Contratar seguro auto: tudo o que você precisa saber

Julho 2017

14 minutos de leitura

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Muita gente acha que contratar um seguro de carro é uma questão complicada e cheia de detalhes. Mas a verdade é que, sabendo direitinho o que observar e como fazer, tudo se torna bem mais fácil. O mais importante mesmo é não ficar por aí rodando com seu carro sem seguro, pois os prejuízos podem ser enormes!

Independentemente de você ter comprado um carro zero ou um seminovo, a prioridade é garantir sua proteção e não jogar todo seu investimento fora pela simples falta de um seguro.

Você tem muitas dúvidas sobre como fazer isso? Pois não precisa se preocupar, porque estamos aqui para ajudar. Confira alguns cuidados que você deve tomar para renovar ou contratar seguro auto!

Como a cotação do seguro auto é feita?

O primeiro passo rumo à contratação consiste em cotar seu seguro. Nada de fechar negócio com a primeira empresa que encontrar, combinado? Lembre-se: o seguro não é um produto que se compra em um pacote fechado, escolhido em uma prateleira. Por isso, seu valor pode variar bastante.

Quer saber o que influencia toda essa oscilação? Podem causar essas diferenças de preço detalhes como:

  • a seguradora;
  • as coberturas;
  • o valor de mercado do carro;
  • a taxa de franquia.

E todas essas questões ainda têm variáveis próprias, viu? Uma seguradora é mais confiável que a outra, um seguro tem mais coberturas adicionais que o outro, a franquia pode ser aumentada ou reduzida e assim por diante. Somando esses fatores, o impacto no valor final pode ser bem grande.

É uma questão muito importante, então, fazer cotações e escolher o que é mais compatível com as suas necessidades. Nesse momento, uma pergunta que costuma surgir é: por onde começar a cotar?

Para começo de conversa, saiba que fazer uma boa cotação de seguro de veículos (seja de carro, moto ou caminhão) requer pesquisa. A princípio, procure online! Essa é uma forma extremamente prática e eficaz de ter acesso a informações importantes.

Nessa etapa, você vai precisar buscar por seguradoras ou corretoras que sejam mais conhecidas, renomadas, nas quais possa confiar. Não vale muito a pena economizar nesse ponto, ok? Não se esqueça que uma boa seguradora mostra seu valor quando você mais precisa dela. Se você não tiver muitas referências, tente:

  • buscar nas redes sociais para ver a avaliação dos usuários;
  • procurar referências em sites de reclamação;
  • informar-se no PROCON sobre quais têm melhores índices de atendimento;
  • perguntar a amigos e pessoas de confiança sobre a contratação do seguro auto deles e a qualidade do atendimento pós-venda;
  • consultar conhecidos que já passaram por algum sinistro (quando você precisa acionar o seguro devido a uma batida ou a um acidente) para saber se tiveram dificuldades.

Aqui também vale lembrar que é a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) quem regulamenta esse mercado. Recorra ao site da instituição para consultar a lista de seguradoras e corretores que estão autorizados a operar no país. É mais que prudente dar esse passo para evitar cair em ciladas.

Com as opções iniciais anotadas, tente fazer simulações com diferentes condições. Nessa etapa, você vai se deparar com pontos importantes que precisam ser informados. Alguns deles você pode escolher, enquanto outros, não.

É importante colocar sempre informações verdadeiras, já que, em caso de sinistro, a seguradora vai levantar esses dados. Caso fique provado que o que foi dito na contratação não era bem verdade, o prejuízo pode sobrar para você! 

Quer saber quais são os principais pontos a informar? Veja!

Perfil do condutor principal

Há vários tipos de seguro no mercado, sendo que alguns deles tratam de forma diferente os diversos perfis dos condutores principais. Nesse caso, os preços podem mudar de acordo com:

  • idade e sexo: mulheres e pessoas mais velhas conseguem valores mais baixos por serem mais cuidadosas na direção;
  • estado civil: os casados também obtêm valores menores, pois estatisticamente causam menos acidentes que os solteiros;
  • tempo de habilitação: quem dirige há mais tempo tem mais experiência e habilidade para evitar acidentes.

A princípio, pode até parecer estranho, mas nada disso é baseado em achismos. Tudo é pensado com a ajuda de pesquisas e levantamentos que são realizados para ver qual perfil oferece mais riscos.

