Como comprar seu primeiro carro: veja 5 dicas para realizar esse sonho

outubro 2016

12 minutos de leitura

Compartilhe
Compartilhe pelo Facebook Compartilhe pelo WhatsApp

O brasileiro é um povo absolutamente apaixonado por automóveis. A pesquisa feita pela Anfavea, ao final de 2018, confirma que os carros são um objeto de desejo, principalmente entre as gerações mais novas. Cerca de 70% das pessoas de até 25 anos que participaram da entrevista desejam comprar um veículo. E faz sentido! O carro é sinônimo não só de liberdade e independência financeira, como também de um verdadeiro salto qualitativo no padrão de vida.

Mas, na verdade, os brasileiros sabem muito bem que nenhuma grande conquista é fácil. E a compra do primeiro carro não seria diferente. Por isso, já podemos adiantar que, antes de sequer pensar em adquirir um automóvel, você provavelmente precisará fazer alguns sacrifícios, elaborar um planejamento e ter disciplina. E nada de desistir, viu? Quando você virar a chave na ignição, verá que tudo valeu a pena.

Foi justamente pensando em ajudá-lo a percorrer esse caminho que preparamos este guia completo, com dicas valiosas para você chegar lá. Ficou interessado? Então continue lendo!

Primeiro carro: quais são os passos iniciais para conquistá-lo?

Nós já mencionamos que o carro é um verdadeiro sonho de consumo para grande parte da população brasileira, certo? Mas o detalhe é que transformar o sonho em realidade pode envolver um percurso. Para chegar ao fim, assim como em toda trajetória, é preciso começar com pequenos passos.

Por isso, antes de pensar sobre a melhor forma de pagamento para seu bolso, de orçar um seguro ou de cogitar qual modelo de carro escolher, vale a pena considerar alguns aspectos mais básicos. Veja a seguir!

Organização

O primeiro passo consiste em fazer uma avaliação justa do seu patrimônio e de seus rendimentos. Reflita: sua vida financeira está suficientemente organizada para proporcionar essa liberdade de se envolver em uma grande compra?

Afinal, um carro é um bem de alto valor agregado, que exige recursos não só para ser quitado como para ser mantido. Só não vamos nos aprofundar mais no assunto agora, porque falaremos sobre como deixar as finanças equilibradas no nosso próximo tópico, combinado?

Momento

Depois, analise se você está no momento certo para adquirir um carro ou se a prioridade ainda está em outras etapas do seu crescimento — como o pagamento de uma faculdade, por exemplo. No entanto, vale lembrar que não é por não poder comprar um veículo agora que você já não deva começar a poupar para fazer isso em um futuro próximo.

Pesquisa

Por fim, é preciso ao menos iniciar um bom processo de pesquisa. E nesse caso não estamos falando apenas de comparar preços e modelos, mas também de descobrir quais são as melhores maneiras de poupar dinheiro para alcançar esse sonho. Ou quais podem ser as formas ideais de pagamento para a aquisição do seu primeiro carro. E se você está lendo este post agora, é porque já está indo muito bem nessa etapa!

Controle financeiro: como planejar a compra de um carro?

É simples: antes de adquirir qualquer bem, é preciso planejar e poupar. E essa dica vale tanto para a compra de um smartphone ou de uma roupa mais cara até para os grandes investimentos patrimoniais, como um imóvel, um empreendimento próprio e, claro, o primeiro automóvel. Para planejar e poupar, existe praticamente uma única saída: um controle financeiro rígido e eficiente.

Basicamente, estamos falando em deixar suas finanças equilibradas, a fim de que você tenha uma previsibilidade de quanto conseguirá poupar todo mês para comprar seu primeiro carro.

Na prática, porém, o planejamento financeiro continua um desafio e tanto para muitas pessoas que ainda não têm disciplina nesse setor. Mas a verdade é que essa etapa pode ser bem mais simples do que parece. Duvida? Então confira agora mesmo como fazer seu controle financeiro em apenas 3 passos!

