É possível comprar um carro usado a partir de consórcio?

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O consórcio para comprar carro usado ou seminovo é uma forma eficaz de conseguir essa aquisição sem pagar taxas mais altas do que é cobrado no mercado — que elevam bastante o valor do veículo. Embora vários optem pelos veículos novos, há quem observe muitas vantagens nos mais antigos. Melhor ainda é comprar um carro usado a partir de um consórcio com a Rodobens.

Este post fala justamente sobre a possibilidade de comprar carro usado por meio de um consórcio e quais são as vantagens e desvantagens dessa opção. Confira!

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Como funciona o consórcio para comprar carro usado?

Essa modalidade de consórcio não difere muito do consórcio de carros novos. O cliente faz parte de um grupo de consorciados que é organizado por uma administradora sujeita às exigências do Banco Central. O consorciado paga as prestações mês a mês e recebe a carta de crédito para aquisição do veículo quando for contemplado.

Em alguns casos, você só pode solicitar sua carta de crédito após o término do contrato. Mas também é possível oferecer o valor da venda do seu carro usado para antecipar parcelas, passando a concorrer para ser contemplado mais rapidamente. Sim, estamos falando dos lances. Para isso, é importante verificar as condições com a administradora antes de fechar o negócio.

O que deve ser observado antes de contratar um consórcio de carros seminovos ou usados?

Nessa modalidade de consórcio, é preciso dar atenção a alguns pontos específicos. Confira agora alguns dos mais importantes!

Tenha atenção ao contrato

Leia atentamente todas as regras descritas no contrato e não assine caso tenha qualquer dúvida. Dê atenção especial aos seguintes pontos:

  • verificar se a administradora atende às exigências do Banco Central;
  • consultar as informações da empresa, usando seu CNPJ;
  • analisar as condições referentes à contemplação;
  • avaliar se o contrato está de acordo com a propaganda;
  • desconsiderar promessas verbais — tudo o que for relacionado ao consórcio deve estar devidamente previsto em contrato.

Avalie o veículo

Ao ser contemplado com a carta de crédito, é importante verificar o veículo a ser adquirido. É recomendável levar com você um mecânico de confiança, que tenha conhecimento técnico suficiente para verificar problemas ocultos. Dê atenção aos seguintes aspectos:

  • danos aparentes no veículo, como vidros trincados e ferrugem;
  • fechamento inadequado das portas (empenamento);
  • ausência dos equipamentos de segurança ou presença de itens fora da validade;
  • número de chassi do veículo diferente daquele que consta no documento;
  • situação ilegal do veículo.

Quais são as vantagens de comprar carro usado ou seminovo?

Comprar carro usado oferece várias vantagens em relação à aquisição de um novo. Ainda tem dúvida? Então, confira agora mesmo alguns benefícios!

Preço

Talvez essa seja a principal vantagem da compra dessas categorias. Lembre-se de que os veículos têm uma alta taxa de desvalorização. Assim, mesmo pouco tempo depois de comprar um zero-quilômetro, seu valor cai substancialmente — pelo menos em 10%.

Portanto, com o mesmo valor de um carro novo é possível comprar um seminovo de modelo mais moderno e completo. Para tomar uma decisão melhor, porém, é importante analisar quais são as oportunidades no mercado e identificar qual é o melhor custo-benefício para seu planejamento.

Seguro

O valor do seguro de um usado é menor que o valor cobrado no caso de um carro novo. Como ele será cobrado anualmente, essa diferença pode ser bastante relevante ao longo do tempo. Para entender melhor como funciona um seguro para esse tipo de veículo, e quais cuidados tomar antes de efetuar a contratação, veja o tópico dedicado a esse assunto mais abaixo neste texto.

Documentação

A economia ao comprar carro usado ou seminovo não se resume aos valores do veículo e do seguro. O custo para regularizar um carro novo também é maior que a quantia necessária para o mesmo fim quando se trata de um usado. O gasto com os documentos de um zero-quilômetro costuma ultrapassar R$ 1.000, enquanto a taxa de transferência do usado custa menos da metade desse valor.