Nível de uso do carro

É óbvio que um veículo que fica mais tempo guardado que no trânsito tem menos possibilidades de se envolver em algum acidente. Essa avaliação ainda traz outras questões, como a segurança do lugar onde o carro fica a maior parte do tempo — na garagem, na rua ou em um estacionamento, por exemplo.

Segurança na área de circulação

Quem mora ou trabalha em bairros com maior índice de roubos de veículo ou acidentes pode, por razões evidentes, ter o valor do seu seguro auto aumentado.

Marca e modelo do veículo

A marca e o modelo do veículo contam porque influenciam no valor de mercado, certo? Na prática, é mais que isso. Sabia que um determinado carro pode ser alvo de roubos e furtos com mais frequência que outro? Pois é. Se seu carro for um dos preferidos dos bandidos, isso vai encarecer o seguro. O valor da manutenção também influencia, bem como a presença de alarmes, rastreadores e bloqueadores que podem inibir o roubo.

Quando informar esses dados e escolher as coberturas e os limites do seu seguro, você vai obter diferentes cotações. A lógica é simples: quanto menor é o risco assumido pela seguradora, menor também é o valor do prêmio (aquilo que você paga por seu seguro).

Dá para economizar ao contratar seguro auto?

É perfeitamente possível economizar na contratação de um seguro de carro! Essa economia está vinculada às coberturas que você vai escolher. Na hora da cotação, diferentes opções serão oferecidas e você vai fazer uma combinação que atenda a suas necessidades para chegar ao valor final do seguro.

Mas existem alternativas para minimizar os custos do contrato. Continue acompanhando para entender as principais possibilidades!

Franquia

A franquia é o valor mínimo para acionar o seguro. Traduzindo: caso aconteça algum incidente que traga um prejuízo menor que esse valor, é sua responsabilidade (e não da seguradora) arcar com as despesas. Por outro lado, se o valor superar a franquia, você arca com ela e a seguradora, com a diferença. Assim, quanto maior é o valor que fica sob sua responsabilidade, mais economia você consegue no seguro.

Como as seguradoras oferecem diferentes tipos de franquia, é bom que você conheça de antemão ao menos as mais comuns. E é o que você vai ver a partir de agora!

Franquia básica

É a mais comumente usada, aquela que faz o cálculo inicial do preço do seguro. Cada seguradora tem um valor diferente.

Franquia ampliada

Geralmente, corresponde ao dobro da básica. Vale mais a pena para quem quer proteger o carro contra situações de perda total. Você pode arcar com os consertos de eventuais batidinhas, pois prefere deixar o seguro mais barato e só pretende usá-lo em casos mais sérios? Então essa é a melhor opção.

Franquia reduzida

Ao contrário da ampliada, a franquia reduzida encarece o valor do seguro, porque geralmente equivale à metade da franquia normal. Assim, se você prefere pagar mais caro, mas pretende acionar a seguradora até em acidentes menores, eis a franquia certa!

Franquia isenta

Se você realmente quer chamar o seguro para qualquer conserto, vai ter que pagar mais caro. Estamos falando do seguro isento de franquia. Com essa modalidade, você não tem limite mínimo para acionar a seguradora, mas geralmente tem um máximo de ocorrências cobertas.

Coberturas

Além da franquia, as coberturas também alteram o valor do seu seguro. Elas podem ser divididas em 4 grupos, que são:

  1. partes do veículo: incluindo acessórios, carroceria, equipamentos, blindagem e kit gás;
  2. serviços: cobrindo danos a vidros, lanternas, faróis e retrovisores, além de oferecer assistência 24 horas a veículo e passageiros e, ainda, carro reserva;
  3. pagamentos em dinheiro: englobando despesas extraordinárias e diárias por indisponibilidade do veículo;
  4. ampliação de limites: oferecendo melhorias nas coberturas, como extensão de perímetro e valor de novo.

Para economizar, portanto, vale a pena escolher as melhores combinações. Basicamente, a cobertura corresponde às situações de proteção do segurado. Vamos conhecer algumas opções?

Coberturas para danos ao veículo

Essas coberturas informam o que cobrem em relação ao veículo. Podem ser do tipo compreensiva, incluindo:

  • riscos de colisão;
  • abalroamento e capotagem;
  • queda de objetos sobre o veículo;
  • danos causados por cargas transportadas;
  • danos durante transporte do veículo;
  • danos praticados por terceiros;
  • enchente, alagamento ou inundação;
  • ressacas, vendavais, terremotos, raios ou granizo;
  • explosão ou incêndio;
  • roubo ou furto (total ou parcial) do automóvel.

