Como a maioria dos brasileiros sabe, o carro é um dos itens que mais desvaloriza depois da compra — principalmente se for um veículo zero quilômetro. Mas o que fazer para evitar essa queda no preço do seu patrimônio? Pois é sobre isso que vamos falar neste post especial!

    Desde já, podemos adiantar que a resposta está em algo simples, mas muito negligenciado: a manutenção. Afinal de contas, não basta simplesmente ter todo o cuidado do mundo para escolher o veículo mais apropriado para você e parar por aí. É preciso cuidar do seu automóvel com atenção, mantendo uma disciplina de prevenção de problemas.

    O lado bom disso tudo é que quanto mais um proprietário aplica na prática as dicas de manutenção de carros, mais ele afasta o fantasma da desvalorização. Somado a isso, torna-se possível garantir uma boa vida útil ou um ótimo valor de repasse caso a intenção seja a venda.

    E então, quer aprender tudo sobre manutenção preventiva de carros? Que tal ainda entender como é possível economizar nesse processo e garantir o valor do seu bem? Continue lendo!

    Qual a relação da manutenção com a depreciação do veículo?

    O requisito básico para fazer a manutenção e manter o valor do veículo em alta é saber o que determina a desvalorização. Para isso, precisamos pensar no que as pessoas consideram quando planejam a compra de um automóvel, certo? A partir daí, é possível nos prevenirmos em relação aos fatores que têm maior peso sobre a queda de preço.

    Falando de um modo amplo, a depreciação do veículo acontece pelo desgaste dos componentes ao longo do tempo de uso. Com isso em mente, conheça agora os aspectos que mais influenciam nessa desvalorização!

    Quilometragem

    Em geral, quanto maior a quilometragem de um carro, menor é seu valor de mercado. Afinal, o número de quilômetros rodados tem relação direta com o desgaste das peças. Contudo, nem tudo se resume à quantidade. O tipo de terreno que o motorista percorre também interfere. Se o veículo roda em estradas irregulares, por exemplo, a suspensão pode sofrer.

    Pintura

    Antes de mais nada, a cor de um veículo é questão de gosto. Há quem prefira tons mais chamativos e quem goste de opções mais discretas. De todo modo, ao optar por uma cor muito extravagante ou que seja da moda, você pode ter dificuldades para revender na hora de trocar de carro.

    Nesse sentido, uma alternativa para evitar incômodos é optar por cores mais neutras, como preto, cinza, branco ou prata. Mas não é só isso! Independentemente do tom escolhido, o proprietário deve cuidar para manter as características originais do automóvel. Adesivos, envelopamento ou exposição excessiva ao sol podem prejudicar a pintura de fábrica.

    Pneus

    Atualmente, trocar os pneus do carro, substituindo o jogo todo, incluindo o estepe, tem um preço consideravelmente alto. Por isso, esse é mais um critério que acaba sendo avaliado pelos compradores de veículos. Isso sem contar que, pelo fato de o pneu ficar em constante contato com o solo, sinaliza possíveis problemas que o carro pode ter, como a falta de alinhamento nas rodas.

    Embreagem

    Como a embreagem é usada o tempo todo, acaba tendo um peso grande no valor do veículo. De modo geral, o sistema dura entre 100 mil e 150 mil quilômetros, mas tudo depende do estilo de direção do motorista. Quando a embreagem apresenta problemas e o mecânico percebe a falha em uma avaliação para revenda, a desvalorização é consequência natural.

    Lataria

    A aparência de um automóvel precisa estar em dia para encantar possíveis compradores. Afinal de contas, o visual é responsável por causar a primeira impressão! Sendo assim, arranhões e amassados na lataria também influenciam na depreciação do veículo.

    Compra

    Além dos fatores já mencionados, é importante saber que o valor pago ao comprar o veículo também influencia na desvalorização. O fato é que haverá desvalorização mesmo que o carro fique parado. Por esse motivo, quanto mais barato o condutor pagar pelo automóvel na compra, menor será o prejuízo dessa queda natural do preço até a revenda.

