Saiba quais são os 9 melhores investimentos atualmente

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Um desejo frequente por parte de muitas pessoas é ter uma condição financeira melhor. Além de garantir tranquilidade, ter mais dinheiro possibilita a realização de projetos pessoais, como uma casa própria, um carro novo ou mesmo aquela viagem tão esperada.

Para alcançar tudo isso, é importante manter um planejamento financeiro e, com as contas em ordem, procurar sempre os melhores investimentos para fazer o dinheiro render.

Pensando nisso, selecionamos as 9 formas mais interessantes para aplicar seu dinheiro atualmente, considerando a rentabilidade e os riscos de cada uma das modalidades. Confira!

Um panorama da economia nos últimos tempos

O mercado brasileiro vive, mais uma vez, um período de alta inflação. Ela já avança para além dos 6,10% em 12 meses. Dessa forma, o Comitê de Política Monetária do Banco Central vem sendo obrigado a adotar medidas para equilibrar a situação, como a elevação da taxa básica de juros, que hoje está em cerca de 3,5% ao ano.

Essas medidas são necessárias para que o Banco Central consiga acompanhar o ritmo do mercado e manter a Selic na mesma magnitude. A expectativa é de que a taxa básica de juros finalize 2021 em 5,5% e 2022 em 6,25%. Isso é algo bem diferente do apresentado no início do ano, quando era previsto 3,25% para 2021 e 4,75% para 2022.

Esses resultados vêm gerando uma certa pressão no mercado, exercida principalmente por quem opera com juros, pelos gestores de patrimônio e pelos especialistas em investimentos. Isso tudo porque a previsão é de que aquelas aplicações indexadas ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aumentem nos próximos meses.

O que levar em conta ao investir

Quando você começa a investir, é importante ter em mente que esse tipo de operação envolve uma relação básica entre risco e retorno. De forma bem resumida, significa que, para ter ganhos, será preciso assumir riscos.

O risco é aquela incerteza que você tem sobre o retorno de um ativo. Por mais que você estude e analise o mercado, nunca terá como garantir que aquele título ou papel dará um retorno positivo daqui a alguns anos. É claro que você pode fazer uma aplicação com juros pré-fixados, diminuindo o risco, mas ainda assim é possível que a taxa seja inferior à inflação.

Considerando a lógica de mercado, quanto mais riscos você estiver disposto a assumir em um investimento, mais alta será a sua possibilidade de retorno (e a de perda também). É por isso que aplicações como as ações tendem a render mais do que no Tesouro Direto, por exemplo.

Por outro lado, olhando a partir da perspectiva do investidor, ele só pagará o risco de um determinado ativo se acreditar que aquele papel realmente vai se valorizar (e se o seu perfil de investimento permitir, é claro).

Mas, atenção: esse tipo de risco só costuma valer a pena se você tiver um conhecimento compatível com a aplicação realizada. Se não for o seu caso, procure investir com o suporte de um especialista ou, então, opte por alternativas menos arriscadas.

A melhor maneira de decidir onde pôr seus recursos é analisando seu perfil de investidor: pense em quais riscos está disposto a correr, por quanto tempo o dinheiro poderá ficar investido e qual será seu uso no futuro. Dessa forma, fica mais fácil escolher os melhores investimentos para você.

Como há diversos investidores bastante experientes no mercado, hoje já existem muitas estratégias que foram desenvolvidas com a finalidade de diminuir e mitigar esses riscos (ainda que eles nunca venham a ser nulos). Não tem como investir sem correr riscos; mas, você pode reduzi-los.

A diversificação da carteira de investimentos é uma dessas estratégias. Ela garante que, mesmo que haja uma perda expressiva em relação a algum ativo que você comprou, os demais amenizarão seus prejuízos.

É por isso que, em vez de colocar todo o seu aporte em ações, por exemplo, os especialistas recomendam que você tenha uma parcela no Tesouro, outra em fundos imobiliários, outra em letras de crédito e assim por diante. Dificilmente todos esses mercados entrarão em declínio ao mesmo tempo. Assim, você reduz a probabilidade de perder tudo. Compreendeu?

Os 9 melhores investimentos

Agora é chegado o momento de você conhecer os 9 melhores investimentos que pode escolher para compor a sua carteira. Quer saber quais são? Veja a seguir!

1. Tesouro Direto

Cada vez mais popular entre os brasileiros, mesmo entre aqueles que investem pequenos valores e ainda estão começando, o Tesouro Direto é uma excelente opção.

De maneira bem simples, o Tesouro Direto é uma forma de o Governo “pegar dinheiro emprestado” por meio da emissão de títulos. Quem compra um título desse tipo está cedendo um determinado valor ao Governo, que será devolvido após um tempo preestabelecido, acrescido de juros.

No momento, para tirar o maior proveito desse investimento, a dica é escolher títulos atrelados à inflação ou à Selic, que oferecem proteção contra variações nessas taxas e rentabilidade real.

Os Títulos Públicos aumentaram as taxas de rendimento desde o final do ano passado, ao mesmo tempo que houve uma queda dos preços dos papéis, o que serviu como estímulo para a sua aquisição. Assim, se as expectativas de melhora no cenário econômico se concretizarem, a tendência é que esse tipo de investimento se torne ainda mais atrativo.

