde: remédios, consultas, planos de saúde;
    • contas da casa: luz, água, gás;
    • educação: mensalidade, material escolar;
    • transporte: ônibus, táxi, metrô, combustível, van escolar.

    Depois, você pode criar outras categorias para gastos que não são essenciais, como:

    • entretenimento: cinema, teatro, passeios;
    • viagens: férias;
    • alimentação: barzinhos, pizzarias, restaurantes, merenda escolar.

    Você também pode criar outras divisões de acordo com suas necessidades, mas o ideal é não gerenciar muitas, porque assim vai ficando difícil analisar seu comportamento de consumo. De toda forma, com base em seus gastos anteriores, estabeleça um limite para cada grupo de despesas.

    O controle dos registros

    Definido o orçamento, agora é hora de registrar tudo e manter o controle. Esse é um aspecto básico, imprescindível até para o planejamento financeiro para iniciantes. Realmente, é necessário anotar cada despesa feita no seu dia a dia. E esse desafio é maior quando o planejamento financeiro é familiar, o que dificulta o monitoramento dos gastos de cada um.

    Por isso, a primeira dica aqui é unificar as rendas em uma única conta, passando a usar essa conta para fazer compras e pagamentos. Assim, tudo ficará registrado no extrato, bastando passar os dados para suas anotações pessoais, seja em um aplicativo ou em uma planilha financeira.

    Em relação aos filhos, você pode definir uma mesada fixa por mês, ajudando-os a usar esse dinheiro com consciência. Aproveite para orientá-los a fazer suas próprias anotações, o que é uma ótima forma de educá-los financeiramente. E o mesmo pode ser aplicado ao cônjuge!

    Basicamente, cada um tem um valor livre para gastar com as pequenas despesas do dia a dia. Ao mesmo tempo que isso dá certa liberdade para os membros da família usarem o dinheiro, também garante o controle do orçamento. E com tudo devidamente planejado e registrado, você pode seguir para o próximo passo: a análise e a definição de metas!

    A definição de metas financeiras

    À medida que você vai monitorando os gastos, comparando com o que você definiu no orçamento, é possível fazer ajustes caso já esteja chegando ao limite em determinada categoria. Se percebe que já ultrapassou o que estava planejado para o lazer, por exemplo, é só segurar os gastos nessa área e economizar um pouco com outras despesas.

    Com o tempo, ao analisar os próprios registros, você talvez perceba que pode enxugar mais determinados tipos de gastos. Ao diagnosticar que está gastando muito com alimentação fora de casa, por exemplo, pode partir para alternativas mais baratas, como levar marmita para o trabalho ou simplesmente buscar preços mais interessantes.

    A partir daí, você vai estipulando novas metas, conforme as categorias que criou. Dessa forma, fica bem mais fácil atingi-las! É importante, no entanto, que toda a família participe desse processo, já que estamos falando de um planejamento financeiro coletivo e não individual.

    A reserva de emergência

    Esse fundo é fundamental para garantir a segurança da família em momentos de crise, seja devido a uma demissão, ao diagnóstico de alguma doença ou a prejuízos materiais. Caso esses problemas ocorram e vocês tenham se preparado, construindo uma reserva, provavelmente não será preciso recorrer a empréstimos bancários ou à ajuda de terceiros, garantindo assim a saúde financeira e emocional de todos.

    o recomendado é que a reserva de emergência consiga manter seu padrão de vida por um período de 3 a 6 meses. Mas o ideal mesmo é que esse prazo se estenda para 1 ano! Para chegar a esse valor, basta somar todos os seus gastos fixos e variáveis mensais e multiplicá-los pelo número de meses da reserva.

    Digamos que, no atual padrão de vida da sua família, você gaste 2.500 reais por mês. Para montar uma reserva de 6 meses, você precisaria fazer a seguinte conta: 6 x 2.500 = 15 mil reais.

    E saiba desde já: você não vai juntar esse valor rapidamente. Sim, vai levar certo tempo. Pensando nisso, comece a reservar de 10% a 15% da sua renda o quanto antes, investindo essa quantia em fundos de baixo risco que tenham uma boa liquidez — fáceis de resgatar quando necessário.

    A essa altura, você deve estar aí pensando sobre como fazer todo esse controle de despesas, categorias, renda, fundos de emergência e outros detalhes, não é mesmo? Então confira a próxima dica!

    A planilha amiga

    A planilha financeira é uma ótima ferramenta para controlar os gastos da família. Afinal, depois de pronta, é só preencher os dados para ela ir automaticamente fazendo os cálculos. Existem diversos modelos disponíveis na internet para baixar, mas você mesmo pode montar sua própria versão. Comece inserindo 3 colunas básicas, destinadas a:

    1. descrição da transação;
    2. receitas;
    3. despesas.

    Depois, reserve 5 linhas para cada categoria, começando pela renda. De 5 em 5, organize espaços para os demais grupos que vimos anteriormente:

    • moradia: aluguel, prestação da casa, condomínio;
    • mercado: alimentação, feira, açougue, padaria, materiais de limpeza e higiene;
    • saúde: remédios, consultas, planos de saúde;
    • contas da casa: luz, água, gás;
    • educação: mensalidade, material escolar;
    • transporte: ônibus, táxi, metrô, combustível, van escolar.

    Conforme forem surgindo novas despesas, você pode inserir mais linhas. A princípio, sua planilha vai ficar mais ou menos assim:

     
     Descrição  Receita  Despesa
     Salário  2.570,00   
     Outras rendas  357,00  
     Aluguel    700,00
     Condomínio    80,00
     Energia elétrica    150,00
     Água    55,00
     Gás    30,00
     Mensalidade escolar     250,00
     ...    
     Subtotal  2.927,00  1.265,00 

    Uma outra forma de monitorar as despesas é por meio de aplicativos para controlar gastos. Alguns deles inclusive automatizam o registro e emitem alertas quando o orçamento está chegando no limite. Vale a pena experimentar!

    O planejamento de sonhos

    Chegamos à cereja do bolo: com um planejamento financeiro familiar afiado, é possível tirar os sonhos do papel, seja a compra da casa própria, um carro novo, uma festa de formatura, uma viagem internacional ou mesmo ter filhos. Para concretizá-los, você pode mais que apenas deixar o dinheiro sobrar para guardar. Na verdade, é melhor investir. E é aí que entram os consórcios!

    Como é muito raro encontrar pessoas disciplinadas o suficiente a ponto de conseguirem reservar uma porcentagem da sua renda mensal para alcançar um sonho futuro, o consórcio pode ser mais vantajoso. Isso porque ele obriga o consorciado a pagar as parcelas, transformando a reserva em uma obrigação, assim como qualquer outra despesa essencial.

    E tem mais: existem diversos planos para os mais variados objetivos, que podem se encaixar perfeitamente no seu orçamento doméstico. Dessa forma, seus sonhos se tornam muito mais realizáveis!

    Como vimos, o planejamento financeiro familiar não faz naturalmente parte da cultura dos brasileiros. As altas taxas de inadimplência provam isso! No entanto, com as dicas dadas neste guia, você vai conseguir sair dessa estatística negativa, contribuindo para que sua família viva financeiramente tranquila não só agora, mas no futuro!

    Por fim, já que você descobriu como o consórcio pode ser uma ótima opção para realizar os sonhos da sua família, aproveite para entender mais sobre como funciona esse investimento baixando nosso e-book gratuito agora mesmo!

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  • Dezembro 2018

    Personalização de veículos: quais são os limites da lei?

    Em frotas empresariais ou mesmo para tuning, a personalização de veículos é uma prática bastante popular. Mas por mais que as possibilidades de modificação sejam variadas e cada vez mais fáceis de fazer, algumas dúvidas ainda pairam no ar. Afinal, quais são os limites da lei?

    É importante se questionar a esse respeito, já que o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) tem regras específicas para cada item. Pensando nisso, mostraremos aqui o que pode e o que não pode, explicando os riscos de não seguir as normas. Confira!

    Kits aerodinâmicos

    Aerofólios, spoilers e saias estão entre os itens mais procurados pelos interessados em tunar o veículo. Na verdade, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e o Detran não estabelecem restrição em relação a isso, já que são considerados itens estéticos.

    Modificação das cores

    A modificação das cores, por sua vez, costuma ser o primeiro passo para a maioria dos casos de personalização de veículos. Seja por meio de adesivos, de pintura ou de envelopamento, isso deve ser feito com cuidado. Afinal, na prática, se a cor é alterada em pelo menos 50% do veículo, é preciso ajustar o documento. Já no caso do envelopamento, se a cor for diferente da original, é necessário solicitar uma autorização do Detran.

    Por garantia, o ideal é ir ao órgão antes de dar andamento a qualquer mudança, fazendo uma solicitação oficial. Para tanto, basta ter em mãos o documento do veículo. Depois de autorizada e efetivamente feita a modificação, é só realizar uma inspeção veicular e entregar o Certificado de Segurança Veicular (CSV) ao Detran.

    Instalação de insulfilm

    A adição de películas escuras aos vidros é uma prática tão comum que muita gente nem considera como personalização. Mas é bom ficar atento, pois há regras específicas para esse tipo de acessório. De acordo com o Contran, o limite para o insulfilm é de 75% no para-brisa, 70% nos vidros dianteiros laterais, 50% nos vidros traseiros laterais e 28% no vidro traseiro.

    Por mais que a proteção contra o sol e até contra a visão de estranhos seja interessante, a medida na verdade tem como objetivo preservar a visão do motorista e, consequentemente, a segurança no trânsito.

    Rodas e pneus

    Ambos os itens podem ser aumentados, desde que não ultrapassem o limite dos para-lamas. Por isso, faça uma pesquisa antes de realizar qualquer alteração que possa gerar multa, ok?

    Faróis xenon e LED

    O uso de farol xenon é restrito a modelos cujo item seja implementado já na fabricação. Assim, a instalação por conta própria é proibida e gera multa de 127 reais. Já no caso do LED, o uso é permitido, desde que o modelo da lâmpada obedeça aos critérios técnicos estabelecidos pelas resoluções 292 e 227 do Contran.

    Modificações mecânicas

    O motor do carro não pode ter sua potência aumentada em mais de 10%. O motivo é simples: toda a estrutura do veículo, incluindo a suspensão, estão projetados para reagir a uma certa carga de peso e força. Qualquer exigência maior pode comprometer o desempenho do sistema e colocar a segurança dos passageiros em risco.

    Já a suspensão, geralmente modificada para rebaixar o carro, pode sim sofrer alterações, desde que o kit todo seja trocado e não seja adotado um sistema com regulagem de altura — como os de ar ou rosca. Alterações nos freios não são permitidas e o Detran não emite autorização para esse item.

    Como você pode ver, a personalização de veículos tem normas específicas que precisam ser seguidas. Fique atento a esses itens ao comprar ou transferir um carro para seu nome e evite ser prejudicado se decidir dar um upgrade no seu automóvel!

    Gostou do post? Então que tal compartilhá-lo em suas redes sociais para mostrar essas regras a seus colegas?

     
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  • Dezembro 2018

    Como identificar os gastos supérfluos que te endividam

    Qualquer conteúdo que traz dicas sobre como controlar o orçamento, inclusive os publicados aqui blog, recomenda identificar e cortar os gastos supérfluos para manter as contas em dia.

    Não há dúvida sobre a importância da redução dessas despesas consideradas menos importantes. Mas do que estamos falando quando mencionamos esses tais gastos supérfluos? E qual é a melhor forma de identificá-los e cortá-los? As respostas para essas perguntas estão ao longo deste texto. Acompanhe!

    O que são gastos supérfluos?

    Gastos supérfluos são aqueles feitos sem uma reflexão prévia sobre a sua real necessidade. Eles poderiam ser dispensados se houvesse uma análise maior antes da compra. E nem precisam ser de valores elevados!

    Podem ser tanto compras de itens de vestuário, eletrônicos ou qualquer outro produto de maior valor, quanto pequenas compras do dia a dia — como o cafezinho depois do almoço, o sorvete no fim da tarde ou o jantar fora de casa em vários dias da semana.

    Ainda assim, o que é supérfluo para uma pessoa pode não ser para outra. E o motivo para isso é simples: entender o que é um gasto dispensável passa por compreender a situação financeira e as necessidades da rotina de cada um.