Imposto

Que o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é pago anualmente você já sabe, certo? Mas será que sabe também que as alíquotas usadas para o cálculo desse imposto são diferentes? No caso, o IPVA é de:

  • 3% para os veículos flex;
  • 4% sobre o valor do veículo com um tipo de combustível.

Como incide sobre o valor do bem, e o carro usado naturalmente tem um valor menor, a taxa de imposto também será menor que a cobrada para os novos.

Que diferenças se destacam entre carros usados e seminovos?

Muitas pessoas têm dúvida sobre a distinção entre seminovos e usados. Há também quem ache que é tudo a mesma coisa. Vamos solucionar esse dilema de uma vez por todas!

Na verdade, há diferenças, sim, entre um carro usado e um seminovo. O seminovo tem no máximo três anos de uso e só passou por um único dono. Sua lataria deve estar em ótimas condições e nenhuma de suas partes mecânicas deve apresentar defeito.

Assim, automóveis com sinais de ferrugem na lataria ou defeitos no motor, embreagem, câmbio ou suspensão são avaliados como usados. As alterações feitas também provocam mudança de status. O carro deixa de ser considerado seminovo se:

  • teve sua estrutura afetada por acidentes;
  • sofreu mudanças no motor ou no tipo de combustível;
  • passou por rebaixamento ou inclusão de acessórios além dos originais.

Além disso, só é considerado seminovo o carro que rodou até 20 mil quilômetros, de acordo com o que estiver registrado no hodômetro. Financeiramente, a diferença entre ambos é que a curva de depreciação é menos acentuada nos seminovos. O carro perde valor quando sai da fábrica, mas a perda é maior quando ele passa de seminovo para usado.

Como funciona o seguro para carros seminovos ou usados?

Além da economia ao adquirir o veículo, é importante não abrir mão da prevenção e jamais dispensar a contratação de um seguro. No entanto, mesmo quem reconhece a importância dessa atitude tem várias dúvidas a respeito de como funcionam os seguros para essa categoria.

Logo de cara, é preciso esclarecer que praticamente todas as seguradoras trabalham com seguros para carros seminovos ou usados. Todavia, algumas regras são impostas, como limites para a idade do automóvel.

Normalmente, são aceitas coberturas para carros nacionais que têm entre 10 e15 anos de fabricação, no máximo. Isso tem a ver com a dinâmica da indústria automobilística. Com o passar do tempo, fica cada vez mais difícil encontrar peças para determinados veículos, tornando a sua manutenção cara ou mesmo impossível.

Caso o modelo seja importado, esse prazo cai bastante. Como média, carros fabricados fora do país com mais de 5 anos de fabricação não costumam ser elegíveis para um seguro. O motivo é a dificuldade ainda maior de encontrar itens de reposição, que só aumenta nos anos seguintes à saída do automóvel da fábrica.

Fora isso, outros fatores que influenciam no preço do seguro costumam ser os mesmos de quando a contratação é feita para um veículo novo: perfil do condutor, coberturas escolhidas e índices de sinistralidade da região.

Contudo, como o preço é calculado sobre o valor do veículo — e esse é o fator que mais pesa na conta —, quase sempre o seguro para um seminovo ou usado sairá mais barato quando comparado a um carro de mesmo modelo com outro ano de fabricação.

O que fazer para não errar na hora de contratar esse tipo de seguro?

Avalie suas necessidades na hora de contratar o seguro e pense em quais coberturas são realmente imprescindíveis diante do uso que será feito do veículo. Muitas vezes, alguns serviços quase nunca utilizados encarecem o preço a ser pago, comprometendo o custo-benefício. Lembre-se sempre de fazer uma cotação em busca das melhores condições de pagamento.

Depois disso, procure por seguradoras de confiança, já que essa é a empresa que garante o pagamento da indenização em caso de sinistro. Faça pesquisas na internet, em sites como o Reclame Aqui e converse com atuais clientes da empresa para garantir a qualidade do serviço prestado.

