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Solucione de uma vez por todas suas maiores dúvidas sobre consórcio

abril 2018

15 minutos de leitura

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Comprar um carro, uma casa ou uma moto. Fazer uma viagem, uma cirurgia, uma festa ou uma reforma. Tudo isso é possível por meio do consórcio. E o melhor? Gastando muito menos que se optasse por um financiamento bancário! Na prática, porém, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre consórcio.

De fato, é preciso entender todo o processo para ter certeza do quanto o consórcio pode ajudá-lo a realizar seus sonhos. Ao contrário de financiamentos e empréstimos, o foco do consórcio é ajudar as pessoas a conquistar objetivos com o menor custo possível. E isso faz com que você não pague 2 ou até mais vezes o valor do bem, como acontece nas operações bancárias.

Mas, a bem da verdade, o consumidor só se sente realmente seguro para entrar em um negócio quando ele conhece seu funcionamento, não é verdade? Assim, se você não sabe muito sobre o consórcio ou ainda tem dúvidas a seu respeito, vai mesmo ficar com o pé atrás. O detalhe é que, assim, você perde ótimas oportunidades de conquistar seus objetivos da forma mais econômica possível.

Exatamente por isso é que resolvemos preparar este post especial para tirar todas as suas dúvidas sobre consórcio. Entendendo como essa modalidade funciona e quais são suas vantagens, ficará fácil perceber por que ele é a primeira opção de inúmeras pessoas. Então vamos lá?

O que é um consórcio?

Trata-se basicamente de um grupo de pessoas que se reúne para alcançar um objetivo em comum. Por isso mesmo, quando você busca uma administradora, ela oferece a cota de um grupo. Esse grupo tem um número definido de membros que compartilham do desejo de adquirir o mesmo bem ou contratar o mesmo serviço, seja:

Existem inclusive consórcios para aquisição de aeronaves e veículos marítimos, sabia? Tudo vai depender de suas metas pessoais e do seu orçamento mensal. O valor do bem ou serviço que você pretende adquirir é definido junto à administradora, na hora da contratação do consórcio. Da mesma forma, você escolhe o período de pagamento. Assim, o valor desejado é dividido em parcelas, conforme o prazo estabelecido.

Pode acreditar: sabendo exatamente o que é um consórcio, você vai descobrir que ele pode ajudá-lo a conquistar sonhos em todas as áreas da sua vida. Então continue acompanhando para saber mais!

O que é a administradora?

A administradora é uma empresa que funciona como intermediadora, organizando os grupos, recebendo o dinheiro dos participantes e o aplicando para garantir sua valorização durante o prazo de pagamento — dessa forma, a quantia acumulada não será prejudicada pela inflação.

A administradora organiza assembleias mensais entre os consorciados para passar informações e fazer o sorteio das cotas que serão contempladas. Também é dela o papel de enviar os boletos, controlar os pagamentos e organizar tudo referente aos grupos vigentes.

Os consórcios têm juros?

Não há pagamento de juros no consórcio, mas ele tem alguns outros custos. A taxa de administração é o principal, cobrada por todas as administradoras. É um percentual cobrado sobre o valor do consórcio, que serve para cobrir os custos da manutenção das atividades da administradora, desde o pagamento de funcionários à organização das assembleias.

Além disso, há o seguro prestamista, que pode ou não ser cobrado pela empresa. Nesse caso, cada consorciado paga para garantir a saúde financeira do grupo se por acaso houver falecimento ou impossibilidade por qualquer outro motivo de algum consorciado. Já que todos os membros do grupo contribuem para formar o saldo comum, quem deixa de pagar prejudica os resultados do todo.

Dependendo da administradora, pode haver mais algum acréscimo, como para um fundo de reserva, que corresponde a um saldo extra para cobrir eventuais custos não previstos. Existe também a taxa de adesão, que algumas empresas cobram quando a pessoa entra no grupo. É preciso sempre ter cuidado com esses valores, pois eles podem tornar seu consórcio mais caro.