    Uma pessoa com um orçamento organizado pode ser dar ao luxo de comer mais vezes fora ao longo do mês, por exemplo. Já quem está em apuros precisa controlar esse tipo de custo de forma rígida.

    Como identificar e eliminar essas despesas?

    É difícil listar todos os gastos supérfluos, já que eles variam de pessoa para pessoa. Mas ainda é possível separá-los em categorias, como lazer, vestuário, entretenimento e serviços. Desse modo, fica mais fácil tomar atitudes para tornar racional o uso do dinheiro e evitar que essas compras desnecessárias se transformem em dívidas. Acompanhe a seguir a melhor maneira de fazer essa divisão.

    Lazer

    Com exceção de situações extremas, o lazer nunca deve ser excluído completamente do orçamento. É essencial ter fontes de diversão e relaxamento em meio a tantas obrigações nem sempre tão agradáveis.

    Todavia, a fatia da renda destinada a esse gasto deve ser pequena e utilizada de forma bastante controlada. Usou todo o dinheiro reservado para isso antes de o mês acabar? Então procure alternativas gratuitas ou mais baratas para se divertir até o mês seguinte.

    Vestuário

    Roupas, por si só, não são uma despesa supérflua. Mas as coisas podem sair de controle se não forem tomadas algumas precauções. As duas principais são: não comprar peças que serão utilizadas pouquíssimas vezes e não gastar demasiadamente com roupas de marcas famosas, que sempre são mais caras.

    Entretenimento e serviços

    Faça uma avaliação cuidadosa dos pacotes de TV a cabo, internet e telefone celular contratados. Veja se eles estão de acordo com o seu uso. Não é raro que esses serviços estejam comprometendo uma fatia muito grande do orçamento sem que tudo esteja sendo de fato utilizado.

    Para aumentar a economia, opte por serviços de streaming. Com uma mensalidade bem mais em conta, eles oferecem boas opções de séries e filmes por meio da internet.

    No começo pode ser difícil abrir mão de pequenos luxos que estão presentes na rotina há muito tempo. Por outro lado, o esforço para cortar os gastos supérfluos vai gerar uma economia que poderá ser utilizada para fins mais relevantes.

    Deixe seu comentário contando qual é o gasto supérfluo que mais atrapalha seu bolso e o que você faz para evitá-lo!

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  • Dezembro 2018

    Consórcio é burocrático? Entenda!

    Poucas coisas são tão capazes de nos desestimular a entrar em um negócio como a burocracia, não é mesmo? Afinal, não há quem goste de lidar com uma infinidade de papéis, documentos, assinaturas, filas e análises complexas.

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  • Dezembro 2018

    6 regras do sucesso financeiro: saiba quais são

    Diferentemente do que muita gente pensa, o sucesso financeiro não acontece somente com quem recebeu uma herança ou algum prêmio. Na verdade, ter uma vida tranquila quando o assunto é dinheiro passa, em grande medida, por uma gestão financeira eficiente.

    Logo, se você quer ter as suas contas sempre com saldo no “azul” e, assim, ter recursos para uma reserva de emergência, para investir ou para comprar bens sem dor de cabeça, saiba que existe um método para colocar a sua vida financeira em dia.

    Confira a seguir seis regras valiosas de como alcançar o sucesso financeiro e comece a colocá-las em prática hoje mesmo!

    1. Gastar menos do que ganha

    A “regra de ouro” das finanças saudáveis é gastar menos do que se recebe. Com isso, a pessoa sempre terá uma sobra de renda todo fim de mês, o que vai possibilitar a ela investir na realização de sonhos, como comprar casa própriaadquirir veículo etc.

    2. Economizar na hora de comprar

    Não pense que gente rica é “pão-duro” e, por isso, deixa de fazer certas aquisições. Na verdade, quem chegou ao sucesso financeiro entende bem o valor do dinheiro e, por isso, busca sempre economizar na hora de fazer compras.

    Por exemplo, em vez de pagar caro pelo financiamento de um veículo, a pessoa pode fazer uma poupança programada e levar o carro por meio de consórcio, modalidade de compra sem cobrança de juros.

    3. Ter objetivos definidos

    Você já parou para pensar sobre o significado de “sucesso financeiro” para você? Pois esse conceito pode variar de uma pessoa para outra. Por isso, antes de poupar e investir, tenha em mente quais são os seus objetivos financeiros.

    A propósito, lembre-se sempre de que dinheiro é um meio para alcançar determinada finalidade, como um futuro tranquilo para a família.

    4. Estudar os tipos de investimentos

    Para uma pessoa alcançar o sucesso financeiro, não basta apenas ela economizar. Na verdade, é necessário utilizar a quantia poupada para investir de forma eficiente, ou seja, conseguir uma rentabilidade acima da inflação.

    Assim, estudar os tipos de investimentos existentes no mercado é uma maneira de o indivíduo ter mais possibilidades de fazer o dinheiro render, de acordo com cada contexto da economia.

    5. Diversificar investimentos

    Quem alcança o sucesso financeiro sabe que não pode depender de somente um tipo de aplicação. Por isso, busque distribuir o capital em vários tipos de investimentos para aproveitar as oportunidades e reduzir os riscos.

    6. Ter fontes alternativas de renda

    Em muitos casos, só economizar não é suficiente para chegar à riqueza no prazo esperado. Então, é necessário buscar fontes de rendas alternativas para aumentar as receitas e chegar ao sucesso financeiro de modo mais rápido.

    Como você pode perceber, enriquecer é uma atividade que requer uma série de atitudes por parte de quem deseja se livrar dos problemas ligados à falta de dinheiro. Com estudo, foco e esforço, somados a uma boa dose de criatividade, você pode começar a trilhar a sua jornada em busca do sucesso financeiro para sua vida. 

    Por falar em diversificar o capital, você quer aprender como se faz isso? Veja aqui como montar uma boa carteira de investimentos!

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  • Dezembro 2018

    Crenças limitantes: o que são e como impedem sua independência financeira?

    Você já ouviu falar no termo “crenças limitantes”? Em geral, ele aparece em livros, palestras, artigos ou vídeos sobre desenvolvimento pessoal e profissional. Se um indivíduo pretende aperfeiçoar algum aspecto da própria vida, mas encontra barreiras para avançar, é provável que ele esteja sob o efeito desse tipo de crença.

    Conheça a seguir o significado desse fenômeno e confira dicas para superá-lo.

    O que são crenças limitantes?

    Crenças limitantes são pensamentos bastante “solidificados” na mente das pessoas, que as condicionam a agir de modo a impedir o desenvolvimento em determinada área da vida. Em geral, tais fatores bloqueadores do sucesso foram formados ao longo da vida, por meio de experiências que o indivíduo teve em ambientes como família, escola, igreja, trabalho etc.

    Se o pensamento em questão foi transmitido por alguém com certa autoridade sobre a pessoa (como pai, professor ou líder religioso), é provável que tenha sido acatado como verdade absoluta por parte de quem ouviu a mensagem. Em outras ocasiões, a formação de crenças limitantes ocorre no nível inconsciente, ou seja, sem que a pessoa perceba tal aprendizado.

    Como as crenças limitantes impactam a vida financeira das pessoas?

    As crenças limitantes podem bloquear o sucesso da vida financeira de um indivíduo, já que, muitas vezes sem saber, ele se sabota para evitar a conquista de um status de êxito em relação ao dinheiro. Em algumas situações, a pessoa faz isso devido a algum conflito religioso, como acreditar que rico “não vai para o céu”, ou para não ser superior aos pais no quesito finanças, por causa de respeito ou submissão.

    Experiências passadas, como constrangimentos em certo convívio social, podem levar um indivíduo a acreditar que é incapaz de se desenvolver e de assumir uma posição de destaque na área profissional, por exemplo. Como consequência, ele imagina que ter uma situação mediana ou até abaixo do aceitável é uma condição “natural” de vida.

    Como desenvolver um mindset vencedor?

    Embora crenças limitantes estejam presentes na vida de grande parte das pessoas, isso não significa que você deve aceitar tais pensamentos destrutivos como parte da sua existência. Na verdade, é possível ressignificar certos aprendizados e, com isso, abrir-se para um universo de possibilidades de desenvolvimento pessoal e profissional.

    Pode ser que você precise do auxílio de um terapeuta, de um psicólogo ou de um coach para se livrar das crenças limitantes. Ainda assim, em muitos casos você mesmo pode desconstruir tais ideias nocivas à sua evolução como pessoa. Por exemplo, por meio do questionamento racional dos pensamentos ruins.

    Você também pode determinar a criação de comportamentos saudáveis e condizentes com a realidade de vida que você quer formar de agora em diante. Uma frase de T. Harv Eker, autor do livro “Os Segredos da Mente Milionária”, pode auxiliá-lo nesse processo: “Pensamentos conduzem a sentimentos. Sentimentos conduzem a ações. Ações conduzem a resultados”.

    Por essa frase, vemos que as mudanças devem começar pela reconfiguração da sua mente (mindset), para que você possa, então, agir de acordo com a sua nova visão de mundo ou filosofia de vida.

    Quer receber mais dicas para melhorar a sua vida financeira e ajudá-lo a destruir as crenças limitantes? Então, curta a nossa página no Facebook e fique por dentro dos próximos conteúdos!

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  • Dezembro 2018

    Tire 4 principais dúvidas sobre o índice de reajuste de consórcio

    Bastante populares entre os brasileiros, os consórcios são uma ótima forma de investimento. Afinal, eles permitem a compra programada de bens e a contratação de serviços por meio do pagamento de parcelas mensais, sem que para isso seja necessário arcar com juros altos. Por outro lado, para aproveitar as suas vantagens, é preciso entender o índice de reajuste de consórcio.

    Importante ponto de funcionamento do formato, o reajuste de consórcio impacta tanto na carta de crédito concedida aos contemplados quanto no valor das parcelas. Quer entender melhor tudo isso? Acompanhe o post!

    1. O que é o índice de reajuste de consórcio?

    Os consórcios têm como objetivo a reunião de pessoas interessadas na aquisição de um mesmo bem. Para isso, elas se juntam em grupos sob a organização de uma administradora e fazem os pagamentos mensais que dão direito a uma carta de crédito que permite a compra do bem.

    No entanto, como consórcios podem se alongar por muitos meses, é necessário que reajustes no valor da carta de crédito sejam feitos periodicamente. Isso evita que o dinheiro acumulado não seja capaz de adquirir os bens desejados, uma vez que eles podem aumentar de preço com o passar do tempo.

    2. Como funciona essa correção?

    Para entender como a correção funciona, vamos a um exemplo. Imagine um grupo de consórcio para a compra de um automóvel. No início do grupo, o carro tem valor de mercado estipulado em R$ 50 mil. 

    Porém, suponha que, um ano depois, esse mesmo modelo esteja sendo negociado por R$ 52.500. Nesse cenário, apenas os primeiros contemplados conseguiriam comprar o carro previamente escolhido, enquanto os demais teriam que optar por opções inferiores. Isso deixa clara a importância do reajuste, que iguala as condições do primeiro ao último contemplado.

    3. Quais são os índices utilizados?

    Os reajustes não são feitos de forma arbitrária ou sem nenhuma referência. Para que eles acompanhem a realidade do mercado, são adotados alguns índices amplamente utilizados em vários setores da economia. Acompanhe quais são as taxas normalmente adotadas pelos consórcios!

    IPCA 

    O Índice de Preços ao Consumidor Amplo é calculado e divulgado a cada mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomado como índice oficial de inflação da economia brasileira, ele é adotado como indexador para o reajuste de uma série de produtos e serviços.

    Nos consórcios, é comum que o IPCA seja utilizado para corrigir o valor de cartas de créditos destinadas à aquisição de serviços, viagens e veículos.

    INCC

    O Índice Nacional de Custos da Construção é divulgado pela Fundação Getúlio Vargas e mede a evolução do custo das moradias no país. Ele é empregado por construtoras e imobiliárias e também no reajuste de consórcios de imóveis.

    Tabela FIPE

    Já a tabela FIPE é mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e serve como fonte de consulta dos preços médios dos veículos vendidos no Brasil.

    Dessa forma, algumas administradoras utilizam os valores da tabela FIPE para reajustar os consórcios de carros, enquanto outras optam pelas informações fornecidas pelas próprias montadoras.

