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    Se você já passou pela experiência de comprar ou vender um carro seminovo, certamente já ouviu falar sobre a tabela FIPE. Essa ferramenta é utilizada como referência para definir o valor médio dos veículos comercializados no Brasil.

    Apesar de sua popularidade e ampla utilização, a metodologia ainda gera certa desconfiança entre os consumidores. Por isso, criamos este guia com as 5 principais dúvidas respondidas para uma melhor compreensão sobre o assunto. Confira:

    1. O que é a tabela FIPE?

    Criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas com o objetivo de definir um critério de valores para a negociação de carros, motos, caminhões e utilitários, a tabela considera as características principais dos veículos, como modelo, ano e potência.

    O instituto atualiza as informações mensalmente, ou seja, a cada mês o bem pode ter seu valor aumentado ou declinado. Além disso, fatores como localização, quilometragem, condições do veículo, entre outros, não são considerados. Ou seja, a tabela funciona como um parâmetro para os valores, mas outros elementos também podem influenciar no preço final do negócio.

    A tabela ainda é utilizada como referência para determinação de valores para apólices de seguro e demais taxas, como o IPVA. Assim, além de servir como base para as negociações, a tabela também é aplicada em casos de sinistro, como roubos do veículo e consertos em casos de acidentes.

    2. Como são determinados os valores da tabela FIPE?

    Para chegar ao valor médio de mercado de um veículo, a Fundação analisa os registros de negociações realizadas no último mês em todos os estados do Brasil, excluindo as operações com valores muito acima ou abaixo da média.

    Essas pesquisas são realizadas em lojas, revendedoras, sites especializados e até em classificados de compra e venda de veículos de todo o país.

    As análises são feitas levando em consideração o ano, a marca e o modelo do veículo, e não considera os opcionais ou a conservação do bem, por exemplo. Além disso, o ano do modelo tem mais valor que o ano de fabricação. Isso explica porque um veículo fabricado em 2017, modelo 2018 tem um preço de revenda maior que outro com fabricação e modelo 2017.

    3. Como usar a tabela FIPE?

    Em uma negociação, a tabela FIPE pode ser um fator de discussão entre as pessoas envolvidas, já que o vendedor geralmente busca valorizar o seu veículo, enquanto o interessado na compra sempre tenta negociar por um valor menor.

    Nesse caso, a tabela deve funcionar como uma base para o negócio entre o vendedor e o comprador. O objetivo é chegar a um meio-termo em que as duas partes fiquem satisfeitas com o resultado final.

    No entanto, o índice não deve substituir a pesquisa de mercado. Na hora de comprar ou vender, é recomendado consultar os valores anunciados pelas revendas ou pelos classificados, pois alguns fatores podem influenciar no valor final, como conservação, quilometragem, cor, etc. Assim, a tabela deve funcionar como uma complementação para essa pesquisa.

    4. Como pesquisar o valor de um veículo?

    Antigamente, era possível consultar a tabela FIPE em jornais e revistas especializados em carros. As listas eram enormes e era preciso paciência para encontrar o modelo desejado.

    Hoje em dia, com o amplo alcance da internet, realizar a pesquisa ficou muito mais fácil. O interessado precisa apenas digitar o modelo e ano de sua preferência na ferramenta de busca do site da FIPE.

    5. Qual a relação entre a tabela FIPE e o mercado?

    O uso da tabela não é obrigatório para revendedores, concessionárias e vendedores particulares realizarem seu negócio, mesmo ela estando vinculada a uma instituição de referência.

    No entanto, sua utilização é extremamente bem-aceita no mercado, tanto para negócios de compra e venda, como para cotação de seguros. Ou seja, o índice é uma ferramenta estratégica e segura para as negociações e avaliações.

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