Na procura por um investimento, muitos recorrem sempre às mesmas opções, seja por considerá-las seguras, seja por não conhecer outras que possam fazer seu dinheiro render. Por isso, o intuito deste post é — já respondendo a questão do título — explicar por que consórcio é investimento.

    Também vamos mostrar como ele funciona, quais são os principais tipos e dar razões que demonstram que ele é uma boa forma de investir seu dinheiro. Interessado? Então prossiga com a leitura!

    Quais são os principais tipos de consórcios?

    Para descobrir a razão de um consórcio ser um excelente investimento, vamos compreender antes seu mecanismo de funcionamento. Os consórcios são uma forma de compra planejada na qual um grupo se junta sob a supervisão de uma administradora e, por meio do pagamento de parcelas mensais, reúne os recursos necessários para a compra do bem desejado.

    A partir do montante acumulado, a administradora distribui aos consorciados a carta de crédito, à medida que eles são contemplados — o que pode acontecer tanto por sorteio quanto pela oferta de lances. Com a carta de crédito em mãos, o contemplado adquire seu bem.

    Os tipos de consórcio são definidos basicamente de acordo com o produto que eles permitem adquirir. Com isso, podemos destacar os consórcios de veículos automotores, barcos e aeronaves, de bens imóveis (o que inclui casas e apartamentos), de eletrodomésticos e bens móveis e os de serviços (como viagens, procedimentos estéticos ou dentários).

    Por que os consórcios são bons investimentos?

    Mas o que faz dos consórcios bons investimentos, nos quais qualquer um interessado em aumentar seu patrimônio pode confiar? Listamos alguns motivos abaixo.

    Não há cobrança de juros

    Todo consórcio é isento de juros, ao contrário do que acontece nos financiamentos, por exemplo. Junto com as parcelas, a administradora pode cobrar uma taxa de administração e os valores referentes à contratação de um seguro e a formação de um fundo de reserva. Mesmo assim, os custos de um consórcio quase sempre serão mais competitivos do que os juros praticados no mercado.

    Sem entrada

    Outra diferença que se mostra bastante vantajosa para quem investe nos consórcios é a ausência de entrada — o que também não acontece nos financiamentos, que exigem uma fatia geralmente grande do valor do bem logo de cara.

    O dinheiro economizado com a entrada pode ser ofertado como lance posteriormente. Ele funciona como uma espécie de antecipação do pagamento das parcelas, agilizando a contemplação.

    Garantia de recebimento

    Mesmo que o consorciado seja contemplado apenas na última assembleia do grupo, o seu direito à carta de crédito está garantido. E, como são feitos reajustes periódicos, o poder de compra desse instrumento financeiro se mantém, não prejudicando aqueles que demoram um pouco mais para conseguir a contemplação.

    Isso significa que o investidor terá certeza de receber de volta todo o dinheiro investido ao longo de período de vigência do grupo, com valor corrigido. Para amplificar essa garantia, o ideal é procurar por administradoras confiáveis e com boa reputação no mercado.

    Poder de negociação

    Além do valor atualizado, a carta de crédito equivale a um meio de pagamento à vista. Ou seja, quem tem ela em mãos consegue negociar descontos com o vendedor. Isso pode representar uma boa economia e ampliar a rentabilidade do investimento.

    Sabendo dessas vantagens, fica fácil entender por que consórcio é investimento. Combinando a escolha de uma boa administradora com a carta de crédito adequada à sua necessidade, a possibilidade de fazer um bom negócio aumenta muito.

    Ficou interessado em um consórcio ou quer saber mais detalhes sobre essa forma de investimento? A Rodobens quer falar com você. Por isso, entre em contato agora mesmo!