    4. Por que o reajuste é benéfico?

    Com o reajuste da carta de crédito, também é necessário fazer o mesmo com as parcelas. Não veja isso como algo negativo! Além de não ser um aumento real, essa correção garante ao consorciado o poder de compra, não importa quando ele for contemplado.

    Portanto, não se assuste quando ouvir falar em reajuste de consórcio. Depois da leitura deste post, você já entende como ele funciona e, por isso, pode ver o que está previsto no contrato e se planejar para não ter surpresas.

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  • Dezembro 2018

    Compulsão por compras: você sabe identificar os sintomas?

    Comprar pode trazer muito prazer. Passear no shopping e ir ao supermercado são programas que ajudam a aliviar o estresse. Não, o dinheiro não traz felicidade, mas ajuda a relaxar, não é mesmo? O que acontece é que gastar demais pode se tornar prejudicial e até virar uma doença. Estamos falando da compulsão por compras.

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  • Dezembro 2018

    Consórcio náutico: entenda as possibilidades com essa modalidade de consórcio

    Entre tantos possíveis sonhos, tantas diferentes prioridades e tantos desejos para o futuro, há quem queira ter um barco para chamar de seu. Imagine se você conseguisse ter bons momentos com seus amigos e familiares acompanhado do movimento da água… Parece bom, não concorda?

    O problema é que esse sonho quase sempre parece distante demais, especialmente se a compra da embarcação passa pela necessidade de contratação de um financiamento bancário, opção de pagamento altamente burocrática e com taxas de juros abusivas.

    Mas não é preciso desistir desse desejo, viu? Saiba desde já: um consórcio náutico é uma excelente alternativa que permite a realização desse sonho! Acompanhe o texto para entender como ele funciona, o que pode ser adquirido e quais as vantagens desse tipo de consórcio!

    Como um consórcio náutico funciona?

    Na prática, não há grandes diferenças entre um consórcio náutico e um consórcio de automóveis. Ambos funcionam como um meio de compra planejada, por meio do qual um grupo de pessoas interessadas na aquisição do mesmo bem se reúne para poupar o dinheiro necessário com o pagamento de parcelas mensais.

    O dinheiro acumulado é gerido por uma administradora que periodicamente realiza assembleias, ocasiões em que são feitos sorteios. Os sorteados recebem a carta de crédito, documento que possibilita a compra do bem desejado, de acordo com o valor estabelecido em contrato firmado na hora da adesão ao consórcio.

    Quem não quiser contar exclusivamente com a sorte para colocar as mãos em sua carta de crédito tem a possibilidade de se organizar para oferecer lances. Esse mecanismo permite o pagamento de valores antecipados e, com isso, o recebimento da carta sem a necessidade da contemplação por sorteio.

    O que dá para adquirir com um consórcio náutico?

    A gama do que pode ser adquirido por meio de um consórcio náutico é bem ampla, englobando bens náuticos de qualquer natureza, como embarcações de esportes ou lazer, além de jet skis, lanchas e veleiros.

    A escolha depende de uma análise cuidadosa do cliente sobre onde fará uso da embarcação (lagoas, mares ou rios) e da necessidade de um espaço para guardar o veículo náutico enquanto ele não estiver sendo utilizado. Se for muito grande, será preciso alugar o devido espaço em uma marina ou um iate clube.

    Um consórcio náutico vale a pena?

    Um consórcio náutico oferece vantagens interessantes, que devem ser consideradas por quem quer comprar um barco. A principal delas é que não há a cobrança de juros. O consorciado arca apenas com uma taxa de administração, que remunera o trabalho da administradora. Essa taxa é quase sempre menor que os juros praticados pelo mercado.

    Um consórcio também dá flexibilidade ao consumidor. A carta de crédito permite a compra de qualquer bem que esteja na categoria do consórcio contratado. Além disso, é possível complementar seu valor com recursos próprios e negociar melhores condições, já que a carta é considerada como um meio de compra equivalente ao pagamento à vista.

    Como ponto negativo temos o tempo de espera para a contemplação, que pode ser elevado. A boa notícia é que esse aspecto é mais que contornável por meio dos lances, como mencionamos agora há pouco.

    Viu de que maneira um consórcio náutico consegue aproximar você do sonho de ter sua embarcação própria? Considere-o como uma alternativa para a aquisição desse bem que certamente será responsável por vários momentos de alegria, diversão e relaxamento!

    Você sabia da existência dos consórcios náuticos? Ficou com alguma dúvida? Deixe nos comentários!

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  • Dezembro 2018

    O que são frotas leves e como montar a sua?

    Se seu empreendimento costuma realizar entregas ou mesmo fazer transportes de carga, você certamente sabe o quanto é importante ter veículos especializados disponíveis. Principalmente se o objetivo é se locomover pela cidade, onde o transporte é mais caótico que nas rodovias, o uso de frotas leves é mais que necessário.

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  • Dezembro 2018

    O que é levado em conta em uma cotação de seguro?

    Um seguro é essencial para quem possui bens de valor mais elevado, como imóveis e veículos. Na hora de contratar esse serviço, porém, é normal se deparar com uma grande variedade de preços, coberturas e condições de uso. São, portanto, muitos os aspectos a analisar para que o seguro cumpra adequadamente sua função de proteger o segurado contra imprevistos.

    Por essas e outras, é fundamental fazer uma cotação de seguro. Pensando nisso, resolvemos explicar neste post como o processo funciona, qual a importância da cotação e o que precisa ser observado. Continue acompanhando e confira!

    O que é uma cotação de seguro?

    De maneira resumida, podemos dizer que a cotação de seguro consiste em uma espécie de orçamento. Ao procurar corretores, fica fácil perceber que cada um oferece serviços e preços diversos. O papel desse processo é, portanto, comparar tais condições em busca da melhor oferta, que combine um preço que caiba no seu bolso e ofereça a segurança de que você precisa.

    O caminho para cotar um seguro costuma ser bem simples, e é possível fazer isso pela internet ou pelo telefone em alguns casos. São solicitados dados pessoais básicos e informações do bem a ser segurado. Em caso de dúvidas, o cliente conta com corretores à disposição.

    Por que fazer a cotação de seguro?

    A cotação é essencial para que a pessoa que pretende contratar um seguro saiba pelo que está pagando e quais serão as condições para acionamento da cobertura em caso de sinistro.

    Dessa forma, você evita contratar um seguro caro demais ou com serviços que nunca serão aproveitados. Do mesmo modo, consegue se prevenir contra surpresas desagradáveis, como a ausência de uma cobertura essencial, descobrindo isso apenas no momento em que ela for necessária. Sem falar que ainda permite negociar com a corretora em busca de vantagens ou descontos.

    O que deve ser observado?

    Para ajudar na hora da cotação, listamos alguns pontos que merecem destaque, uma vez que o conhecimento sobre eles ajuda na comparação entre as opções disponíveis no mercado.

    O que está coberto?

    É preciso saber direito quais incidentes são passíveis de cobertura, bem como quais não são. A partir disso, você conseguirá definir as proteções pertinentes ao seu dia a dia — incluindo aquelas consideradas indispensáveis e excluindo outras que dificilmente serão utilizadas.

    Isso ajuda a equilibrar o preço da apólice e permite ao segurado pagar um valor de acordo com o orçamento disponível e cujos recursos poderão efetivamente ser usados.

    Existe franquia?

    Franquia é o valor que o segurado deve pagar no caso de acionamento do seguro. Ela pode ser reduzida, normal ou ampliada. Nas franquias reduzidas, paga-se menos em caso de sinistro, mas será necessário arcar com um seguro de valor maior. Nas ampliadas, a lógica é o contrário: o valor a ser pago em caso de sinistro nessas apólices é maior, mas, com isso, o preço do seguro costuma ser menor.

    São oferecidos serviços adicionais?

    Seguros com serviços adicionais representam um custo extra, mas costumam ser interessantes. Em seguros auto, por exemplo, é normal serem oferecidos benefícios como guincho 24 horas ou carro reserva. Já nos residenciais, é comum serem incluídos como serviços adicionais equipes de reparo de sistemas elétricos ou hidráulicos a qualquer hora do dia.

    Que pontos a seguradora leva em conta?

    As seguradoras têm critérios próprios para estimar o valor dos seguros. Nesse cálculo, são levados em conta uma série de variáveis, que podem fazer com o preço suba ou caia.

    Além disso, a seguradora pode recusar a contratação do seguro se avaliar que os riscos de sinistro para determinado perfil de cliente são muito altos. De qualquer forma, alguns dos fatores listados abaixo estão entre os principais aspectos que afetam a cotação do seguro. Veja só!

    Valor e características do bem

    O bem a ser segurado geralmente é o primeiro quesito analisado. Mas essa análise vai além do valor de mercado. Pegando como exemplo novamente os seguros auto, é comum que veículos com histórico de problemas de manutenção ou muito visados pelos criminosos tenham um seguro mais caro. Veículos importados, cuja reposição de peças costuma ser complicada, entram na mesma categoria.

    Perfil do segurado

    O perfil do segurado abrange idade, sexo, histórico, entre outras características. Ele é mais comum nos seguros auto, fazendo com que condutores muito jovens ou com registros de multas desembolsem mais pela proteção.

    Tais perfis consideram a possibilidade de determinado grupo se envolver em acidentes ou expor o bem a certos comportamentos de risco. Por isso, pessoas mais velhas e, por consequência, mais experientes pagam menos, já que estatisticamente elas estão menos suscetíveis a acidentes.

    Fatores de risco

    Os riscos são considerados com relação ao local, à proteção prévia existente e à incidência de eventos que possam provocar sinistros. Em um seguro residencial, por exemplo, imóveis localizados em áreas onde chuvas fortes são frequentes acabam impactados por esse fator de risco.

    Voltando ao exemplo do seguro auto, alguns fatores de risco elencados são as taxas de criminalidade de determinada região na qual o proprietário mais circula com seu carro ou a inexistência de uma garagem fechada para estacionar o automóvel.

    Quais outros cuidados devem ser tomados?

    Por mais que as regras que estabelecem o valor a ser pago pelo seguro sejam estabelecidas por seguradora, alguns cuidados por parte do segurado podem ajudar a obter melhores condições na hora da cotação. Confira o que deve ser feito e o que evitar nesse momento.

    Forneça os dados corretos

    Na hora da cotação, já tenha em mãos os documentos pessoais e os do bem a ser segurado. Esses dados, quando informados de maneira correta, facilitam o cálculo do valor a ser pago pelo seguro e permitem que a cotação feita seja mais realista. Se o seu intuito for renovar a cobertura, leve a apólice anterior para tentar negociar descontos.

    Verifique a situação da seguradora

    Tão importante quanto seus dados em dia é a situação da seguradora, já que ela prestará a assistência necessária em caso de sinistros. Além de conferir a reputação da empresa, observando a opinião de outros clientes sobre ela, verifique a situação dela junto à Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão que fiscaliza e regula o setor de seguros no país.

    Pesquise sempre em mais de uma empresa

    Nunca aceite a primeira oferta de seguro. Quanto mais empresas você procurar, maiores as chances de encontrar a melhor condição de acordo com a sua necessidade. Além disso, com diversas propostas em mãos, fica mais simples negociar descontos e benefícios adicionais.

    Não minta

    Por fim, jamais minta sobre as situações em que o bem é utilizado. No caso de um seguro auto, inclua todos que efetivamente fazem uso do carro e em quais locais ele fica estacionado, por exemplo. Caso contrário, a seguradora pode recusar a cobertura se houver um sinistro.

    Viu como uma cotação de seguro cuidadosa é importante? Portanto, quando for contratar ou renovar sua apólice, não se esqueça das dicas deste post!

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  • Dezembro 2018

    Conheça as criptomoedas e descubra se é uma boa investir ou não!

    As criptomoedas têm sido tema recorrente na imprensa nos últimos tempos, o que se deve principalmente ao aumento exponencial do seu valor. Na prática, porém, ainda são várias as dúvidas sobre o tema. Começando pelo básico: você por acaso sabe o que realmente são as criptomoedas?

    Pensando justamente em solucionar algumas das maiores questões a esse respeito, nosso post de hoje vai explicar como as criptomoedas funcionam, listando as principais em circulação e aproveitando para esclarecer se elas são ou não uma boa forma de investimento. Interessado? Então acompanhe!