Conheça seus gastos

Antes de mais nada, descubra exatamente para onde seus rendimentos estão indo. E a melhor maneira de fazer isso é catalogar e organizar todo e qualquer despesa que você tem durante o mês. Comece anotando os custos fixos e previsíveis, como o pagamento do aluguel, seus gastos com transporte público e a quitação das contas de luz, água e internet.

Em seguida, analise áreas específicas. Assim, na categoria alimentação, anote os seus gastos com as compras do mês e com as refeições feitas fora de casa — desde a pizza do final de semana até o salgadinho comprado na padaria ao lado do trabalho. Também especifique seus gastos com lazer, como o pagamento de entradas para shows ou a assinatura de serviços de streaming de filmes ou músicas.

Por fim, faça um levantamento de suas dívidas em aberto: cartão de crédito, cheque especial, empréstimos pessoais, financiamentos. Nesse momento, é importante fazer uma hierarquização dessas pendências de acordo com alguns critérios, começando pela taxa de juros, passando pela parcela mensal até o valor total devido.

Depois de fazer esse diagnóstico completo da sua vida financeira, você será capaz de saber direitinho qual é a porcentagem do seu salário que vai para contas essenciais, que fatia é repassada para o pagamento de dívidas, que montante cuida da alimentação, do transporte e assim por diante.

Com isso, é possível perceber onde você está gastando mais do que deveria, abrindo aí uma janela para ajustar o que for preciso.

Mude seus hábitos

Com o diagnóstico pronto, é hora de partir para o tratamento da sua vida financeira. Você já sabe onde está gastando demais, agora é hora de efetivamente diminuir o impacto de cada uma dessas despesas. Para facilitar a tarefa, vamos soltar as dicas por partes. Veja:

  • contas de luz e água: por mais que seja impossível se livrar dessas contas, você minimiza seu impacto ao diminuir o desperdício ou fazer pequenos investimentos. Para isso, procure por vazamentos, troque as lâmpadas e os eletrodomésticos por aparelhos mais econômicos e incentive bons hábitos de consumo entre seus familiares.

  • transporte: se você está interessado em adquirir seu primeiro carro, certamente sabe o peso que o transporte público causa no seu orçamento. Pensando nisso, que tal procurar meios alternativos de se locomover na cidade? Já ouviu falar em caronas solidárias?

  • lazer: ao mesmo tempo em que é muito difícil viver sem algum tipo de entretenimento, você provavelmente conhece bem o preço de um simples ingresso de cinema ou de um livro. Para poupar nesse campo, busque alternativas mais em conta, como shows em espaços públicos, download de e-books ou até apostar em plataformas de streaming para acompanhar as novidades do setor audiovisual.

  • dívidas: considerando que elas tendem a ser as maiores responsáveis pelos desequilíbrios financeiros, devem ter prioridade no seu planejamento. Procure saldar primeiro aquelas com maiores taxas de juros, já que corroem mais rapidamente seu orçamento. Renegocie as de grande valor — afinal, credores podem abater uma parte do saldo devedor caso você apresente um bom plano de quitação.

Monitore os resultados

Você já sabe o que está acontecendo com seu dinheiro e traçou uma série de metas para aprimorar suas finanças. Agora, precisa perceber se os resultados das suas ações são efetivos. A melhor maneira de fazer isso é, primeiramente, manter as anotações de todos os seus gastos, como falamos anteriormente.

Em seguida, compare os resultados atuais com aqueles levantados no início do seu controle. As contas realmente estão diminuindo? Em qual velocidade? Assim, você consegue fazer ajustes rápidos nos seus hábitos para impactar sua reserva financeira de forma mais efetiva.

Por fim, levando em conta sua evolução, trace metas para os próximos meses. Conseguiu diminuir 5% da conta de luz nos últimos 2 meses? Então talvez esteja na hora de aumentar esse número para 10%.

