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Confira 4 erros comuns ao avaliar carros seminovos e aprenda a evitá-los

Janeiro 2018

2 minutos de leitura

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Avaliar carros seminovos é uma tarefa que requer certo grau de conhecimento e uma boa investigação. Caso contrário, o comprador pode acabar levando gato por lebre. Sem um roteiro bem estruturado para a avaliação do veículo, não é nada difícil cair em uma cilada, sendo enganado por quem quer se desfazer de um carro com problemas.

Antes de mais nada, porém, vale ressaltar a diferença entre seminovo e usado. No primeiro caso, por convenção do mercado, trata-se de um veículo com até 3 anos de uso, único proprietário e média de 20 mil quilômetros rodados anualmente. Já na categoria dos usados se encontram aqueles carros que não se encaixam mais nos requisitos dos seminovos. Simples, não?

Com essa diferenciação em mente, chegou a hora de aprender a fazer uma compra com segurança! Listamos aqui 4 erros comuns na hora de avaliar carros seminovos, mostrando como você pode evitá-los. Confira e monte sua checklist!

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1. Não prestar atenção aos detalhes

Quase sempre, adquirir um veículo é um momento de grande conquista. Exatamente por isso, graças à empolgação que toma conta, muita gente deixa passar alguns detalhes relevantes despercebidos.

O estado de conservação do volante, da alavanca de câmbio, dos pedais (embreagem, freio e acelerador) e das maçanetas, por exemplo, já é um bom indicador de como foi o uso do veículo pelo antigo dono. Também é bom checar se as frestas entre capô e para-choque são uniformes em toda a extensão das linhas. O mesmo raciocínio vale para a tampa do porta-malas e para o para-choque traseiro. Uma abertura maior em algum cantinho pode ser indício de batida.

2. Não fazer um test drive

Grande parte das pessoas sabe da importância de se fazer o test drive quando o veículo é zero quilômetro. Aliás, algumas concessionárias até incentivam essa prática. Mas então por que será que, na hora de avaliar carros seminovos, os compradores nem sempre lembram de fazer um teste prático?

É preciso ter em mente que determinados defeitos só são percebidos durante o efetivo uso do veículo em uma via, seja por apresentarem barulhos estranhos ou até por influenciarem a usabilidade do carro. Rangidos nas pastilhas de freio, dificuldade para trocar de marcha, falta de alinhamento das rodas: tudo isso (e muito mais) pode ser notado com uma voltinha.

3. Não pedir a opinião de um profissional

Basear sua decisão de compra de um veículo seminovo apenas pelo feeling pode custar muito caro mais tarde — principalmente se surgirem problemas em sistemas cruciais do carro, como motor e câmbio. Assim, em vez de tentar fazer uma (falsa) economia ao não contratar um profissional, que tal se garantir, contando com o auxílio de um mecânico para avaliar carros seminovos e, assim, ter uma opinião fundamentada?

Vale lembrar que, hoje em dia, já existem no mercado empresas especializadas em inspeção veicular, serviço próprio para emitir laudos técnicos acerca das condições dos automóveis para revenda.

4. Não analisar a documentação

Apoiar-se apenas na palavra do vendedor definitivamente não é uma boa ideia. Isso porque, infelizmente, muitas pessoas mal-intencionadas se aproveitam da confiança alheia para dar golpes. Uma maneira de se prevenir é checar cuidadosamente toda a documentação do veículo nos órgãos de trânsito, a fim de descobrir se ele está devidamente legalizado e sem multas.

Agora que você já está preparado para avaliar carros seminovos, que tal se preparar também para receber mais dicas como essas? Basta assinar a nossa newsletter para não perder os próximos conteúdos!

 

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