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    10 erros que as pessoas cometem ao contratar um consórcio

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    Contratar um consórcio com nome sujo ou ter pressa para ser contemplado: esses são apenas alguns dos erros cometidos por quem aposta nessa modalidade para realizar sonhos. O detalhe é que esses equívocos podem adiar ou até mesmo impossibilitar o sucesso da empreitada, sabia?

    São milhões os brasileiros que participam de algum tipo de consórcio. Infelizmente, porém, nem todos estão cientes das ciladas que podem ser evitadas antes da contratação. Pensando justamente nisso é que resolvemos listar aqui 10 dos maiores erros cometidos ao contratar um consórcio. Pronto para aprender a evitá-los?

    1. Não procurar instituições autorizadas

    Não basta juntar um grupo de pessoas interessadas em adquirir um consórcio e vender cotas — até porque essa prática é ilegal, ok? Na verdade, é preciso procurar instituições idôneas e que sejam devidamente autorizadas pelo Banco Central para atuar com esse modelo de negócio.

    Pode acreditar: são muitos os casos de consórcios que não têm autorização para funcionar. Para checar essa informação crucial, procure pela permissão no site do Banco Central. E pode ficar despreocupado, porque, quando divulgam seus balanços, as administradoras são acompanhadas de perto pelo BACEN.

    2. Acreditar em sorteio garantido

    Anote aí: cotas com contemplação garantida simplesmente não existem! Não tem como garantir a carta de crédito em prazo determinado, pois isso depende do prazo máximo da existência do grupo, podendo levar meses até haverem sorteios suficientes para todos. Assim, se alguém prometer garantia de contemplação em sorteio, abra os olhos!

    3. Ignorar a existência de taxas

    Na prática, nem só de taxas administrativas vivem os consórcios. Alguns deles trabalham com custos extras, como fundos de reserva para cobrir eventuais perdas com inadimplência e garantir a contemplação de todos os participantes.

    Seja como for, a regra é uma só: todas as taxas devem ser informadas no momento da contratação. Para não ser surpreendido com taxas inesperadas, informe-se com antecedência, procurando entender como funciona a eventual cobrança de valores adicionais, e inclua esses gastos em seu planejamento financeiro.

    4. Esquecer os reajustes

    Empolgadas com as linhas de crédito, muitas pessoas acabam esquecendo que a tendência é de o valor das parcelas aumentar com o passar do tempo — principalmente na modalidade voltada ao mercado imobiliário. É isso mesmo: é bem possível que o valor das parcelas não seja fixo até o final do plano. Afinal, se o bem que você deseja adquirir sofrer reajustes de valor, os pagamentos repassados à administradora devem acompanhar!

    Nesse sentido, surge uma questão: se o consorciado não tiver um aumento proporcional na renda, pode enfrentar dificuldades. Nesse caso, no entanto, pode ser possível diminuir o valor da parcela para pegar uma carta de crédito proporcionalmente menor.

    5. Deixar de acompanhar as movimentações

    Ao contrário do que muita gente pensa, um consórcio envolve mais que apenas a quitação das parcelas. Também é preciso participar das assembleias para ficar por dentro das contemplações e de toda a movimentação financeira do grupo. Vale lembrar que qualquer inconsistência verificada é passível de averiguação por parte do Banco Central, podendo-se iniciar até mesmo um processo administrativo.

    6. Contar somente com promessas

    Seja um carro zero quilômetro, a casa própria ou um terreno, a aquisição de um bem pode representar a realização de um grande sonho. Graças a isso, não é raro que consorciados caiam em promessas de sucesso, aquisição rápida e compra fácil. Nada de entrar para essa estatística, combinado?

    Antes de entrar em qualquer consórcio, é fundamental avaliar cuidadosamente o contrato para entender como funcionará cada etapa do processo. Não acredite apenas em palavras. Baseie seu planejamento no que está devidamente previsto no contrato!

    7. Atrasar os pagamentos

    Uma das grandes vantagens do consórcio em relação a outros tipos de investimento, como empréstimos e financiamentos, é a ausência de juros. Mas atenção, porque essa condição só se mantém quando o consorciado paga as parcelas em dia, dentro do prazo. Se atrasar as prestações, multas e juros podem sim ser cobrados.

    Além disso, como o consórcio é um empreendimento conjunto, feito por um grupo de pessoas, todos os outros participantes também poderão ficar prejudicados de alguma maneira no caso de atrasos. Pode ser que a administradora tenha, por exemplo, que aumentar a taxa de reserva. Se a inadimplência se agravar, a administradora tem o direito de expulsar o consorciado do grupo. Nesse caso, ele deve esperar o término do plano para resgatar o dinheiro já investido.

    8. Não ter paciência

    Não adianta: quem contrata um consórcio não pode ter pressa. Trata-se, afinal, de um investimento de médio a longo prazo. Essa não é, portanto, a melhor opção para quem deseja a posse de algum bem ou a contratação de um serviço urgentemente.

    Há, no entanto, algumas possibilidades. Uma das formas de receber a carta de crédito antes do fim do prazo do grupo é, claro, sendo sorteado. Mas também é possível oferecer lances, concorrendo assim a uma contemplação antecipada. De toda forma, a paciência continua sendo fundamental, uma vez que não há garantia de antecipação.

    9. Pensar que contemplação é quitação

    Equivocadamente, muitos consorciados pensam que a contemplação vai quitar o restante das parcelas em aberto. Mas isso não é verdade! Mesmo com a carta de crédito em mãos, o participante continua compromissado com o grupo, precisando sim fazer os pagamentos até o fim do prazo. A contemplação só resolve, portanto, o recebimento do bem antes do valor integral ser pago à administradora.

    Para você ter uma ideia, em casos de contemplação, o bem fica em alienação fiduciária. Legalmente, portanto, não é possível vendê-lo ou transferi-lo para outra pessoa até que ocorra a transferência de propriedade para o consorciado. E isso só acontece mediante a quitação total dos débitos com a administradora.

    Lembrando que, se já tiver o valor reservado para isso, o consorciado tem liberdade para quitar todas as parcelas restantes. Especificamente nesse caso, ele consegue completar o pagamento antes do prazo.

    10. Contratar consórcio com nome sujo

    Geralmente, para participar de um consórcio, ter o nome sujo não é um obstáculo. Na maioria dos casos, porém, é preciso estar com o nome limpo no ato da contemplação, já que essa é uma circunstância que dá à administradora o direito de negar a liberação da carta de crédito — fato que consta legalmente do contrato.

    De olho nisso, trate de garantir, ao menos ao longo do processo, que não existirão pendências financeiras em seu nome quando for contemplado. Esse cuidado evitará que você precise adiar seu sonho!

    Por fim, será que ainda ficou com alguma dúvida? Deixe aqui seu comentário e participe da conversa!

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