Lembre-se de encontrar o equilíbrio entre metas realistas e ao mesmo tempo desafiadoras, para não que você não desanime, mas também se mantenha estimulado a melhorar seus hábitos de consumo.

Conquista do novo veículo: que tal algumas dicas?

Agora que você já organizou sua vida financeira como um todo, chegou a hora de realmente focar na compra do seu primeiro veículo.

Nessa etapa, você deve pensar nos aspectos específicos da aquisição de um carro, aprofundando-se no conhecimento do que é preciso fazer até fechar o negócio com a concessionária. Está preparado para dar esse passo? Então vamos lá!

Economizar dinheiro

No tópico anterior, mostramos o que fazer para diminuir seus gastos e deixar seu orçamento no azul, tudo com um objetivo muito simples: viabilizar uma economia mensal. Lembre-se: poupar dinheiro é fundamental, porque é o que dará a você as condições necessárias para ir adiante.

Primeiro cenário: você será capaz de guardar capital suficiente para dar uma boa entrada ou lidar com as parcelas de um financiamento ou um consórcio de maneira mais tranquila, sem desequilibrar seu orçamento.

Segundo cenário: quem consegue poupar dinheiro é quem não tem dívidas fora de controle. Assim, você aumenta sua credibilidade financeira, consequentemente elevando suas chances de conseguir crédito e melhores condições de pagamento.

Terceiro e último cenário: a poupança serve tanto como um seguro contra imprevistos quanto para ajudá-lo a lidar com os gastos pós-compra — sobre os quais falaremos mais para frente.

Anote aí: o ideal de economia para quem quer comprar o primeiro carro é separar uma porcentagem entre 10% e 20% dos seus ganhos mensais. Assim, você consegue o equilíbrio entre o que será aplicado no seu investimento ao mesmo tempo em que não desequilibra suas finanças cotidianas.

Projetar gastos

Planejar nada mais é que fazer um exercício de especulação, desenhando o futuro que você realmente deseja. Mas não se engane pensando que os gastos se resumem à compra do carro! Afinal, você também vai querer manter o veículo sem maiores dores de cabeça, certo? Por isso, é preciso estar ciente dos gastos que vêm junto com sua nova aquisição.

Veja só:

  • impostos: no Brasil, é impossível deixar de mencionar a carga tributária embutida nas compras. Quando falamos em automóveis, devemos ter em mente os custos relativos ao Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), bem como o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), um seguro obrigatório pago, em geral, juntamente com a primeira parcela do IPVA.

  • combustível: provavelmente será o principal e mais constante gasto com o novo automóvel. Por isso, avalie veículos de acordo com seu rendimento. Dê preferência a carros flex, que aceitam gasolina e álcool, e faça um custo estimado de quanto você gastará por mês com esse insumo. Para isso, calcule sua rota diária em quilômetros, deixando uma sobra para possíveis imprevistos, e faça a conta de quantos litros por quilômetro cada modelo faz.

  • manutenção: os custos com manutenção devem levar em conta desde gastos maiores, como as revisões programadas, até atos mais simples, do dia a dia, que incluem troca de óleo, compra de novos pneus e reposição de peças por desgaste natural ou quebras, por exemplo.

  • seguro: vamos abordar a necessidade de ter uma seguradora com mais calma adiante, mas vale lembrar que o seguro automotivo também pode representar um gasto considerável, proporcional ao valor do veículo e aos serviços contratados.

Pesquisar bastante

Uma das fases mais prazerosas na aquisição do primeiro carro é a pesquisa. É nesse momento crucial que você terá contato com suas novas possibilidades de compra, mantendo-se motivado. Mas o que deve ser, de fato, alvo da sua atenção nesse momento?

Primeiramente, pesquise a diferença de valores entre carros novos usados. Vale lembrar aqui que é importante ir além do preço líquido. Avalie a taxa de desvalorização do veículo e seu custo médio de manutenção. Compare sempre os prós e contras de comprar carro seminovo, usado ou novo (como a garantia da própria concessionária).