    O que são criptomoedas?

    De maneira muito simplificada, podemos dizer que as criptomoedas são moedas virtuais compostas de códigos gerados por computadores que podem ser transformados em valores reais. O problema é que essa definição exclui aspectos importantes do seu mecanismo de funcionamento.

    Para entender melhor, vamos dar um passo atrás para compreender o funcionamento do dinheiro tradicional, ok? Seja em papel, moedas ou por transações bancárias, todo o dinheiro que usamos no dia a dia é emitido por um órgão centralizador. No Brasil, trata-se do Banco Central, que garante que as moedas possuem valor.

    Em relação às criptomoedas, porém, esse órgão central não existe e toda a negociação se dá pela internet. A segurança e a eficiência das transações são garantidas por redes criptografadas, de onde vem o nome desse tipo de ativo financeiro.

    Quais são as principais criptomoedas?

    Conheça agora 3 das principais criptomoedas existentes no mercado hoje. É bem provável que você tenha ouvido falar de algumas delas por meio da mídia… Confira!

    Bitcoin

    Essa é, sem dúvida, a mais famosa das criptomoedas. Criado em 2009 por uma pessoa cuja identidade é incerta, o Bitcoin de certa forma moldou o funcionamento das moedas digitais, uma vez que estabeleceu o uso da criptografia nas transações.

    Apesar de ter quase uma década, o Bitcoin teve sua fama alavancada a partir do crescimento de seu valor, o que aconteceu sobretudo nos últimos 2 anos. Para comprar e vender Bitcoins, é necessário gerar um endereço próprio, uma espécie de e-mail, e transformar moedas reais em moedas virtuais por meio de empresas especializadas.

    Ethereum

    O Ethereum compartilha algumas similaridades com o Bitcoin, mas seu foco está mais no desenvolvimento técnico de uma plataforma que permita a celebração de contratos inteligentes. As operações nessa plataforma são pagas em uma moeda própria, chamada de Ether, que também experimentou uma valorização grande nos últimos tempos.

    Litecoin

    O Litecoin é uma versão mais leve do Bitcoin. O código usado é o mesmo, mas com transações processadas de forma mais rápida. Apesar disso, o Litecoin ainda não alcançou a mesma popularidade do seu irmão.

    Vale a pena investir em criptomoedas?

    O perigo de se investir em criptomoedas reside basicamente em 2 aspectos: a falta de regulação e a instabilidade. Por isso, as moedas digitais acabam sendo uma forma de investimento bem arriscada.

    Como mencionamos, não há nenhum órgão (privado ou estatal) responsável pelas criptomoedas. Toda garantia está na rede que possibilita as transações. Ainda que seguras e com baixos custos, elas podem sim ser alvos de hackers. 

    Além disso, a falta de centralização faz com que não existam meios de regulação para quem quer investir. Não é o que acontece com quem investe em ações, por exemplo, que contam com o respaldo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    Por fim, nada garante que o Bitcoin ou qualquer outra criptomoeda manterá o crescimento por muito tempo. A verdade é que essa forma de investimento tende a ser mais instável que outras, o que pode resultar em grandes perdas para o investidor.

    Ainda novidades, não há como saber se as criptomoedas são apenas moda ou se vão se consolidar como um meio de pagamento e forma de investimento De todo modo, vale ficar atento para ver como essa tecnologia se desenvolve.

    Nosso blog está sempre tratando desse tipo de assunto, sabia? Quer se aprofundar no tema? Então aproveite o momento para ler este outro texto que fala especificamente do Bitcoin!

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  • Dezembro 2018

    Como é calculado o seguro imobiliário?

    Levando em conta que os imóveis costumam ser os bens mais preciosos de pessoas e empresas, nenhuma proteção é demais. Por isso, a contratação de um seguro imobiliário é indispensável para quem quer fugir de imprevistos envolvendo seu patrimônio. Sem falar que é um trâmite quase sempre obrigatório em imóveis alugados ou financiados, sabia?

    Se você está fazendo cotações para contratar um seguro imobiliário, chegou ao post certo. Confira nos próximos tópicos quais fatores impactam no cálculo do preço a ser pago!

    Como funciona um seguro imobiliário?

    Apesar do nome, um seguro imobiliário funciona de uma forma um pouco diferente de um seguro residencial. Enquanto esse último é contratado individualmente para proteger casas e apartamentos, o primeiro tem como foco resguardar imóveis locados ou financiados.

    Isso garante ao locador, à imobiliária ou ao banco que está fazendo o financiamento a garantia do pagamento de uma indenização em caso de sinistros que possam comprometer a propriedade.

    Que fatores influenciam o cálculo do valor?

    Para compor o preço a ser pago pelo seguro imobiliário, diversos fatores são levados em conta, cada um deles contribuindo de uma forma para o aumento ou a diminuição do valor total. Conheça alguns dos aspectos considerados!

    Tipo do imóvel

    Não é lenda: apartamentos realmente pagam um seguro mais barato que as casas. E a explicação para isso é simples: os condomínios que abrigam os apartamentos já pagam um seguro que cobre danos às áreas comuns da construção. Além disso, é mais comum que prédios contem com sistemas de proteção contra raios e incêndios, por exemplo. Já as casas ficam mais expostas a intempéries e não dispõem de tanta proteção, o que eleva os riscos e, por consequência, aumenta o preço.

    Valor da reconstrução

    Ao contrário do que muitos pensam, o valor da indenização a ser paga em caso de sinistro não é baseada no valor comercial do imóvel. Na verdade, o cálculo é feito a partir do custo de reconstrução do imóvel caso ele sofra alguma avaria. Esse custo considera a média de preços de material e mão de obra, sendo sempre proporcional ao tamanho em metros quadrados da área construída.

    Coberturas adicionais

    As coberturas são divididas em 2 categorias: as básicas e as adicionais. Quanto mais coberturas adicionais forem acrescentadas, maior será o preço do seguro.

    As coberturas básicas geralmente se restringem a danos causados por incêndios que se espalham pelo imóvel e comprometem sua estrutura. Explosões e raios também tendem a estar incluídos no pacote básico de proteção.

    Já as coberturas adicionais abrangem uma série de intempéries climáticas, como inundações, vendavais e tempestades de granizo, além de danos causados por distúrbios na rede elétrica. É possível incluir na apólice até os bens no interior no imóvel.

    Para fazer uma escolha certeira, é importante avaliar quais são os riscos reais a que o imóvel está submetido. Não faz sentido, por exemplo, contratar uma cobertura adicional contra inundações em uma área em que chove pouco.

    Por mais que ninguém nunca espere ter que efetivamente acionar um seguro imobiliário, ele deve ser visto como uma ferramenta de proteção para bens que foram conquistados com muito esforço. Merece a devida atenção, não concorda?

    Para conhecer alguns dos principais cuidados que você deve ter ao efetivamente contratar um seguro, leia este nosso outro post!

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  • Dezembro 2018

    Para quem é indicado o consórcio de automóveis? Descubra se é bom pra você

    Sair pelas ruas dirigindo um carro novo é o sonho de muita gente. No entanto, contar com o dinheiro ou com o crédito para adquirir um veículo nem sempre é uma opção para a maioria das pessoas.

    Nessas horas, o consórcio surge como alternativa. Essa tradicional forma de comprar bens é uma excelente escolha para quem quer fazer uma compra planejada e sem arcar com juros. 

    Mas ele é bom para todo mundo? Neste texto vamos mostrar para quem é indicado o consórcio de automóveis. Acompanhe!

    Como funciona um consórcio de automóveis?

    Os consórcios são uma maneira de poupança programada em grupo. Pessoas interessadas em comprar determinado bem se reúnem e, sob a supervisão de uma administradora, acumulam o dinheiro necessário para adquirir o produto ou serviço desejado. Isso é feito por meio do pagamento de parcelas mensais. 

    Sorteios são realizados todo mês para decidir quem receberá antecipadamente a carta de crédito. Em um consórcio de automóveis, a carta de crédito pode ser utilizada para adquirir qualquer veículo dentro do valor estipulado.

    Para quem é indicado o consórcio de automóveis

    Diante dessas características, um consórcio é mais interessante para algumas pessoas do que para outras. Veja se você se encaixa no perfil para o qual um consórcio pode ser um bom negócio!

    Quem pode esperar

    Um consórcio costuma demandar vários meses. Por isso, ele é ideal para quem se planejou e, assim, tem a opção de esperar pela contemplação e posterior aquisição do carro.

    Ainda que existam formas de antecipar a contemplação, é preciso ponderar esse aspecto antes de entrar em um consórcio.

    Quem tem disciplina

    A participação em um consórcio exige a disciplina e a organização necessárias para honrar as parcelas todos os meses. A inadimplência leva à exclusão do consorciado das assembleias e, em casos extremos, à retirada definitiva do grupo do consórcio. 

    Quem acredita que tem sorte

    A sorte é um elemento importante nos consórcios, já que, durante os sorteios realizados nas assembleias, todos os consorciados têm chances iguais de serem contemplados. Assim, se você tem fama de pé-quente, leve isso em conta também.

    Mas isso não significa que será necessário depender unicamente desse aspecto para ser contemplado de forma mais rápida. Quem tem um dinheiro extra pode oferecer lances, que são uma maneira de antecipação do pagamento das parcelas. Eles dão ao consorciado o direito de receber a carta de crédito antes.

    Quais são as vantagens de um consórcio?

    Quem opta por um consórcio para comprar um veículo usufrui de algumas vantagens adicionais, principalmente quando comparamos essa forma de compra com outras disponíveis no mercado.

    Nos consórcios há apenas a cobrança das taxas referentes à administração do grupo. Na maioria dos casos, elas são menores que os juros. Além disso, os consórcios reúnem um nível baixo de risco com uma burocracia bem menor.

    Entendeu para quem é indicado um consórcio de automóveis? Agora analise seu perfil, suas necessidades e até mesmo a sua sorte para saber se essa opção será um bom negócio para você!

    Quer conhecer as melhores opções de consórcio com a empresa mais confiável do mercado? Entre em contato com a Rodobens agora mesmo!

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  • Dezembro 2018

    Vale a pena quitar consórcio contemplado? Entenda!

    contemplação é o instante mais esperado por quem decide participar de um consórcio. É após esse momento que o consorciado recebe a desejada carta de crédito, que permite a aquisição do bem ou serviço estipulado em contrato.

    Mesmo depois da contemplação, o contemplado deve continuar honrando as parcelas. No entanto, existe a opção de pagar o saldo devedor antes do prazo. Neste texto, explicamos todos os detalhes sobre como quitar consórcio. Boa leitura!

    Quando é possível quitar o consórcio?

    Uma das principais características de um consórcio é que todos os integrantes do grupo que mantiverem o pagamento em dia receberão sua carta de crédito em algum momento, mesmo que seja apenas no encerramento do grupo. Já quem é contemplado, seja nos sorteios das assembleias ou por meio de lances, tem acesso antecipado ao documento que viabiliza a aquisição.

    De qualquer maneira, o bom funcionamento de um consórcio depende que todos os consorciados honrem seus pagamentos até o fim, para que o dinheiro reunido seja suficiente para a compra do bem de todos os integrantes do grupo.

    Por isso os contemplados precisam continuar pagando as parcelas. Contudo, como ressaltamos na introdução, há a opção de fazer a quitação do consórcio de forma antecipada e eliminar todas as pendências existentes.

    As regras para fazer isso variam de acordo com a administradora e com o que foi estabelecido em contrato, mas geralmente são três: de maneira direta, indireta ou diluída nas parcelas.

    Na forma direta, as parcelas serão quitadas a partir daquela com vencimento mais próximo. Na indireta, é o contrário: a quitação começa pelas parcelas com último vencimento. Já na quitação diluída, a quantia abatida diminuirá o valor a ser pago pelas prestações restantes.

    Quais são as vantagens de quitar o consórcio?

    Agora que você conhece as possibilidades para quitar o consórcio após a contemplação, confira as vantagens de tomar essa atitude.

    Ficar livre das parcelas

    O pagamento das parcelas mensais do consórcio compromete uma parte do orçamento. Por isso, a quitação libera essa fatia da renda, que pode ser utilizada para outros fins — inclusive para a contratação de um novo consórcio visando a compra de outro bem.