As parcelas têm valores fixos?

Na verdade, as parcelas podem tanto aumentar como diminuir de valor. Isso não tem nada a ver com juros, mas com a valorização ou a desvalorização do próprio dinheiro. Lembre-se, afinal, de que a inflação influencia no valor do bem ou serviço desejado.

Imagine que você está fazendo um consórcio de moto. Quando adquire sua cota, o valor é definido de acordo com o preço do modelo que você pretende comprar. Aí você paga alguns meses, é sorteado e recebe sua carta de crédito. Vamos comprar a moto? Pois agora pense que, ao chegar na loja, você percebe que o modelo aumentou de preço. Isso acontece porque os bens ficam mais caros e o dinheiro perde valor com a inflação!

Para evitar que isso aconteça, o consórcio é reajustado (para mais ou para menos) sempre que o cenário econômico muda. Mas a alteração de valor não é aleatória, ok? Na verdade, ela obedece a um índice que representa a inflação sobre o bem ou serviço. Pode ser, por exemplo:

  • o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), no caso de consórcios de imóveis;
  • o Índice Geral de Preços de Mercado (IGPM), para consórcios de serviços;
  • o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no caso de consórcios de veículos.

Em alguns casos e para algumas administradoras, sempre que a montadora informa aumento no modelo de um carro ou de uma moto, por exemplo, o valor do consórcio é adaptado à nova realidade. Por isso, mesmo que você já tenha sido contemplado com seu bem, o preço das parcelas restantes se altera, a fim de garantir o poder de compra de todos os membros do grupo.

Essa é uma forma de tornar o consórcio mais justo para todos. Mas não se preocupe, porque mesmo com a possibilidade de reajuste, a dúvida entre financiamento ou consórcio ainda tem uma resposta clara: é muito mais barato conquistar seus sonhos contratando um consórcio do que apelando para os bancos.

Quem tem nome sujo pode fazer consórcio?

A existência de restrições em cadastros como Serasa, por exemplo, não impede ninguém de ingressar em um grupo de consórcio. Qualquer pessoa pode dar início a seus projetos e, diferentemente dos financiamentos bancários, não é preciso aprovar cadastro ou comprovar uma renda mínima.

No consórcio, você só precisa se preocupar em organizar sua documentação e estar com o nome limpo no momento da contemplação, quando for receber sua carta de crédito. Isso é bom porque, enquanto paga as parcelas, tem tempo suficiente para negociar seus débitos e ajeitar sua vida financeira.

O que acontece no caso de inadimplência?

Como você viu até aqui, o consórcio é uma forma de poupar em grupo. Por isso, quando um consorciado atrasa seu pagamento, todos os demais membros ficam prejudicados. O ideal, portanto, é evitar ao máximo passar por isso, seja antes ou depois da contemplação.

A situação ficou complicada? Vale a pena entrar em contato com a administradora para tentar uma negociação. É possível, por exemplo, diminuir o valor da carta de crédito e ficar com prestações mais baixas, de modo a atrapalhar o orçamento.

Para você ter uma ideia, quando um consorciado atrasa suas parcelas, algumas medidas são tomadas para garantir a segurança e o direito dos demais membros do grupo. Entre outras consequências, o inadimplente:

  • fica impedido de votar nas assembleias ou de dar lances;
  • paga juros e multas sobre as parcelas atrasadas;
  • pode ter sua contemplação cancelada se ainda não tiver usado a carta de crédito;
  • pode até perder o bem que conquistou se já tiver usado o crédito;
  • corre o risco de ser excluído do grupo caso não tenha sido contemplado.

Dependendo da administradora e das regras do contrato, o consorciado excluído do grupo por motivos de inadimplência só vai receber de volta o valor das parcelas pagas depois que o grupo for completamente finalizado e todos os membros ativos devidamente contemplados. Ele ainda pode perder uma parte do valor como penalidade, se isso estiver previsto no contrato.