    Ao adquirir um carro por consórcio, por exemplo, que não tem incidência dos juros exorbitantes dos financiamentos tradicionais, você gasta menos. Com isso, automaticamente reduz o impacto da depreciação do valor do bem!

    Como fazer a manutenção de carros na prática?

    Agora que você já conhece os principais fatores que influenciam na desvalorização do veículo, é hora de conferir o que o proprietário pode fazer para preservar o bom estado do automóvel. Antes, porém, é bom saber o que determina a periodicidade da revisão do carro.

    O tempo necessário para realizar uma manutenção preventiva varia de acordo com a marca e o modelo do automóvel. Contudo, de modo geral, essa revisão deve ser feita a cada 6 meses ou 10 mil quilômetros, o que vier primeiro.

    Para veículos zero quilômetro, existem as revisões obrigatórias. Enquanto isso, os seminovos e usados devem contar com um mecânico de confiança. Além do mais, como já comentamos, o estilo de direção e as situações a que o motorista expõe o carro fazem com que o tempo de manutenção varie bastante.

    Na dúvida, é melhor pecar por excesso que por omissão. Afinal, para economizar dinheiro, é preciso investir um pouco de tempo e energia no cuidado com o veículo. Então que tal conhecer as boas práticas de manutenção de carros, especialmente as ações preventivas? Acompanhe a seguir!

    Revisão e rodízio de pneus

    Além de desvalorizar o carro, um pneu careca representa risco em dias de chuva. Por lei, as ranhuras do pneu devem ter no mínimo 1,6 milímetro de distância do piso, a fim de gerar calhas para o escoamento da água. Em primeiro lugar, portanto, verifique periodicamente a altura das ranhuras.

    Somado a isso, veja se há pedras, pregos ou saibro nos pneus e confira se eles não perdem pressão após retirá-los. Outro ponto importante é mantê-los calibrados. O ideal é calibrar todos a cada 2 semanas, incluindo o estepe.

    Por fim, faça o rodízio de pneus a cada 5 ou 10 mil quilômetros rodados. Os dianteiros devem ser trocados com os traseiros sem que os lados sejam alterados. Traduzindo: pneu dianteiro direito será trocado com o pneu traseiro direito, o mesmo acontecendo do lado esquerdo. A recomendação é que o rodízio seja seguido de alinhamento e balanceamento, evitando instabilidade.

    Correias do motor

    No motor existem várias correias, cada uma com um prazo de validade diferente. A mais conhecida é a correia dentada, que, se arrebentar, o carro simplesmente para. Se isso acontecer com o motor funcionando, mais peças podem estragar. Para evitar esse problema, o ideal é fazer a revisão do item a cada 6 meses.

    Balanceamento e geometria

    Se seu volante trepida a velocidades acima dos 50 quilômetros por hora, pode saber: seu carro está precisando de um bom balanceamento. Esse é um problema comum nas cidades e ainda mais comum em zonas rurais.

    Alinhamento de direção

    Ao contrário do balanceamento, a necessidade de alinhamento é um pouco mais difícil de ser percebida pelo condutor. Algumas indicações são volante duro e carro pendendo para o lado. Esse é um ajuste extremamente importante, uma vez que um carro desalinhado pode consumir mais combustível e até mesmo afetar os freios, comprometendo a segurança.

    Radiador

    Quando o nível de água do radiador está baixo, o sistema de arrefecimento do veículo é comprometido, podendo até mesmo causar a fundição do motor do carro. Para evitar essa situação, verifique sempre os níveis de água, de preferência antes de ligar o carro, com o motor frio. Se necessário, acrescente água no tanque do radiador.

    Óleo

    O óleo é responsável por lubrificar e retirar impurezas do motor. É, assim, de extrema importância. Você pode fazer a verificação pelo menos 5 minutos depois de desligar o motor, para que todo óleo desça até o compartimento.