Na hora de contratar um seguro para carro usado ou seminovo, será necessário encaminhá-lo para uma vistoria prévia, conduzida por um agente autorizado pela seguradora. As informações obtidas nessa avaliação serão incluídas no contrato do seguro, que deve ser analisado com cuidado antes de fechar o negócio.

Além das informações da vistoria, é fundamental que o consumidor seja honesto na hora de fornecer os dados solicitados. Comunique com sinceridade quem dirige o veículo segurado e onde ele é estacionado à noite. Se essas informações não forem fornecidas com transparência, a seguradora pode recusar a cobertura.

Há desvantagens em comprar carro usado ou seminovo?

Optar por comprar carro usado ou seminovo não apresenta só vantagens, e é preciso conhecer quais são os pontos de atenção antes de tomar uma decisão definitiva. Vamos agora indicar algumas das possíveis desvantagens dessa escolha. Veja só!

Gasto com manutenção

Ao comprar carro usado ou seminovo, a primeira providência é levá-lo em uma oficina para revisão. Afinal, sem conhecer o automóvel, não há como saber os defeitos e riscos à segurança que ele pode trazer. Além disso, como o veículo já tem mais tempo uso, as peças não estão no mesmo estado de quando ele era novo — o que demanda trocas mais frequentes.

Perda da garantia

A garantia de fábrica dos novos (até 6 anos) é um conforto aos consumidores, que têm a segurança de contar com ajuda no caso de surgirem defeitos. No usado, por outro lado, se esse prazo já tiver passado, o proprietário é quem deve arcar com os custos de manutenção e eventuais consertos. E, como se trata de um carro usado, é provável que as idas ao conserto sejam mais frequentes.

Estado de conservação

Por mais cuidadoso que tenha sido o dono anterior, o estado de conservação do usado já não é o mesmo de quando era novo. Podemos adiantar que os itens internos que sofrem bastante com o uso são:

  • volante;
  • pedais;
  • bancos.

Na parte externa, a pintura também pode ser prejudicada, pela exposição ao sol ou por arranhões, que são mais que normais no dia a dia.

Desatualização da tecnologia

Na maioria das vezes, comprar um carro usado representa adquirir um modelo antigo — talvez até um que não seja mais fabricado e comercializado. Com isso, os usados podem não ter algumas tecnologias presentes nos recém-lançados. Dependendo do objetivo da aquisição, pode não ser tão interessante ter uma versão desatualizada e menos moderna. Avalie isso!

Danos ao meio ambiente

Os últimos lançamentos têm recebido bastante investimento em tecnologia. A preocupação com a redução de poluição só cresce e está cada vez mais presente nos novos modelos. As folgas e o desgaste das peças dos carros usados fazem com que o desempenho não seja o mesmo, causando maior gasto de combustível e poluindo mais o ambiente.

Existe diferença entre o consórcio de seminovos e de carros novos?

Na verdade, o consórcio é o mesmo. O que muda é o valor da carta de crédito e a intenção do consorciado. Quando contemplado, ele pode usar sua carta de crédito da maneira que achar mais conveniente, dependendo da situação em que o comprador se encontra e do objetivo de uso do veículo.

De toda forma, são necessários alguns cuidados na escolha do carro para que as vantagens de custo não se percam em um automóvel com os dias contados! Uma carta de crédito de R$ 20 mil, por exemplo, pode dificultar bastante a aquisição de um carro novo. Por isso, é mais voltada para os seminovos.

Mas nada impede que você, com um dinheirinho extra, complete o pagamento do seu próprio bolso e adquira um modelo zero. E o contrário também pode acontecer: você entra no consórcio pensando em um carro novo, mas depois muda de ideia, preferindo um seminovo.