Como funciona um consórcio?

Quando você decide ingressar em um grupo de consórcio, começa logo a pagar as parcelas. A partir do primeiro mês, iniciam-se também as assembleias. Nelas, são passadas informações importantes sobre o consórcio, mas o ponto alto mesmo é a realização dos sorteios, que definem quem vai receber a carta de crédito naquele mês.

O que é a carta de crédito?

A carta de crédito é um documento que equivale ao valor do bem ou serviço que você escolheu. Com a carta em mãos, você define o modelo, a marca e as condições que preferir, mas é a própria administradora quem providencia o pagamento. Como o fornecedor recebe sua contrapartida à vista, você pode até negociar descontos e conseguir condições melhores.

Quem tem direito à carta de crédito?

Cada consorciado que está com suas parcelas em dia pode participar dos sorteios e dar lances, que funcionam basicamente como leilões. Suponhamos que você tem um dinheiro extra e quer antecipar algumas parcelas. Nesse caso, você avisa a administradora, antes da respectiva assembleia, que quer ofertar um lance. Quem oferece o maior valor é contemplado com a carta de crédito.

Como funciona o lance?

O lance pode ser feito em 3 modalidades diferentes:

  1. fixo: em que você oferta um valor estabelecido, que pode equivaler a 50% ou 25% do valor do crédito, por exemplo — isso varia em cada administradora;
  2. livre: o valor não é definido, podendo-se oferecer qualquer montante, de acordo com suas condições financeiras;
  3. embutido: você usa parte da carta de crédito para completar o valor do lance e aumentar suas chances de contemplação — nesse caso, se contemplado, o consorciado recebe o valor da carta diminuído dessa fatia.

Em todos os casos, vencem os consorciados que fizerem as melhores ofertas. Se houver empate, o critério para escolher o vencedor é o número da cota contemplada no sorteio: a que chegar mais perto, vence. Quem dá um lance, mas não sai vencedor não precisa pagar o valor ofertado. Pode, assim, juntar mais um pouco para melhorar suas chances nas próximas assembleias.

Vale ressaltar: no lance embutido, sua carta de crédito fica com valor reduzido. Suponhamos que o valor inicial era de 50 mil reais. Se você usou 10 mil para dar o lance embutido, a carta recebida valerá 40 mil. Por isso, é importante avaliar o negócio que você pretende fazer a fim de garantir que ainda será possível comprar o bem que almeja com esse corte.

Um aviso: você não pode fazer um consórcio de carros e, depois, mudar totalmente de ideia, querendo comprar uma moto, ok? Você é livre sim para escolher marca e modelo, mas não para mudar o tipo de bem combinado lá atrás, na contratação do consórcio.

Onde acontecem as assembleias?

Cada administradora determina o lugar para realizar suas assembleias, mas, hoje em dia, muitas já estão migrando para o ambiente virtual. Nas empresas mais atualizadas, é possível acompanhar a assembleia do consórcio pela internet e ofertar lances diretamente do seu computador.

Além da comodidade proporcionada, outro lado bom dessa modernização é o registro das informações, já que os vídeos de cada assembleia ficam guardados, disponíveis para consulta. E o mesmo acontece com o histórico das cotas contempladas. É a transparência em seu grau máximo!

O bem fica em nome de quem?

Quando um consorciado é contemplado e usa seu crédito, o bem fica no seu nome, mas permanece alienado fiduciariamente à administradora. Isso significa que, nos seus documentos, existe uma observação que diz que ele não pode ser vendido ou negociado. Não é possível, assim, transferi-lo para outro titular. Ele só fica livre desse vínculo quando o consórcio é finalizado, com todas as parcelas pagas.

