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    Esclarecemos 6 dúvidas sobre seguro para motos

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    A compra de um bem sempre exige sacrifício e planejamento financeiro, certo? Exatamente por isso, depois de adquirir sua moto, você precisa pensar em soluções para preservar esse investimento. Neste post, vamos falar sobre a principal ferramenta usada para esse fim: o seguro para motos. Você tem dúvidas sobre esse serviço? Então chegou a hora de esclarecê-las. Confira!

    1. Algum seguro para motos cobre roubo?

    Em geral, as apólices de seguro para motos incluem proteção contra furto, roubo e colisões, com esse tipo de seguro padrão variando entre 30% e 40% do valor da moto. No entanto, é possível contar com uma proteção específica contra roubos e furtos. Nesse caso, o valor cai para cerca de 20% a 30% do valor da moto.

    2. A cilindrada impacta o valor do seguro?

    A quantidade de cilindradas pode ser usada como um dos fatores para o cálculo da apólice. Aliás, algumas seguradoras nem trabalham com motos com menos de 300 cilindradas! Modelos esportivos também podem apresentar valores mais altos. Já os tipos custom, como as Harley-Davidsons, apresentam uma cotação mais convidativa, uma vez que são usadas majoritariamente para lazer.

    3. Como funciona a proteção contra acidentes?

    O seguro para motos também inclui assistência contra colisão e incêndio. No entanto, como a moto não é capaz de causar tantos danos quanto um carro ou um caminhão, o valor para ressarcimento a terceiros atingidos é relativamente menor. Para modelos de baixa cilindrada, esse valor ficar próximo de 20 mil reais, enquanto os de maior cilindrada podem chegar a 50 mil.

    4. Que ofertas adicionais podem ser contratadas?

    Como falamos, os pacotes mais básicos podem cobrir apenas furtos e roubos, mas é possível sim adicionar proteção contra acidentes, danos a terceiros e incêndios. Algumas seguradoras também oferecem itens específicos, como o subsídio para a instalação de localizadores ou descontos em oficinas — tanto para consertos como para revisões preventivas ou periódicas.

    5. O perfil do condutor importa para a seguradora?

    O perfil do assegurado é sempre avaliado, seja para quem procura proteção para moto, carro ou ônibus. No caso dos motociclistas, a primeira informação levada em conta é a idade. Até 24 anos, o perfil é considerado de risco. Quem já tem mais tempo de carteira, por outro lado, pode conseguir apólices mais vantajosas.

    No momento da cotação, também é avaliado o histórico do condutor. Nessa etapa, não ter recebido multas ou não ter se envolvido em acidentes surge como um diferencial e tanto. Algumas seguradoras também podem oferecer preços diferentes baseados no estado civil do motociclista. Nesse caso, os casados pagam menos.

    6. A localização do condutor é usada?

    O CEP do motociclista impacta sim no valor do seguro. Afinal, as seguradoras fazem uma análise estatística de quais localidades podem ser mais perigosas, podendo aumentar o valor da apólice com base nisso. Em geral, os CEPs mais caros são os das grandes metrópoles.

    Além disso, é preciso descrever direitinho qual é o uso da moto e em quais locais o condutor costuma circular. Trafegar frequentemente com a moto em locais considerados de risco (como portas de faculdade) pode, assim, encarecer um pouco o seguro. Por outro lado, quem usa a moto apenas no fim de semana pode conseguir bons descontos!

    Por fim, se quer acompanhar mais informações sobre seguro para motos e outros serviços para seu automóvel, siga nossos perfis no Twitter, no Facebook e no Instagram!