Nesse caso, dá para aproveitar a carta e comprar um modelo seminovo mais completo ou usar o saldo restante para antecipar o pagamento das parcelas ainda não quitadas em seu consórcio. Assim, você garante a compra do bem que vai suprir melhor suas necessidades para o momento. Além disso, você também pode usar este valor remanescente para seguros, equipagem do carro e documentações.

O que você não pode fazer é contratar um consórcio de carro e comprar uma moto ou uma casa ou apartamento, por exemplo. O bem tem que ser aquele previsto ao adquirir sua cota. E, quando o consorciado é contemplado, ele recebe a carta de crédito que comprova seu direito à quantia contratada.

Mas não há pagamento em espécie em sua conta, ok? Com sua carta em mãos, você informa o modelo, o local e os dados do carro que pretende comprar, deixando que a administradora dê conta de todo o processo de compra direto ao vendedor.

Como é o processo para comprar carro usado a partir do consórcio com a Rodobens?

Viu como é possível comprar carro usado a partir de um consórcio? Mas, para ser bem-sucedido, é preciso escolher bem seu parceiro de negócios. Uma empresa de referência no mercado é a Rodobens, que tem mais de 70 anos de experiência em diferentes segmentos.

Assim, você tem o suporte de quem realmente entende no assunto, além de toda a segurança na participação do consórcio. Outro benefício de escolher a Rodobens é a variedade de opções para realizar o pagamento, sempre se encaixando da melhor maneira no seu orçamento.

E o melhor: tudo pode ser feito de forma digital, encurtando etapas e garantindo que você possa analisar todas as alternativas antes de tomar uma decisão sobre comprar carro usado a partir de um consórcio.

Para se ter ideia, são oito planos exclusivos oferecidos aos clientes. Confira:

  • seminovo 1: com parcelas iniciais a partir de R$ 512,34 e o pagamento em até 60 meses, o plano é voltado a seminovos com o valor total de R$ 24.404,08. Você ainda pode escolher outros prazos: 12, 24, 36 ou 48 meses;
  • seminovo 2: para veículos com um valor total de R$ 26.622,63, tem parcelas iniciais de R$ 558,90 dentro do prazo de 60 meses, mas também permite o pagamento em 48, 36, 24 ou 12 meses, com os valores proporcionais à redução do tempo para quitação;
  • seminovo 3: com planos de 12, 24, 36 e 48 meses e o valor total de R$ 28.841,18, as parcelas de R$ 605,49 em 60 vezes são as mais populares;
  • seminovo 4: para carros usados com valor total de R$ 31.059,73, o plano de R$ 652,06 em 60 parcelas é o mais popular, mas também pode ser feito a partir de parcelas em 12, 24, 36 e 48 meses;
  • seminovo 5: com opção de pagamento em 12, 24, 36 ou 48 meses, o plano tem parcelas iniciais de R$ 698,63 com quitação em 60 meses e valor total de R$ 33.278,28;
  • seminovo 6: o valor total do carro a ser comprado é de R$ 35.496,83 e permite o pagamento em 60 parcelas a partir de R$ 745,21, além de possibilitar a quitação em 12, 24, 36 ou 48 meses;
  • seminovo 7: com parcelas de R$ 791,78 e duração de 60 meses, o valor total do veículo que pode ser adquirido é de R$ 37.715,38, mas a Rodobens ainda oferece a opção de quitação em 12, 24, 36 e 48 meses;
  • seminovo 8: para os veículos com valor total de R$ 39.933,93, o plano tem parcelas iniciais de R$ 838,36 por 60 meses e também oferece outros prazos para a quitação, como 12, 24, 36 e 48 meses.

Adquirir um automóvel é uma ambição de muitas pessoas. E, para isso, o consórcio é uma ótima opção! Para comprar carro usado ou seminovo, então, é uma alternativa extremamente viável em relação a outras modalidades de compra.

Agora que você já sabe mais sobre como comprar carro usado a partir de um consórcio, o que acha de dar o próximo passo para conquistar seu veículo? Conheça os detalhes de cada um dos planos da Rodobens e encontre o plano ideal para você!

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