    Reduzir gastos com a correção de crédito

    Todo consórcio passa por reajustes periódicos, quase sempre de acordo com a inflação. Isso é necessário para evitar que a carta de crédito dos que ainda não foram contemplados perca poder de compra. Quem antecipa a quitação consegue fugir desses reajustes.

    Deixar o bem livre de alienação

    Durante o período que segue a contemplação e vai até a quitação, o bem fica alienado junto à administradora, o que impede que ele seja vendido pelo consorciado. Com o consórcio quitado, essa obrigação é desfeita.

    Utilizar recursos do FGTS

    Quem faz parte de um consórcio de imóveis pode lançar mão dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater o saldo devedor, de acordo com as regras estabelecidas pela Caixa Econômica Federal.

    Em qualquer um dos casos, é importante sempre consultar o contrato e saber quais são as políticas da administradora. Assim, você analisa sua situação financeira antes de decidir se vale a pena quitar consórcio já contemplado.

    Quer saber tudo sobre consórcios? Siga-nos no Instagram, no Twitter, no LinkedIn e curta nossa página no Facebook!

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  • Dezembro 2018

    Substituir pneus da frota: como organizar a troca de forma adequada?

    Não tem como negar: os pneus são itens fundamentais para qualquer automóvel. Já parou para pensar, afinal, que seu desempenho interfere não só na mecânica do veículo, mas na própria segurança do motorista? Por isso, substituir pneus no tempo certo é fundamental para quem pretende gastar menos com manutenção e dirigir com tranquilidade.

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  • Dezembro 2018

    É possível cancelar um consórcio?

    Muita gente se questiona se é possível ou não cancelar um consórcio. Mesmo depois de pagar algumas parcelas do plano ao qual aderiram, há sim quem pense em desistir da compra do bem ou da contratação do serviço com que tanto sonharam devido a situações de aperto no orçamento.

    Como os planos de consórcio podem durar vários meses, pode acontecer de a condição financeira do participante mudar nesse meio tempo ou algum outro motivo aparecer, complicando a manutenção do planejamento. Nesses casos, muitos consorciados acabam preferindo abandonar a jornada.

    Se você também já pensou nisso, chegou ao post certo. Descubra a seguir se é possível cancelar consórcio e tire suas próprias conclusões se vale a pena ou não!

    Como fazer o pedido de cancelamento?

    Quando uma pessoa entra para um grupo de consórcio, ela na verdade assina um contrato de adesão. Nesse documento existe uma série de regras que serve para normatizar a relação entre o contratante e a administradora do consórcio. Ao pensar em cancelar sua participação no plano, atente para o procedimento descrito no contrato, bem como para as condições de ressarcimento.

    Em geral, o consorciado deve fazer um pedido formal de desistência para a administradora, de forma que ela possa realizar os encaminhamentos necessários ao cancelamento.

    Existem vantagens em cancelar consórcio?

    Normalmente, quem pensa em desistir de um consórcio quer parar de ter aquele compromisso financeiro mensal ou quer receber o dinheiro investido até então. No entanto, precisamos dizer que, via de regra, o consorciado só é ressarcido quando contemplado em assembleia. E isso pode acontecer até o encerramento do grupo.

    Como não há certeza sobre quando a contemplação ocorrerá, o ex-consorciado pode ter que esperar muito tempo até receber o dinheiro pago, ainda com as devidas deduções, como eventuais multas e taxas.

    Principalmente por esse motivo, o cancelamento de consórcio costuma ser visto como uma escolha não vantajosa. Afinal, o contratante não só para com o esforço da construção de uma poupança mensal como ainda pode ter perda no valor investido.

    Então como resolver a situação?

    Em vez de cancelar consórcio, a pessoa pode reavaliar o próprio orçamento, de modo a economizar em gastos supérfluos. Com isso, sobra algum dinheiro para continuar a pagar as parcelas do plano ao qual aderiu, evitando desperdiçar o esforço de meses.

    Ainda assim, se o consorciado sente que ir até o final do plano não é mais possível, mesmo reduzindo outros gastos do orçamento, existe a possibilidade de fazer a transferência da cota para terceiros, como para um familiar. Mas atenção: para isso acontecer, a administradora do grupo tem que autorizar.

    Como você pôde notar, a decisão de cancelar consórcio para ter o ressarcimento dos valores pagos não é muito benéfica do ponto de vista financeiro, já que a pessoa não tem certeza sobre o prazo para o ressarcimento uma vez que a devolução depende da contemplação do consorciado em assembleia.

    Mas e você, por acaso já pensou em cancelar consórcio? Como foi sua experiência? Deixe seu comentário aqui no post e participe da conversa!

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  • Dezembro 2018

    Meu consórcio foi cancelado por falta de pagamento: o que fazer?

    O consórcio é sempre lembrado como uma das opções mais acessíveis do mercado financeiro para adquirir bens de grande valor. A ausência de juros torna as parcelas mais interessantes que as de um financiamento, fazendo com que o negócio caiba no bolso de pessoas dos mais variados perfis.

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  • Dezembro 2018

    Gastos desnecessários: confira 5 despesas que você deve eliminar do orçamento agora mesmo

    Manter as contas em dia é fundamental para garantir a realização dos sonhos. O problema é que até quem cuida do dinheiro com toda a atenção do mundo pode cair em algumas armadilhas, acumulando gastos desnecessários.

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  • Dezembro 2018

    Consumo sustentável: o que é e como adotar hábitos mais sustentáveis

    A importância do consumo sustentável tem aumentado a cada dia, ganhando cada vez mais notoriedade neste século. Diante da escassez de recursos naturais, como as conhecidas crises em relação ao abastecimento de água, a sociedade tem se voltado para o debate acerca das questões ambientais.

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  • Dezembro 2018

    Checklist: 8 itens a serem verificados na manutenção de frota

    Os veículos de uma empresa são ativos importantes, principalmente quando se trata de uma companhia de transporte e logística. Afinal, se essas máquinas ficarem indisponíveis, os processos podem simplesmente parar, trazendo grandes prejuízos financeiros para o empreendimento.

    Pensando nisso, elaboramos aqui uma checklist de manutenção de frota. Queremos que ela sirva de guia para você acompanhar a manutenção dos seus veículos e garantir a disponibilidade e a qualidade dos seus serviços. Confira!

    1. Pneus

    Vamos começar por um dos itens mais importantes: os pneus. Pneus instáveis, carecas ou desalinhados podem causar graves acidentes na estrada. Antes de dar a partida, portanto, trate de conferir as condições da borracha por meio de uma verificação visual.

    Primeiramente, procure por danos explícitos, como rasgos ou mesmo furos. Pneus murchos indicam que há a necessidade de calibragem. De qualquer forma, a pressão precisa ser ajustada semanalmente, conforme as recomendações da fabricante, de acordo com a carga transportada.

    Além disso, é necessário verificar a profundidade das bandas de rodagem. Para facilitar, saiba: todo pneu tem um indicador de desgaste (conhecido pela sigla TWI), que nada mais são que pequenas barras de borracha nos sulcos do pneu. Cheque esse indicador frequentemente.

    2. Freios

    Continuando com a atenção às rodas, temos outro elemento indispensável para a segurança no trânsito: os freios. É preciso conferir o desempenho das lonas e a situação da drenagem da água acumulada entre os balões de ar.

    A frequência de manutenção preventiva do sistema de frenagem pode variar de acordo com as orientações do fabricante, mas existem alguns sinais de desgaste aos quais é necessário dar atenção, como:

    • trepidação no volante;
    • pedal de freio muito baixo;
    • barulho ao frear, parecido com o ranger de ferro arrastando.

    Adicionalmente, verifique os fluidos do freio — mas falaremos sobre eles mais adiante.

    3. Suspensão

    Avalie todo o sistema para saber se algo está afetando a suspensão do veículo. É preciso verificar também a lubrificação dos pinos. Para isso, vale ficar atento a sinais de problemas, como ruídos.

    4. Escapamento

    Também conhecido como sistema de exaustão, o escapamento tem a função de filtrar os gases do motor e reduzir seu ruído. Se estiver com problemas, ele pode aumentar o consumo de combustível. Como o sistema é todo interligado, será necessário trocar completamente o componente.

    O desgaste é natural, principalmente pela liberação de água no processo de combustão. A boa notícia é que sua vida útil fica entre 5 e 10 anos, isso quando suas peças são inoxidáveis.

    5. Sistema elétrico e bateria

    Problemas aqui geralmente estão relacionados à oxidação de terminais, cabos e bateria. É um sistema primordial para o veículo, pois dá energia para a partida por meio do motor de arranque e permite o funcionamento de luzes, limpadores e outros periféricos.

    Por isso, é importante ficar atento às luzes do painel e ao computador de bordo, que podem dar alertas sobre problemas elétricos. As montadoras também costumam definir prazos para a manutenção regular.

    6. Fluidos

    Em relação aos fluidos, o importante é acompanhar a validade, que está relacionada tanto à quilometragem quanto a uma data específica. Por isso, mantenha um registro escrito dos prazos.

    7. Óleo do motor

    A aparência do óleo dá indícios se há detritos metálicos dispersos nele. Se estiver sujo, é necessário trocar. Geralmente, quando a troca é realizada, cola-se um adesivo na parte de dentro do para-brisa indicando a quilometragem em que o procedimento foi feito e quando deve ser feito novamente.

    8. Filtros

    Nessa categoria estão incluídos os filtros de combustível, de óleo e de ar do motor. Usando produtos originais e seguindo as indicações da fabricante quanto à marca, a durabilidade do produto será muito maior e sua troca, menos frequente. Sempre confira todos os filtros para verificar seu estado de conservação.

    A boa manutenção de frota é crucial para reduzir custos e garantir o melhor desempenho possível dos veículos. Tenha cuidado com a origem das peças, mantenha tudo registrado e torne esses procedimentos uma rotina na sua empresa. Assim, você tem tudo para alcançar ótimos resultados!

    Ficou alguma dúvida sobre manutenção de frota? Então entre em contato conosco!

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  • Dezembro 2018

    Descubra 5 motivos para você optar pela cotação de seguro online

    Durante muito tempo, quem queria contratar um seguro precisava se deslocar até as corretoras e ir consultando, uma por uma, até encontrar a que oferecia as melhores condições. Esse processo levava dias e gerava desperdício de tempo e dinheiro.

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  • Dezembro 2018

    Vale a pena comprar carro de leilão para frota?

    Expandir uma frota ou substituir veículos é um investimento que vale a pena quando feito corretamente. Comprar carro de leilão pode ser uma boa alternativa, mas exige alguns cuidados.

    Em geral, um veículo pode ser leiloado após certo tempo parado no pátio, caso seja abandonado pelo motorista por falta de documentos ou de pagamento das diárias ou multas. Há também os carros tomados de volta pelas financiadoras devido a inadimplência do proprietário, ou os que sofreram danos durante a produção.

    De qualquer forma, fica a dúvida: vale a pena comprar carro de leilão? Neste post você vai conhecer os principais prós e contras desse tipo de negócio.

    Carros mais baratos

    Um dos principais atrativos para quem quer comprar um veículo em leilão é o valor mais baixo. Por mais que seja um processo que exige paciência e cuidado, um carro leiloado pode sair bem mais em conta. Estamos falando de um custo em média 30% menor, podendo chegar a 50% do valor de mercado em determinados casos.

    Os motivos são simples: não se trata de uma venda que visa exclusivamente o lucro máximo, como ocorre nas concessionárias. Além disso, os carros têm suas particularidades e alguns riscos, dependendo da situação.

    Pagamento à vista

    O pagamento deve ser feito à vista. Isso costuma ser um empecilho para alguns compradores, mas pode valer a pena para quem busca expandir ou renovar uma frota.

    Vale destacar que o valor total de um veículo similar no mercado tradicional pode ser muito mais alto se somarmos os juros do financiamento, por exemplo. Ainda assim, é preciso ter um bom planejamento para saber o quanto você seria capaz de pagar à vista.

    Problemas mecânicos

    Cada leilão costuma ter um edital com informações mais precisas em relação aos veículos. Ainda assim, é interessante levar um mecânico para fazer uma avaliação das condições gerais do automóvel.

