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5 erros que você não pode cometer com suas finanças pessoais

Fevereiro 2019

3 minutos de leitura

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Cuidar das finanças pessoais é um passo fundamental para a realização dos seus sonhos. Afinal, a partir do momento em que sua situação financeira está sob controle, você automaticamente ganha mais segurança (e até mesmo uma certa paz) para alçar voos maiores.

Trocar de carro ou de imóvel, investir em sua formação profissional ou mesmo fazer aquela viagem com a família: tudo isso demanda planejamento, não acha? Entretanto, na busca pelo controle das finanças, muitas pessoas acabam cometendo erros. A boa notícia é que, para evitar cair em armadilhas, basta conhecê-las! E por que não começar agora?

1. Desconsiderar as eventualidades

É fato: eventualidades acontecem a todo momento. Pode ser um problema simples, como um encanamento furado em casa, ou algo mais grave, que exija despesas maiores. Não importa qual for o motivo, você deve estar preparado para eventualidades.

Com esse objetivo, guarde todo mês uma parcela da sua renda para formar uma reserva para emergências. Melhor se prevenir para evitar sustos no futuro, não concorda? E, claro, não mexa nessa poupança a não ser para esse fim!

2. Aplicar mal o dinheiro

Há diversas possíveis formas de guardar seu dinheiro, várias delas apresentando rentabilidade maior que a poupança, sabia? Então saia da caixinha e estude alternativas mais interessantes!

Alguns investimentos de baixo risco, como o Tesouro Direto, têm se tornado bastante populares entre os brasileiros. Pesquise e invista seu dinheiro com cuidado para ter maior retorno no longo prazo!

3. Gastar por impulso

Muitas vezes, especialmente depois de um dia ruim, nosso impulso corre para as compras. Assim, sem sequer perceber, nos sentimos tentados a adquirir produtos de que nem precisamos. Mas atenção: gastar sem planejamento é um verdadeiro tiro no pé quando o assunto é planejamento financeiro.

Sabendo disso, dê uma função para cada centavo do seu dinheiro. Divida-o de forma coerente com suas metas a longo prazo e com os custos para manter seu estilo de vida atual. Guarde uma parcela para aqueles sonhos que você vem adiando, como a tão sonhada viagem internacional, e deixe uma sobrinha para a diversão.

4. Ser muito restritivo

O segredo está em pensar na administração de finanças pessoais como uma maratona e não uma corrida de 100 metros. Afinal, de nada adianta ser extremamente restritivo com seus gastos agora, mas não conseguir ser consistente com esse comportamento a longo prazo.

Dizer que vai investir 80% do salário, por exemplo, é uma meta muito ousada. Que tal começar com algo entre 10 e 20%? Aí você vai se adequando à medida que ficar mais fácil.

Uma forma de tornar o hábito divertido é separar um dinheiro mensal para gastos sem culpa. Quer comprar algo por impulso? Você pode sim, desde que use só o montante que separou para isso. Não tem com o que gastar esse dinheirinho livre? Guarde para o próximo mês e aproveite o acúmulo depois!

5. Deixar o orçamento de lado

Por fim, temos o maior erro de todos: deixar suas finanças pessoais de lado. Mesmo que no início seja difícil administrar o dinheiro, lembre-se de que essa é uma habilidade que precisa ser praticada. Com o tempo, esse controle se torna tão natural quanto escovar os dentes!

E não se esqueça de ajustar seu orçamento ao longo dos meses, conforme for se familiarizando com seus próprios hábitos de consumo e entendendo melhor para onde exatamente vai seu dinheiro.

No fim das contas, como você pôde ver, cuidar das finanças pessoais é um processo de autoconhecimento que leva um certo tempo. Mas não se deixe desanimar! Siga tentando e estudando que, com o tempo, você pega o jeito!

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