Custo total de propriedade: saiba se investir em frota é uma boa aposta

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Ainda que a terceirização seja uma opção cada vez mais explorada, ainda é comum que muitos empresários e administradores optem por uma frota própria. Na prática, quem faz essa escolha precisa se esforçar para reduzir gastos, a fim de não afetar a saúde financeira da empresa.

Especialmente nesse cenário, é importante entender o conceito de custo total de propriedade, que permite ir além dos custos básicos para a manutenção de uma frota, construindo uma visão completa sobre a efetividade do investimento em veículos próprios.

Acompanhe os próximos tópicos para conhecer agora mesmo todos os detalhes sobre o cálculo desse indicador!

O que é custo total de propriedade?

Normalmente citado por meio da sigla TCO, que vem do inglês Total Cost of Ownership, o custo total de propriedade é um indicador que tem como objetivo servir de ferramenta de análise para todos os custos envolvidos na aquisição e manutenção de um produto, equipamento ou serviço.

Com a análise feita, é possível verificar se determinado investimento traz retornos positivos ou negativos para o negócio de forma a, se necessário, tomar atitudes para redimensionar esses custos. Lembrando que, no nosso cenário, o investimento seria a aquisição e a manutenção de uma frota própria.

Como calcular o TCO?

Na verdade, não existe uma regra estabelecida ou mesmo uma fórmula universal que permita o cálculo do custo total de propriedade. O que muda de acordo com cada cenário são os aspectos incluídos na conta. Em geral, são considerados 3 fatores principais: aquisição, implementação e manutenção. Entenda!

Custos de aquisição

Esse item engloba o valor total gasto com a aquisição dos equipamentos e tudo o que será necessário para mantê-los em funcionamento. Em uma frota, isso vai além dos veículos, envolvendo também peças, manutenção da estrutura física de armazenamento e qualquer outro ponto indispensável para o bom funcionamento logístico da empresa.

Custos de implementação

Os custos de implementação, por sua vez, englobam todas as despesas necessárias para que as novas aquisições comecem a ser utilizadas. Exemplos de custos de implementação em uma frota são softwares de gestão.

Custos de manutenção

Por fim, temos os custos de manutenção. Como o próprio nome já diz, são as despesas decorrentes da manutenção da frota em bom estado de funcionamento, incluindo combustível, seguros e até mesmo o tempo gasto na administração dos veículos.

Outra forma de categorizar os custos é separando-os como diretos ou indiretos. Os diretos são aqueles quantificáveis, enquanto os indiretos não são mensuráveis. Além disso, o cálculo do TCO precisa considerar a depreciação dos veículos e por quanto tempo eles serão capazes de dar retorno financeiro antes de ser preciso fazer sua substituição.

Por que analisar esse indicador?

Como dissemos, a análise do custo total de propriedade é essencial para verificar se o investimento em uma frota própria é ou não um bom negócio. E como esse indicador leva em consideração diferentes aspectos, consegue fornecer uma visão completa da efetividade das escolhas na hora de investir o dinheiro.

Imagine, por exemplo, que na hora de adquirir veículos novos você opte por modelos mais baratos, mas que, apesar disso, gastam mais combustível, demandam mais reparos e se depreciam mais rapidamente. Assim, por mais que o custo de aquisição seja menor, as despesas extras impactarão nos custos de manutenção, elevando o TCO.

O que você tem que entender é que o custo total de propriedade oferece informações qualificadas para tomadas de decisão mais inteligentes sobre a gestão da frota, valorizando cada centavo aplicado no negócio.

Por fim, que tal aproveitar para conhecer um passo a passo completo para montar uma frota de veículos corporativos? Confira nossas dicas neste outro post!

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