    Mesmo em casos de carros que a financiadora pegou de volta por falta de pagamento (em que não há uma certeza de acidente, por exemplo), há sempre o risco de algum problema mecânico não ter sido informado pelo vendedor ou proprietário anterior.

    Por isso, é importante pôr na balança e fazer uma análise cuidadosa das condições de cada carro.

    Cobertura de dívidas existentes

    A verba levantada pelo leilão deverá cobrir todo custo relacionado ao veículo no momento da compra. Esse é um dos motivos pelos quais o preço se torna mais atraente. Afinal, se o comprador tivesse que assumir as dívidas, o negócio certamente deixaria de valer a pena.

    Carros apreendidos por bancos, por exemplo, costumam estar com todos os débitos em dia (multas, documentação etc.). Porém, se um automóvel foi apreendido pela polícia e abandonado pelo proprietário, é bem maior a chance de haver documentos atrasados e outras taxas a pagar.

    Nesse caso, o edital do leilão estabelece que os lucros do evento serão usados para custear a sua realização, o pagamento das dívidas vinculadas, a liberação dos veículos etc.

    Como vimos, comprar carro em leilão pode valer a pena — desde que você invista um bom tempo na análise do automóvel e tenha dinheiro em caixa. Leia os editais atentamente e encontre um veículo que atenda às demandas da sua frota!

    Gostou do post? Então compartilhe nas redes sociais e leve essa informação aos seus colegas!

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  • Dezembro 2018

    TOP 5 vantagens de contratar um seguro para a frota de veículos

    O seguro para frotas de veículos funciona de maneira bem similar ao individual. Nele, o serviço contempla uma quantidade maior de veículos, e a cobertura da seguradora pode incluir questões como furto e roubo, colisão, danos a terceiros, incêndio, reparo de vidros, atendimento com guincho etc.

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  • Dezembro 2018

    Entenda de uma vez por todas a diferença entre corretora e seguradora

    Toda pessoa preocupada com seus bens e sua vida certamente recorre a seguros. Eles são uma ótima forma de proteção e garantem diversas coberturas em caso de imprevistos. Mas que estabelecimento você procura na hora de contratar um seguro? Corretoras ou seguradoras? Embora quase sempre sejam adotadas como sinônimos, corretoras e seguradoras divergem em alguns pontos.

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  • Dezembro 2018

    Saiba tudo sobre como organizar uma viagem para a Europa

    Torre Eiffel, Coliseu de Roma, Big Ben, Portão de Brandemburgo, Torre de Pisa, Veneza… Não é à toa que a Europa é o destino dos sonhos de muita gente. A grandiosidade dos pontos turísticos e a proximidade entre os países fazem dessa região um lugar perfeito para passar os melhores momentos. Mas daí vem a dúvida: como organizar uma viagem para a Europa?

    Um passeio desse porte exige muito planejamento — e com bastante antecedência. Além dos gastos financeiros, existe uma série de processos legais e burocráticos aos quais você precisa dar atenção para que tudo ocorra com tranquilidade.

    Por isso, preparamos este post. Ele será um guia para que você saiba como organizar uma viagem para Europa e garantir sua diversão. Preparado para arrumar as malas? Então confira as nossas dicas!

    1. Preparações para a viagem

    Quando alguém pensa em viajar, o primeiro passo que vêm à mente é a compra das passagens. Mas a nossa dica é: não faça isso antes de realizar um bom planejamento.

    Muitos se empolgam porque encontram um bom desconto de ida e volta para determinada cidade, mas não contam com todos os gastos necessários para continuar o roteiro a partir dali. Esse problema logístico é capaz de anular a economia do desconto inicial.

    1.1. Defina o roteiro

    O primeiro passo é decidir para onde você deseja ir. Afinal, "Europa" é um destino muito genérico. Pense em todas as cidades que gostaria de conhecer. Depois, reduza a lista para a metade, pois não será possível visitar todos os locais com qualidade.

    1.1.1. Lembre-se de que menos é mais

    Vá com calma, porque no mapa a Europa cabe na palma da mão. Tudo parece bem perto. Mas mesmo a quilometragem informada não leva em consideração a duração dos voos, o deslocamento para aeroportos, o tempo de arrumação da mala, o horário para chegar no hotel e realizar o check-in etc.

    Saiba que, de uma cidade para outra, você vai perder ao menos a metade de um dia. Sendo assim, quanto mais trocas de cidades fizer, menos tempo terá para aproveitar a viagem.

    É necessário levar em conta também o tempo que você precisa ficar na cidade para realmente aproveitar e conhecer a cultura local, a gastronomia e os pontos turísticos — mesmo aqueles que não são tão divulgados na mídia.

    Então, anote aí entre 4 e 7 dias para conhecer bem uma grande cidade, como Londres, Paris, Madrid, Berlim ou Viena. Esse é o tempo necessário para sair daquele espírito de empolgação comum ao turista recém-chegado e realmente "sentir" a metrópole.

    1.1.2. Defina as cidades de base

    Uma outra dica sensacional é escolher cidades estratégicas para servir de base na sua viagem, evitando o excesso de troca de hotéis. É possível fazer passeios curtos de uma hora e conhecer lugares incríveis nas redondezas. Assim, você não perde tempo com procura de hotéis e check-in.

    Você pode dividir seu roteiro em módulos. Por exemplo, 15 dias podem ser divididos em dois ou três módulos (que podem ser duas ou três grandes cidades).

    1.1.3. Pense em paradas estratégicas

    Ao mudar de uma base para outra — que são geralmente trajetos longos —, vale a pena aproveitar os "pit stops". Isso funciona tanto de carro quanto de trem. Que tal dar uma paradinha em Bruxelas quando for de Amsterdã para Paris? E conhecer Dresden quando sair de Berlim em direção a Praga?

    A única ressalva aqui é a bagagem. Deixe-a em locais seguros ou em guarda-volumes na estação do "pit stop". Se estiver de carro, estacione-o em locais monitorados, sempre guardando as malas de modo discreto.

    1.1.4. Determine o meio de locomoção dentro da Europa

    Mesmo antes de comprar a passagem para a Europa, é importante definir quais serão seus meios de transporte entre as cidades. Você tem quatro opções: carro alugado, ônibus, trem ou avião.

    Se for atravessar o continente para mudar de cidades de base, o ideal é ir de avião. Trajetos menores podem ser feitos de trem, um transporte europeu por excelência. Se a ideia é visitar grandes cidades, elimine carros da sua lista, pois sempre haverá estresse com trânsito e locais para estacionar. No entanto, eles podem ser uma boa alternativa para percorrer o interior, pois dão maior liberdade.

    Outra opção são os ônibus, se você tiver tempo para aproveitar as viagens e quiser economizar na passagem. A Eurolines, por exemplo, é uma viação bem conhecida, que faz muitos trechos a preços acessíveis.

    1.2. Contrate um seguro viagem

    O seguro viagem, especialmente em um empreendimento internacional, é fundamental para proporcionar maior tranquilidade e dar suporte em imprevistos. Esse plano protege o usuário de certas eventualidades previstas na apólice — ou seja, situações que poderiam atrapalhar seu roteiro e estragar a realização do seu sonho.

    Ao contratar um seguro viagem, o usuário garante um suporte adequado desde incidentes mais simples até os mais graves. É importante lembrar que alguns dos destinos internacionais exigem a contratação desse recurso, e sua inexistência pode fazer o turista dar meia volta ainda no aeroporto.

    Essa exigência está prevista, por exemplo, no Tratado de Schengen, que define algumas regras sobre o turismo na Europa. Os países que fazem parte desse acordo são:

    • Alemanha;

    • Áustria;

    • Bélgica;

    • Dinamarca;

    • Eslováquia;

    • Eslovênia;

    • Espanha;

    • Estônia;

    • Finlândia;

    • França;

    • Grécia;

    • Hungria;

    • Islândia;

    • Itália;

    • Liechtenstein;

    • Letônia;

    • Lituânia;

    • Luxemburgo;

    • Malta;

    • Noruega;

    • Países Baixos;

    • Polônia;

    • Portugal;

    • República Tcheca;

    • Suécia;

    • Suíça.

    Há alguns países em que até os visitantes podem ser beneficiados pelo sistema de saúde pública. É o caso do Reino Unido, com o National Health System (NHS). No entanto, é importante levar em conta que eles cobrem apenas emergências e outros casos específicos. Tratamentos prolongados e internações são financiados pelo próprio paciente, e podem ser bem caros — afinal, você vai estar pagando em euro.

    Assim, quando se trata de segurança, saúde e bem-estar da sua família, o investimento vale a pena. Além disso, o seguro viagem não se restringe à assistência médica. Existem outros serviços muito úteis, tais como:

    • suporte caso você perca seus documentos;

    • pagamento de fiança;

    • regresso antecipado para casa em casos de urgência médica ou falecimento;

    • localização da bagagem.

    Imagine precisar lidar com esses problemas estando longe de casa, da família, dos amigos e das leis do governo de origem. Principalmente para uma viagem internacional, isso é fundamental.

    1.3. Tome as vacinas necessárias

    Falando em saúde, existem alguns cuidados que você precisa tomar. Alguns países vão exigir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). Trata-se de um comprovante de vacinação contra várias doenças, como a febre amarela.

    O documento é emitido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e é preciso levar em conta que certas vacinas precisam ser tomadas com antecedência — para a febre amarela, por exemplo, são 10 dias antes de partir.

    O viajante precisa se dirigir até um posto de vacinação do SUS ou outro serviço de vacinação credenciado e realizar um cadastro no Sispafra para dar seguir com o processo.

    A lista de países que exigem o CIVP é divulgada pela Organização Mundial da Saúde. Também é importante verificar as normas específicas dos países para onde você vai.

    1.4. Não se esqueça dos medicamentos

    Caso você ou seus filhos usem remédios controlados e regulares, que precisam ser levados na viagem, é recomendado ter a receita traduzida. Ela vai indicar o princípio ativo, sendo muito útil caso haja uma fiscalização sanitária. Essas medicações devem ser levadas na bagagem de mão em suas embalagens originais.

    1.5. Faça um levantamento dos custos

    Ao procurar saber como organizar uma viagem para a Europa, geralmente a maior dúvida está relacionada aos custos totais, o que inclui passagens, hospedagem, alimentação etc. De fato, tudo isso deve ser muito bem planejado para gastar pouco. Você vai ficar surpreso como algumas decisões no período de preparação podem trazer grande economia.

    1.5.1. Compare as moedas

    Viajando para a Europa, os valores praticados provavelmente serão calculados em euro — moeda usada por 19 dos 28 países do continente. O ideal é que você já tenha certa quantia em mãos, para sair do Brasil com dinheiro no bolso. Nesse momento, vale a pena fazer cotações em diferentes casas de câmbio, pois os valores variam.

    Assim, quanto maior a quantia que deseja converter, maior deve ser seu empenho em encontrar a taxa de câmbio mais vantajosa.

    Se você levar dinheiro vivo, vai reduzir bastante as taxas de IOF — mas é claro que precisa levar a moeda certa para o país que vai visitar. A desvantagem é a questão da segurança. Um travel money (cartão pré-pago) é mais seguro, mas há a incidência de IOF.

    Por outro lado, você pode usar o cartão de crédito internacional, que também é seguro e prático. Mas, além do IOF, pode ocorrer variação do câmbio. A taxa praticada geralmente é o valor do real na data do pagamento da fatura.

    Como orientações gerais, podemos dizer que:

    • se o país tem uma moeda forte, como dólar nos EUA, libra no Reino Unido e euro na zona do euro, leve a moeda do país;

    • se a moeda for fraca, use o cartão ou leve dólar/euro para fazer o câmbio por lá.

    Assim, para viajar para a Europa, vale levar euro sempre. Se preferir cartão, faça-o na moeda corrente do país. De qualquer forma, sempre leve seu cartão internacional desbloqueado, pois será importante em casos de emergência.

    1.5.2. Compre a passagem

    Depois do roteiro definido, você saberá em qual cidade vai chegar e de qual vai partir de volta para casa. Não fique preocupado com conexões ou companhias aéreas.

    Em primeiro lugar, é bom lembrar que os custos podem variar de acordo com a época. Em baixa temporada, os custos de passagens aéreas podem sair entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil, em média.