Podem ainda ser do tipo limitada, incluindo apenas roubo, furto e incêndio.

Coberturas para indenização integral

Sabe quando se fala em perda total? Pois é aqui que você escolhe o tipo de indenização que recebe nesses casos, que pode ser:

  • baseada em valor de mercado referenciado: paga ao segurado o total que consta na apólice, em uma tabela de referência — geralmente, a tabela FIPE é usada como referência, mas pode ter também um fator de ajuste, percentual aplicado em cima do valor de mercado para equilibrar o valor tabelado com o do veículo, já que ele pode ter itens opcionais e outras particularidades;
  • baseada em valor determinado: aqui, a indenização varia de acordo com os dados, podendo ser considerada perda parcial quando o segurado arca com a franquia e indenização integral, baseada em uma quantia fixa estipulada no contrato.

Em relação a essas coberturas, é importante dar atenção especial a 2 pontos. O primeiro deles é que os sinistros de carros novos que acontecem em até 90 dias da contratação do seguro dão direito a receber o valor de um carro zero quilômetro. Depois desse período, a cotação considera um carro usado e avalia o preço conforme ano e modelo.

O segundo ponto é que as coberturas de valor determinado têm restrições de quantias máximas e mínimas nas seguradoras, o que demanda a escolha de uma faixa. Se seu carro for recuperado antes do pagamento da indenização, você o receberá de volta. Havendo avarias, no entanto, o seguro garante os custos do conserto.

Cobertura para danos a terceiros

Se você se envolver em algum acidente que cause prejuízos a outras pessoas e, por isso, tiver que pagar indenização por danos pessoais ou materiais, essa cobertura reembolsa os gastos. Ela contempla também despesas com advogados e custas judiciais. Tudo isso levando em conta, é claro, o limite contratado.

Esse seguro também é chamado de Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V) e serve como complemento para o valor do DPVAT. Por isso, é considerada como uma cobertura para segundo risco. Se os danos causados a uma pessoa forem maiores que aquilo que o DPVAT cobre, por exemplo, o RCF-V paga a diferença até o limite da cobertura.

Acidentes pessoais de passageiros

Se ocorrer algum sinistro e no seu carro houver passageiros que precisem de atendimento médico e hospitalar ou, na pior das hipóteses, alguém vier a falecer ou sofrer invalidez permanente, a cobertura de acidentes pessoais de passageiros faz o ressarcimento de todos os gastos comprovados, também até o limite da cobertura.

Como você pode imaginar, essa também é uma cobertura de segundo risco. Para entender melhor, imagine uma situação de invalidez permanente em que fica estipulada uma indenização de 15 mil reais. Nessa hipótese, a cobertura do DPVAT é de 13.500 reais por vítima. Considerando que você contratou uma cobertura pessoal de passageiros de 10 mil reais, esse montante só cobrirá 1.500 reais complementares ao DPVAT.

Coberturas adicionais

Além dessas já citadas, ainda há coberturas adicionais que você pode contratar, pagando um prêmio para cada uma e definindo o valor máximo coberto. É possível, por exemplo, incluir proteção para:

  • acessórios, como aparelhos de som, imagem e comunicação, sejam ou não originais de fábrica;
  • blindagem;
  • vidros laterais, traseiros e para-brisas, que ficam fora da franquia quando o dano ocorre somente neles;
  • kit gás, em acidentes que atinjam o equipamento e em caso de roubo ou colisão;
  • carro reserva, com locação paga pela seguradora;
  • assistências 24 horas, como reboque, remoção médica, despachante, chaveiro, troca de pneus e outras facilidades;
  • despesas extraordinárias para emissão ou baixa de documentos na indenização integral;
  • lucros cessantes, para quem utiliza o carro a trabalho, que garante pagamento de diárias ou indenização pelos dias parados;
  • extensão do perímetro de cobertura, para quem viaja a países da América do Sul fora do Mercosul, como Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai;
  • valor de novo, que garante indenização a preço de carro zero por 180 dias a contar da data de saída do veículo da concessionária (normalmente são 90 dias).

Não se esqueça de que a contratação de coberturas adicionais ou um aumento no valor de qualquer uma delas gera um prêmio maior para o seguro do seu automóvel.

Na hora da cotação, é importante comparar todas essas condições, ok? Assim, você vai fazer a cotação entre seguros com coberturas semelhantes e não corre o risco de ter uma economia ilusória.

