Consórcio: o conceito do autofinanciamento

setembro 2015

5 minutos de leitura

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Suponhamos que você queira comprar uma casa ou alcançar alguma outra meta pessoal, dependendo, claro, do momento da sua vida. Quem sabe um carrouma moto ou até mesmo um caminhão. Pode ser ainda que você queira fazer uma viagemuma cirurgia ou adquirir outro serviço.

De modo geral, não é fácil juntar dinheiro para comprar à vista, concorda? Sem falar que o crédito bancário pode ser muito alto, especialmente em tempos de crise. Assim, a saída mais inteligente e sustentável pode ser o autofinanciamento!

Embora se baseie em práticas antigas, esse é um conceito moderno. A ideia é de que o próprio consumidor possa alcançar seus objetivos, economizando em conjunto com outras pessoas que desejam a mesma coisa. Além do custo muito mais baixo, o autofinanciamento traz outras vantagens, como a redução da burocracia e a segurança, desde que tomadas as devidas precauções.

Se você quer conhecer melhor o autofinanciamento e saber por que ele deve ser sua primeira opção, acompanhe o post que preparamos!

O que é autofinanciamento?

Por definição, autofinanciar-se é bancar suas conquistas por si mesmo, sem precisar que outra pessoa ou instituição empreste qualquer quantia. Mas atenção: isso não significa arcar com tudo à vista, ok? Você pode, sim, ter uma ajudinha. É aí que entra o autofinanciamento em grupo.

Imagine que um grupo de 20 amigos se reúne para cada um comprar um bem que custa 20 mil reais. A cada mês, todos dão mil reais para que um dos membros receba o dinheiro e compre seu bem. Mensalmente, portanto, alguém consegue realizar seu objetivo. Nesse ritmo, ao final de 20 meses, todos terão sido beneficiados. Essa é a base do funcionamento do consórcio.

No consórcio, um grupo de pessoas se reúne para poupar mensalmente determinada quantia de dinheiro durante o número de meses ideal para atingir o valor do bem que desejam obter.

Quais as vantagens do autofinanciamento?

Essa modalidade de financiamento permite que você faça sua compra sem precisar recorrer a empréstimos bancários. Assim, você se livra de algumas questões que oneram e dificultam o processo, como:

  • pagamento de juros;
  • pagamento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF);
  • burocracia na entrega de documentos;
  • espera pela análise de crédito;
  • necessidade de dar um valor de entrada;
  • pagamento de taxas bancárias.

Os consorciados são pessoas que querem comprar bens da mesma categoria (veículos, imóveis ou serviços, por exemplo), pagando um valor mensal à administradora para alcançar seus objetivos. Esse dinheiro forma um fundo comum, que é usado para autofinanciar cada um dos consorciados membros do grupo.

Como funciona o consórcio?

No consórcio, você escolhe a administradora para gerenciar o autofinanciamento que pretende fazer. É importante pesquisar aquelas autorizadas a funcionar, o que pode ser feito diretamente no site do Banco Central, que é o regulador do setor no Brasil. Você vai escolher:

  • o bem que quer adquirir;
  • o valor que pretende pagar por ele;
  • o prazo total de pagamento do consórcio;
  • o valor ideal das parcelas de acordo com seu orçamento.

A escolha do bem define o grupo do qual você participará. Não é possível, por exemplo, fazer um consórcio de imóveis e comprar um caminhão com a carta de crédito.

O que está incluído nas parcelas?

Ao ingressar no grupo, você dá início ao pagamento das parcelas, que incluem:

  • o fundo comum — sobre o qual já falamos;
  • a taxa de administração, que cobre os custos da gestão dos grupos.

Pode haver ainda uma taxa de seguro, que garante o pagamento das prestações em caso de acidentes (fatais ou não) e desemprego dos consorciados. Mas não é toda administradora que cobra o seguro.

Vale lembrar ainda que algumas administradoras cobram valores adicionais, como fundo de reserva e taxa de adesão, encarecendo o valor a ser pago. Sabendo disso, pesquise sobre o assunto na hora da contratação!

Como acontece a contemplação?

Enquanto paga as prestações, o consorciado participa das assembleias, ocasiões em que são dadas informações gerais sobre o andamento do grupo e também são sorteados aqueles membros que receberão a carta de crédito. Há também a possibilidade de ser contemplado ao dar um bom lance, antecipando o pagamento de parte das parcelas.

Com a carta em mãos, você está pronto para adquirir seu bem! Se você parar para pensar, vai ver que o autofinanciamento está presente tanto na ideia como na prática do consórcio: o dinheiro para o pagamento do bem sai inteiramente de suas economias e dos demais membros. Assim você não precisa contar com a ajuda de terceiros e paga muito menos!

Qual o papel da administradora?

A essa altura, você deve estar pensando: se é tão fácil, posso fazer isso com meus amigos, sem precisar de uma administradora para intermediar meu autofinanciamento, certo? Pois muita calma nessa hora!

Supondo que você queira comprar um carro de 40 mil reais, que é o valor de um bom popular atualmente. Se você reunir 20 amigos, cada um terá que pagar 2 mil reais por mês durante 20 meses. Diante desse cenário, pense:

  • se você conhece 20 pessoas idôneas em quem possa confiar por quase 2 anos;
  • se essas pessoas terão condições de pagar, sem falhar nenhum mês, uma parcela desse valor;
  • na situação do resto do grupo se um deles desistir ou não puder mais pagar as parcelas;
  • em quem vai se encarregar de guardar o fundo comum;
  • sobre como lidar com a inflação, que fatalmente abalará o poder de compra do grupo.

E esses são só alguns exemplos dos cuidados que um consórcio requer, viu? O papel da administradora é, portanto, fundamental. É ela que se encarrega de lidar com tanta responsabilidade, garante o recebimento da sua carta de crédito e mantém o poder de compra que você esperava ter no momento da contratação.

Por tudo isso, a escolha da administradora é a principal preocupação que você deve ter. O primeiro passo é considerar as mais renomadas no mercado. Veja há quantos anos a empresa atua e confira se ela tem autorização do BACEN. A administradora deve passar segurança, transparência e solidez. Lembre-se de que será a responsável por garantir a realização do seu sonho!

Pensando nisso, trate de conferir as redes sociais da empresa, analise os índices de resposta nos sites de reclamação e verifique órgãos de defesa do consumidor. Não economize na pesquisa para tomar a melhor decisão a esse respeito!

A Rodobens já está perto de completar 70 anos de atuação e tem centenas de milhares de bens entregues. Sua credibilidade garante que uma operação em todo o Brasil, levando satisfação a seus clientes. Se você deseja optar pelo autofinanciamento para economizar e conquistar seus objetivos, portanto, visite o site da Rodobens! Faça simulações de compras para descobrir o que é mais adequado para suas necessidades!

 
 

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