    Após definir quais serão seus pontos de chegada e partida da Europa, é preciso calcular os valores dos trechos aéreos que você fará dentro do continente, ou seja, entre uma cidade de base e outra. Também é possível incluir na sua compra inicial múltiplos destinos, ou várias cidades, com agentes de viagens ou em sites das companhias aéreas.

    Para a compra das passagens, há uma regra simples: quanto mais cedo você adquiri-las, maior a probabilidade de conseguir os melhores preços.

    1.5.3. Pesquise hospedagem

    Cerca de três meses antes da hospedagem, é necessário fazer as reservas. Assim, você terá boas chances de conseguir descontos. Esses preços mais acessíveis geralmente exigem o pagamento antecipado e à vista. Por isso, confira as condições de cancelamento.

    Você pode consultar sites especializados e plataformas de hospedagens para encontrar esses estabelecimentos e entrar em contato com eles. Alguns exemplos são:

    O Airbnb é um serviço de aluguel de casas e apartamentos cadastrados na plataforma, e costuma sair bem mais barato do que um hotel. Se você vai junto com a família ou um grupo maior, vale a pena.

    2. Documentação necessária para viagem internacional

    2.1. Passaporte

    O passaporte é emitido pela Polícia Federal aqui no país e pelas embaixadas brasileiras no exterior. Ele tem a duração de 10 anos e, para tirá-lo, é necessário ser alistado como eleitor, se obrigatório em seu caso, e ter voto registrado na última eleição (ou ter regularizado a situação caso não tenha comparecido às urnas).

    A partir de 2018, com o programa “Brasil Eficiente”, a emissão ficou mais simples e rápida, sendo necessário apresentar menos documentos para tirar o passaporte: apenas RG e CPF. As demais informações serão extraídas do próprio banco de dados da Polícia Federal. Enquanto o sistema ainda não entra em vigor, documentos adicionais ainda precisarão ser apresentados.

    Para dar início ao processo de solicitação do passaporte, é preciso preencher um cadastro no site da Polícia Federal e pagar a GRU (Guia de Recolhimento da União). Logo após, o solicitante pode escolher o local de atendimento para retirar o documento.

    2.2. Visto

    A necessidade do visto antecipado vai depender dos lugares para onde deseja ir. Para uma viagem de curta duração (até 3 meses) para os países de livre circulação da Europa, não é preciso tirar visto antecipadamente. Assim, você fica livre para visitar os países que fazem parte do Espaço Schengen, sem precisar apresentar passaportes ou carteira de identidade.

    Quanto aos demais países da Europa, é necessário conferir suas regras específicas de emissão de visto. Por exemplo, no Reino Unido, você consegue o visto assim que chega ao país, não sendo necessário retirá-lo com antecedência.

    A partir de 2021, visitante não europeus vão precisar de autorização para entrar na região. O processo chamado ETIAS (European Travel Information and Authorisation System ou Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagens) é feito todo pela internet.

    Gratuito para menores de 18 anos e maiores de 70, o visto eletrônico custará cerca de 7 euros para os demais turistas e terá a validade de três anos. Esse novo sistema abrange 59 países, incluindo Brasil, Chile e Austrália, por exemplo.

    Por enquanto, como a isenção do visto é dada para quem é turista, pode ser necessário apresentar uma garantia de que a viagem tem esse objetivo. Entre os comprovantes, você pode usar a reserva do hotel.

    Se for ficar hospedado na casa de algum parente ou amigo, ele pode escrever uma carta-convite, que vai servir como comprovante de hospedagem. Nesse caso, o anfitrião precisa ter visto de direito a residência permanente, redigir o documento no idioma local e registrá-lo em um órgão oficial.

    A imigração também pode requerer comprovações das suas condições financeiras para saber se você tem meios de se manter durante o tempo da viagem. Como comprovantes, podem ser usados:

    • extratos de cartão de crédito;

    • saldos disponíveis em conta-corrente,

    • dinheiro em espécie;

    • saldos em cartões pré-pagos (travel money, por exemplo).

    Por fim, para não ser confundido com alguém que quer se tornar um imigrante ilegal, tenha em mãos seu bilhete de retorno, mesmo que depois mude seus planos e deseje adiar o retorno. Não precisa ser necessariamente uma passagem de volta para casa, mas sim de saída da área do Tratado de Schengen.

    2.3. Documentação de permissão para crianças

    Assim como no caso dos adultos, crianças e adolescentes também precisam estar com o passaporte dentro da validade. É necessário que estejam com os pais ou com responsáveis legais. Caso esteja presente apenas um dos pais ou responsáveis, será necessário levar uma autorização do outro por escrito.

    Caso o menor esteja sem os pais, mas com parentes ou outros acompanhantes adultos, é necessário apresentar uma autorização com assinatura de ambos os pais. Devem ser duas vias oficiais, e não cópias.

    Mais informações sobre viagem com menores para o exterior podem ser obtidas no Conselho Nacional de Justiça.

    2.4. Checklist de documentos

    Para orientar você nos documentos necessários, aqui vai uma checklist do que é exigido:

    • passaporte válido;

    • visto;

    • comprovante de hospedagem;

    • carta-convite;

    • comprovante de condições financeiras;

    • passagem de saída;

    • documentos de permissão da criança;

    • Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP).

    3. Clima

    3.1. Cheque a previsão do tempo

    Fortes chuvas, neve ou frio intenso, ondas de calor e até enchentes. Viajar nessas condições adversas não é nada divertido. Aliás, dependendo da situação, pode ser que você nem consiga sair do hotel, e seu passeio vai por água abaixo.

    É claro que não tem como prever o clima com meses de antecedência. As previsões passam a ser mais confiáveis entre 5 e 10 dias antes. Por isso, o ideal é consultar a média histórica mensal. Uma dica é usar o Weather Channel. Na opção “Almanaque”, você consegue conferir como ficou o clima no último ano em determinada cidade e mês.

    Em geral, para você não pegar um frio muito forte, é melhor viajar entre junho e setembro. É inverno aqui no Brasil, mas verão no hemisfério norte. Evite agosto, porque é época de férias escolares e algumas cidades costumam esvaziar bastante — há estabelecimentos que até fecham.

    3.2. Saiba o que vestir

    Se você viajar para a Europa no inverno, não subestime o frio. Prepare-se com calçados e roupas adequados:

    • cachecol de lã;

    • gorro para aquecer a cabeça;

    • luvas;

    • camisas e calças “segunda pele”;

    • meias térmicas;

    • capas de chuva e guarda-chuva;

    • sapatos confortáveis, de preferência aqueles que retêm calor.

    Se for no verão, leve:

    • casaco leves (pois sempre há a chance de enfrentar uma frente fria repentina);

    • filtro solar;

    • sombrinha;

    • chapéu ou boné;

    • capas de chuva e guarda-chuva;

    • roupas frescas.

    4. Participação dos filhos na criação do roteiro

    Se o passeio é em família, todos devem participar da montagem do roteiro, o que também inclui as crianças. Faça uma reunião para escolher os locais que vão agradar a todos, afinal, nem todo ponto turístico vai oferecer atividades atraentes para várias faixas etárias. Viajar com filhos para locais onde eles não possam brincar, correr, nadar ou escalar pode ser bem difícil.

    A vantagem das grandes metrópoles, como Paris, é a infinidade de alternativas para entretenimento de pessoas de todas as idades. Assim, fica mais fácil criar um roteiro que agrade a todos.

    Por exemplo, museus com exposições interativas, parques, praias e piscinas são boas opções. Por outro lado, visitar locais pequenos, onde não se pode encostar em nada e é necessário ficar em silêncio, pode ser estressante para as crianças e, consequentemente, para você.

    5. Choque cultural

    Saber como organizar uma viagem para a Europa envolve também se preparar para o choque cultural. O primeiro e mais evidente é o idioma. Quando se trata de Europa, temos uma grande variedade de línguas, mesmo sendo países bem próximos e pequenos: italiano, inglês, espanhol, inglês, francês, o próprio português, entre outros.

    Mas não é necessário saber todas essas línguas. Como é uma região com intenso apelo turístico, o inglês é muito conhecido. Então, sabendo o básico, você vai conseguir se virar.

    No entanto, é bom aprender algumas palavrinhas básicas do idioma local para amenizar o impacto cultural. Por exemplo, os franceses costumam estranhar um pouco se você já chegar falando inglês. Então, aprender um “salut” ("olá"), “bonjour” ("bom dia" ou "boa tarde") ou “ça va?” ("tudo bem?") pode causar uma boa impressão.

    Viajar para Europa é uma experiência incrível que marca a vida de uma família. Se você vai ter lembranças felizes ou frustrações, vai depender do planejamento. É preciso se organizar com bastante antecedência para dar atenção a todos os aspectos financeiros, burocráticos e legais.

    Agora que ficou claro como organizar uma viagem para a Europa, é só arrumar as malas para a aventura. Mas, antes, compartilhe essas dicas nas suas redes sociais! Quem sabe não reúne um grupo de amigos para acompanhar você e sua família?

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  • Dezembro 2018

    Saiba fazer uma cotação de seguros e economizar com nossas 5 dicas

    Quem quer contratar um seguro precisa escolher entre as diversas opções oferecidas pelo mercado. Elas abrangem coberturas, serviços e preços muito diferentes. Por isso, é essencial fazer uma cotação de seguros antes de fechar negócio, para ter a certeza de que a escolha feita une qualidade e economia.

    Pensando nisso, preparamos este post com dicas incríveis que não vão deixar você errar na hora de fazer a cotação. Curioso? Então leia o texto até o fim!

    1. Opte por fazer uma cotação de seguros online

    Não quer sair de casa ou não tem tempo para ir de corretora em corretora atrás das melhores condições para contratar um seguro? Então opte sempre pelas cotações online.

    Além de poderem ser feitas em qualquer local com internet, essa opção evita deslocamentos e economiza tempo e dinheiro. Além disso, você tem acesso a um número mais amplo de opções, possibilitando uma comparação eficaz.

    2. Escolha uma seguradora de confiança

    A seguradora escolhida deve ser credenciada pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), autarquia federal que regula e supervisiona o comércio de seguros no país. Empresas com a devida autorização operam sempre de acordo com a legislação, garantindo que o seguro será coberto de acordo com o que foi contratado.

    O mesmo cuidado vale para os corretores envolvidos no processo de contratação. Esses profissionais também devem estar credenciados na SUSEP.

    3. Conte com itens de segurança e seja cuidadoso

    Pessoas que demonstrem boa reputação e que investem em equipamentos de segurança para o seu patrimônio geralmente conseguem negociar e pagar menos pelo seguro.

    É o caso de motoristas que nunca se envolveram em acidentes, contam com rastreadores e alarmes em seus carros e sempre estacionam em locais seguros. Essas atitudes reduzem a chance de sinistro e permitem que a seguradora cobre menos pela proteção.

    Nesse sentido, é importante que o consumidor não minta! Informações fornecidas de forma enganosa na hora da cotação podem render uma dor de cabeça grande quando for necessário acionar o seguro.

    4. Leia o contrato e tire todas as dúvidas

    Contratos costumam ter termos complicados e letras pequenas. Mas não deixe de analisá-los com cuidado antes de colocar sua assinatura. 

    Logo de cara, verifique quais são as coberturas garantidas e se elas atendem às suas necessidades ou se será necessário acrescentar alguma coisa. O mesmo vale para os serviços adicionais oferecidos. Confira também o que não será coberto.

    Outro aspecto importante a ser considerado é a franquia, valor cobrado caso seja preciso acionar o seguro. Existem franquias reduzidas que, no entanto, tornam o seguro mais caro. O inverso também é possível: franquias maiores que barateiam o preço do seguro.

    Confira também todos os dados da apólice. E, em caso de dúvidas, não hesite em consultar o corretor, que estará preparado para solucionar seus questionamentos.

    5. Tenha calma na hora de decidir 

    Nada feito com pressa costuma dar bons resultados. E o mesmo vale para a contratação de seguros. Por isso, planeje-se e faça todo o processo com calma e atenção. Nunca contrate o primeiro seguro que aparecer pela frente. Além de caro, ele pode não oferecer as coberturas e serviços condizentes com a sua realidade.