    O procedimento é simples: retire a vareta de medição do óleo e a limpe com papel higiênico ou flanela. Recoloque-a no compartimento e espere 10 segundos. Retire outra vez e veja se o óleo está entre as 2 marcas na ponta da vareta. Se estiver acima da segunda marca, significa que há óleo demais, sendo necessário drenar um pouco — é a chamada sangria. Se o nível estiver abaixo da primeira marca, está faltando óleo, sendo preciso repor.

    Também é necessário trocar o filtro de óleo periodicamente, pois ele retém as impurezas do motor. Lembrando que, para realizar a troca do lubrificante, é bom dar uma olhada no manual do proprietário para saber qual é o óleo mais apropriado para seu automóvel.

    Palhetas e limpadores de para-brisa

    Quando as palhetas e os limpadores de para-brisa estão desgastados, começam a fazer barulho quando em funcionamento, além de poderem arranhar os vidros. Portanto, é fácil identificar a hora de trocá-los!

    Lâmpadas

    Ao conduzir um veículo com lâmpadas queimadas, você fica sujeito a multas, gerando um gasto totalmente desnecessário. Por mais que seja comum que lâmpadas e lanternas queimem com o tempo, é preciso ficar de olho para fazer as trocas necessárias. O bom é que essa é uma revisão bem simples, que deve ser feita preferencialmente a cada 15 dias.

    Filtro de ar do motor

    Trocar o filtro de ar não é caro. No entanto, se esse procedimento for negligenciado, pode gerar problemas no motor. Lembrando que o filtro limpa impurezas e joga o ar na câmara de combustão. Quando sujo, ele aumenta o gasto com combustível. Mas como saber quando o filtro está sujo? Simples: quando o carro começa a forçar o acelerador para rodar.

    Filtro de combustível

    O filtro de combustível retira impurezas que possam estar no tanque ou no próprio combustível, sendo a principal delas a água. Fique sempre atento ao desempenho do carro, já que alguns sintomas de filtro desgastado são dificuldade para arrancar e marchas irregulares.

    Velas e cabos das velas

    As velas geram a faísca da ignição, permitindo que o motor dê partida. Seu desgaste também pode indicar certos problemas no motor, como passagem de óleo para os cilindros ou até mesmo combustível adulterado. Além das velas em si, os cabos devem ser trocados periodicamente. Essa substituição varia muito de um modelo para o outro, podendo ocorrer de 15 mil até 100 mil quilômetros rodados.

    Lataria

    A verificação da lataria é outra tarefa que deve ser feita periodicamente e não apenas quando um incidente acontece. Aliás, sabia que em alguns casos pode haver infiltração de água, gerando ferrugem e depreciando bastante o valor do veículo?

    Câmbio

    Caso você perceba uma marcha dura de trocar, o problema pode estar na embreagem. Aqui, uma simples troca de fluido normalmente já é suficiente. Mas pode ser que seja também o fluido de transmissão. Nesse caso, a troca do kit completo de embreagem pode ser necessária. De qualquer maneira, só um mecânico saberá diagnosticar exatamente qual é o problema.

    Escapamento

    O sistema de escape diminui a emissão de gases poluentes, além de silenciar o motor. Os sinais de problema mais comuns são:

    • ruídos: um barulho similar a um tiro, a um rugido ou a um clique pode indicar problema no silenciador;
    • fumaça: pode denotar a presença de ferrugem;
    • odor: um cheiro ácido ou muito doce acusa um escape furado. E um detalhe importante: o odor é mais notado no banco dos passageiros.

    Injeção eletrônica

    Se a luz da injeção eletrônica permanecer ligada por muito tempo, significa que o leitor encontrou algum problema no sistema. Nesse caso, procure um profissional especialista para fazer um diagnóstico.

    Que ferramentas ajudam na manutenção de carros?

