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    Carta de crédito: o "poder" de compra

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    O consórcio é um dos meios mais utilizados pelos brasileiros na aquisição de bens e serviços — como imóveiscarrosmotosviagens e festas. É vantajoso principalmente porque, contrariando os financiamentos convencionais, não há cobrança de juros. Já começamos bem, não concorda? E tem mais!

    Quando contemplado, seja por sorteio ou lance, o consorciado recebe sua carta de crédito, documento oficial que garante o poder de compra necessário para adquirir o bem desejado. Que tal um rápido exemplo de carta de crédito para entender melhor? É possível, por exemplo, usar esse crédito para completar o valor do seu imóvel, como você vai ver a seguir.

    Confira já algumas das possibilidades que a posse de uma carta de crédito abre para o contemplado em um consórcio!

    Flexibilidade e ampla negociação na compra

    Em uma situação em que o contemplado de um consórcio de veículos, por exemplo, não tem mais interesse no modelo inicialmente acordado na contratação, a carta de crédito pode ser direcionada para adquirir um outro carro da vontade do comprador, podendo ser novo, seminovo ou usado.

    E essa mesma solução vale para qualquer segmento! Imóveis, por exemplo, podem ser comprados também novos, usados ou ainda na planta. A flexibilidade do sistema permite essa escolha do contemplado. Isso sem contar que, como vale como dinheiro vivo, a carta de crédito possibilita a negociação de ótimos descontos e vantagens com os vendedores!

    Quitação de financiamento bancário

    Outro exemplo de carta de crédito interessante envolve a oferta de seu valor para quitar o saldo devedor de um financiamento. Nesse ponto, porém, é importante ter ciência de algumas regras fundamentais. Antes de mais nada, o contemplado só pode direcionar o crédito para um financiamento do mesmo segmento do objeto contratado no consórcio. Assim, não é possível quitar o saldo devedor para um imóvel usando uma carta de crédito obtida em um consórcio de serviço.

    Fora isso, o valor da carta deve abater o financiamento em sua totalidade. Como a lei dos consórcios não deixou claro o que acontece quando o crédito obtido não é suficiente para saldar toda a dívida, alguns bancos podem tomar vantagem disso. Por isso, é bom ter muito cuidado nessa situação!

    Atualização do valor da carta de crédito

    O valor da carta de crédito acompanha o reajuste das parcelas do consórcio. No contrato, um índice de preço é acordado para servir de base para a atualização, que acontece anualmente, 12 meses após a primeira assembleia do grupo. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), fornecido pelo IBGE, e o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), apresentado pela Fundação Getúlio Vargas, estão entre os índices mais usados.

    É fundamental ter atenção a esse detalhe no momento da assinatura do contrato do consórcio a fim de garantir o poder de compra da carta de crédito no futuro.

    Uso de carta de crédito em conjunto com o FGTS

    Por mais que existam limitações a que o consorciado deve dar atenção, normalmente é possível sim usar o FGTS em conjunto com um consórcio do segmento de imóveis — inclusive para complementar o valor da carta de crédito e ampliar as opções de compra de imóvel.

    Possibilidade de antecipação da carta de crédito

    A antecipação da contemplação só acontece por meio de lance. Entre as modalidades disponíveis temos o lance livre, o lance fixo e o lance embutido. Continue acompanhando para entender melhor!

    O lance livre

    Essa é a modalidade mais comum de lance, em que o consorciado oferta um valor livre, dentro de suas possibilidades, referente ao número de parcelas que deseja antecipar. Se a sua oferta for a melhor naquele mês, ele consegue a antecipação de sua carta de crédito.

    Só um detalhe: é claro que o valor do lance conta para o resultado, mas o momento é o que define suas possibilidades. Em épocas de férias e pagamento de 13° salário, por exemplo, a oferta de lances cresce em quantidade e valor. Assim, o ideal é se planejar para fazê-lo em momentos estratégicos, fora desses períodos.

    O lance fixo

    No lance fixo, a administradora é quem define o número de parcelas necessárias para o lance, que costuma ficar entre 20% e 30%. Em um consórcio de 120 meses, por exemplo, o lance de 30% equivale ao pagamento de 36 parcelas.

    Vale ressaltar que aqui tampouco há garantia de contemplação. Assim, se mais de um consorciado investir no lance fixo, é preciso lançar mão de um critério de desempate. Geralmente, sorteia-se o número de uma cota de forma que o consorciado que tem o número mais próximo seja o contemplado.

    O lance embutido

    Nessa modalidade, é possível usar parte do valor da futura carta de crédito como lance. Se você deseja completar os recursos próprios e tem flexibilidade em relação ao crédito a receber (podendo receber uma carta de valor menor sem atrapalhar seus planos), essa é uma boa opção.

    Utilização de valor inferior ao da carta de crédito

    São 2 as possibilidades: uma, como já falamos, é optar pelo lance embutido e receber sua carta com um valor menor que o inicialmente contratado no consórcio. A segunda é usar parte do crédito para quitar parcelas.

    Ressaltando: depois de contemplado, se você opta por adquirir um bem de menor preço, não perde o restante do crédito. Essa sobra pode ser usada para quitar parte do consórcio, reduzindo o saldo devedor.

    Riscos de comprar uma carta de crédito contemplada

    Por mais que adquirir uma carta já contemplada pode ser uma tática tentadora para receber o bem imediatamente, é preciso ter cuidado, pois há vários riscos nesse negócio.

    Muitas pessoas querem vender suas cotas pois não fizeram um bom planejamento financeiro antes de entrar no consórcio. Assim, não conseguem mais arcar com o saldo a pagar. Mas a verdade é que, invariavelmente, os vendedores desejam receber algum benefício com essa venda. Por isso, as cartas geralmente são vendidas por um preço superior ao que já foi pago. Além do mais, as administradoras costumam cobrar uma taxa de transferência para mudar a titularidade da cota, o que onera ainda mais a transação.

    Ao comprar uma carta contemplada, você pode, então, estar fechando um negócio pouco atrativo. Sem contar que esse negócio é, frequentemente, fonte de fraudes. Muitas cartas são falsificadas, não possuem contemplação ou são relativas a grupos de consórcios que simplesmente não existem. É preciso solicitar o contrato ao vendedor, entrar em contato com a administradora para conferir a autenticidade e a condição de contemplação do documento.

    Além disso, vale a pena procurar, junto ao Banco Central, informações sobre a autorização de funcionamento da emissora da carta. Lembrando que os modelos do documento são diferentes entre as diversas administradoras, mas todos eles devem ter aprovação do Banco Central!

    Se você dispõe de um saldo reserva para comprar uma carta contemplada, é provável que seja bem mais seguro e lucrativo entrar em um grupo de consórcio e usar esse dinheiro para dar um bom lance. Dessa forma, você não tem gastos a mais e fica tranquilo por estar fazendo um bom negócio!

    Como vimos, o leque de possibilidades de uma carta de crédito é bem extenso. O consórcio se firma, assim, como uma das melhores possibilidades de investimento na atualidade, pois garante ao contemplado um poder de compra bem amplo e flexível.

    Se você não sabia como funcionava a contemplação, agora já tem um exemplo de carta de crédito para a compra do seu imóvel, do seu carro ou do que estiver na sua listinha de desejos atualmente! Se ainda ficou alguma dúvida sobre o assunto, deixe um comentário aqui e compartilhe seus questionamentos conosco!

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