    Fazer uma cotação de seguros é um estágio essencial da contratação. Com ela, o cliente tem acesso às melhores condições e consegue usufruir da vida e dos seus bens com mais tranquilidade. Portanto, anote as dicas apresentadas e coloque-as em prática.

    Procurando os melhores seguros? Entre em contato com a Rodobens e veja como podemos ajudar você!

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  • Dezembro 2018

    Afinal, como encontrar parcelas acessíveis de consórcio?

    Os consórcios são uma das principais alternativas disponíveis no mercado para quem quer comprar bens e serviços dos mais diversos. Essa forma de pagamento se caracteriza pela sua versatilidade, pouca burocracia e ausência de juros, o que barateia consideravelmente qualquer compra, principalmente em comparação aos financiamentos bancários.

    No entanto, muitos consumidores ficam com dúvidas ou têm dificuldades para contratar consórcios com pagamentos mensais adequados ao seu orçamento. Contudo, isso não é desculpa para não optar por eles! Se você quer saber como encontrar parcelas acessíveis de consórcio, acompanhe as dicas deste post!

    Saiba como funciona um consórcio

    Para encontrar parcelas acessíveis, é necessário, antes, entender como os consórcios funcionam. Não há muito segredo: um consórcio é a união de pessoas interessadas em juntar dinheiro e, com isso, comprar o bem desejado.

    Esse objetivo é alcançado por meio dos pagamentos das já mencionadas parcelas mensais. Não são cobrados juros, mas taxas referentes ao serviço da administradora são incluídas no valor pago mensalmente.

    Periodicamente, são realizadas assembleias, nas quais um ou mais consorciados são contemplados, passando, assim, a ter direito à carta de crédito, documento que permite a compra do bem.

    Entenda as parcelas reduzidas

    Na hora de fechar a contratação, muitas administradoras oferecem aos consorciados planos com parcelas reduzidas, que são uma boa opção para quem quer pagar menos por um determinado período.

    Em consórcios que não adotam o modelo de parcela reduzida, o consumidor paga o valor integral da primeira à última parcela, com eventuais correções em decorrência da inflação.

    Já em um plano com parcelas reduzidas, o consorciado arca com parcelas menores até a contemplação ou outro momento predefinido em contrato. Depois disso, o saldo restante é somado e o valor das parcelas é recalculado.

    Além de não ter nenhum impacto sobre a contemplação, a parcela reduzida dá a oportunidade de que a pessoa se organize financeiramente ao mesmo tempo em que paga valores menores.

    Faça simulações

    Antes de escolher um consórcio, aproveite as ferramentas de simulação disponibilizadas pela maioria das administradoras. O processo de simulação é bem simples e quase sempre sem compromisso: escolha o que você quer comprar, o valor da carta de crédito e o prazo de pagamento. Em seguida, são apresentadas as melhores opções de acordo com as informações fornecidas.

    Depois de comparar entre diversas empresas, fica mais fácil encontrar uma opção compatível com o dinheiro disponível.

    Dedique-se a um planejamento financeiro

    A parcela do consórcio depende de uma série de fatores. O valor da carta de crédito e o prazo de pagamento são alguns deles. Por isso, pese bem esses pontos, para que as parcelas tenham um valor condizente com sua capacidade de pagamento não apenas hoje, mas durante toda a extensão do consórcio.

    Dessa forma, um bom planejamento financeiro é indispensável para aproveitar todas as vantagens dos consórcios sem ter maiores problemas. Analise sua renda e seus gastos mensais e corte excessos. Se as dívidas estiverem apertando, organize-se para quitá-las. Com isso, sobra mais dinheiro para investir no seu patrimônio.

    De qualquer modo, encontrar parcelas acessíveis de consórcio não é difícil. Com organização e paciência, vai ser rápido achar algo do tamanho exato da sua necessidade.

    Agora, leia nosso artigo sobre as diferenças entre os diversos tipos de consórcios, que explica tudo em detalhes!

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  • Dezembro 2018

    Crédito ou débito: por que é importante escolher com sabedoria?

    Crédito ou débito? Quem paga suas compras com cartão está cansado de ouvir essa pergunta. Ainda que fazer a escolha pareça ser simples, a decisão entre as duas formas de pagamento envolve algumas questões, que devem ser analisadas com cuidado para não comprometer o orçamento.

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  • Dezembro 2018

    Por que o seguro para eletrônicos é importante? Nós explicamos!

    Smartphones, notebooks e tablets, entre outros eletrônicos, são cada vez mais parte permanente da vida de todos nós. Eles são usados profissionalmente, na vida pessoal e como ferramenta de entretenimento. Por isso, ficar sem eles costuma ser complicado, ainda mais quando se perde alguns desses aparelhos em roubos, furtos ou em acidentes que danifiquem o dispositivo.

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  • Dezembro 2018

    Viagens de longa distância: como o caminhoneiro deve se preparar?

    que é produzido e consumido pela população, em um trabalho essencial para a economia nacional.

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  • Dezembro 2018

    Como definir metas financeiras que você pode cumprir?

    Preparar-se para o futuro é uma decisão inteligente que todo mundo deve tomar. Em vez de gastar todo o salário, é melhor reservar uma parte dele para investir. Mas, para que seus planos funcionem, você deve saber como definir metas financeiras do jeito certo.

    Primeiro, observe seu orçamento. Se você começar separando mais do que poderia, em pouco tempo vai fugir do planejado. Além disso, para aproveitar o dinheiro da melhor forma possível, é preciso saber para onde direcioná-lo.

    Veja, de forma simples e prática, como definir suas metas financeiras, se organizar direitinho e conquistar todos os seus sonhos!

    Defina o quanto pode separar para investir

    Independentemente de quanto você ganha, sempre dá para separar um dinheirinho pensando no futuro. Para descobrir o valor ideal, faça as contas, priorizando o pagamento das dívidas e dos compromissos mensais. Se está com contas atrasadas, quite todas elas primeiro. Os juros sempre são muito altos e boicotam seus planos.

    Com todas as contas pagas, defina uma parcela para guardar. O ideal é algo entre 10% e 30% do salário, dependendo da folga que tiver no orçamento. Quanto mais, melhor! Isso vai acelerar a conquista dos objetivos.

    Caso receba um extra — do décimo terceiro, férias ou Imposto de Renda — não pense em gastá-lo de imediato: aproveite para guardá-lo também!

    Construa uma reserva de emergência

    O primeiro passo com o dinheiro economizado é construir uma reserva de segurança. Ela não deve ser usada, a não ser em casos extremos. Guarde o equivalente a três ou seis vezes sua renda. Assim, se ficar desempregado ou tiver um problema de saúde mais sério, você tem como se manter até as coisas voltarem ao normal.

    Conserve esse dinheiro em uma aplicação segura e acessível (sem bloqueios bancários ou prazo de carência para resgate), mesmo que não renda muito. Em um momento de urgência, você pode recorrer a ele sem demora.

    Tenha objetivos de médio, curto e longo prazo

    Quando estiver economizando, surgirão sempre novas necessidades — desde um remédio para gripe até o conserto de um eletrodoméstico. Para evitar que essas demandas atrapalhem seus planos, separe o dinheiro reservado em três partes.

    Objetivos de curto prazo

    Sabe aqueles mais simples, como passar um fim de semana na praia, comprar um notebook ou trocar de celular? Devem estar aqui. São coisas que você pode conquistar com cerca de seis meses a um ano de economia, dependendo do quanto vai guardar. Direcione entre 10% a 20% da quantia para planos de curto prazo. 

    Mas se surgirem necessidades imediatas, use esse dinheiro para atendê-las, combinado? Assim, fica mais fácil retomar seus planos depois.

    Objetivos de médio prazo

    Entra aqui tudo que for levar dois anos ou um pouco mais para conquistar. Os objetivos de médio prazo tomam cerca de 30% da sua reserva. Um intercâmbio, procedimento cirúrgico estético ou uma viagem ao exterior são alguns exemplos. Não é algo que se conquiste da noite para o dia, exigindo um pouco de planejamento.

    Objetivos de longo prazo

    São aqueles que você vai demorar mais tempo para conquistar, como um carro ou a casa própria. Separe a maior parte da sua reserva para esses planos — cerca de 50% a 60% — pois aqui está tudo o que é importante para seu futuro.

    Revise suas metas e o uso do dinheiro

    De tempos em tempo, reveja as metas. Terminou de pagar um crediário? Vai sobrar mais dinheiro. De preferência, converta isso em economia. Faça o mesmo se receber uma promoção no trabalho, com aumento de salário.

    Também analise se está usando seu dinheiro da melhor forma. Pare para pensar se não está gastando demais com saídas no fim de semana ou comendo com muita frequência em restaurantes. Esses custos tiram você do foco, portanto devem ser bem controlados.

    Agora você já sabe exatamente como definir metas financeiras de forma inteligente! Aproveite as dicas e tome as rédeas da sua vida financeira. 

    Quais são seus planos para o futuro? Deixe um comentário e compartilhe seus objetivos com a gente!

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  • Dezembro 2018

    Saiba o que é inteligência financeira e como desenvolvê-la

    Você sabe o que é inteligência financeira? Ela guarda o segredo para alcançar o sucesso nas finanças e levar a vida sem ter que ficar se preocupando com os boletos a vencer. Muita gente fala sobre o assunto, mas qual é o verdadeiro significado dessa expressão?

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  • Dezembro 2018

    Existe consórcio para negativado? Como funciona?

    Bens como carros e imóveis são o sonho de consumo de boa parte da população, não é verdade? O problema é que, como seu valor é alto, as compras à vista são praticamente impossíveis. Por essas e outras, muitos recorrem aos consórcios para adquiri-los.

    Contudo, em um país com mais de 60 milhões de pessoas inadimplentes, uma pergunta paira no ar: existe consórcio para negativado? Pois esse é o tema do post de hoje. Acompanhe e descubra a resposta!

    Existe consórcio para negativado?

    Logo de cara, vamos deixar bem claro: negativados podem sim contratar um consórcio, sem maiores restrições. Pessoas com o nome negativado (ou com o "nome sujo", como se diz por aí) são aquelas que estão com seus CPFs incluídos nos cadastros dos serviços de proteção ao crédito, tais como o SPC e o Serasa. Essa inclusão é decorrente de débitos em atraso, sejam de bancos, de lojas ou de serviços.

    Consumidores nessa situação enfrentam restrições de crédito e passam a ter dificuldade para contratar empréstimos e financiamentos. Isso se deve ao receio das instituições financeiras em conceder crédito para negativados, pelo risco de não receberem as quantias de volta. Para evitar os maus pagadores, elas fazem consultas nos bancos de dados dos serviços de proteção ao crédito.

    No entanto, nada impede que uma pessoa com o nome negativado entre em um grupo de consórcio e, mediante o pagamento em dia das parcelas, participe das assembleias

    O que acontece na hora da contemplação?

    Os consórcios preveem que as pessoas contempladas passem por uma análise cadastral antes de receberem suas cartas de crédito. Caso seja constatada a negativação, o documento não é liberado.

    Trata-se apenas de uma precaução. Como o consorciado precisa continuar pagando as parcelas mesmo depois da contemplação, as administradoras verificam a capacidade de pagamento e o histórico do cliente, que deve estar ausente dos cadastros de inadimplentes para dar andamento ao processo.

    O que fazer se o nome estiver sujo?

    Ao esbarrar com esse empecilho que impede a liberação e a compra do bem com a carta de crédito, é importante manter a calma. A carta não será perdida. Depois da devida análise, as administradoras normalmente orientam os negativados sobre o que deve ser feito.

    Com os débitos quitados e o nome excluído da lista de devedores, o consorciado deve pedir uma segunda análise de crédito. Algumas empresas também oferecem alternativas, como a apresentação de um fiador ou a quitação de uma porcentagem maior da carta de crédito.

    Como você viu, qualquer pessoa pode entrar em um grupo de consórcio, mas o acesso à carta de crédito demanda o respeito a algumas condições específicas, como estar com o nome limpo. Ainda assim, um consórcio para negativado é uma excelente forma de investimento, uma vez que permite que o consorciado amplie o seu patrimônio. Assim, ele é uma ótima opção para pessoas em diversas condições.

    Está pensando em contratar um consórcio, mas ainda tem dúvidas? Entre em contato com a Rodobens para conversar com especialistas no assunto!

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