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Frota própria ou terceirizada: o que é melhor e como escolher?

Novembro 2017

2 minutos de leitura

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Na hora de pensar na logística da sua empresa, é preciso decidir entre uma frota própria ou terceirizada. Mas será que vale a pena internalizar os serviços de transporte ou será melhor contratar especialistas? Antes de fazer sua escolha, que tal entender o que cada uma das opções representa, com suas vantagens e desvantagens?

No post de hoje, vamos abordar esse assunto para que você decida sobre qual é a melhor solução para seu negócio. Confira!

Frota própria

A frota própria permite que a empresa tenha um serviço de logística criado e planejado especificamente para atender a suas necessidades, seja em relação ao transporte de cargas ou de colaboradores. Todas as decisões estratégicas do setor são, portanto, alinhadas com o planejamento e os objetivos do negócio, o que pode resultar em ações mais rápidas, com menos riscos e totalmente alinhadas à política e à cultura empresariais.

O problema é que é preciso fazer investimentos constantes, uma vez que, mesmo que a compra de veículos seja facilitada por um financiamento ou um consórcio, ainda é preciso investir na captação e no treinamento de motoristas, além de lidar diretamente com gastos de manutenção e abastecimento, que são recorrentes.

Também é preciso considerar que uma frota própria traz ganhos imateriais para a empresa que não devem ser ignorados: pode ser sinônimo de força e modernidade ou pode até ajudar a divulgar a marca da empresa pelas cidades e estradas do país, por meio da plotagem de seus veículos.

Frota terceirizada

Contar com um serviço terceirizado, por sua vez, não obriga a empresa a investir na compra de veículos ou se preocupar diretamente com o orçamento destinado a serviços de reparos ou manutenção preventiva, muito menos com combustíveis ou com o custo de depreciação dos equipamentos.

É claro, no entanto, que cada uma dessas despesas é repassada pelo fornecedor ao cliente, mas em parcelas relativamente convidativas e previsíveis, permitindo assim um bom controle orçamentário.

Por outro lado, a empresa que não conta com uma frota própria tem menor capacidade de tomar decisões estratégicas em relação à sua logística, já que precisa lidar com as limitações típicas de um contrato de terceirização.

É preciso, portanto, fazer um esforço maior para encontrar parceiros que respeitem as demandas do negócio e compartilhem de suas preocupações no que se refere à segurança e ao bem-estar dos motoristas.

Frota parcialmente terceirizada

A verdade é que existem diferentes graus de terceirização de frotas. E é bem provável que a melhor solução seja apostar em uma dessas opções, viu?

Assim, a empresa pode apostar na compra de um ônibus para o transporte de funcionários, por exemplo, mas preferir que as entregas sejam feitas por meio de transportadoras. Também é possível terceirizar os serviços de manutenção, com oficinas parceiras, ou contratar motoristas freelance, sem vínculo empregatício.

A decisão entre uma frota própria, terceirizada ou um meio-termo entre essas possibilidades deve ser baseada nos objetivos e nas capacidades reais da empresa, após bastante pesquisa. Procure conhecer o valor dos veículos, entenda as melhores formas de pagamento e estime custos de manutenção e depreciação no longo prazo.

Quer saber mais sobre a montagem de frotas? Então leia nosso post sobre como usar um consórcio para compor a frota corporativa!

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