    Um dos maiores desafios para se ter sucesso na manutenção preventiva de carros é a organização. Sem ela, fica difícil garantir que tudo será feito em dia. Para não deixar a rotina corrida interferir negativamente nos cuidados com o automóvel, você pode recorrer a planilhas e aplicativos. Veja o que esses recursos podem fazer!

    Planilha de manutenção de veículos

    Usar uma planilha de Excel é uma forma simples e eficaz de fazer o controle da manutenção do seu carro. Você pode usar esta planilha de manutenção de veículos ou pode se inspirar nela para criar sua própria versão!

    Se desejar desbloquear a planilha para uso, após o download, clique em arquivo, no menu do Excel. Na aba informações você encontrará o item proteger pasta de trabalho. Clique em desproteger e insira a seguinte senha sapopembamanutençãoautomotiva.

    Aplicativos para cuidar do carro

    Carrorama

    O Carrorama é um aplicativo para manutenção de carros bastante completo. Por meio dele, o condutor tem acesso a diversos dados do veículo, podendo conferir os gastos do automóvel por meio das estatísticas elaboradas pelo próprio app. Todas as despesas podem ser registradas ali — com combustível, multas, impostos e, é claro, manutenções. Além disso, o Carrorama ainda avisa sobre prazos de pagamento e datas de revisões. É praticamente um computador de bordo!

    Quer testar? Faça o download para Android na Google Play ou para iOS na App Store.

    Drivvo

    O Drivvo é outra opção bastante completa para gerenciar os gastos com seu veículo. Ele auxilia em assuntos como combustível, abastecimento e manutenções. Tudo o que o motorista precisa fazer é registar os dados. A partir daí, o app soma os gastos e mostra qual é a situação atual. Ele também alerta o proprietário sobre revisões, manutenções e outros compromissos relacionados ao veículo.

    Quer testar? Faça o download para Android na Google Play ou para iOS na App Store.

    Fuelio

    Adotado por motoristas do mundo todo, o Fuelio é um app relativamente simples de usar. Por meio de estatísticas, ele ajuda a controlar as despesas com combustível, manutenções, pedágios e estacionamentos, entre outros itens. Para que tudo funcione direitinho, o usuário só precisa lançar os gastos! Atualmente, está disponível somente para Android.

    Quer testar? Faça o download para Android na Google Play.

    O que não ignorar em relação à manutenção do carro?

    Mesmo com a ajuda de aplicativos e planilhas, há certos momentos em que a rotina fica muito agitada, a ponto de o proprietário do veículo não conseguir se dedicar à manutenção tanto quanto gostaria. Nesses casos, é importante saber o que definitivamente não pode ser ignorado em relação aos cuidados.

    De todas as práticas de manutenção que já apresentamos, os itens que precisam de atenção prioritária são justamente aqueles que têm mais peso na depreciação. Veja:

    • pneus: mantenha um estilo de direção defensivo e providencie o rodízio periodicamente, além de fazer o alinhamento e balanceamento;
    • pintura: evite deixar o carro exposto demais ao clima, o que vale tanto para o sol excessivo como para a chuva e a umidade;
    • embreagem: adote uma direção defensiva e evite segurar o carro na embreagem em subidas, preferindo usar o freio de mão;
    • lataria: use a técnica do martelinho de ouro para desamassar partes danificadas, além de contar com um polimento profissional para remover riscos superficiais;
    • motor: faça revisões periódicas e mantenha um estilo de direção defensivo.

    Há carros mais e menos baratos em relação à manutenção?

    São diversos os cuidados ao comprar um carro novo. Um deles diz respeito ao valor necessário para manter o automóvel em bom estado. Você sabia que existe um índice que mede os custos de manutenção? É o chamado Índice de Manutenção Veicular (IMV), que varia de 10 a 60 pontos. A lógica é simples: quanto maior for o número, mais cara será a manutenção do modelo. Além disso, esse índice influencia no preço do seguro.

    Para facilitar sua vida, apresentamos a seguir os carros com menor custo de manutenção e também aqueles com maior custo. De todo modo, vale lembrar que quando você investe em manutenção preventiva, esses custos com reparos podem cair bastante, viu?