Há possibilidade de perda das coberturas?

Sim. E você também deve tomar o cuidado de saber quando e por que pode perder a cobertura do seguro. Fornecer informações erradas que poderiam influenciar no aceite da proposta ou no valor do seguro, por exemplo, pode ser interpretado como má-fé. Nesse caso, a seguradora pode aceitar o sinistro, prover as indenizações, mas cobrar a diferença no valor do prêmio.

Além disso, pode haver perda de cobertura do seguro auto se:

  • alguém sem habilitação legal dirigir o carro e causar um acidente;
  • o carro for usado para outro fim diferente do informado;
  • o sinistro tenha sido causado de propósito, com dolo;
  • a seguradora identificar tentativa de fraude no seguro para a obtenção de benefícios ilegais;
  • o risco for agravado de propósito pelo segurado ou motorista do veículo;
  • o acidente tenha sido causado por uso de álcool, drogas ou outras substâncias tóxicas e entorpecentes;
  • as obrigações contratuais da apólice sejam descumpridas.

Quando vale a pena acionar o seguro de carro?

Entenda desde já que o seguro auto é um investimento. Então tenha cuidado. Nada de correr para a seguradora ao primeiro sinal de necessidade! Agir com inteligência pode ser bastante econômico por 2 motivos simples:

  1. primeiramente, por não usar seu seguro à toa;
  2. em segundo lugar, porque a cada ano que você renova o seguro do carro sem sinistro sobe uma categoria e, com isso, ganha bônus.

Vamos ver algumas situações para analisar se vale ou não a pena chamar o seguro?

Meu veículo teve um pequeno dano

Se um farol foi quebrado ou o para-lama amassou, pode não valer a pena acionar a seguradora. Antes de mais nada, veja qual é seu tipo de franquia. Se o dano for próximo do valor mínimo, você vai perder (ou no mínimo reduzir) o bônus de renovação, o que possivelmente não é vantagem. Já se você é isento de franquia, avalie o custo e a quantidade de vezes que ainda tem para chamar a seguradora.

Nesse caso, antes de tomar qualquer atitude, entre em contato com a empresa, que vai indicar em qual oficina você deve levar seu carro para ser vistoriado. Não esqueça de fazer um Boletim de Ocorrência sempre que qualquer batida envolver outras pessoas e veículos.

Outro motorista sem seguro bateu no meu carro

Nesse caso, pode até ser tentador chamar a seguradora e assumir a culpa pela batida. Aí você negocia com o motorista, ele paga a franquia e fica tudo certo, não é mesmo? O problema é que essa atitude é considerada uma fraude e as seguradoras já estão acostumadas a identificá-la.

Caso sua seguradora reconstitua o acidente e veja que você não falou a verdade, pode até responsabilizá-lo criminalmente. No fim das contas, portanto, esse é um risco que não vale nada a pena.

Um manobrista bateu meu carro

O correto é que a empresa que oferece o serviço tenha seu próprio seguro contra furtos, roubos ou colisões. No entanto, se isso não acontecer, o melhor é acionar o seguro depois de fazer um Boletim de Ocorrência. Nesse caso, a seguradora vai cobrir seu prejuízo e deve cobrar da empresa responsável pelo manobrista.

De toda forma, para não pagar a franquia nem usar seu seguro, tente negociar com o dono do estabelecimento, real responsável pelo conserto do veículo.

Bebi e não tenho onde deixar o carro

Caso a seguradora alegue embriaguez do motorista, pode não pagar a indenização prevista. E mesmo que você conteste isso judicialmente, ainda vai ter uma enorme de dor de cabeça. Nesse caso, se contratou a cobertura de assistência 24 horas, acione a seguradora e evite prejuízos maiores! Do contrário, é melhor procurar um amigo que possa ajudar nesse momento.

Sempre que você pensar em acionar sua seguradora, faça primeiramente um orçamento dos custos do conserto. Só então decida o que fazer!

Quais são os cuidados na renovação?

Se você já tem um seguro e está chegando a hora de renovar, também precisa ficar de olho nos cuidados que deve tomar. Não pense que a renovação acontece automaticamente ou que sempre vai valer a pena ficar na mesma seguradora. Comece a se preparar antes do fim do seu seguro atual e fique de olho nas nossas dicas!

Não renove sem cotar

Independentemente do tempo de relacionamento que você tem com sua seguradora atual, não deixe de fazer cotações. Os valores dos seguros podem mudar muito de um período para outro mesmo dentro da mesma empresa!