Também é essencial pesquisar os modelos que realmente se encaixam no seu perfil. Se você tem filhos e precisa de um veículo que acomode confortavelmente a família toda, não vai perder tempo comparando o preço de picapes, por exemplo.

Escolhendo o tipo exato de carro, é hora de comparar marcas e modelos. Se você quer um hatch, compare todos de cada montadora, tanto por meio de anúncios quanto fazendo o famoso test drive. Às vezes, vale a pena gastar um pouquinho mais em algo que se encaixe melhor nas suas preferências e necessidades do que passar anos se lamentando por uma economia nem tão significativa assim.

Por fim, não se esqueça de acompanhar o índice de depreciação do veículo dos seus sonhos. Afinal de contas, com o tempo, você pode querer trocá-lo por um mais moderno ou até de outra faixa de preço ou estilo. Por esse motivo, é importante saber se seu primeiro carro ainda será um bom negócio nessa época.

Negociar com a concessionária

Você pode ter encontrado o carro ideal, daquela marca que você tanto gosta e com um preço que cabe dentro do seu orçamento financeiro. Finalmente chegou a hora de fechar negócio? Calma! Pagar não é tudo.

Como comprador, você não só pode como deve negociar as melhores condições e vantagens. E é possível fazer isso diretamente com a concessionária.

Hoje, as vendedoras podem oferecer uma vasta gama de serviços, que vão desde o emplacamento grátis, passando pela inclusão de mais itens no seu carro por um preço reduzido (como ar-condicionado ou vidros elétricos), até o pagamento ou a divisão de gastos, como o primeiro IPVA ou o combustível dos meses iniciais.

Carros novos também vêm com garantia de fábrica, que pode ser estendida caso você consiga uma boa negociação com a concessionária. Antes de fechar a compra e assinar o contrato, avalie se é possível obter descontos nas visitas de manutenção programadas ou até mesmo em serviços com os quais vai precisar contar no futuro — como alinhamento ou troca do jogo de pneus.

Considerar o consórcio

Uma das principais dúvidas de quem está procurando o primeiro carro para comprar é saber, afinal, como realizar o pagamento. É comum que o interessado esteja em um momento de vida financeira não consolidada. Assim, por mais que já tenha feito um pequeno pé-de-meia, ainda não tem uma poupança muito grande. Ou seja: quem vai comprar o primeiro carro não costuma poder fazer a transação à vista.

Mas tenha muita atenção nessa hora: isso não significa, no entanto, que o único caminho é a desistência do sonho! Aí é que entra o consórcio, uma das alternativas mais realistas para se chegar lá.

Para que você entenda como esse sistema realmente funciona, vamos falar agora sobre as principais características desse tipo de investimento. Continue acompanhando!

Poupança programada e conjunta

Em um consórcio, um número de pessoas se une, pela intermediação de uma administradora, a fim de poupar dinheiro conjuntamente e adquirir um determinado bem. Assim, as contribuições mensais dos consorciados são revertidas na compra de um veículo por mês. Isso acontece até que todos tenham seu próprio carro na liberação da carta de crédito por sorteio ou por oferta de lance.

Trata-se de uma ótima maneira de poupar dinheiro em conjunto, com um objetivo específico. Nesse caso, não existe aquele perigo de guardar o dinheiro por um tempo, acabando por gastar suas economias com a primeira eventualidade que aparece. Nesse contexto, você realmente poupa seu dinheiro com uma meta fixa: comprar um carro.

Ausência de juros

Nem precisamos falar do tamanho das taxas de juros no Brasil para você ter certeza de que deve fugir dessa armadilha, não é mesmo? E se dissermos que os consórcios não têm juros e suas parcelas são ajustadas de acordo com a tabela do fabricante do carro, a fim de manter o poder de compra do consorciado? Parece ideal, certo?

