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Consórcio ou poupança: qual opção é melhor?

Março 2019

2 minutos de leitura

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Consórcio ou poupança? Essa é uma pergunta muito comum que vem a mente de quem está procurando modos de juntar dinheiro para atingir seus objetivos, como a compra de um imóvel ou um carro.

No entanto, cada uma das opções apresenta vantagens e desvantagens, e escolher entre elas passa por entender esses pontos, além de avaliar os objetivos pessoais e familiares. Pensando nisso, preparamos este post com as características das duas formas de investimento para ajudar na sua decisão. Boa leitura!

Como funciona o consórcio?

Os consórcios são muito populares no Brasil. Por meio deles, um grupo de pessoas se reúne, sob a supervisão de uma empresa administradora, para acumular os fundos necessários à aquisição de determinado bem.

Cada consorciado faz o pagamento de uma parcela mensal e, paralelamente a isso, acontecem os sorteios nas assembleias. Nesses encontros, são definidos os contemplados, os quais receberão a carta de crédito que permite a compra de um carro ou imóvel, por exemplo, antes do final do consórcio.

Como principal desvantagem dessa modalidade está o tempo de espera: enquanto não for contemplado, o consorciado não tem acesso à carta de crédito. E isso torna bem de difícil reaver os valores investidos, em caso de necessidade antecipada.

Por outro lado, a organização do consórcio melhora a vida de quem não tem tanta disciplina para acumular o dinheiro necessário para a compra de um bem de valor maior. Como os pagamentos são feitos por boletos, basta incluir essa despesa no orçamento mensal para ficar mais perto do objetivo estabelecido.

Como funciona a poupança?

A poupança é o investimento mais conhecido entre os brasileiros. Muito disso se deve a sua facilidade de gerenciamento. Para abrir uma caderneta de poupança, basta procurar um banco e fazer o primeiro depósito para que o dinheiro passe a render de acordo com as regras estabelecidas.

Apesar disso, o rendimento da poupança quase sempre não é muito animador. Dependendo da situação econômica do país, é possível que a rentabilidade obtida com os depósitos seja menor que a inflação. Isso significa que, na prática, quem investe na poupança pode ver seu dinheiro perder poder de compra, ainda que não sejam cobradas taxas nessa modalidade de investimento.

Além disso, como o resgate dos valores pode ser realizado a qualquer momento, para que a economia faça sentido e seja capaz de viabilizar a realização do objetivo proposto, é preciso: manter a disciplina, efetuar depósitos constantes e não sacar antes de atingir a meta.

Consórcio ou poupança? Qual escolher?

Depois de descobrir as características de cada uma das opções, escolher qual é a melhor para a sua realidade fica mais simples. Leve em consideração as características básicas de consórcio e poupança, pense qual é o seu objetivo com o dinheiro que está sendo aplicado e como é a sua disciplina financeira.

Se você, por exemplo, está pensando em trocar de carro, mas tem dificuldades para acumular o valor, o consórcio provavelmente será uma melhor opção. No entanto, se a sua meta é manter uma reserva financeira para os momentos de aperto, talvez seja melhor recorrer à poupança, que permite saques sem burocracia.

Logo, na hora de escolher entre consórcio ou poupança, mais do que as características de cada investimento, observe o seu objetivo e o seu perfil na hora de lidar com o dinheiro. Desse modo, será possível aproveitar melhor as vantagens de cada opção.

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