    Carros com manutenção mais barata

     Veículo

     IMV 

     Celta 1.0

     20

     Uno 1.0/1.4

     20

     Fiorino 1.4

     20

     Etios Hatch 1.5

     20

     Etios Sedan 1.5

     20

     Gol 1.0/1.6

     20

     Voyage 1.0/1.6

     20

     Classic 1.0

     20

     Novo Palio 1.0/1.4/1.6 

     20

     Grand Siena 1.4

     21

    Carros com manutenção mais cara

     Veículo

     IMV 

     Volkswagen Golf GTI 2.0 

      52

     Volkswagen Jetta 2.0 TSI 

      49

     Chevrolet S10 2.4

      41

     Chevrolet Spin 1.8

      38

     Chevrolet Cruze Sedan 1.8 

      38

     Volkswagen Jetta 2.0 Flex

      37

     Volkswagen Golf 1.4 TSI

      37

     Chevrolet Cruze Sport6 1.8 

      37

     Ford Focus Sedan 2.0

      33

     Ford Focus Hatch 2.0

      33

    Que outras dicas a Rodobens pode dar?

    Se você chegou até aqui, é porque realmente valoriza seu patrimônio e está decidido a cuidar do seu veículo com toda a atenção do mundo, certo? Pensando nisso, preparamos 5 dicas extras para você se tornar um verdadeiro expert em manutenção de carros. Confira!

    1. Aposte no trio de manutenções

    Existem 3 tipos de manutenção que podem ser feitas para preservar o valor do seu carro. São elas:

    1. manutenção preventiva: é aquela que busca reduzir o número de problemas e acidentes;
    2. manutenção corretiva: é a que providencia o conserto depois da detecção de um problema;
    3. manutenção preditiva: é aquela que busca prever as necessidades futuras, usando aplicativos e planilhas para monitorar o provável desgaste das peças.

    2. Otimize suas rotas

    Como mencionamos, a alta quilometragem desvaloriza o veículo e causa depreciação nos componentes do carro. Além disso, terrenos irregulares ou esburacados fazem com que você gaste muito mais em manutenção. Por isso, seja na cidade ou na estrada, sempre procure otimizar suas rotas para que elas sejam mais curtas e regulares.

    Junto a isso, que tal lançar mão do bom senso para decidir o caminho? Em alguns casos, por exemplo, vale mais a pena rodar alguns quilômetros extras no asfalto que pegar um atalho em estrada de terra.

    3. Elimine os riscos

    Até mesmo quando se trata de economia, a segurança vem em primeiro lugar. Afinal de contas, revisões custam muito pouco perto dos gastos que um acidente pode trazer. Isso, é claro, sem falar na saúde! Sempre que uma manutenção de segurança precisar ser feita, portanto, coloque-a como prioridade na sua rotina.

    4. Use produtos de qualidade

    Na expectativa de economizar, muitos proprietários optam por usar produtos de qualidade duvidosa, como óleos ou detergentes para carro desconhecidos. O detalhe é que isso pode gerar novos gastos com reparos no motor e na pintura, aumentando as despesas e comprometendo a vida útil e a valorização do carro.

    5. Dirija em velocidades moderadas

    Já falamos aqui sobre a importância de adotar uma direção defensiva para economizar na manutenção de carros, está lembrado? Isso inclui evitar altas velocidades, bem como arrancadas e freadas bruscas. Velocidades altas geram maior atrito entre as partes móveis do veículo, causando desgastes no motor, na transmissão e na suspensão. Isso sem falar no risco de acidentes, responsáveis por boa parte dos reparos das oficinas.

    Agora você já tem inúmeras informações em mãos para cuidar direitinho da manutenção do seu automóvel. Por fim, só não esqueça que as dicas que passamos neste post também podem ser usadas para avaliar carros novos e usados ou até mesmo para encontrar um seguro veicular com boa cobertura!

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