Essa é uma forma de garantir que cada consorciado continue pagando suas mensalidades, Afinal de contas, se ele atrasar, perde o que conquistou com tanto esforço, o que não é interessante para ninguém. Pense bem:

  • não é bom para o consorciado, que fica sem seu sonho;
  • não é bom para a administradora, que precisa passar por processos legais e burocráticos para não atrapalhar os outros membros;
  • não é bom para os demais consorciados, que podem ter seu grupo prejudicado.

No entanto, se você quiser vender o bem, pode quitar o restante das parcelas, por exemplo, liberando-o para negociação e, posteriormente, para a transferência.

Qual o prazo para a contemplação?

Um consorciado pode ser contemplado tanto no primeiro mês como no último. Por isso, em geral, saiba: não dá para ter pressa com o consórcio. O ideal é se planejar e organizar seu orçamento para comprar o que você quer com segurança, sem se sujeitar a juros altos. Organização financeira ajuda qualquer um a economizar!

É claro que, se você der um bom lance, pode adiantar sua contemplação. Mas também não é garantido que isso vai acontecer em um prazo específico. Assim, se alguém oferecer a você a certeza de rápida contemplação em consórcio, desconfie logo, porque todos têm as mesmas chances.

Quais são os tipos de consórcio?

São vários os tipos de consórcio, que se dividem em 2 grandes grupos: para a aquisição de bens e para a contratação de serviços. No primeiro caso, podem ser comprados imóveis ou veículos automotoresmarítimos, aéreos e terrestres. É possível comprar um avião em um consórcio? Sim, desde que você encontre uma administradora que ofereça essa modalidade e tenha dinheiro para pagar as parcelas!

Por outro lado, o consórcio de serviços permite que você realize algo que deseja muito, mas que não tem condições de pagar à vista, como:

Lembrando que, mesmo no caso do consórcio de serviços, você não recebe o dinheiro livremente em sua conta. Você tem o crédito liberado, mas é a administradora quem se encarrega de realizar os pagamentos. Nessa dinâmica, portanto, você só tem que se preocupar em escolher onde pretende usar seu crédito!

Como ser contemplado no consórcio?

Como você já aprendeu aqui, a principal forma de contemplação se dá por sorteio, que acontece em uma assembleia mensal. É simples: o consorciado que tiver a cota com aquele número é o grande sortudo do mês. Mas ainda há os lances, certo? Nesse caso, você se prepara, junta um dinheiro extra e faz uma oferta entre as modalidades disponíveis. Se fizer a melhor proposta, conquista sua carta de crédito!

Como dar um lance vencedor?

Cabem aqui algumas dicas para você dar seu lance no momento certo, sem desperdiçar oportunidades. 13º salário, restituição do Imposto de Renda, abono do PIS ou férias: se possível, guarde tudo na caixinha para tentar dar um lance imbatível. O detalhe é que muita gente pensa do mesmo jeito. Por isso, as épocas em que esses saldos são liberados ficam repletas de lances.

A estratégia, então, é observar o movimento do seu grupo. Avalie quantas pessoas estão ofertando e quais são os valores. Deixe para tentar quando tiver mais possibilidades de vencer. Fique de olho na média de ofertas e surpreenda, dando um lance superior em um momento mais calmo.

É possível usar o FGTS para dar lance?

O seu Fundo de Garantia só pode ser usado para compra de casa ou apartamento residencial, bem como para fazer reformas em um imóvel próprio. Nessas condições, você tanto pode usar seu FGTS para amortizar as parcelas como para dar (ou completar) um lance, aumentando suas chances de contemplação.

Quais as vantagens de dar um lance?

Além de ser uma chance de acelerar sua contemplação, dar um lance provoca outras mudanças em seu consórcio. Como você está reduzindo o saldo restante, diminuirá o valor das parcelas ou o prazo de pagamento. Assim, uma parte maior do orçamento fica livre para resolver outras questões, como:

  • organizar a documentação do bem;
  • fazer vistorias e manutenção;
  • repensar o orçamento, incluindo gastos como combustível para o novo carro.