Possibilidade de antecipar a contemplação

Normalmente, a primeira preocupação de quem procura um consórcio é: será que eu vou ter que esperar muito até ser contemplado? Essa dúvida surge porque, por mais que você faça os pagamentos mensais, cada consorciado deve esperar uma contemplação via sorteio para receber sua carta de crédito e, assim, comprar seu veículo. Mas o que a maioria não sabe é que o processo permite a antecipação dessa contemplação.

Os consórcios de veículos estão abertos a um recurso chamado de "lance". Basicamente, você adianta o pagamento de algumas parcelas e, em troca, aumenta suas possibilidades de ser contemplado. Dessa forma, sempre que tiver um dinheiro extra, pode investi-lo para ficar mais perto do seu primeiro carro.

Como escolher o melhor carro para comprar?

Um automóvel é um bem de alto valor. Antes de comprá-lo, é imprescindível que o futuro proprietário avalie todas as questões que envolvem o veículo, como o custo da sua manutenção, do seguro e do IPVA, assim como seu consumo de combustível, por exemplo. Afinal, esses valores precisam ser contabilizados no orçamento.

Pensando nisso, separamos neste tópico algumas dicas para que você saiba como escolher o melhor veículo para comprar. Confira!

1. Pense nas necessidades

Pessoas que têm muitos filhos precisam de carros mais espaçosos, certo? Para quem prefere viajar, o ideal é um automóvel com porta-malas grande. Como cada indivíduo ou família tem uma necessidade específica, é interessante fazer uma lista com as características que não podem faltar no veículo que será comprado.

Nesse tópico, a dica é focar nas necessidades e esquecer os desejos. Afinal, mesmo que uma pessoa queira um carro muito potente, não faz sentido adquiri-lo se a função é rodar dentro de uma cidade com trânsito intenso.

Relacionando os tópicos necessários, você não corre o risco de comprar um bem que não vai se adaptar à rotina e aos problemas do cotidiano.

2. Verifique o orçamento

Os automóveis podem ter preços bem variados dentro da mesma categoria. Após analisar qual é o modelo que atende as necessidades, é fundamental verificar o orçamento disponível para a compra. Afinal, dificuldades para pagar o veículo podem trazer muitos problemas financeiros e pessoais.

Recomenda-se que a parcela gasta — com o consórcio, financiamento ou compra direta — seja referente a, no máximo, um terço da renda. No entanto, como esse valor é bastante alto, é interessante fazer simulações nas mais variadas formas de pagamento, a fim de garantir a menor taxa de juros e o maior conforto.

3. Pesquise sobre a manutenção, seguro e outros gastos

Existem carros com preço baixo, mas com valor de manutenção bastante alto. Sendo assim, antes de adquirir o automóvel, é importante pesquisar os custos dos pneus, de itens que devem ser trocados periodicamente e de outros fatores que encarecem a revisão.

Essa dica também é válida para o seguro, serviço praticamente obrigatório no Brasil, um dos países com maiores índices de roubos de veículos. Nesse caso vale cotar o valor do seguro dos modelos que constam na sua lista de possíveis aquisições.

Por fim, existem automóveis que não têm um bom consumo, ou seja, gastam muito combustível. Como não é barato abastecer o carro, devido às altas dos preços de combustíveis, essa é outra variável que vale a pena pesquisar.

4. Faça test drive

Após toda a pesquisa, é natural que o comprador se depare com dois ou três modelos e fique na dúvida. Para resolver essa questão, a dica é realizar um test drive. Isso é importante porque os detalhes, como os bancos e a altura do painel, por exemplo, podem fazer uma grande diferença no dia a dia.

Essas características só podem ser percebidas quando o usuário experimenta o carro. O test drive pode ajudar o motorista a excluir ou decidir por algum modelo, facilitando a sua escolha.

5. Cote os preços

Com o modelo escolhido, é hora de cotar os preços. As lojas podem oferecer valores, garantias e outros serviços diferentes. Dessa forma, não caia na tentação de comprar imediatamente, seja por ansiedade ou por pressão de um vendedor.

Comentários