Quando você cota, tem uma ideia do valor de mercado do seu seguro e sabe se ele está caro ou barato. Além disso, você pode até conseguir outro, com coberturas extras, pelo mesmo preço que pagaria na renovação do seu. Há corretoras online que fazem cotações em diversas seguradoras ao mesmo tempo, o que pode ajudar muito nesse processo.

Transfira seu bônus

Sabe o desconto que você vai acumulando com o tempo de seguro? A cada ano, ele aumenta de classe, dando um desconto maior. Mas isso não acontece somente para quem permanece na mesma seguradora. Você pode sim trocar de seguro e levar seu bônus junto!

Se tiver acontecido algum sinistro, a nova seguradora vai seguir a regra e reduzir sua bonificação. E não precisa se preocupar com acionamentos de assistência ou guincho, pois essas chamadas não geram a perda do bônus.

Atente para o prazo

Se você esperar sua apólice vencer para renovar o seguro, pode acabar perdendo o prazo. E isso gera um bocado de desvantagens. Além de correr o risco de perder seu bônus de renovação, você passa um tempo descoberto, ficando sujeito a perigos. Além disso, corre o risco de ter que fazer uma nova vistoria, ficando ainda mais tempo sem a proteção do seguro.

Pensando em tudo isso, trate de começar a cotar preferencialmente no último mês de vigência e renove seu seguro pelo menos 15 dias antes de terminar o prazo do anterior.

Pense se há mudanças a informar

Se houve qualquer alteração no seu carro ou no uso que faz dele, informe à seguradora. Dê atenção especial às mudanças que alteram o valor da cobertura do veículo e o valor do prêmio. Uma mudança de endereço pode causar variações desse tipo, além de casamento, divórcio ou alteração dos hábitos de uso do carro.

Instale equipamentos de segurança

Você lembra que dissemos que rastreadores e alarmes podem reduzir o risco e, por isso, o valor do seguro? Então que tal fazer um orçamento para ver se vale a pena investir nesses equipamentos? Assim, você vai ter uma segurança extra, além de possivelmente conseguir uma redução de até 20% no prêmio.

Sabia que algumas seguradoras instalam rastreadores gratuitamente no carro para minimizar os próprios riscos? É uma dupla vantagem.

Tenha cuidado na troca de carro

Se você tiver uma apólice vigente e trocar de carro, faça o seguinte: cote em algumas seguradoras o valor de um seguro novo para o carro recém-comprado. Feito isso, avalie o custo para adaptar seu seguro atual para o novo veículo. Depois, é só analisar o que vale mais a pena!

Se for mais econômico alterar o atual, sua corretora pode endossar a apólice, informando as mudanças. Caso o valor do seguro seja mais baixo do que vem pagando, você tem direito ao desconto correspondente.

Como cotar um seguro de carro online?

Você pode até conseguir cotar um seguro pela internet, mas é aconselhável entrar em contato com a seguradora ou corretora mesmo. As cotações online oferecem condições menos personalizadas, fazendo com que você acabe se baseando em um cenário equivocado. Para que uma simulação seja mais completa, você precisa informar dados como:

  • marca e modelo do veículo;
  • ano do modelo e da fabricação;
  • presença de itens de segurança — como alarme, bloqueador de ignição, rastreador e assim por diante;
  • condições de compra — se está quitado ou financiado e se tem alienação fiduciária;
  • presença de itens como blindagem e kit gás;
  • remarcação do chassi;
  • local de guarda — endereço e tipo, como garagem, rua ou estacionamento, e controle de acesso;
  • utilização do carro — trabalho, faculdade, comercial ou lazer;
  • quilometragem percorrida por dia.

Além disso, podem ser solicitadas informações sobre o motorista principal, o titular do seguro e o proprietário, caso sejam pessoas diferentes.

Na maioria das vezes, você deve fornecer seus dados de contato, mas não se intimide por isso! Ao falar diretamente com a empresa, você tem mais opções para negociar e saber quais são as alternativas mais atrativas.

Com essas dicas, você já sabe não só como fazer a cotação, mas conhece todo o processo de contratar seguro auto e, claro, as possibilidades de uso. Lembre-se de que esse investimento deve ser bem pensado antes, durante e depois da contratação.

Que tal buscar mais informações com quem entende do assunto? Entre em contato com a Rodobens agora mesmo e veja quanto sai seu seguro de carro!

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