A contemplação é um momento único, em que você finalmente vai receber aquilo que tanto sonhou. Dar um lance é uma boa possibilidade de acelerar o processo e até de ajudá-lo a se adaptar à nova rotina. Quer coisa melhor?

O que fazer após ser contemplado no consórcio?

Então você finalmente foi contemplado no consórcio. Essa é uma excelente notícia, não é mesmo? Agora é hora de arrumar a documentação e receber sua carta de crédito!

Qual a documentação básica?

O primeiro passo é reunir:

  • ficha cadastral da administradora preenchida e assinada;
  • cópias da identidade (RG ou CNH) e do CPF;
  • comprovante de renda atualizado.

O comprovante de renda atualizado normalmente pode ser a última declaração do Imposto de Renda com recibo de entrega ou os 3 contracheques mais recentes, para quem trabalha de carteira assinada. Nesse caso, leve também cópia da sua carteira de trabalho, somente daquelas páginas que contêm sua foto, sua qualificação civil e seu último registro.

Nesse momento, pode acontecer de a administradora requerer um fiador na busca por garantias de que o consórcio continuará a ser pago depois da contemplação. Nesse caso, o fiador deve apresentar a mesma documentação.

Depois dessa fase, você recebe sua carta de crédito e pode partir para a procura do bem ou serviço que deseja adquirir. Só lembrando que o negócio não é fechado diretamente por você. É a administradora quem faz a intermediação com o vendedor. Cabe a você apenas escolher o que deseja e onde será comprado.

Que documentos são exigidos no consórcio de veículos?

Tendo definido essas questões que acabamos de citar, também será preciso apresentar a documentação específica para cada tipo de consórcio. No caso de um carro, por exemplo, você envia os dados do veículo, incluindo marca, modelo, ano e número do chassi. Depois, a administradora avalia as informações e autoriza o faturamento.

A partir daí, você também deve apresentar a cópia do Documento Único de Transferência (DUT), a original da nota fiscal, a nota promissória e o contrato de alienação fiduciária devidamente assinados, sendo que o último precisa de firma reconhecida em cartório.

Qual a documentação exigida no consórcio de imóveis?

Já para o consórcio de imóveis, tanto o comprador quanto o vendedor devem apresentar os documentos solicitados, que incluem certidões negativas de ações judiciais (cíveis, fiscais ou trabalhistas) que possam afetar o imóvel e prejudicar a negociação. Em geral, os documentos pedidos são originais e cópias de:

  • escritura pública;
  • matrícula do imóvel atualizada — com validade de 30 dias;
  • certidão negativa de débitos municipais;
  • certidão do estado civil atual;
  • certidão de valor venal.

Quando o consórcio é usado para reforma, deve-se apresentar a planta aprovada, o memorial descritivo, o alvará e o cronograma da obra.

Que documentação é necessária no consórcio de serviços?

Como os serviços incluídos variam conforme o caso, é prudente verificar junto à administradora qual a documentação necessária para usar sua carta de crédito. Em geral, devem ser apresentadas as respectivas notas fiscais. Não se esqueça que as empresas emissoras e a descrição dos serviços prestados precisam ser compatíveis com o que foi contratado no consórcio.

Em qualquer modalidade de consórcio, se o bem ou serviço que você deseja adquirir for mais caro que o valor da carta, você pode completar com recursos próprios. Por isso, tenha bastante atenção na escolha e faça um planejamento financeiro detalhado a fim de garantir que isso não atrapalhará seu orçamento familiar.

Depois de tudo isso, esperamos ter retirado todas as suas dúvidas sobre consórcio. Claro que sempre há mais a aprender, mas você pode saber tudo acompanhando o blog da Rodobens! Sempre publicamos novos conteúdos sobre organização financeira e outros assuntos igualmente importantes para estar a seu lado na realização de todos os seus sonhos.

Se preferir, entre em contato conosco! Temos profissionais disponíveis para esclarecer qualquer dúvida que ainda tenha ficado sobre consórcios.

 

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