2. CDBs

Assim como o Governo, os bancos também precisam de dinheiro emprestado para financiar suas operações de crédito. Eles fazem isso emitindo os Certificados de Depósito Bancário, os CDBs. Disponíveis em diversos valores, são também uma boa opção mesmo para quem não tem muito dinheiro disponível para investir.

A rentabilidade desses títulos é baseada na taxa CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que varia de maneira similar à Selic. O conselho para buscar ganhos maiores nessa modalidade é procurar bancos que ofereçam taxas mais atrativas.

3. LCIs e LCAs

As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e as Letras de Crédito Agrícola (LCAs) são títulos emitidos para o financiamento do mercado imobiliário ou do agronegócio. Para quem investe, não há muita diferença entre as duas opções.

Os rendimentos brutos dessas aplicações costumam ser menores que os do Tesouro Direito. Contudo, as LCIs e LCAs são isentas de Imposto de Renda, o que as tornam interessantes.

4. Fundos de investimentos

As três aplicações mencionadas anteriormente são consideradas de baixo risco e oferecem muita segurança para o investidor. Por outro lado, quem está disposto a correr um pouco mais de risco precisa ficar de olho nos fundos de investimento.

Fundos são investimentos coletivos de pessoas que se unem para investir em determinado mercado, como o de ações. É preciso se informar sobre as condições para integrar o fundo, que geralmente exige valores elevados e cobra taxas de corretagem.

5. Ações

Já quem tem mais experiência e conhecimento, uma quantidade maior de dinheiro e mais tempo para investir pode considerar as ações na bolsa de valores. Elas são frações do capital de uma empresa e, ao comprá-las, você adquire o direito de receber uma parte dos lucros daquela companhia.

As ações são altamente voláteis, o que significa que os rendimentos podem subir e descer em um período muito curto, fazendo com que os donos das ações precisem ficar sempre atentos às oscilações do mercado.

Para investir em ações, é preciso se cadastrar em uma corretora. Além disso, é importante ficar de olho naquelas companhias com habilidade para se manter consistentes, mesmo após os momentos de crise. Nesse caso, você deve pensar a longo prazo em como pode ter uma boa rentabilidade com os resultados do negócio, e não com a venda dos ativos.

6. Criptomoedas

As criptomoedas ainda se apresentam em um cenário bem instável. Nos últimos anos, elas viraram manchete, especialmente pela grande valorização, que beirou os 1.500%. É claro que isso chamou a atenção de muitos especuladores, que sofreram com uma queda de 80% logo após esse pico.

As criptomoedas seguiram oscilando bastante, dando a entender que gerariam lucros altíssimos, mas despencando em seguida. Portanto, se você quiser experimentar diversificar sua carteira com esses ativos, nossa recomendação é que sua decisão seja bem apoiada por um especialista no assunto.

7. Fundos de renda fixa

Os fundos de renda fixa precisam que as aplicações sejam feitas com pelo menos 80% do patrimônio líquido em ativos atrelados a um índice de preços. Logo, tem um administrador que fica responsável por buscar as melhores opções. Por isso, é uma modalidade atrativa para diversificar seus investimentos, contando com uma gestão profissional.

Isso porque os fundos de investimento de renda fixa são gerenciados por quem entende do assunto. Então, de certo modo, é como se você estivesse terceirizando algumas escolhas, aproveitando as vantagens da renda fixa.

8. Fundos imobiliários

No caso dos fundos imobiliários, os investidores também aplicam seus recursos em conjunto com outras pessoas, mas dessa vez fomentando o mercado imobiliário. Em geral, o dinheiro levantado com esse tipo de investimento é empregado na construção e na aquisição de imóveis que, futuramente, serão locados.

A lei determina que 95% dos resultados dos fundos imobiliários sejam distribuídos entre os cotistas. É claro que isso abrange tanto os bons quanto os maus resultados. Mas, controlando o risco e contando com uma boa administração do fundo, essa é uma ótima forma de construir renda passiva. Afinal, os rendimentos acabam sendo distribuídos mensalmente.

Isso significa que, assim como o proprietário de uma casa recebe mensalmente pelo aluguel, os cotistas recebem a distribuição do valor pago pelo aluguel de prédios comerciais, shoppings centers, instalações universitárias e assim por diante.

9. Investimento em moedas

Uma estratégia que pode vir a calhar neste momento de instabilidade econômica é o investimento em moedas estrangeiras. Existem, inclusive, fundos de investimento voltados para essa categoria. Dessa forma, os investidores surfam a onda da flutuação de preço das moedas e ganham dinheiro com isso. Para tanto, é preciso ter conhecimento nesse mercado e contar com um respaldo profissional.

Os chamados Fundos Cambiais permitem proteger os objetivos de médio e longo prazo contra a constante oscilação da moeda, além de garantirem um bom ganho com a variação cambial. Nessa alternativa, você pode aproveitar para investir no mercado do câmbio, sem necessariamente comprar moedas.

Agora você está por dentro das principais informações que podem impactar as suas aplicações. Além disso, conhece os melhores investimentos para realizar neste ou no próximo ano. Portanto, sempre que for necessário, revise o conteúdo para ajudar a orientar suas escolhas!

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